Emergentes prejudicam crescimento da Unilever

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As vendas da Unilever no segundo trimestre, divulgadas ontem (24), ficaram abaixo das estimativas do mercado, afetadas por uma desaceleração nos mercados emergentes e pelo contínuo marasmo em mercados desenvolvidos.

De acordo com publicação da Reuters, a fabricante de bens de consumo anglo-holandesa afirmou que as vendas subjacentes – que excluem o impacto do câmbio, aquisições e alienações – cresceram 3,8%, ante expectativa de analistas de alta de 4,3%.

“No geral, houve uma desaceleração na Ásia”, disse o vice-presidente financeiro da companhia, Jean-Marc Huet, à Reuters, citando em particular China e Vietnã. “Na Rússia tem sido difícil, você pode imaginar o porquê”.

Para o primeiro semestre do ano, o lucro principal por ação subiu 2%, para € 0,78, superando com folga estimativas dos analistas, que previam uma queda de 2,6%.

Os mercados globais nos quais a Unilever opera estão crescendo atualmente cerca de 2,5%, disse Huet, queda em relação aos 3% do início do ano.

Ainda assim, a Unilever espera uma performance melhor da companhia do que o desempenho geral desses mercados, disse o executivo.

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