Mesmo com Dia das Mães, retração no varejo deve ser de 22% em maio

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Considerado um dos meses mais importantes para o varejo devido ao Dia das Mães, maio deve apresentar uma queda de 22,11% nas vendas, em comparação ao mesmo período do ano anterior, segundo o Instituto Brasileiro de Executivos de Varejo e Mercado de Consumo (IBEVAR). Nesta data, o consumo costuma registrar, dependendo das categorias, um aumento de 40% da média anual.

De acordo com o estudo, apenas duas categorias indicam crescimento, farmácias, com 9,59 p.p., e super/hipermercados, com 22,93 p.p.. Para o economista e presidente do IBEVAR, Claudio Felisoni de Angelo, os dados refletem o avanço da pandemia no Brasil e a baixa confiança do consumidor para gastar com bens duráveis. “A pandemia desestabilizou o mercado e o brasileiro, que se vê em um momento de incerteza. O crescimento destes dois segmentos reforça a preocupação em gastar apenas com produtos essenciais para não comprometer o orçamento familiar”, avalia.

Já as categorias que devem apresentar recuo nas vendas são “tecidos, vestuário e calçados” (-67,43 p.p.), “livros, jornais, revistas e papelaria” (-63,15 p.p.), “veículos, motos, partes e peças” (-61,42 p.p.), “móveis e eletrodomésticos” (-39,60 p.p.) e “materiais de construção” (-28,91 p.p.).

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