Royal Canin vai produzir alimentação personalizada para cães e gatos no Brasil

0 317

O Brasil é o segundo maior mercado de produtos para pets do mundo, segundo dados de 2018 da Euromonitor. E não chegamos à vice-liderança à toa. O país abriga uma população de 52 milhões de cachorros e 22 milhões de gatos. Entre os humanos, 200 milhões de consumidores gastam parte do salário para cuidar e agradar seus animais de estimação.

Para surfar nesse gigante mercado, a Royal Canin, marca premium de alimentação pet do Grupo Mars, investe em inovação. Há 50 anos no mundo, a multinacional francesa pretende trazer para o Brasil, em quatro anos, um modelo testado na Alemanha — um serviço e alimentação personalizada e sob demana para cachorros e gatos.

Em reportagem publicada por Época NEGÓCIOS, o sul-africano John Van Wyk, presidente da Royal Canin do Brasil, falou sobre a trajetória da marca, mudanças na estratégia de comunicação da empresa e a importância do contato humano com os animais de estimação.
“Não somos favoráveis a tratar e ver os animais como seres humanos porque eles não são. Cachorros e gatos devem ser cuidados como cachorros e gatos, e alimentados como tais”, afirma ele, que foi o primeiro funcionário da marca na Austrália, onde viveu até se mudar para o Brasil, há dois anos. Segundo ele, há um projeto piloto na Alemanha para venda de alimentos pesonalizados de acordo com a necessidade do pet. “Quando o dono levar o pet ao veterinário, por exemplo, e receber o diagnóstico de alguma doença ou deficiência nutricional, terá a opção de entrar no site da Royal Canin e comprar uma ração específica que supra as necessidades do animal. Nós enviaremos o produto etiquetado com o nome do cachorro ou do gato na casa da pessoa. Essa é a nova geração do nosso business e vai se tornar realidade em breve no mundo. No Brasil, em cinco anos já estará em funcionamento”, disse.

Wyk destacou ainda que 58% da população brasileira alimenta os pets com restos de comida e que abre espaço para o negócio de alimentação pet crescer. “Basta que a gente eduque esses consumidores sobre os benefícios de alimentação saudável para os animais. E isso será feito por campanhas digitais, afinal os brasileiros são grandes consumidores de redes sociais”, comentou.

Fonte Época Negócios
Notícias Relacionadas

Deixe um comentário

Seu endereço de email não será publicado.