São Paulo volta à fase vermelha; veja o que pode e não pode funcionar

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O Estado de São Paulo volta, nesta segunda-feira (12) à fase vermelha do plano de enfrentamento à pandemia de Covid-19, depois de quase um mês na fase emergencial. Segundo o governo, a mudança é possível diante da queda de internações relacionadas ao coronavírus no Estado. Algumas restrições, no entanto, estão mantidas, como o toque de recolher das 20h às 5h e o veto a cerimônias religiosas coletivas.

Com o retorno à fase vermelha, São Paulo volta a permitir a retirada de produtos pelo consumidor diretamente nos locais de venda, como comércios, restaurantes e outras atividades, no modelo chamado de take away. O atendimento presencial e a venda no local continuam proibidos em todos os estabelecimentos.

As lojas de construção, que são serviços essenciais, podem voltar a oferecer atendimento segundo protocolos sanitários e de segurança. Outras proibições da fase emergencial acabaram incorporadas à etapa vermelha e continuam em vigor, como o toque de recolher noturno e do veto a celebrações religiosas coletivas.

O governo de São Paulo também manteve a recomendação de escalonamento de horários de entrada e saída para trabalhadores da indústria, serviços e comércio. Os horários indicados são das 5h às 7h para entrada e das 14h às 16h para saída de profissionais da indústria; entrada das 7h às 9h e saída das 16h às 18h para os de serviços; e entrada das 9h às 11h e saída das 18h às 20h para os do comércio.

A recomendação de teletrabalho também continua para todas as atividades administrativas do setor público e da iniciativa privada. Todas as medidas visam a redução de circulação urbana e a queda no fluxo de passageiros do transporte público.

A fiscalização contra aglomerações e eventos clandestinos continua com ações intensificadas mesmo com o encerramento da fase emergencial.

O Governo do Estado vai manter a atuação em conjunto com as Prefeituras para instalação de barreiras sanitárias em acessos a cidades turísticas, blitz contra eventos ilegais e fiscalização de protocolos sanitários nas atividades liberadas.

Fonte Mercado e Consumo
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