Vendas brutas do Carrefour Brasil atingem R$ 19,3 bilhões

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O Grupo Carrefour Brasil registrou um desempenho histórico nas vendas do terceiro trimestre de 2020, apoiado no crescimento do Atacadão e do multi-formato do varejo e todo o seu ecossistema digital. De junho a setembro, as vendas brutas consolidadas da companhia atingiram R$ 19,3 bilhões, crescimento de 29,9% e de 26% em mesmas lojas (ambos ex-gasolina) em relação ao mesmo período de 2019. O lucro líquido alcançou R$ 757 milhões, crescimento de 73,1% em comparação com o terceiro trimestre do ano anterior e margem de 4,3%, um ganho de 1.17 p.p. O EBTIDA ajustado teve um aumento de 18,6% e margem de 7,7%, atingindo R$ 1.339 bilhão – forte contribuição do varejo e atacado, parcialmente compensado por provisões excepcionais no banco.

O Atacadão continuou mostrando a força do seu modelo, com crescimento expressivo de 31,3% nas vendas brutas. O varejo também registrou um desempenho consistente, com vendas brutas (ex-gasolina) atingindo R$ 5,2 bilhões, um crescimento de 26,4%.

O canal de vendas online registrou um GMV total de R$ 895 milhões, com destaque para o crescimento de 202,4% do e-commerce alimentar. Já o Banco Carrefour confirmou a tendência de recuperação observada no 2T20 e registrou um crescimento de 16% no faturamento. A média mensal de usuários dos canais online atingiram 66% das contas ativas em setembro.

“A empresa apresentou um desempenho notável no terceiro trimestre, com crescimento recorde de vendas e rentabilidade impressionante. Essa tendência tem se mantido até hoje. O crescimento das vendas e do EBITDA ajustado no Atacadão e no Carrefour Varejo subiram fortes dois dígitos, e o Banco Carrefour está retomando o crescimento com fundamentos sólidos após os ajustes necessários relacionados ao cenário da Covid-19”, destaca Noël Prioux, CEO do Grupo Carrefour Brasil. “Isso atesta o sucesso das medidas que tomamos para garantir um ambiente seguro para nossos clientes e colaboradores em meio à pandemia, bem como a força de nosso ecossistema omnicanal que está cada vez mais integrado. A cada trimestre, o Grupo Carrefour Brasil está consolidando sua posição de líder no varejo alimentar: tráfego mais alto que alimenta vendas mais fortes e ganhos de participação de mercado e, por fim, um maior share of wallet”, ressalta o executivo.

Atacadão

O Atacadão registrou o maior nível de receita bruta em um trimestre na história recente da rede, atingindo R$ 13,5 bilhões, impulsionada por um crescimento de 25,8% (LfL) e uma expansão de 5,5%. Além disso, o market share cresceu 1.3 p.p na comparação anual, de acordo com dados da Nielsen. O lucro bruto aumentou 30,3%, atingindo R$ 1,9 bilhão, com margem bruta de 15,1%.

Na esteira da digitalização do ecossistema do Grupo, vale destacar o lançamento do e-commerce do Atacadão em parceria com aplicativos de entrega rápida, disponível em 23 unidades em 11 estados – 100% dos clientes são novos no Atacadão. Além disso, o lançamento do e-commerce alimentar focado em clientes B2B, com mais de 300 vendedores, está alcançando resultados melhores do que o esperado, com receitas crescendo cerca de 4 vezes.

O Atacadão encerrou o trimestre com 222 lojas (sendo 29 atacados de entrega) e já atende 4.900 cidades no Brasil (88% do total de cidades), fortalecendo a posição de liderança da rede. Com a aprovação do CADE para a aquisição das 30 lojas Makro, com localizações privilegiadas, o Grupo Carrefour Brasil dará um passo importante na consolidação desta liderança, impulsionando ainda mais o crescimento da rede. O fechamento final do negócio deve acontecer em breve.

Varejo

As vendas do Carrefour Varejo atingiram R$ 5,2 bilhões (ex-gasolina) no terceiro trimestre e registraram, novamente, um crescimento expressivo (LfL) de 27,4%, incluindo o marketplace. Este número foi impulsionado pelo forte crescimento de 15,4% do varejo alimentar e 43,6% do não-alimentar.

A operação multiformato registrou também forte desempenho, atingindo impressionantes 22,1% (LfL), crescimento expressivo considerando a forte base de comparação de 7,2% de crescimento no mesmo trimestre do ano anterior, além do fato de o aniversário do Carrefour neste ano ter sido adiado. Os hipermercados foram grande destaque do período, crescendo o dobro do mercado pelo segundo trimestre consecutivo: 25,3% (vs. 12,7%, de acordo com a Nielsen), o que levou a um aumento de 1,9 p.p. de market share.

Os itens alimentares mantiveram bom desempenho, com ganhos recorrentes de market share, além de crescimento (LfL) de 14,2% e aumento de 47,1% no ticket médio. Os produtos da marca própria tiveram crescimento de 22% no volume total, com destaque para PGC, que avançou 35% e representou um crescimento de 10 p.p na participação nas cestas de compras. A boa aceitação desses produtos demonstra a eficiência dos elevados padrões de qualidade.

Os consumidores dos produtos de marca própria apresentam share of wallet 50% maior que a média dos demais. Os corredores de alimentos saudáveis foram implementados em 89 hipermercados, oferecendo cerca de 3.400 SKUs de alimentos orgânicos e saudáveis, e aproximadamente 2.500 SKUs de produtos de marca própria – esses que são destaque ao atingirem recorde de 14,7% do total de vendas de alimentos (+1.7 p.p).

A categoria não-alimentar se beneficiou das diversas iniciativas lançadas nas lojas e canais online, registrando um forte crescimento de 36,7% – apesar da reabertura de outros varejistas -, com destaque para a categoria de Eletrodomésticos, que alcançou um crescimento (LfL) de 47.6% e um aumento de 20% no número de clientes comprando nas lojas da rede.

E-commerce

Mesmo com a reabertura das lojas físicas por todo o país, o nível de vendas de produtos alimentares e não-alimentares no e-commerce continua muito forte, indicando uma mudança importante do comportamento dos consumidores.

Mantendo o mesmo patamar do trimestre anterior, o site ficou novamente em 7º lugar em número de visitas, de acordo com dados do E-Commerce Brasil. No terceiro trimestre, a operação teve um crescimento de 86,1% no GMV total (incluindo o serviço de entrega rápida), impulsionado principalmente pelo forte crescimento nas vendas do e-commerce alimentar (+202,4% incluindo o serviço de entrega rápida), e pela resiliência das vendas do segmento não alimentar, que continuaram crescendo (+69,1%) mesmo com a reabertura de lojas físicas. As vendas do marketplace cresceram 61,7% e representaram 21,6% do GMV total no período.

 

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