“É Friboi?”: Bordão supera expectativas

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Se você morou ou esteve no Brasil nos últimos 12 meses e é usuário de internet, possivelmente não passou impune. O bordão “É Friboi?” virou moda nas redes e em todo o lugar.

No Açougue Mercadão Casa do Espeto, no bairro da Quarta Parada, na zona leste de São Paulo, a gerente Ednailda dos Santos Araújo já se acostumou com os clientes que perguntam a marca do espetinho na hora do almoço – seja fazendo piada, seja procurando efetivamente o produto da Friboi. “Há uns seis meses muita gente começou a perguntar qual era a marca da carne”, diz.

A exigência foi tanta que até a lista de compras da casa mudou. “Agora eu acabo tendo de comprar mais picanha Friboi para oferecer aqui.” Dos 300 quilos de carne, aves e queijo que o estabelecimento serve por mês, cerca de 10% é de picanha, em sua maior parte Friboi. “Os outros bovinos, queijos e aves a gente pega com outro fornecedor, mas no caso da picanha os clientes estão nos cobrando.”

No açougue Tenessee, na Avenida Sapopemba, zona leste de São Paulo, José Roberto Belucci, gerente de loja, também já ouviu diversas vezes o bordão publicitário do ano. “Sempre aparece um perguntando se é Friboi”, diz Bellucci, que afirma vender “pelo menos uns 2 mil bois por mês” na loja de Sapopemba, uma das maiores da rede.

Essa febre é resultado do esforço da JBS-Friboi em reforçar sua presença no varejo. Ao longo dos últimos nove meses, a empresa apostou pesado em uma longa estratégia de marketing que segue no ar – e deve continuar por mais alguns anos.

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