Parceria é fundamental para a cadeia de abastecimento crescer

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No ano passado, a inflação de 10,6%, de acordo com o IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), considerada alta, fez com que os varejistas não conseguissem repassar os preços ao consumidor na mesma proporção e no mesmo ritmo.

Com o custo do seu negócio crescendo, tendo de responder a um consumidor cujos hábitos foram alterados, um consumidor mais retraído, o varejista viu o seu capital de giro comprometido e por tudo isso pode ter deixado de abastecer a loja de maneira correta ou criteriosa o suficiente para agradar ao consumidor no ambiente comercial em que sua loja está instalada, o que fez faltar mercadoria, comprometendo o abastecimento de sua loja, e, portanto, as, perspectivas e oportunidades que poderiam se abrir para as empresas atacadistas e distribuidoras nesse momento.

“Mais do que nunca, cabe ao atacado desempenhar o importante papel de dar apoio ao pequeno varejo nessa gestão do estoque. Proporcionar essa gestão na medida certa, ‘capilarizando’ no consumidor esse desejo que lhe permite, implicitamente, responder à pergunta: ‘Como e por que eu não compro nem a mais e nem a menos?’ e a mim responder a esta outra pergunta: ‘Qual é a minha capacidade, como atacado, para fazer a entrega, e como o varejo tem de fazer o pedido para que ele não deixe faltar produtos para o cliente, sem cortar indevidamente itens que façam a diferença na loja?’ Responder com ponderação a essas perguntas é racionalizar a situação de maneira devida. É preciso fazer um bom estudo para ver o que se tira disso, mas com cuidado. E o atacado pode ajudá-lo nessa tarefa, que tem importância crítica, pois o capital de giro, o financiamento, está comprometido, uma vez que vários aspectos em que ele precisa de apoio, então ele não pode errar”, afirma Olegário Araújo, diretor da Inteligência do Varejo, consultoria especializada em consumo.

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