A guerra das maquininhas: como serão os pagamentos do futuro

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Fundada em 1995 e líder do setor de pagamentos eletrônicos, a Cielo sentiu o baque. Dona de 42% das maquininhas atualmente, há cinco anos dominava metade do mercado. Áureos tempos aqueles. Uma época em que a empresa tinha poder de definir preços; ditar regras. “Estávamos mais apegados à margem de lucro do que à participação no mercado”, lembra Paulo Rogério Caffarelli, CEO da Cielo. Para enfrentar as transformações que agitam os meios de pagamento, foi preciso rever as prioridades. Para se manter dominante, a Cielo optou por reduzir preços, o que levará seu lucro de R$ 3,3 bilhões em 2018 para cerca de R$ 2,6 bilhões este ano, de acordo com a previsão da companhia.

Baixar preços, porém, não basta para ganhar a disputa. Por isso, o investimento em tecnologia é pesado: foram R$ 500 milhões nos últimos dois anos para seguir na dianteira. Paulo quer que a Cielo trabalhe com todos os canais e que esqueçamos a imagem de “empresa de maquininha”. Seu objetivo é que a companhia seja vista como uma empresa de tecnologia. “A Cielo tem mais de 50% do e-commerce do país, por meio da BrasPag [uma subsidiária], e ficaremos ainda maiores nesse ambiente”, diz o executivo. “Pensamos no serviço assim: temos de ter o que os nossos competidores não têm.”

Parte da estratégia é seguir abrindo as APIs da Cielo. As APIs (application programming interfaces) são conjuntos de padrões e ferramentas que permitem a conexão entre sistemas, para recepção ou envio de dados. Assim, outros sistemas podem se conectar ao da empresa, com o trabalho de programadores externos. Trata-se de um conceito fundamental para o advento do chamado open banking. No fim de maio, havia cerca de 7 mil programadores cadastrados no portal do desenvolvedor da Cielo. “Temos 104 APIs já disponíveis e 47 em produção”, conta Paulo. A taxa de acesso a essas APIs é de 72 milhões de chamadas por mês, em ritmo crescente. “São mais de 3 mil aplicações conectadas nessas APIs, entre aplicativos e sites.” Um deles é o QR Code, já integrado a Bradesco, Agibank, Banco Original, Next e Picpay, que passaram a oferecer o recurso como meio de pagamento a seus clientes. No momento, o potencial é levar a ferramenta a 40 milhões de usuários.

A Cielo definitivamente acordou para a briga. “Um jogo para brutos”, como define Paulo — e em um “oceano vermelho”. Cunhado no início dos anos 2000, por Renée Mauborgne e W. Chan Kim, professores da prestigiosa escola de negócios francesa Insead, o termo define disputas com características bem conhecidas: margens de lucro são continuamente espremidas; produtos e serviços que parecem inovadores num momento tornam-se commodities no instante seguinte. “Em um segmento ‘comoditizado’ como o nosso, o que oferecemos é muito parecido e as atitudes é que nos diferenciam”, define Paulo.

A sanguinolência se explica. A indústria deve movimentar até o final de 2019 R$ 1,8 trilhão em pagamentos feitos nas modalidades crédito, débito e pré-pago. Novas possibilidades vão se abrir. Além dos tradicionais cartões de plástico, há os celulares, wearables (acessórios variados, como relógios e pulseiras) e até chips implantados. “Os estudos indicam que os pagamentos geram cerca de 30% da receita total dos bancos no mundo”, disse Robert Contri, líder global do setor de serviços financeiros da consultoria Deloitte, em entrevista a Época NEGÓCIOS.

Há uma década, os brasileiros pagavam por meios eletrônicos menos de 20% do que consumiam. Essa parcela chega hoje a 40%. A projeção é que até 2022 a participação chegue a 60% (leia os gráficos). O setor ferve. Assiste à entrada de startups de finanças, gigantes de hardware e software, empresas de telefonia. Nos últimos cinco anos, surgiram em torno de 200 fintechs de pagamento no Brasil. Antes acostumadas a nadar de braçada num setor de alta concentração, as empresas financeiras tradicionais entraram em estado de atenção. “O setor de pagamentos era muito concentrado. Deve ser um dos que mais vão passar por alterações nos próximos anos”, diz Luiz Henrique Didier, presidente do banco Bexs.

clientes ultraconectados e fintechs revolucionam a indústria de pagamento. As grandes empresas têm de se mexer para sobreviver à transformação (Foto:  )

As mudanças já começam a acontecer. No segundo lugar em participação de mercado está uma empresa que até pouco tempo atrás não assustava ninguém. Criada em 2003, a Getnet foi comprada em 2014 pelo Santander. Nos últimos cinco anos, a empresa investiu R$ 1 bilhão em tecnologia e abocanhou 12,3% do setor. Isso representa 960 mil maquininhas espalhadas pelo Brasil e R$ 180 bilhões movimentados em 2018 — um terço a mais do que no ano anterior. No mesmo período, a expansão do mercado foi de (robustos) 14,5%. Aos 53 anos, Pedro Coutinho, CEO da companhia, quer mais — muito mais. Quer, em três anos, fazer da Getnet a número 1. E tem dado duro para isso. Não trabalha menos do que 13 horas por dia e chega a visitar 300 clientes por ano.

Pedro quer criar um ecossistema de pagamento em que todos os integrantes de um determinado setor ou cadeia estejam interligados. O projeto mais recente, em desenvolvimento, é a criação do Juntos Somos +, marketplace que inclui entre os acionistas as gigantes da construção civil Votorantim, Gerdau e Tigre. As três juntas movimentaram R$ 4 bilhões em 2018. A ser lançado no segundo semestre, o ecossistema vai conectar, inicialmente, 10 mil pequenos varejistas. Vai funcionar de maneira que, ao receber o pagamento por uma compra, o comerciante pode fazer uma transferência diretamente para a conta de um fornecedor, de modo a saldar pedidos futuros. Com isso, ganha tempo e dinheiro.

Num exemplo concreto: imagine um pequeno lojista que fature mensalmente cerca de R$ 100 mil e receba 60% das vendas no cartão. Com o novo sistema, ao antecipar em cerca de 40 dias a consolidação das vendas em cartão, ele pode economizar entre R$ 1,6 mil e R$ 4 mil mensais. Aplique o mesmo raciocínio a 10 mil varejistas. A Getnet calcula que a mudança vai economizar, para esse grupo, R$ 336 milhões por ano — capital liberado para novos investimentos. A meta da plataforma é atingir 45 mil lojas e dez fabricantes até o final de 2019. “As transações podem passar de R$ 10 bilhões em 2021, transformando esse marketplace na maior plataforma da construção no país”, diz Antônio Serrano, presidente da Juntos Somos +.

O Itaú Unibanco está entre os atores mais agressivos. No início de maio, a maior instituição financeira privada do país lançou o iti, plataforma digital de pagamentos, baseada em QR Code e que dispensa a necessidade de conta bancária. A previsão é que o programa esteja disponível a partir do terceiro trimestre de 2019. Para pessoas físicas, o serviço funciona como uma carteira digital: o usuário (não necessariamente cliente do Itaú Unibanco) cria uma conta por meio de aplicativo. A partir daí, pode transferir dinheiro entre contas, emitir boleto e cadastrar um cartão de crédito — de qualquer banco.

Será possível efetuar pagamentos a outros usuários e em lojas cadastradas. Os pontos de venda terão impressos o QR Code, para leitura pela câmera do celular. Para as transações em dinheiro entre clientes do iti, não haverá cobrança de taxas. Para lojistas, a tarifa para receber o pagamento será de 1% — inferior à da rede credenciadora do próprio banco — e a transferência vai ocorrer em tempo real. Robert Contri, da Deloitte, prevê que custo e velocidade são duas das três frentes de trabalho a definir as inovações relevantes nessa área. A terceira é a experiência geral do cliente.

Entre as empresas que prometem oferecer algo diferente destacam-se PagSeguro, SafraPay, Stone e a novata PayGo. No momento, as quatro juntas representam 7% do total de transações no país. Pode parecer pouco, mas seus serviços ainda são relativamente recentes. Essas e outras fintechs também têm papel importante de criação de mercado, ao incluir clientes antes desprezados — profissionais liberais, prestadores individuais de pequenos serviços e camelôs.

Com menos de seis meses de vida, a PayGo pretende lançar até o final de junho o que resolveu chamar de “agência bancária na maquininha”. Além de pagamentos, a tecnologia permite transferências de recursos entre pessoas e empresas. No final do ano passado, o C6 Bank, fintech estreante no setor, comprou a empresa NTK Solutions, então atuante havia 14 anos no mercado de máquinas de pagamento, que passou a se chamar PayGo. A nova fintech possui 40 mil terminais ativos, responsáveis por 30 milhões de transações e pela circulação de R$ 1 bilhão ao mês. A PayGo se apresenta não como uma empresa de maquininhas, e sim como uma plataforma de pagamentos que integra cerca de 400 sistemas de automação comercial. “Agora como parte do C6, vamos dar visibilidade ao trabalho que fazemos há bastante tempo, com o tripé meio de pagamento, banco digital sem agência física e transações sem taxa e com transparência”, diz Vinicius Pessin, CEO da fintech.

A inspiração para todas as fintechs vem da veterana PayPal, carteira digital mais antiga do mundo. Fundada pelo mítico Peter Thiel, em 1998, a empresa tem hoje 227 milhões de usuários ativos no mundo (4 milhões deles no Brasil) — e tem crescido aqui e em toda a América Latina por meio de fusões e aquisições. A mais recente aconteceu em março passado. Na ocasião, a empresa anunciou o aporte de US$ 750 milhões no Mercado Livre, dono do Mercado Pago. “São investimentos que deixam claro o entusiasmo da PayPal em ampliar a presença na região”, diz Paula Paschoal, presidente da companhia no Brasil. A executiva segue avaliando startups tanto para investimento quanto aquisição. “As fintechs têm se mostrado bem eficientes nas soluções apresentadas”, defende. Paula está animada com a parceria entre PayPal e Itaú Unibanco. Graças a essa aproximação, a americana tem acesso a 30 milhões de correntistas do banco. “As parcerias aceleram a inovação”, afirma. A PayPal está em mais de 200 países e cada um, conta a executiva, tem particularidades. Boleto e pagamento parcelado são típicos do Brasil.

As especificidades tornam desafiador atender, com eficiência, às vontades do cliente em sua jornada diária, avalia Rafael Schur, sócio da EY e líder em banking services na América Latina. Em pesquisa realizada recentemente com mais de 4 mil pessoas, em 20 países, todos os 106 brasileiros entrevistados disseram que usam pagamento online. Há dois anos, nesse mesmo estrato, três em cada dez ainda não usavam. “Isso se torna definitivo. Já é meio indiferente em relação a idade ou faixa de renda. E puxa para cima o potencial do Brasil em open banking e instant payment — cujas regras ainda estão sendo estudadas pelo Banco Central”, avalia Rafael.

Para ele, o que vai diferenciar um player é conseguir se colocar próximo do cliente e oferecer serviço sem atritos. “Pagamento é parecido com serviço de água e gás: quando funciona, ninguém sabe que existe. Quando não funciona, vira um pandemônio.”

clientes ultraconectados e fintechs revolucionam a indústria de pagamento. As grandes empresas têm de se mexer para sobreviver à transformação (Foto:  )

Um exemplo do alcance dos novos meios de pagamento é um serviço público na cidade do Rio de Janeiro. Desde 29 de abril, a concessionária do metrô carioca aceita pagamentos por QR Code e também por aproximação com cartão, celular, pulseira ou relógio. A tecnologia NFC (near field communication) visa a diminuir filas. O projeto exigiu a parceria de oito empresas — Visa, Cielo, Banco do Brasil, Bradesco, Ingenico Group e três startups. Atinge cerca de 1 milhão de usuários (que continuam podendo pagar a passagem em dinheiro, se assim o quiserem).

O modelo implementado no Rio foi inspirado no de Londres. Na capital inglesa, uma em cada duas transações no transporte público é feita com a bandeira Visa (em 2016, a parcela era uma em cada quatro). Diariamente, são 2,5 milhões de transações sem contato nos meios de transporte público — metrô, ônibus e trem. “A nossa missão é conectar pessoas e empresas pelos meios de pagamentos e fomentar esse crescimento com inovação. Queremos oferecer todas as possibilidades para que o usuário escolha a que melhor lhe convém”, diz Fernando Teles, CEO da Visa no Brasil.

A empresa tem cerca de 3,5 bilhões de clientes, incluindo 45 milhões de estabelecimentos comerciais em 200 países. Para Fernando, a chegada de novos players ao ecossistema é uma boa novidade porque leva a novas demandas, novas soluções e faz com que o negócio se auto-alimente. “Com isso, o custo da tecnologia vem barateando a cada dia. Aumenta a participação dos meios eletrônicos na vida cotidiana.”

O executivo acredita que o transporte público será um grande catalizador no processo de inclusão. Num país em que 30% da população não usa bancos e grande parte dos microempreendedores aproveita pouco (ou nada) os serviços financeiros e digitais, o potencial desse mercado ainda pode surpreender mesmo os especialistas.

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1.  EMISSOR

É o responsável pelo fornecimento dos instrumentos de pagamento/cartões e por oferecer crédito ao portador. É a principal entidade que se relaciona com o portador

Os maiores: Itaú, Bradesco, Banco do Brasil, Santander e Caixa Econômica Federal

2. BANDEIRA

É a instituidora do arranjo de pagamento, responsável por organização, estrutura, fiscalização e normas operacionais e de segurança necessárias ao funcionamento do sistema

As maiores: Visa, Master, Elo

3. CREDENCIADOR

Também chamado adquirente, credencia a loja para a aceitação dos meios eletrônicos de pagamento, sendo responsável por capturar, processar e liquidar a transação

BIGTECHS
As maiores: Cielo, Rede e GetNet
Carteira Digital: PayPall, Apple Pay e Google Pay
Telecom: Vivo
Novas Fintechs: SafraPay, Pag Seguro, Mercado Pago, Stone e PayGo

4. FACILITADOR DE PAGAMENTO

Qualquer ente que habilite recebedores para aceitar instrumentos de pagamento e que participa do processo de liquidação como devedor do lojista

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MAIS QR CODE
A fintech do Mercado Livre, Mercado Pago, firmou recentemente parceria com a RaiaDrogasil. Em dois meses, as 1.825 lojas da rede passam a oferecer o QR Code como opção de pagamento. Com 2,4 milhões de usuários ativos, o Mercado Pago também fechou parceria com a Raízen para pagamento digital nos postos Shell, e com a Nutty Bavarian para pagamento com código de barras

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ALÔ, ALÔ
Com planos de expandir a oferta de produtos financeiros em sua base de 100 milhões de clientes, entre telefonia móvel e fixa, a Vivo começa a operar, além de pagamentos, a venda de microcrédito e seguro de automóvel. Hoje vende seguro de vida e de residência em parceria com as seguradoras Chubb, Zurich e Mapfre, além de cartões de crédito de Itaú Unibanco e Santander

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AO INFINITO E ALÉM
Em três anos, a meta da Getnet é chegar à líderança dos meios de pagamento no comércio eletrônico e nas maquininhas digitais. Com ritmo de lançamento de, no mínimo, um produto por mês, a empresa estruturou a solução de pagamentos para o marktplace da Via Varejo em maio e um sistema específico para a BR Distribuidora.

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MIL E UMA FUNÇÕES
A Hub Fintech desenvolveu tecnologia integrada com uma grande rede de supermercados para pagamento com QR Code, a ser lançado no início do segundo semestre. “Isso vai ser feito de uma forma inédita no país”, diz Alexandre Brito, CEO da empresa, criada em 2012, inicialmente, como desenvolvedora para cartões pré-pagos

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NA MEDIDA CERTA
A Visa está desenvolvendo um método que coloca as fabricantes de bens de consumo dentro do ecossistema dos pagamentos eletrônicos. Usando inteligência de dados e geolocalização, possibilita a segmentação de ofertas conforme o perfil do consumidor e o envio de comunicados no momento mais adequado para a compra

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MUDANÇA DE ROTA
A Cielo mudou de rota para reconquistar parte do mercado perdido para a concorrência. Irá baixar os preços dos serviços e já prevê queda de margem de lucro para este ano. Na estratégia de pagamentos, está abrindo sua plataforma de APIs para o mundo externo. Possui 104 APIs — com 3 mil aplicações já conectadas a elas e 72 milhões de chamadas mensais — e 47 em produção atualmente

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O PODER DA NOVATA
Com menos de seis meses de vida e com uma pegada forte de inovação, a PayGo se prepara para lançar até o final de junho o que chama de agência bancária na maquininha. As transações, nesse caso, irão muito além de possibilidades de pagamentos, e agregarão opções de transferências de recursos entre pessoas, empresas e fundos, além de outras funcionalidades

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A FOME DA VETERANA
Com 4 milhões de usuários ativos no Brasil e 277 milhões no mundo, a americana PayPal, a pioneira entre as carteiras digitais globais, tem crescido por meio de fusões e aquisições no país e na América Latina. Em março, anunciou o aporte de US$ 750 milhões no Mercado Livre. Com o Itaú Unibanco, a empresa terá acesso a 30 milhões de correntistas

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ELA QUER CRESCER POR APROXIMAÇÃO
Apostando forte nos pagamentos por aproximação, Mastercard vê nas mercearias e supermercados, seguidos por lanchonetes, restaurantes e postos de gasolina, segmentos puxadores dessa tendência. Para ajudar nisso, todos os cartões Mastercard emitidos no Brasil a partir de abril de 2019 contarão com essa tecnologia

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EXPANSÃO AGRESSIVA
Com o breve histórico de uma credenciadora nova, a SafraPay tem plano de expansão agressivo que culmina com a abertura para empreendedores individuais, micro e pequenos empresários. “Este é um mercado com potencial enorme, e a SafraPay vem crescendo em todos os segmentos em que atua desde sua implantação”, afirma Gustavo Gomes, diretor da SafraPay, fintech do banco Safra

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Fonte Época Negócios
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