Brasileiros lideram crescimento das compras online e na higiene do lar

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De acordo com o mais recente estudo Barômetro COVID-19, realizado pela Kantar, os latinos passam mais tempo com a família, fazem mais home office e estão mais conectados virtualmente do que o resto do mundo. Eles também comem menos comida saudável (18%) contra a 22% da média global e fazem menos compras online (24%) do que nos demais continentes (27%).

O estudo perguntou a 11.000 entrevistados de 21 países quais comportamentos estão adotando mais agora em comparação ao período anterior à pandemia.

Entre os povos latinos, os brasileiros foram os que mais incrementaram suas medidas de higiene dentro do lar para combater o novo coronavírus, com 36% da população mudando seus hábitos de higiene, contra 25% dos mexicanos e colombianos.

A Colômbia foi o país onde as pessoas passaram maior tempo em casa com a família (33%), seguido de México (30%) e logo atrás, Brasil (29%) e Argentina (28%).

O home office, método de trabalho que a população mundial se viu obrigada a adotar durante o período de isolamento social, deve seguir sendo praticado por alguns. Por exemplo, 29% dos colombianos e 23% dos argentinos seguem trabalhando de casa.

Durante a pandemia os canais digitais ganharam relevância em toda a América Latina, uma tendência que deve se manter no futuro. O Brasil foi o país que registou maior aumento de compras online na região, com 30% de incremento, enquanto a Argentina aparece em última posição, com 20%.

“O isolamento social mudou a forma de comprar na América Latina. Entre os países da região, a Argentina era o país que tinha o canal de compras online mais desenvolvido antes da pandemia. Já Brasil e México eram os que apresentavam menor penetração desse canal. A pandemia serviu como um catalisador para o e-commerce no Brasil.”, comenta Luciana Piedemonte, Diretora de Brand & Commerce da divisão Insights da Kantar.

Outro dado relevante da pesquisa é que 28% dos colombianos levam uma vida mais saudável agora, se exercitando em casa, do que antes da pandemia, enquanto 23% dos mexicanos passaram a cuidar da alimentação e optaram por comer de forma mais saudável.

 

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