Bombril reestrutura gestão e avança no PDV

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A ponto de completar 70 anos de mercado, a empresa brasileira Bombril passa por uma reestruturação de gestão e de portfólio. À frente da companhia há pouco mais de um ano, Luiz Gustavo Figueiredo Pereira da Silva sustenta o desafio de adequar a operação da Bombril ao momento econômico pelo qual o País está passando, mantendo, para isso, o bom desempenho da sua icônica esponja de aço, categoria que detém 70% de participação. “Nestes últimos meses, focamos nossas atividades em arrumar a casa no que se refere ao atendimento dos nossos clientes”, informa Silva. Considerada uma das mais tradicionais empresas de bens de consumo do País, a Bombril inclui em seu portfólio mais de 600 itens de limpeza doméstica, divididos em 27 marcas e 70 categorias de produtos. “Temos investido na ativação das categorias nos pontos de venda e também na oferta de packs promocionais, pois o consumidor está ficando muito mais sensível em lidar com a relação custo/benefício”, completa o presidente da Bombril.

Qual é a stuação atual do consumo de produtos para limpeza no Brasil? 

Nos últimos anos, o mercado tem “andado de lado” no que se refere ao volume de vendas, principalmente por conta da crise que atinge o País, e que levou os consumidores a racionalizar mais suas compras. O primeiro movimento que pudemos observar foi um pequeno aumento do volume de vendas das marcas mais baratas, mas o consumidor logo constatou que esses produtos não oferecem a qualidade esperada. Pelo mesmo motivo, os produtos premium também perderam participação. A Bombril posiciona seus produtos exatamente na faixa “qualidade e preço”. Por conta disso, nosso volume de vendas tem subido de maneira consistente, principalmente nos últimos trimestres.

A empresa faz investimentos para aumentar a participação da cesta nos lares brasileiros? Quais? 

Sim, temos investido na ativação das categorias nos pontos de venda e também na oferta de packs promocionais, pois o consumidor está ficando muito mais sensível em lidar com a relação custo/benefício. Os consumidores … continue lendo essa matéria na ed. Julho/Agosto da Revista Varejo de Vizinhança. Clique aqui!

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