Consumo de salgadinhos diminui em meio à crise

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O consumo de salgadinhos diminuiu em meio à crise econômica. Sete em cada 10 brasileiros declaram ter consumido menos salgadinhos nos últimos 12 meses, considerando o período até novembro de 2015, segundo pesquisa realizada pela Mintel. Fatores como inflação e taxas de desemprego mais elevadas indicam que, com o objetivo de manter as pessoas consumindo alimentos dessa categoria, as marcas terão que desenvolver novas estratégias. Embora salgadinhos sejam tipicamente vistos como um alimento indulgente, o estudo mostra que quase metade dos brasileiros (49%) afirma consumir algum tipo de salgadinho saudável, como snacks de baixas calorias, com mais proteínas e sem glúten.

O levantamento indica que 37% deles consumiram opções integrais, também vistos geralmente como mais saudáveis do que os salgadinhos comuns nos últimos 12 meses. Ainda segundo a pesquisa, as oportunidades dentro deste mercado estão no desenvolvimento de salgadinhos saudáveis, desviando da imagem de não saudável pela qual a categoria é geralmente associada. Por exemplo, 82% dos brasileiros concordam que é melhor evitar comer salgadinhos todos os dias. Entretanto, há variedades que são vistas de forma diferente. Afastando da imagem de não saudáveis, 38% dos consumidores de salgadinhos concordam que “amendoins e castanhas são boas opções para comer e ganhar mais energia antes e/ou depois dos exercícios físicos” e um terço dos consumidores (33%), admite que “amendoins e castanhas são salgadinhos com alta concentração de proteína”.

Aliás, a pesquisa indica que um em cada três consumidores de salgadinhos no Brasil (29%), concorda que salgadinhos com mais fibra ajudam a matar a fome entre as refeições. O estudo também indica que a diminuição do tamanho dos produtos para manter as vendas é uma estratégia que pode ser adotada no Brasil em muitas categorias de alimentos já que quase três em cada cinco dos consumidores (58%), concordam que “é melhor comprar menos de sua marca favorita do que mudar para uma opção mais barata”.

Via Mundo do Marketing

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