Pinheiro Supermercado mostra dados de produção de FLV para o consumidor

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Para grande parte dos consumidores brasileiros, não basta que os produtos frescos nos supermercados tenham apenas uma boa aparência. Cada vez mais cresce a curiosidade e preocupação com as origens do que estamos levando para a mesa. De olho nesse movimento, a rede Pinheiro Supermercado passou a colocar uma etiqueta com código bidimensional nesses alimentos para garantir e apresentar ao cliente todo o caminho feito pela mercadoria, do campo até a loja.

Com a iniciativa o consumidor passou a ter acesso, por exemplo, aos dados como data de validade e o lote dos alimentos frescos embalados da categoria FLV (frutas, legumes e verduras). Para reforçar seu próprio slogan, “O bom vizinho”, o grupo cearense de supermercados investiu na tecnologia da GS1 para desenvolver as etiquetas que armazenam esses dados.

Dessa forma, o Pinheiro Supermercado conseguiu abrir um diálogo sobre a origem das mercadorias, como foi seu transporte e armazenamento. O objetivo é também gerar engajamento de produtores de FLV com a transparência e identificação correta do estado dos alimentos no ponto de venda.

Dados favoráveis

A partir dessa ação, a rede passou a incentivar um novo comportamento do consumidor, baseado cada vez mais na busca por uma alimentação mais saudável. Segundo pesquisa da Kantar Worldpanel, junto com o bem-estar, a saudabilidade é prioridade nos hábitos alimentares em todo o planeta.

Neste caminho, o grande destaque são os produtos orgânicos, aqueles que seguem alguns pré-requisitos, da plantação até chegar ao consumidor. Isso inclui não usar agrotóxicos e substâncias que possam causar danos à saúde das pessoas, o que também garante mais qualidade a esses alimentos.

De acordo com a Pesquisa Nacional de Consumo de Orgânicos no Brasil, feita pelo Conselho Brasileiro da Produção Orgânica e Sustentável em 2017, 15% dos brasileiros compram esses alimentos com regularidade nas grandes capitais.

Por outro lado, cresce também o número de produtores que seguem estas características, saltando de quatro mil em 2011 para cerca de 18 mil em 2019. Segundo a Euromonitor International, em 2013, no Brasil, os alimentos frescos orgânicos movimentaram R$ 4.988 bilhões e, em 2017, foi atingido o patamar de R$ 6.377 bilhões.

Fonte Blog Apas Show
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