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Pegaki oferece logística para e-commerce e conveniência para consumidor

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A startup Pegaki, de Blumenau (SC), oferece um modelo de entregas terceirizadas que facilita a logística do e-commerce e também proporciona conveniência para o consumidor, além de remunerar lojas físicas que tenham espaço disponível para receber e armazenar pequenas encomendas.

Pelo sistema, que reúne lojas virtuais, transportadoras e pontos comerciais, o comprador que não quer ou não pode receber suas encomendas em casa ou no escritório pode escolher locais para retirar os itens. “Somos intermediários entre e-commerce e cliente. Oferecemos lugares de confiança para a pessoa pegar sua compra. Para isso, fazemos uma avaliação dos entrepostos que hospedarão as mercadorias e delegamos a logística às transportadoras”, explica João Cristofolini, CEO da Pegaki.

Nos e-commerces que são clientes da startup, o consumidor pode escolher, ao finalizar seu pedido, a opção de receber o produto fora de casa. Se assim optar, acionará a Pegaki, que enviará uma transportadora para fazer a entrega. Parte do frete é paga à startup. A loja virtual fica isenta dos encargos de transporte e reverte R$ 2,50 do valor da compra para a companhia.

As entregas são rastreadas em todo o percurso e a startup avisa o cliente por e-mail quando o produto chega ao local escolhido para retirada. O pacote fica alojado no ponto por até sete dias.

A proposta visa aliviar prejuízos recorrentes com fretes não concluídos, quando, por exemplo, o comprador está ausente ou a residência encontra-se em área de risco. O modelo também promete aumentar a circulação de público nos pontos de retirada, que recebem cerca de R$ 0,50 por pacote retirado.

A ideia partiu de um problema de entregas não concluídas no e-commerce de um dos três sócios da Pegaki, Daniel Frantz. Ele e Cristofolini começaram a buscar uma solução. “Pensamos em redirecionar produtos para estabelecimentos seguros e de boa localização, evitando extravios. Vimos que no Brasil não havia soluções neste sentido e adaptamo-la para a nossa realidade”, conta o CEO.Dessa forma, em fins de 2016 surgiu a Pegaki. Além da dupla, a direção conta com Ismael Costa como sócio e diretor. A princípio, as operações se limitaram a Santa Catarina, através da plataforma de Frantz.Depois de um primeiro aporte e aceleração feitos pela brasiliense Cotidiano, a companhia pôde expandir sua atuação para o eixo Rio-São Paulo, responsável por mais de 50% de compras online no Brasil.

Em 2017, levantou recursos por meio de crowdfunding (financiamento coletivo) da EqSeed, sendo possível firmar parceria com grandes e-commerces como a Dafiti, maior loja virtual de moda da América Latina.A startup planeja expandir sua atuação para Belo Horizonte, Brasília, Salvador, Curitiba e Campinas (SP) até o fim de agosto de 2018. Segundo Cristofolini, o preparo da rede credenciada nestas metrópoles está em fase final.A Pegaki não divulga seu faturamento. Mas afirma que as compras com entrega por meio da startup representam 10% de todas as vendas dos seus parceiros. Com a expansão para as cidades que estão no alvo, o objetivo é aumentar este total para 20% no início de 2019.

Fonte DCI
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