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Coca-Cola e McDonald’s são as marcas da Copa do Mundo 2018 mais lembradas no Brasil, aponta Ipsos

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A Coca-Cola e o McDonald’s são as marcas parceiras e patrocinadoras da Copa do Mundo 2018, na Rússia, mais lembradas pelos brasileiros, de acordo com a pesquisa Global Advisor, da Ipsos, que entrevistou 19,7 mil pessoas em 27 países, incluindo o Brasil, entre os dias 20 de abril e 6 de maio, para saber quais as expectativas do mundo com relação ao evento. A margem de erro para o Brasil é de 3,2 pontos percentuais. A Coca-Cola lidera o ranking com 80% de lembrança e o McDonald’s foi o segundo colocado, com 65%. Completam a lista: Adidas (62%), Vivo (60%) e Hyundai (52%). No mundo, a Coca-Cola também lidera, com 76%. O top 5 global é composto pelas marcas: Adidas (64%), McDonald’s (51%), Hyundai (42%) e Kia (32%).

Globalmente, quatro em cada dez entrevistados (38%) devem comprar produtos com a temática da Copa. Entre os brasileiros, o percentual sobe para 44%. A China foi o país com o índice mais alto, 68%, seguido por Índia e Malásia, ambos com 64%. Por outro lado, a Sérvia teve apenas 13%.

Copa do Mundo da televisão

A televisão continua sendo o principal dispositivo para ver os jogos do mundial. Seis em cada dez entrevistados (62%) vão ver as partidas pela TV, enquanto 25% vai acompanhar pela internet e 13% pelo celular. No Brasil, a representatividade da televisão é ainda maior: 72% vão ver a Copa pela televisão. A internet ficou com 22% das preferências e o celular teve 12%.

“A televisão continua mantendo a mesma força de quatro anos atrás, com os mesmos 62% de preferência para assistir aos jogos globalmente. A maior mudança ocorre no celular que tinha apenas 6% das preferências para acompanhar os jogos versus 13% em 2018”, ressalta Alan Liberman, presidente da Ipsos Connect da América Latina.

Metade dos entrevistados no mundo (48%) pretende ver os jogos em restaurantes e bares. Entre os brasileiros, o índice é de 42%. Entre os que assistirão à Copa, oito em cada dez dos entrevistados no mundo (84%) vão ver os jogos com os amigos ou família. O Brasil está em linha com a média global, com 85%. Os colegas de trabalho são a segunda companhia mais citada para acompanhar as partidas. É a opção de quase metade dos entrevistados (49%) no mundo e de 45% dos brasileiros.

Quem ganha?

A pesquisa também mostrou que a Alemanha é a seleção mais cotada para estar na final do mundial de 2018 na Rússia, com 23% da preferência global. O Brasil aparece como segundo favorito, com 21%. Entre os mais cotados para disputar o título, também aparecem Espanha (11%), Argentina (8%), França (4%), Portugal (3%), Inglaterra (3%) e Rússia (2%).

“Este resultado revela como o amplo favoritismo que o Brasil tinha na Copa de 2014 (39% acreditavam que o Brasil iria a final) foi abalado depois da partida contra a Alemanha”, afirma Liberman.

Seis em cada dez entrevistados (62%) tinham conhecimento sobre o campeonato. Anfitriã do grande evento, a Rússia é o país onde menos entrevistados se declaram fãs ou apaixonados por futebol. Apenas 9%, menos da metade da média global (21%). Mais de um terço dos russos (36%) não acompanha futebol e não deve assistir a nenhum jogo.

“De forma geral, fazer uma Copa do Mundo onde o dono da casa tem pouco interesse resulta em um menor engajamento. Na Copa de 2014 no Brasil, 8 em cada 10 (78%) entrevistados tinham conhecimento sobre o campeonato”, lembra Liberman. Para acompanhar a Copa, um quarto dos entrevistados no mundo (24%) deve faltar ao trabalho ou deixar a escola de lado. No Brasil, o índice ficou um pouco acima da média global: 29%.

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