varejo – Newtrade https://newtrade.com.br Thu, 12 Dec 2019 14:45:24 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=5.3.1 https://newtrade.com.br/wp-content/uploads/2017/03/favicon-newtrade.png varejo – Newtrade https://newtrade.com.br 32 32 Para IBGE, permanece cenário de ganho de ritmo no varejo https://newtrade.com.br/varejo/para-ibge-permanece-cenario-de-ganho-de-ritmo-no-varejo/ https://newtrade.com.br/varejo/para-ibge-permanece-cenario-de-ganho-de-ritmo-no-varejo/#respond Thu, 12 Dec 2019 11:53:50 +0000 https://newtrade.com.br/?p=1021997

Na comparação com outubro de 2018, o varejo cresceu 4,2%, sétima taxa positiva consecutiva e o melhor desempenho para o mês desde 2013

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A despeito do crescimento modesto nas vendas do comércio varejista em outubro ante setembro, de apenas 0,1%, não houve interrupção na tendência de ganho de ritmo do setor, afirmou Isabella Nunes, gerente da Pesquisa Mensal de Comércio do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

“O comércio está mais dinâmico que a indústria e os serviços”, comentou.

Segundo a pesquisadora, o avanço de 0,1% após uma sequência de outras cinco taxas positivas consecutivas deve ser vista como uma acomodação, e não como perda de fôlego. “As taxas do segundo semestre são mais elevadas, mostrando que o varejo ganha mais ritmo ao longo do ano”, justificou.

Na comparação com outubro de 2018, o varejo cresceu 4,2%, sétima taxa positiva consecutiva e o melhor desempenho para o mês desde 2013, quando o avanço foi de 5,4%.

Já o varejo ampliado, que inclui as atividades de veículos e material de construção, cresceu 5,6% nesse tipo de comparação, sétima expansão seguida, embora tenha desacelerado em relação aos dois anos anteriores: 6,2% em outubro de 2018 e 7,6% em outubro de 2017.

Para Isabella, o aumento nas vendas está muito relacionado com uma maior concessão de crédito para pessoas físicas, enquanto que o varejo ampliado tem forte influência da demanda empresarial, e, portanto, não é tão beneficiado por esse fator de crescimento.

Em relação a outubro de 2018, o comércio varejista mostrou taxas positivas em sete das oito atividades pesquisadas:

Hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (2,6%), Outros artigos de uso pessoal e doméstico (8,3%), Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (7,3%), Móveis e eletrodomésticos (8,0%), Combustíveis e lubrificantes (2,9%), Tecidos, vestuário e calçados (2,5%) e Equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (4,9%).

O único segmento com queda foi o de Livros, jornais, revistas e papelaria (-13,3%). No comércio varejista ampliado, os Veículos, motos, partes e peças cresceram 9,2%, enquanto Material de construção avançou 6,5%.

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Tendência dos supermercados premium chega às redes mais populares https://newtrade.com.br/varejo/tendencia-dos-supermercados-premium-chega-as-redes-mais-populares/ https://newtrade.com.br/varejo/tendencia-dos-supermercados-premium-chega-as-redes-mais-populares/#respond Wed, 11 Dec 2019 14:58:41 +0000 https://newtrade.com.br/?p=1021982

Este movimento significou um crescimento de 3,5% na preferência dos clientes nos últimos dois anos, sendo 1,2% no apanhado de janeiro a novembro de 2019.

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A tendência dos supermercados com um conceito premium chegou para ficar — e até mesmo grandes redes varejistas começaram a investir fortemente neste formato. São lojas com uma variedade maior de produtos nacionais e importados, prateleiras mais baixas e atendimento personalizado – não é difícil encontrar um sommelier de prontidão para recomendar o vinho perfeito para o jantar.

É o que especialistas chamam de “experiência de compra”, um costume que começou a tomar forma há pelo menos quatro anos e se intensificou a partir de 2018, com a retomada da economia pós-crise. Uma pesquisa divulgada no mês passado pela Nielsen Consultoria, feita a pedido da Associação Brasileira de Supermercados (Abras), apontou que os consumidores estão em busca de produtos das linhas premium das marcas voltadas à saudabilidade, com preferência para lojas menores de fácil acesso aos produtos.

Este movimento significou um crescimento de 3,5% na preferência dos clientes nos últimos dois anos, sendo 1,2% no apanhado de janeiro a novembro de 2019. Para se ter uma ideia, os hipermercados já amargaram uma retração de 5,5% nas vendas apenas neste ano, o que tem mudado as estratégias de bandeiras como Pão de Açúcar, Super Muffato, Festval e mais recentemente a paranaense Condor.

“Existe uma mudança grande de alimentação acontecendo no mundo que está chegando ao Brasil, com uma consciência em busca de alimentos de maior qualidade e o hábito de cozinhá-los em casa. Com a massificação destes produtos, os custos também estão se tornando mais acessíveis, principalmente para as classes C e C+”, explica Eduardo Terra, presidente da Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo.

‘Gourmetização’

Empresário do ramo supermercadista há 45 anos, Pedro Joanir Zonta, presidente do Condor, diz que esta é uma das principais revoluções do setor, com uma mudança considerável de hábitos do consumidor. Conhecido pela forte atuação junto às classes C, D e E, ele viu que precisava repensar o modelo de negócios da rede, e inaugurou nesta semana a primeira loja premium em uma capital.

“Já acompanhava essa tendência desde antes da crise econômica de 2016, com a abertura de lojas diferenciadas em São Paulo e Minas Gerais. Depois veio a recessão, e agora as pessoas estão voltando a comprar e a consumir, mas querendo ambientes mais práticos e com maior variedade de produtos”, explica o empresário que transformou uma das primeiras lojas do Condor em Curitiba, no bairro do Ahú, neste formato gourmet.

A remodelação da loja para este novo formato custou R$ 3 milhões, com a instalação do novo mobiliário e a substituição de produtos, retirando toda a parte de bazar. A ideia de Zonta é abrir pelo menos mais três unidades semelhantes em Curitiba — a princípio em novos pontos, não substituindo operações que já existem.

“Diferente da loja do Ahú, as outras unidades do Condor não comportam este formato gourmet. Este conceito é aplicável somente a mercados menores, não tem como pegarmos uma estrutura de cinco mil metros quadrados e transformarmos nisso. Então a ideia é construir novas lojas, mas ainda são apenas planos”, conta.

A nova loja da rede é a segunda no formato gourmet. A primeira foi aberta em julho na cidade de Ponta Grossa (a 116 quilômetros de Curitiba) como um teste para a aceitação do público.

Mix nacional e importado

A nova loja gourmet do Condor tem mais de 13 mil itens nacionais e importados, alguns deles disponíveis apenas na unidade. Entre os produtos exclusivos estão alguns dos mais de 700 rótulos de vinhos disponíveis na adega, com importações próprias de vinícolas da Europa e América do Sul, como o italiano Appassionante (R$ 56,90) ou o espanhol Antaño (R$ 38,90). Outra exclusividade desta loja é a linha de cortes de Angus a partir de R$ 15,92 o quilo.

Na parte de panificadora e confeitaria, a massa dos pães fermenta naturalmente de 18 a 40 horas, e custa em torno de 20% a mais do que os preparos comuns. Há variedades como italiano, baguete com nozes e australiano a partir de R$ 6 a unidade. E os bolos são preparados com ingredientes da linha Nestlé Professional a R$ 47,50 o quilo.

Além da nova loja do Condor, as outras bandeiras presentes em Curitiba já somam sete unidades gourmets, principalmente em bairros de classe média-alta e uma operação em shopping center.

 

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71% dos varejistas estão dispostos a colaborar para bancos de dados coletivos, revela a Criteo https://newtrade.com.br/tecnologia/71-dos-varejistas-estao-dispostos-a-colaborar-para-bancos-de-dados-coletivos-revela-a-criteo/ https://newtrade.com.br/tecnologia/71-dos-varejistas-estao-dispostos-a-colaborar-para-bancos-de-dados-coletivos-revela-a-criteo/#respond Wed, 11 Dec 2019 12:16:57 +0000 https://newtrade.com.br/?p=1021972

Entre os benefícios gerados pela colaboração, o “aumento de receita” é mencionado por 72%.

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O uso de dados em larga escala é fundamental para entender os consumidores, garantindo que marcas e varejistas continuem competitivos num mercado em desenvolvimento. E as empresas não só percebem o potencial dos dados, como vêem na colaboração um caminho para agregar valor ao seus negócios. É o que revela o estudo The Commerce Data Opportunity: How Collaboration Levels the Retail Playing Field, realizado pela Criteo S.A.

De acordo com a pesquisa, que entrevistou mais de 500 altos executivos de marketing de diferentes setores do varejo, 71% dos varejistas estão dispostos a contribuir com bancos de dados, sendo que dos entrevistados, três quintos já são parte de uma “cooperativa”.

Entre os benefícios gerados pela colaboração, o “aumento de receita” é mencionado por 72%. Entretanto, o relatório também evidencia que, apesar de ter mais acesso a dados que as marcas, muitos varejistas ainda não conseguem utilizar essas informações de forma estratégica a fim obter uma vantagem competitiva.

“Diante de um cenário em que as gigantes físico-digitais ganham cada vez mais espaço e os consumidores estão cada vez mais exigentes e voláteis, a colaboração é a peça chave para que marcas e varejistas consigam entregar experiências relevantes aos seus clientes.

Disseminar o valor da colaboração e o potencial dos dados é justamente o objetivo do ecossistema de Commerce Marketing criado pela Criteo, uma rede com milhares de varejistas, marcas e publishers centrados em tecnologia de marketing integrada, construída para o comércio e alimentada por machine learning”, explica Alessander Firmino, diretor geral da Criteo para o Brasil e América Latina.

Confira abaixo mais descobertas do estudo:

● A disrupção na indústria do varejo está remodelando o comércio: as marcas demonstram preocupação com a possibilidade das gigantes físico-digitais limitarem o acesso aos seus produtos, enquanto para os varejistas a preocupação é o possível distanciamento dos consumidores das lojas menores.

● Marcas e varejistas percebem o potencial dos dados, mas não possuem capacidade de ativação: aproximadamente quatro em cada cinco marcas/varejistas vêem os dados dos consumidores como peça chave em suas estratégias de negócios. Mas apesar dos varejistas terem acesso a uma maior quantidade de dados (especialmente online) que as marcas, eles são menos confiantes no que diz respeito à habilidade de ativar essas informações de forma estratégica. Logo, ter muitos dados não significa necessariamente uma grande capacidade de ação.

● Dados agregados são uma poderosa maneira de ir em frente: marcas e varejistas valorizam a colaboração e agrupam recursos de dados para atender às necessidades dos clientes, além de gerar valor para seus negócios. Na verdade, 71% dos lojistas estão dispostos a contribuir com informações de pesquisa on-line para um banco de dados. Dos entrevistados, três quintos já são parte de uma “cooperativa” de dados, sendo que a cada dez empresas, quase sete estão satisfeitas em colaborar e também com os dados que recebem. “Aumento de receita” é citado por 72% dos varejistas como um benefício proveniente da experiência.

● Valor direciona tudo: marcas e varejistas mais sofisticados sabem que os dados são a chave para agregar valor às suas estratégias e 68% acreditam que seus clientes estão satisfeitos com o uso que fazem de suas informações para oferecer marketing mais direcionado. Nove em cada dez empresas relatam terem percebido, nos últimos dois anos, uma importância ainda maior na entrega de valor verdadeiro para direcionar os negócios.

● Qualidade e confidencialidade são grandes preocupações: quando se trata de dados, 66% dos profissionais de marketing relatam que o maior desafio é “garantir informações de qualidade”. Já 65% citam a “confidencialidade dos dados” como um dos principais desafios no contexto de um banco de dados colaborativo.

“Apesar da transformação disruptiva da indústria do varejo, simultaneamente, nós estamos testemunhando que as marcas, grandes ou pequenas, entendem a importância crítica dos dados, estão trabalhando duro para alavancar os que possuem e vêem oportunidade de trabalharem juntas para ganhar uma vantagem”, afirma Bruce Rogers, diretor da Forbes Insights. “Os dados são os grandes equalizadores neste período de divisão e executivos globais concordam que uma abordagem compartilhada é a chave para ganhar vantagem na batalha pela atenção, pelo tempo e pela carteira do consumidor”.

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Varejo poderá parcelar o recolhimento do ICMS sobre vendas de Natal https://newtrade.com.br/varejo/varejo-podera-parcelar-o-recolhimento-do-icms-sobre-vendas-de-natal/ https://newtrade.com.br/varejo/varejo-podera-parcelar-o-recolhimento-do-icms-sobre-vendas-de-natal/#respond Tue, 10 Dec 2019 11:43:07 +0000 https://newtrade.com.br/?p=1021916 inflação

Lojista que optar pelo pagamento parcelado deverá recolher 50% do ICMS até 20 de janeiro e 50% até 20 de fevereiro de 2020, sem juros e multa

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inflação

O Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) incidente sobre as vendas de dezembro do setor de varejo poderá ser parcelado em duas vezes pelos contribuintes do Estado de São Paulo. O decreto nº 64.632/2019, assinado pelo governador João Doria, foi publicado no Diário Oficial do Estado em 4/12.

De acordo com a medida da Secretaria da Fazenda e Planejamento, os lojistas poderão pagar 50% do imposto referentes às vendas de Natal até 20 de janeiro e a segunda cota de 50% até 20 de fevereiro de 2020, sem multa e juros. A medida facilita o recolhimento do ICMS para os contribuintes e representa um reforço no fluxo de caixa para os varejistas no início do ano, período de queda sazonal no movimento do setor.

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ACSP: Vendas do varejo crescem 5,8% em novembro https://newtrade.com.br/varejo/acsp-vendas-do-varejo-crescem-58-em-novembro/ https://newtrade.com.br/varejo/acsp-vendas-do-varejo-crescem-58-em-novembro/#respond Thu, 05 Dec 2019 12:00:36 +0000 https://newtrade.com.br/?p=1021816 vendas no varejo

Balanço de vendas da ACSP indica que ofertas, liberação do FGTS, juros em queda e leve retomada do emprego estimularam o consumidor a comprar mais no último mês

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vendas no varejo

A consolidação da Black Friday no varejo brasileiro puxou uma alta significativa nas vendas do comércio paulistano em novembro. O movimento registrou crescimento médio de 5,8%, ante igual período de 2018, de acordo com o Balanço de Vendas da Associação Comercial de São Paulo (ACSP).

Na comparação anual, o indicador de vendas à vista subiu 7,6% com o aumento na procura por itens de vestuários, calçados, artigos de uso pessoal e eletroportáteis de valores mais baixos, como, por exemplo, ferro elétrico e sanduicheiras. Já nas compras parceladas ou a prazo, a alta foi de 4%, puxada pelo aumento do crédito pessoa física.  “O consumo está se espraindo para outros itens, além dos gêneros de primeira necessidade”, diz Emílio Alfieri, economista da ACSP.

Além das ofertas de Black Friday, os fatores circunstanciais que puxam esse movimento, segundo Alfieri, são a liberação do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), os juros em queda e, no caso dos bens de menor valor, o crescimento do emprego, ainda que informal.

“De um ano para cá, foram 1,6 milhão de novas vagas, embora grande parte delas seja de origem informal. Mesmo sem condições de abrir um crediário, o trabalhador já tem um dinheiro extra para gastar.
O economista também destaca que as lojas se anteciparam e anunciaram promoções durante todo o mês de novembro, pegando carona na Black Friday.

Na comparação com o mês anterior, a alta média foi ainda maior, de 11,2% – sendo 16,3%, nas vendas à vista e crescimento de 6,1% no movimento a prazo. No acumulado de janeiro a novembro, a alta média foi de 2,3%, sendo que as vendas à vista cresceram 3,1% no período, e as a prazo, 1,5%.

Alfieri explica que o crescimento circunstancial decorreu do aproveitamento das lojas físicas em relação a Black Friday e pode não se repetir no Natal, cuja expectativa de alta está em torno de 3% – o que pode elevar minimamente a média anual.  “Importamos de fato a Black Friday. Embora não fosse esperado pelo mercado, essa ideia de transformar a data em um mês promocional acabou dando certo e trouxe uma tração para a média acumulada que até outubro girava em torno de 1,9%”.

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Consumo das famílias brasileiras sobe 0,8% no 3º trimestre https://newtrade.com.br/economia/consumo-das-familias-brasileiras-sobe-08-no-3o-trimestre/ https://newtrade.com.br/economia/consumo-das-familias-brasileiras-sobe-08-no-3o-trimestre/#respond Wed, 04 Dec 2019 11:48:22 +0000 https://newtrade.com.br/?p=1021788

O resultado ficou acima das previsões coletadas pelo Valor Data, que, pela mediana de 12 projeções, apontavam avanço 0,6% para o consumo das famílias.

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Principal componente da demanda da economia, o consumo das famílias avançou 0,8% de julho a setembro deste ano, em relação ao trimestre imediatamente anterior, com ajustes sazonais, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O resultado ficou acima das previsões coletadas pelo Valor Data, que, pela mediana de 12 projeções, apontavam avanço 0,6% para o consumo das famílias.

De acordo com analistas, a atividade econômica vive uma retomada, mas ainda modesta, e desigual entre os setores. O consumo das famílias é beneficiado porque contou com a redução dos juros, o impulso do crédito e o efeito inicial dos saques do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS).

Em relação ao terceiro trimestre do ano passado, esse componente do PIB subiu 1,9%. No segundo trimestre ante o primeiro trimestre, o consumo das famílias cresceu 0,3%.

Os gastos do governo, por sua vez, recuaram 0,4% no período entre julho e setembro, em relação aos três meses imediatamente anteriores, desempenho melhor do que o previsto na mediana das projeções do Valor Data, que indicava alta de 0,5%.

Em relação igual período do ano passado, a administração pública consumiu 1,4% a menos. No segundo trimestre ante o primeiro trimestre, o consumo do governo diminuiu 1%, feito o ajuste sazonal.

 

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Millennials desistem de compras em lojas físicas por falta de produtos https://newtrade.com.br/varejo/millennials-desistem-de-compras-em-lojas-fisicas-por-falta-de-produtos/ https://newtrade.com.br/varejo/millennials-desistem-de-compras-em-lojas-fisicas-por-falta-de-produtos/#respond Tue, 03 Dec 2019 11:56:56 +0000 https://newtrade.com.br/?p=1021765

91% dos millennials e 88% da Geração X (nascidos a partir dos anos 1960 até o final dos 1970) foram até a loja apenas para ver os produtos, mas realizaram a compra online.

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Os millennials desistem de compras devido à falta de produtos. De acordo com o 12º Estudo Global do Consumidor 2020 realizado pela Zebra Technologies Corporation, 89% dos consumidores brasileiros desta geração (nascida após o início da década de 1980 e até o final da década de 1990) desistem das compras no ponto de venda devido à falta de produtos.

Ainda segundo o levantamento, 91% dos millennials e 88% da Geração X (nascidos a partir dos anos 1960 até o final dos 1970) foram até a loja apenas para ver os produtos, mas realizaram a compra online.

Para não perderem a oportunidade de fechar negócio nos pontos de venda, os varejistas precisam estar atentos a inconsistências nos inventários e a estoques esgotados. Segundo o estudo, 41% dos funcionários relataram reclamações de clientes e 35% dos compradores abandonaram a loja devido a um desses dois motivos.

A robótica é uma das tendências mais citadas pelos varejistas como um recurso para melhorar a experiência da loja. No entanto, apenas 11% dos compradores brasileiros pesquisados ​​interagiram com um robô em uma loja nos últimos seis meses. Por outro lado, 89% disseram que se sentiam confortáveis ​​com eles. Enquanto isso, 26% dos trabalhadores manifestaram preocupação em serem substituídos por máquinas inteligentes.

Outra tendência constatada no estudo são as tecnologias de autopagamento. 36% dos consumidores brasileiros recorreram a essas soluções nos últimos seis meses, e 92% disseram que se sentem confortáveis em usá-las para finalizar suas compras. A maioria dos compradores (83%), especialmente os millennials (87%), concorda que os quiosques de autoatendimento proporcionam uma melhor experiência ao cliente.

A maior parte dos trabalhadores da loja (85%), graças às novas tecnologias que automatizam processos, também considera que o pessoal nos pontos de pagamento é menos necessário atualmente. 85% dos executivos do setor consideram positivas essas novas soluções, já que acreditam que elas liberam os colaboradores para participarem de ações mais estratégicas, como o atendimento personalizado ao cliente. Por fim, 87% dos tomadores de decisões já estão vendo retorno do investimento que foi aplicado a essas inovações.

“Nosso estudo mostra que, embora oferecer um serviço melhor ajude a reter os compradores atuais e a atrair novos, os varejistas devem garantir bases de dados eficientes que indiquem a disponibilidade do produto, facilitem a localização do estoque, devoluções e trocas”, disse Vanderlei Ferreira, presidente da Zebra Technologies Brasil.

“Para despertar a lealdade dos compradores de hoje em dia, os varejistas devem oferecer a experiência sem atritos e multicanal que os clientes esperam, aproveitando a tecnologia para fornecer serviços personalizados, gerenciar inventário e criar operações mais inteligentes”, explicou.

Há uma desconexão entre as expectativas dos executivos em relação ao nível de satisfação dos consumidores e a real sensação dos clientes. Enquanto 79% dos empresários acreditam que os clientes estão satisfeitos com a experiência na loja, apenas 76% deles, de fato, estão. O estudo também identificou lacunas ​​na percepção de satisfação em relação aos processos de devoluções e trocas do comprador (76%) e dos executivos (86%). 100% dos executivos e 78% dos colaboradores acreditam que investimentos em soluções móveis promoveram melhorias na experiência de compra.

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Vendas de Natal podem crescer 3%, estima a ACSP https://newtrade.com.br/economia/vendas-de-natal-podem-crescer-3-estima-a-acsp/ https://newtrade.com.br/economia/vendas-de-natal-podem-crescer-3-estima-a-acsp/#respond Fri, 29 Nov 2019 13:18:44 +0000 https://newtrade.com.br/?p=1021699

A liberação dos saques do FGTS e o pagamento do 13º - inclusive no Bolsa-Família, pela primeira vez - devem puxar o resultado

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Seguindo o ritmo atual da economia, as vendas de Natal do comércio paulistano podem crescer 3%, em média ante igual período de 2018. A estimativa é da Associação Comercial de São Paulo (ACSP).

Devem puxar a alta a liberação dos saques do FGTS, os 13ºs – que incluem a extensão do abono de fim de ano para beneficiários do Bolsa-Família, recém-anunciada pelo governo -, e a queda das taxas de juros, que devem ter mais uma rodada de cortes, diz Marcel Solimeo, economista da ACSP. “São fatores que podem acelerar o processo, mas não vão ficar muito acima disso”, afirma.

Assim como nos anos anteriores, a Black Friday, que será realizada nesta sexta-feira (29/11), deve canibalizar um pouco as vendas de Natal, de acordo com o economista.

Porém, vale considerar as duas datas em conjunto, já que boa parte dos consumidores vai antecipar a compra de bens de maior valor, atraídos pelas condições especiais e os descontos. Já o Natal é mais amplo, diz Solimeo, pois vai muito além da compra de presentes e de itens para a ceia. “Muitas pessoas aproveitam a renda extra do 13º para comprar coisas que precisam, como artigos para o lar, roupas para os filhos e até fazer reformas – o que deve favorecer a alta nas vendas.”

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Assistentes virtuais: por que o varejo está apostando nessa tendência? https://newtrade.com.br/tecnologia/assistentes-virtuais-por-que-o-varejo-esta-apostando-nessa-tendencia/ https://newtrade.com.br/tecnologia/assistentes-virtuais-por-que-o-varejo-esta-apostando-nessa-tendencia/#respond Fri, 29 Nov 2019 12:55:43 +0000 https://newtrade.com.br/?p=1021692 Magazine Luiza

Segundo o relatório Digital Vortex, da Cisco, cerca de 40% do ganho financeiro das marcas vem desses ganhos de eficácia.

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Magazine Luiza
Por Israel Nacaxe, COO e co-fundador da Propz, empresa de tecnologia que oferece soluções de inteligência artificial e Big Data para o varejo físico e serviços financeiros

A transformação digital do varejo brasileiro tem avançado de forma muito rápida, e possuem inúmeras vantagens, mas a principal delas é o aumento da eficiência operacional nas empresas que têm trazido resultados muito satisfatórios. Segundo o relatório Digital Vortex, da Cisco, cerca de 40% do ganho financeiro das marcas vem desses ganhos de eficácia.

Para alcançar esse objetivo, uma das alternativas está no uso de assistentes virtuais, que conseguem automatizar tarefas, acelerar a resolução de problemas, aumentar a produtividade no atendimento ao cliente e ajudar na entrega de experiências personalizadas. Tudo isso é possível graças às informações pessoais e das preferências de consumo fornecidas pelos próprios consumidores às organizações.

Entre os principais benefícios, podemos destacar também a redução de até 50% nos custos, a economia de tempo em tarefas repetitivas e a possibilidade de adequar a escala da operação às necessidades do momento, trazendo eficiência, evitando que a relação com o cliente fique mecânica. Por isso, as inovações continuam a surgir em ritmo acelerado.

Por isso, cada vez mais inovações tecnológicas estão surgindo em ritmo acelerado para ajudar as assistentes virtuais a melhorarem o atendimento ao cliente. Seguindo essa teoria, seguem algumas soluções que devem estar no seu radar:

Uso de machine learning

Como em diversas outras áreas, o uso de machine learning terá um grande impacto sobre o desempenho dos assistentes virtuais, que serão cada vez mais inteligentes. Atualmente, eles realizam tarefas mais básicas, mas o amadurecimento do processamento de linguagem natural aumentará sua capacidade de compreensão e resposta, fazendo com que seu uso seja ampliado para atividades mais complexas, incluindo o aprendizado do comportamento dos clientes com o intuito de prever demandas.

Interoperabilidade

Hoje, o mundo dos assistentes virtuais é separado em silos. A Siri da Apple não conversa com a Cortana da Microsoft, nem com a Alexa da Amazon, por exemplo. O mesmo acontece nas empresas. Por isso, para os próximos anos é esperado que tudo se unifique em prol das necessidades dos consumidores, o que levará ao desenvolvimento de integrações (especialmente por meio de APIs) e a experiências realmente conjuntas das marcas em torno dos clientes.

O impacto da Internet das Coisas

A integração dos assistentes virtuais à IoT é uma avenida a ser percorrida por empresas de todos os segmentos. Dispositivos de “casa conectada” e wearables são alguns exemplos de como essas inovações estão assumindo novos papéis e estão disponíveis para ajudar os seres humanos em suas demandas.

Apoio às tarefas cotidianas

Atividades como coordenar reuniões com muitas pessoas ou tarefas administrativas que levam muito tempo e são repetitivas têm grande potencial de serem deixadas à cargo dos assistentes virtuais. Isso gera um enorme impacto sobre a produtividade das equipes, que pode se encarregar de atividades mais complexas e de maior valor agregado.

Voice shopping

A compra de dispositivos de voz é considerada uma das grandes tendências do varejo global. É um mercado em expansão e que irá gerar novos desafios e oportunidades para as empresas. De um lado, pode ficar mais difícil alcançar o público, já que um equipamento como o Amazon Echo, o Google Home ou mesmo seu celular fará a interpretação de seu pedido para entregar as melhores respostas. Por outro, essa é uma enorme oportunidade de coletar mais dados sobre os clientes e não somente em seus momentos de compra, mas nos mais variados aspectos de suas vidas.

Mesmo com todas as evidências de que a transformação digital e o uso das assistentes virtuais é o futuro e ele está mais próximo do que se imagina! Porém, ainda há muitos empreendedores que são resistentes e acreditam que essas mudanças ainda estão muito distantes. Essa mentalidade precisa mudar para que as organizações possam usufruir dessas novas ferramentas e performar cada vez melhor no mercado.

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Pesquisa Nielsen aponta que o shopper visita oito canais de compras https://newtrade.com.br/varejo/pesquisa-nielsen-aponta-que-o-shopper-visita-oito-canais-de-compras/ https://newtrade.com.br/varejo/pesquisa-nielsen-aponta-que-o-shopper-visita-oito-canais-de-compras/#respond Wed, 27 Nov 2019 15:35:06 +0000 https://newtrade.com.br/?p=1021645

Entre os importantes dados que Claudio Czarnobai, diretor de Reinvenção de Produtos da Nielsen, apresentou no Encontro de Valor ABAD 2019, destaca-se o aumento do número de canais que o consumidor visita e o fato de ele permanecer apenas durante 15 segundos na gôndola

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Por Cláudia Rivoiro

Durante a programação do Encontro de Valor ABAD 2019, Claudio Czarnobai, diretor de Reinvenção de Produtos da Nielsen, apresentou dados importantes e significativos aos convidados, incluindo a pesquisa Top 35 Categorias em Destaques, publicada na edição 312 da DISTRIBUIÇÃO.

Em sua apresentação, ele destacou que o consumidor brasileiro continua endividado e apenas 28% dos pesquisados dizem acreditar que o Brasil não está mais em recessão. “A queda da taxa Selic não se reflete em taxas rotativas e o brasileiro continua a pagar juros do cheque especial e do cartão de crédito”, observou. Mas, por outro lado, disse que o governo liberou 30 bilhões de reais do FGTS, sendo que em apenas um mês foram pagos 15 bilhões de reais para 37 milhões de pessoas. “O governo também lançou a “Semana do Brasil” para estimular o consumo, no período de 6 a 15 de setembro, o que contabilizou um crescimento nas vendas de 11%, segundo a Cielo. E, por incrível que pareça, a onda de calor também contribuiu para o aumento do consumo em algumas categorias analisadas, mas em geral houve uma desaceleração da cesta Nielsen em comparação com o mesmo período de 2018″, lembrou o diretor.

Claudio Czarnobai, diretor de Reinvenção de Produtos da Nielsen

Entre os acontecimentos que frustraram as expectativas do início do ano destacam-se os impactos na transição política, o atraso na aprovação da Reforma da Previdência, os índices de produção industrial, de serviços e de confiança do consumidor, constantemente revisados negativamente, e a desaceleração global causada pelas trade wars e pela imposição de tarifas à China, maior importadora brasileira.

Ele também revelou que o autosserviço impulsiona o crescimento e consegue obter maior repasse médio dos preços. E o canal vizinhança continua sendo o principal formato de vendas, apesar de ter dificuldade para retomar o crescimento em vendas. As categorias que se destacaram foram as cervejas e os cremes para a pele, que crescem e aproximam o consumidor do acesso ao premium.

O executivo também destacou alguns pontos importantes para entender o comportamento atual do consumidor, como os fatos de o estímulo de propaganda ter aumentado cinco vezes mais, de ter ocorrido 30% mais lançamentos de bens de consumo de giro rápido nos últimos dois anos, de o mercado ficar mais pulverizado, de o shopper passar a visitar oito canais – antes eram três -, de o aumento do número de pedidos no e-commerce em 2018 ter aumentado em 41%, e de a geração Y representar 35% dos consumidores digitais latino americanos.” Podemos concluir que o consumidor está hoje mais consciente, busca mais economia visitando mais canais, permanece um tempo médio de 15 segundos na gôndola e aumenta em 200% suas pesquisas via celular.

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