Com o fim do auxílio emergencial, consumidor foca em itens essenciais

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É fato que a pandemia do novo coronavírus provocou mudanças no comportamento e nos hábitos de consumo do brasileiro de uma forma geral. A cesta do shopper foi se modificando e adaptando à nova realidade, especialmente daqueles que tiveram a renda reduzida ou a perderam totalmente.

Para mostrar as categorias que estão sendo priorizadas pelo shopper no período da pandemia, a Horus Inteligência de Mercado realizou um levantamento e apontou a presentça das categorias que fazem parte das cestas de alimentos, carnes, aves, hortifruti, bebidas alcoólicas e não alcoólicas, além de higiene, beleza e limpeza. O período analisado foi o comparativo entre julho a dezembro de 2020 e janeiro de 2021 nos canais: pequeno varejo, super e hipermercado e atacarejo.

De acordo com a pesquisa a presença ou incidência de alimentos na cesta de compras ganha mais relevância em janeiro/21, substituindo bebidas alcoólicas. Além disso, a empresa conclui que o fim do auxílio emergencial está fazendo com que o consumidor volte a focar nos itens essenciais.

Já a média de itens de higiene e limpeza cai a partir de agosto e volta a subir com aumento de casos COVID a partir de novembro,
retornando ao patamar de julho/20. A pesquisa da Horus também mostra que o mês de dezembro desponta com alta na incidência (17%) e média de itens (7,9) de bebidas alcoólicas (início de verão e festas). Já o preço médio de alimentos sobre 22,7% e de bebidas alcoólicas, 19%, entre jul/20 e jan/21.

Descontando a pressão do aumento de preços, o valor real do ticket médio de alimentos caiu 20% entre jul/20 e jan/21, e de bebidas alcoólicas, caiu 11%.

 

 

 

 

 

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