Magalu lança marca própria de roupas

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O Magalu chega ao varejo de moda, no dia 22 de outubro, com sua primeira marca própria, 100% digital, o Vista Magalu, que nasce com o DNA da companhia e a missão de agregar diversidade, pluralidade e sustentabilidade à moda brasileira.

O Vista Magalu entra no mercado em um momento de transformações profundas no comportamento de consumo. As pessoas vêm rompendo barreiras culturais e se conectam cada vez mais em busca de uma moda com propósitos, inclusiva, acessível, democrática e consciente. “O consumidor não quer mais apenas comprar roupa, e a marca Vista Magalu nasce desse anseio, com o intuito de ajudar nessa construção do que se espera da Nova Moda”, apresenta Luiza Helena Trajano, Presidente do Conselho de Administração do Magalu.

“Vivemos em tempos em que se não é para todo mundo, não é para ser. O nosso tempo é o tempo da mudança, da transformação. É nisso que a gente acredita: na moda que transforma”, completa Silvia Machado, Diretora Executiva de Moda e Beleza da Magalu.

A campanha de lançamento é estrelada por ninguém menos do que a terceira maior influenciadora virtual do mundo, a Lu, ao lado de um time de novos talentos, trazendo diversidade com um olhar único e inovador sobre a moda.

Feita para todos os corpos, gêneros, bolsos e pessoas, o Vista Magalu traz a proposta de despir-se de preconceitos e vestir-se de si mesme. Com grade que vai do PP ao G4, é para todos os corpos e todas as pessoas. A mesma peça será destinada tanto para homens quanto para mulheres, mostrando que é possível vestir-se de si, do jeito que quiser.

Capitaneado pela Diretora de Estilo de Marcas Próprias do Magalu, Aneliza Paiva, que já teve passagem pela Zara, Grupo Arezzo e Riachuelo, o time de estilo é integrado por oito pessoas, que traduzem a essência, assim como compartilham os valores da marca, entre os quais a diversidade, o respeito e a empatia.

Além de uma linha fixa de peças básicas para todes, coleções cápsulas serão lançadas mensalmente, de acordo com os principais desejos do consumidor. Muito mais do que isso, o Vista Magalu também abrirá espaço para novas marcas, artesãos, designers e artistas em colaborações periódicas, dando oportunidade, visibilidade e representatividade para novos talentos em frentes diversas. Um exemplo é a coleção de crochet, composta por peças limitadas, desenvolvidas à mão, que valoriza o trabalho passado de gerações a gerações.

“Vivemos nos tempos do chegar junto, do chegar lá. De se encontrar, se descobrir e se expressar. Sem ter medo de ser quem você é, no momento que se está vivendo. Por isso a inspiração da primeira coleção veio do poder e conforto das cores, uma cartela bem iluminada de esperança, otimismo e bem estar”, reforça Aneliza Paiva.

Toda a construção de produto, bem como a comunicação, foi, e será permanentemente, pensada com a co-participação do Comitê de Diversidade do Magalu, composto por vinte colaboradores, agregando todas as minorias, que contribuíram com seus pontos de vista diversos na construção de tudo.

Preocupada com os impactos ambientais desde o início de seu desenvolvimento, a marca trabalha com parceiros alinhados com o propósito da sustentabilidade e toda sua cadeia produtiva é monitorada, tendo apenas fornecedores homologados na ABVTEX. Um exemplo é a certificação de sua matéria prima com o selo BCI (Better Cotton Initiative).

Todas as peças do Vista Magalu terão uma etiqueta Disque Denúncia informando sobre a existência do 180, canal de denúncia para atos de violência contra a mulher. “O Magalu tem lastro no combate a violência contra mulher. Nosso superapp conta com o botão de denúncia deste crime e, em setembro de 2020, criamos um fundo de 2,6 milhões de reais para ajudar ONGs também relacionadas ao tema. Agora, o Vista vai amplificar ainda mais essa conscientização”, afirma Silvia.
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