Novo jogo que distribui bitcoin é lançado por criador de Pokémon Go

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A Niantic, empresa responsável pela criação e desenvolvimento do jogo Pokémon Go, anunciou o lançamento de um novo título no mercado. O game combina o ecossistema do metaverso com o estilo play-to-earn (“jogue para ganhar”, em tradução direta) que tanto se popularizou nestes últimos tempos. Dessa forma, o jogo, chamado Fold AR, pagará os jogadores em criptomoedas durante a jogatina.

Junto à empresa de pagamentos com criptoativos, Fold, a Niantic criou o Fold AR com uma temática semelhante à do Minecraft – porém, nele, em vez de minerar blocos de pedra, os jogadores precisam encontrar cubos de código binário em realidade aumentada e interagir com eles para receberem a sua recompensa em bitcoin. 

 

Mineração e metaverso

Segundo a empresa, eles buscam trazer, com o game, uma experiência ligada à mineração de bitcoin para o metaverso. Além disso, a empreitada ajudará a popularizar a principal criptomoeda do mercado e encorajar a sua adoção. Isso porque, apesar de vários estabelecimentos já oferecerem essa opção de pagamento, nem todo mundo entende como conseguir ou utilizar a criptomoeda. Hoje em dia, podemos pagar o almoço em alguns restaurantes com o ativo digital, assim como aproveitar para realizar apostas com bitcoin do conforto de casa. Nessas casas de apostas, por exemplo, tanto esta quanto outras criptomoedas menos populares podem ser utilizadas por palpiteiros que prezam pela discrição e segurança desta forma de transação digital. Além disso, a maioria das plataformas listadas no sitedeapostasonline.net também oferece bônus de boas-vindas para novos jogadores, algumas delas em BTC.

Em relação ao jogo, o CEO da Fold, Will Reeves, comentou: “O Fold AR oferece uma maneira divertida e interativa para os jogadores ganharem recompensas em bitcoin para seus gastos diários. Muitas pessoas estão interessadas em participar da economia crescente do bitcoin, mas não têm certeza de como começar. A Fold torna fácil que qualquer pessoa obtenha seu primeiro bitcoin”.

Além de ganhar através da mineração virtual de BTC, o usuário do Fold AR também pode usar o app e cartão da Fold para obter bônus para compras, como uma “roda de prêmios”, entre outras recompensas na moeda virtual. Já os titulares do cartão de débito Visa Fold poderão coletar ainda mais BTC durante a gameplay, além de poderem receber prêmios que os darão maiores chances de se obter uma recompensa como o cashback

 

Fold AR

Will Reeves ainda disse que o game tem várias referências a piadas populares entre a comunidade cripto, entre outros memes. Já os blocos de mineração aparecem em um intervalo de tempo que representa a taxa real de mineração da moeda: dentro de um raio próximo do usuário, a cada 10 minutos.

A parceria entre a Fold e a Niantic também prevê o lançamento de outros recursos para o jogo, como a implementação de tokens não fungíveis (NFTs) e a criação de um modo multiplayer, no qual usuários poderão esconder bitcoins no mapa para que outros jogadores os encontrem. 

“Os jogos sempre nos ajudam a ultrapassar os limites da tecnologia e nos permitem incubar alguns de nossos pensamentos mais audaciosos, mas vemos oportunidades incríveis em várias categorias, incluindo pagamentos,” apontou Meghan Hughes, da Niantic. Ela completou dizendo que, “trabalhar com o Fold, que sempre esteve na vanguarda em tornar o bitcoin acessível, é uma colaboração perfeita para a Niantic e um ótimo caso de uso para realidade aumentada”.

 

Sobre o metaverso

O termo “metaverso” se popularizou desde que o Facebook trocou o seu nome para Meta em referência a ele. O metaverso pode ser definido como uma realidade digital que contém elementos de realidade aumentada, redes sociais, jogos online, entre outros – e através dele, os usuários podem interagir virtualmente de maneira completamente imersa. 

Segundo a CEO da Microsoft Brasil, Tânia Cosentino, a ideia deste universo digital é que ele esteja integrado ao mundo físico. Várias empresas estão investindo nisso, inclusive a Microsoft. “Estamos desenvolvendo uma série de inovações, trabalhado com avatares, HoloLens (smartglasses de realidade mista desenvolvidos e fabricados pela Microsoft) e hologramas, para poder simular essa ‘presença’ – de quem não está presente fisicamente – fazendo com que esse ambiente 3D nos envolva de uma forma diferente”, diz Cosentino.

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