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Autosserviço terá desafios nos próximos dois anos

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Por Cláudia Rivoiro

Em uma manhã de muita troca de informações, a ABAAS – Associação Brasileira de Atacadistas de Autosserviço, realizou a terceira  edição do Workshop ABAAS. O evento aconteceu na capital paulista e reuniu cerca de 400 pessoas, entre representantes da entidade, da indústria e convidados.

O Workshop ABAAS 2018 contou ainda com palestras de Ana Fioratti, do Advantage Group Brasil; Sergio Alvim, da SA Varejo; Alberto Serrentino, da Varese Retail e Roberto Butragueno, Nielsen Brazil. Para Ana Fioratti, o autosserviço se reinventou nos últimos três anos e o consumidor final aprendeu a comprar nesse canal. “Os donos das lojas hoje se preocupam muito mais em oferecer um mix adequado ao shopper. Os próximos dois anos serão definitivos para o canal, existe um desafio muito grande”, observou. Ela adiantou também que os donos de lojas devem ter cuidado na escolha de pontos para abertura de unidades porque o momento, segundo ela, é de acomodação, além de entender as missões de compra do shopper, se atentar com o portfólio de produtos e o preço final, que é o diferencial do canal.”O consumidor busca economia, mas o pequeno varejo não perde o seu espaço, pois tem o papel de oferecer comodidade e reposição fácil”, destacou.

Roberto Müssnich, Ceo Atacadão, destacou que a companhia fecha o ano de 2018 com 161 unidades espalhadas pelo País, sendo a mais recente aberta é uma no estado baiano. “Se em um ano conturbado como esse foi possível abrir todas as unidades previstas, imagine trabalhar com mais tranquilidade em 2019, quando estamos prevendo 20 novas unidades, com o planejamento já em andamento”, ressaltou.

Gabriela Pontin, diretora de vendas da marca Ypê

Diretora de vendas da marca Ypê (Química Amparo), Gabriela Pontin, lembrou que a indústria já trabalha há bastante tempo com o canal, que é simples de se trabalhar.”Mas o canal precisa se sofisticar um pouco, a indústria não tem todas as respostas, apesar das metas serem as mesmas: buscar atender bem as necessidades do shopper”, lembrou. Para a empresa, 2018 foi um ano difícil, em especial após a greve dos caminhoneiros.”Mas terminaremos com crescimento e em 2019 esperamos um crescimento orgânico maior, com planejamento consistente, o que não aconteceu nesse 2018″, finalizou.

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