Varejistas podem ir do céu ao inferno em novembro. A “Black Friday”, data de promoções importada dos EUA e que se tornou o dia de maior venda na história do comércio eletrônico no país, deve bater novos recordes neste ano. Mas há risco de que a megaliquidação, em 28 de novembro, ajude a “esvaziar” lojas e sites de grandes redes no restante do mês.
Para incentivar gastos, lojas e sites criaram estratégias de ação específicas.
“Sazonalidades típicas para o varejo foram para o espaço e cada um tenta criar um calendário próprio. Isso acontece porque está muito mais difícil fazer a venda. O foco para a maioria é gerar fluxo de clientes e se daí vier aumento de capital de giro e ganho de margem, melhor”, disse Eugenio Foganholo, diretor da consultoria Mixxer Desenvolvimento Empresarial.
Varejistas podem ir do céu ao inferno em novembro. A “Black Friday”, data de promoções importada dos EUA e que se tornou o dia de maior venda na história do comércio eletrônico no país, deve bater novos recordes neste ano. Mas há risco de que a megaliquidação, em 28 de novembro, ajude a “esvaziar” lojas e sites de grandes redes no restante do mês. À espera de preços melhores, o consumidor pode adiar compras. Por isso, varejistas estão fazendo promoções desde já e criando ações para ter mais tráfego de clientes nas lojas.
Para incentivar gastos, lojas e sites criaram estratégias de ação específicas. “Sazonalidades típicas para o varejo foram para o espaço e cada um tenta criar um calendário próprio. Isso acontece porque está muito mais difícil fazer a venda. O foco para a maioria é gerar fluxo de clientes e se daí vier aumento de capital de giro e ganho de margem, melhor”, disse Eugenio Foganholo, diretor da consultoria Mixxer Desenvolvimento Empresarial.

