Empresas de cartões passam a aceitar pagamentos de auxílio emergencial

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Empresas de meios de pagamentos começaram a aceitar diretamente pagamentos feitos por meio do auxílio emergencial do governo federal, enquanto tentam ganhar com tarifas de transações para aliviar a enorme queda com as vendas no varejo devido às medidas de isolamento para conter a pandemia do coronavírus.

Cielo, do Bradesco e Banco do Brasil, Rede, do Itaú Unibanco, e GetnNet, do Santander Brasil anunciaram na quinta-feira (28) que habilitaram seus terminais para aceitarem pagamentos de beneficiários do auxílio por meio de um aplicativo da Caixa Econômica.

Os pagamentos serão feitos através de um QR Code gerado pelos terminais e lido pelo aplicativo Caixa Tem, que funcionará como carteira digital.

A opção esta disponível em larga escala desde desta sexta-feira (29).

1,5 milhão de maquininhas

A Cielo informou que habilitou 1,5 milhão de maquininhas em todo o Brasil para aceitarem pagamentos dos beneficiários do auxílio emergencial. A facilidade estará disponível a todos os usuários com contas poupanças digitais da Caixa. Esse contingente é de mais de 40 milhões de pessoas.

“A solução desenvolvida vai permitir que os beneficiários do auxílio emergencial façam compras diretamente nas lojas com o saldo da carteira. Não vão precisar enfrenta filas longas para sacar recursos nas agências bancárias”, afirma o presidente da Cielo, Paulo Caffarelli, em nota à imprensa.

As transações nas maquininhas dispensam a digitação da senha do consumidor, o que, conforme o executivo, ajuda a reduzir os riscos de contágio da Covid-19. “O uso do QR Code pelos beneficiários do auxílio emergencial ajuda a disseminar os pagamentos digitais e incentiva a inclusão financeira no Brasil para além da pandemia”, acrescenta.

No começo de maio, a Cielo desenvolveu um aplicativo para sua maquininha inteligente, a LIO, para viabilizar o uso dos recursos do benefício emergencial. Quase 120 empresas — dentre elas Carrefour, Big e GPA — adotaram a tecnologia, que está disponível em 10 mil pontos de venda no país.

Fonte e-commerce brasil
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