INSTITUTO DE FOODSERVICE BRASIL DIVULGA RESULTADOS DO SETOR

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A receita nominal dos principais operadores de foodservice, associados do IFB, subiu 5,3% em abril de 2016 na comparação com o mesmo mês do ano passado. No conceito mesmas lojas (lojas existentes com mais de 13 meses), o crescimento foi de 0,8%.

O resultado menor em comparação aos anos anteriores  é consequência da queda continua dos principais indicadores macroeconômicos, como por exemplo:  da ligeira elevação do endividamento das famílias,  do encarecimento do crédito,  da queda da confiança do consumidor e da aceleração dos indicadores de inflação que corroeram parte do crescimento real da massa salarial.

O setor de alimentação dentro do lar  teve um aumento médio de preços em abril de 2016 de 15,5% (acumulado 12 meses). Já nosso setor de alimentação fora do lar, a inflação apurada pelo IBGE, acumulada em 12 meses  foi de 9,5%.

O nível de desemprego, outro indicador que possui forte correlação com comportamento de consumo, vem atingindo os piores patamares dos últimos anos. A taxa de desocupação do trimestre móvel de janeiro a março deste ano é de 10,9% , crescimento de 3 pontos percentuais em relação ao mesmo período do ano passado (7,9%), segundo a PNAD Contínua,  estudo do IBGE, que mede 3.500 municípios brasileiros. A projeção de alguns especialistas é que o nível de desemprego chegue a 14% até o final do ano.

“Apesar do momento turbulento economia e da politica brasileira, os associados do IFB aumentaram seu número de lojas em abril de 2016,  com crescimento de 8,3% no ano”, declara Alexandre Guerra, presidente do IFB.

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