smartphone – Newtrade https://newtrade.com.br Wed, 13 Nov 2019 15:07:23 -0300 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=5.3 https://newtrade.com.br/wp-content/uploads/2017/03/favicon-newtrade.png smartphone – Newtrade https://newtrade.com.br 32 32 72% dos brasileiros gostam de fazer compras utilizando smartphone, revela pesquisa https://newtrade.com.br/economia/72-dos-brasileiros-gostam-de-fazer-compras-utilizando-smartphone-revela-pesquisa/ https://newtrade.com.br/economia/72-dos-brasileiros-gostam-de-fazer-compras-utilizando-smartphone-revela-pesquisa/#respond Wed, 13 Nov 2019 11:37:46 +0000 https://newtrade.com.br/?p=1021334 compras

É o que revela o relatório Why We Buy (Porque Compramos), da Criteo S.A.

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Para 68,1% dos brasileiros, a lealdade a uma marca depende principalmente do fator custo-benefício, mas também está intimamente ligada com o bom atendimento ao cliente (56,2%), variedade de produtos (46,1%) e entrega rápida (37,3%). É o que revela o relatório Why We Buy (Porque Compramos), da Criteo S.A.

Dos entrevistados, 72,7% afirmam gostar de fazer compras utilizando o smartphone, enquanto 18,1% dizem não gostar. Apenas 9,3% não usam o aparelho para fazer compras. Isso mostra a importância do canal mobile para os consumidores brasileiros.

O estudo, que procura entender os motivos que determinam a fidelidade dos consumidores, revela ainda que 56% dos compradores têm suas lojas preferidas, mas estão dispostos a considerar novas opções.

Principais razões para trocar de marca

Entre as principais razões que levam a uma troca de marca estão: queda de qualidade e preços altos (61,2%), mau atendimento (47%) e a descoberta de alternativas melhores (46%). Além disso, quase 30% dos entrevistados afirmam já terem desistido de empresas que não possuem valores alinhados às suas crenças pessoais.

A pesquisa também revela que Facebook (68%), Websites (63,8%) e Youtube (63,7%) são os principais canais utilizados por quem procura novidades. Já os menos utilizados nesses casos são Pinterest (19,5%), blogs (17,8%) e Snapchat (6,6%).

No estudo, foram entrevistadas mais de mil pessoas, entre 18 e 76 anos, durante o mês de agosto de 2019. Veja mais detalhes da pesquisa abaixo:

O que desperta a curiosidade por novas marcas?

Quando o assunto é a primeira compra, o “boca a boca” tem papel fundamental. O relatório revela que 50% dos consumidores fazem suas escolhas por recomendação de amigos. O segundo motivo que impulsiona a aquisição são os descontos oferecidos (49,3%). Já 46% experimentam novas marcas porque gostam de novidades.

O que faz os consumidores voltarem?

Economia é importante para os brasileiros. Após a experiência inicial, os clientes são mais propensos a retornar quando há a oferta de descontos personalizados e relevantes (63,3%).

Nessa etapa, o posicionamento de marca tem peso: 57,5% dos respondentes afirmam que compram de novo quando os valores da empresa estão alinhados aos seus. Além disso, 57,4% voltam quando o site tem fácil navegação.

Em quais categorias os consumidores são mais fiéis?

O estudo revela que, de forma geral, 83% dos consumidores estão propensos a conhecer novas marcas. Entretanto, ao segmentar por categoria de produtos, a propensão é mais forte no segmento de Mercearia (91,8%).

Em seguida vem Vestuário (90%) e Eletrônicos (86,4%). Os clientes mais fiéis, com pouca ou nenhuma propensão de comprar itens de outras marcas, estão nas categorias Jóias & Luxo (39,9%), Fitness & Material Esportivo (28%) e Casa & Jardim (25,9%).

Como os anúncios online contribuem para a fidelização?

Experiências com anúncios online são consideradas positivas pelos consumidores quando ajudam na descoberta de novos produtos (70%), quando trazem descontos que eles querem ou precisam (52%) e quando funcionam como lembretes dos itens pelos quais se interessaram (49,6%).

Por outro lado, o resultado pode ser desfavorável se o anúncio impedir o carregamento correto do site (48,5%), tornar a navegação mais lenta (43,3%) e mostrar mercadorias nas quais o cliente não tem interesse. Muitos anúncios na página também tornam a experiência negativa (40,8%).

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Xiaomi lança linha Redmi Note 8 e mais 150 produtos no Brasil https://newtrade.com.br/tecnologia/xiaomi-lanca-linha-redmi-note-8-e-mais-150-produtos-no-brasil/ https://newtrade.com.br/tecnologia/xiaomi-lanca-linha-redmi-note-8-e-mais-150-produtos-no-brasil/#respond Fri, 08 Nov 2019 11:08:23 +0000 https://newtrade.com.br/?p=1021224

Companhia reforça a mensagem de que, para as grandes fabricantes, o Brasil definitivamente entrou no mapa da casa conectada

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Estão à venda no Brasil a partir desta sexta-feira (8) os smartphones Redmi Note 8 e Redmi Note 8 Pro, da fabricante de eletrônicos Xiaomi. Os smartphones, que já eram comercializados mundialmente, vêm para atualizar o portfólio da marca no mercado nacional junto com 150 novos produtos e reforçar sua posição em um mercado que engatinha na corrida das casas conectadas. No total, a marca já tem 250 itens de seu ecossistema no catálogo brasileiro em seu ano de estreia.

Redmi: preços agressivos

A marca chinesa conquistou uma legião de fãs com a proposta de unir qualidade comparável aos modelos mais robustos do mercado e valores mais acessível. O preço de entrada Redmi Note 8 (na versão de 64 GB de espaço interno) fica em R$ 1.799; já o Note 8 Pro parte de R$ 2.299 para a mesma capacidade de armazenamento. Apenas nesta sexta-feira, as primeiras 150 unidades do Note 8 serão vendidas por R$ 1.299 e as 150 primeiras unidades do Note 8 Pro (100 online e 50 na loja), por R$ 1.599. A linha Galaxy S da, por exemplo, não tem aparelhos por menos de R$ 3.000 no site oficial brasileiro da Samsung.

Ambas as versões possuem quatro câmeras traseiras, três das quais iguais. São elas: ultra-vide de 8 MP, sensor de profundidade de 2 MP e macro de 2 MP. A lente principal difere entre os modelos: o Note 8 tem sensor de 48 MP e a versão Pro tem 64 MP, inédito no mercado brasileiro.

Na fotografia frontal, o modelo intermediário tem sensor de 13 MP e o topo de linha, 20 MP, ambos com software para “embelezamento de foto”, como a empresa diz.

Internamente, o Note 8 traz processador Snapdragon 665, 4 GB de RAM, bateria de 400 mAh e armazenamento interno de 64 ou 128 GB, expansível para até 128 com cartões microSD.

O corpo é em vidro Gorila Glass 5, tanto na frente quanto atrás, a tela é de 6,3 polegadas e resolução full HD com filtro de luz azul para navegação mais confortável à noite.

Já o Note 8 Pro traz processador Mediatek Helio G90T e outras especificações voltadas para gamers, como esfriamento líquido que, segundo a fabricante, pode reduzir a temperatura em até 6 graus celsius para permitir uso intenso. São 6GB de RAM e opções de 64 GB ou 128 GB de armazenamento, expansíveis. A bateria também é superior, com 4500 mAh.

A tela de 6,53 polegadas tem resolução FullHD+ e a mesma tecnologia de filtro de luz azul. O Note 8 Plus é (finalmente) o primeiro aparelho da linha Redmi com tecnologia de aproximação NFC, que permite realizar pagamentos, por exemplo.

Ambos os smartphones trazem entrada padrão de fone de ouvido, leitor de impressão digital, desbloqueio por reconhecimento facial e tecnologia de infravermelho.

Aposta em casa conectada

Mais que trazer dois celulares antigos para o país (mundialmente, a Xiaomi já lançou o Redmi Note 10 com 5 câmeras traseiras), a marca chinesa reforça nessa segunda fase de lançamentos no país a sua estratégia de casa conectada. Os produtos agora à venda incluem a balança inteligente da marca e outras soluções caseiras, incluindo câmeras, lâmpadas e sensores de movimento. Com kits completos, é possível controlar boa parte dos eletrônicos de uma residência (incluindo o popular aspirador de pó inteligente) pelo celular.

A companhia anunciou, sem grandes detalhes, uma parceria com a operadora Vivo para aumentar o alcance de seus produtos – não apenas os celulares, mas todo o ecossistema. Contratos com varejistas como Magazine Luiza, Kalunga e Americanas também geram maior visibilidade em mais de 2 mil pontos de venda.

Esse anúncio confirma definitivamente que o Brasil entrou no mapa das casas conectadas, após a chegada da assistente virtual da Amazon, Alexa, e da expectativa do lançamento do Google Nest Mini – o primeiro speaker do Google a ser vendido oficialmente no Brasil será anunciado na próxima segunda-feira (11).

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Uso do smartphone para compra e pagamentos cresce no Brasil https://newtrade.com.br/economia/uso-do-smartphone-para-compra-e-pagamentos-cresce-no-brasil/ https://newtrade.com.br/economia/uso-do-smartphone-para-compra-e-pagamentos-cresce-no-brasil/#respond Thu, 03 Oct 2019 10:06:58 +0000 https://newtrade.com.br/?p=1020256 pagamento por celular

A quantidade de pesquisados que já chamaram motoristas particulares ou táxis por aplicativo subiu de 66% para 75%.

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pagamento por celular

O uso das conveniências dos smartphones vem crescendo entre os brasileiros. Segundo a pesquisa sobre Comercio Móvel no Brasil, realizada por Mobile Time e Opinion Box, com mais de 2 mil pessoas, 85% dos consumidores que possuem smartphone já fizeram compras pelo celular. A quantidade de pesquisados que já chamaram motoristas particulares ou táxis por aplicativo subiu de 66% para 75%.

A pesquisa mostrou a entrada dos aplicativos Uber Eats, Rappi e Amazon no ranking dos apps de m-commerce mais usados no Brasil. No segmento de delivery de comida, iFood e Uber Eats crescem, enquanto apps menores perdem terreno. Entre os apps de corrida, o 99 registra recuperação, enquanto Uber perde espaço entre os usuários. Entre as novas opções de meios de transportes, 9% dos internautas brasileiros já alugaram uma bicicleta via app e 4% optou por um patinete elétrico.

Outra mudança é o crescimento do pagamento por aproximação. Agora, 17% dos internautas brasileiros que possuem smartphone já experimentaram realizar um pagamento por aproximação com o aparelho. O pagamento por aproximação usando as tecnologias NFC ou MST (no caso dos aparelhos da Samsung) está disponível no Brasil há muitos anos, mas somente agora começa a ganhar adesão.

Para Fernando Paiva, editor do Mobile Time, e coordenador da pesquisa, “há algum tempo, os lojistas tinham até medo de aceitar essa forma de pagamento por não a conhecerem, mas, agora, pelo menos nos grandes centros urbanos, os funcionários nos caixas já estão acostumados com o procedimento que deve ser feito para receber um pagamento desta forma. Com a maturidade dos lojistas e seus balconistas, a tendência é que esta modalidade venha a crescer.

Um resultado curioso foi que a proporção de homens (21%) que utilizaram pagamentos por aproximação é maior do que a de mulheres (13%). A maior diferença está entre pessoas das classes A e B (23%) do que entre aquelas das classes C, D e E (15%), diferença que se explica pela necessidade de ter um smartphone moderno e um cartão de crédito.

Essa forma de pagamento é mais popular entre donos de iPhone (25,8%) do que entre aqueles com smartphones Android (16,6%). Há ainda uma diferença por faixa etária. Quanto mais jovem, maior a probabilidade de já ter usado o smartphone para pagar por aproximação. No grupo entre 16 e 29 anos, 21% já testaram essa tecnologia. A proporção cai para 16% no grupo entre 30 e 49 anos, e é de 12% naquele com 50 anos ou mais.

A utilização do smartphone como meio para a realização de compras online de produtos físicos segue crescendo no Brasil. Em quatro anos, de setembro de 2015 a setembro de 2019, a proporção de internautas brasileiros que já experimentaram o comércio móvel passou de 41% para 85%. Ou seja, a proporção de consumidores móveis, como pode ser chamado esse grupo, mais que dobrou, com um ganho de 44 pontos percentuais.

O uso recorrente do m-commerce também cresce. Outros 77% dos consumidores móveis afirmam que hoje fazem mais compras pelo celular do que seis meses atrás. E 75% deles fizeram alguma compra nos últimos 30 dias – um ano atrás essa proporção era de 71%.

“Além disso, quem experimenta o smartphone para compras acaba deixando de lado o desktop”, comentou Fernando Paiva. 73% dos consumidores móveis declaram que preferem comprar pelo celular que pelo computador. Isto está relacionado ao alto grau de satisfação para com a experiência em m-commerce: 88% dos consumidores móveis dizem que estão satisfeitos ou muito satisfeitos com ela. “Vemos aqui uma consolidação do m-commerce no país”, destacou o coordenador da pesquisa.

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Abrir mão do smartphone prejudicaria a rotina de 77% dos jovens conectados, revela pesquisa CNDL/SPC Brasil https://newtrade.com.br/economia/abrir-mao-do-smartphone-prejudicaria-a-rotina-de-77-dos-jovens-conectados-revela-pesquisa-cndl-spc-brasil/ https://newtrade.com.br/economia/abrir-mao-do-smartphone-prejudicaria-a-rotina-de-77-dos-jovens-conectados-revela-pesquisa-cndl-spc-brasil/#respond Thu, 29 Aug 2019 10:16:33 +0000 https://newtrade.com.br/?p=1019239 smartphone

Estudo revela que 87% dos jovens de 18 a 24 anos acessam a internet todos os dias e 39% acreditam que não ter um smartphone prejudicaria lazer, estudo e trabalho

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Mandar e-mail, pesquisar na internet, trocar mensagens instantâneas com amigos, tirar fotos, ouvir música e até mesmo fazer ligações. O smartphone se tornou um aparelho essencial na vida dos brasileiros, ao ponto de que muitos já não conseguem imaginar como seria a sua rotina sem essa ferramenta. Exemplo dessa necessidade, é que em cada dez jovens que possuem um smartphone, oito (77%) garantem que a sua vida seria prejudicada de alguma forma, caso não tivessem o aparelho. Nesse caso, as áreas mais afetadas seriam as atividades de lazer (39%), os estudos ou o trabalho (39%), a vida social (37%) e as finanças (21%).

De acordo com o estudo, oito em cada dez jovens brasileiros (84%) entre 18 e 24 anos, nascidos dentro da chamada Geração Z, possuem um smartphone, enquanto 66% mencionam a posse de um notebook. Eles usam o smartphone, principalmente, para ouvir música (72%), acessar as redes sociais (71%), assistir à vídeos (67%), tirar fotos (63%) e ler ou enviar mensagens instantâneas para amigos (58%). A pesquisa ainda mostra que 87% dos jovens entrevistados acessam a internet todos os dias, principalmente por meio do smartphone (81%), opção bem mais à frente do que os que acessam a partir de um computador de mesa (51%) ou via notebooks (48%). Navegar na internet via smart TV e tablets é tarefa para 24% e 15%, respectivamente, dos jovens.

“A Geração Z não está apenas crescendo cercada pela tecnologia, mas sua visão de mundo e a maneira como constroem relacionamentos e interagem com o meio à sua volta parecem passar cada vez mais pelo uso de aparelhos móveis conectados. Eles não estão apenas ‘imersos’ no ambiente virtual, mas suas próprias vidas são, em parte, digitais”, observa o presidente da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), José César da Costa.

As informações foram levantadas em uma pesquisa conduzida pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) em parceria com o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), com o objetivo de analisar o comportamento e a relação dos jovens brasileiros da Geração Z com a tecnologia. A pesquisa integra o convênio Políticas Públicas 4.0 (PP 4.0), firmado entre o Sistema CNDL e o Sebrae, e pretende coletar insumos para a proposição de políticas públicas que contribuam com a melhoria do ambiente de negócios no país e, consequentemente, apoiem o desenvolvimento do varejo.

Internet é o meio mais utilizado para ficar informado sobre as notícias, mas compras ainda são concentradas nas lojas físicas

O ambiente on-line é o preferido da Geração Z, não apenas para buscar todo tipo de informação, mas também para estar em dia com as relações sociais e ampliar o círculo de amizades, bem como para lidar com compromissos financeiros.

Assim, em comparação ao meio físico, a internet é mais frequentemente utilizada para ficar informado sobre as notícias em geral (87%), buscar informações sobre produtos e serviços (82%), manter o contato com amigos e familiares (72%), conhecer pessoas (66%), fazer transações bancárias e pagar contas (58%) e fazer cursos (52%). As aquisições em geral, incluindo itens como roupas, sapatos e eletrônicos, contudo, ainda são feitas em sua maioria nas lojas físicas (58%).

“As redes sociais têm um importante papel de divulgação das informações sobre marcas, incluindo seus serviços, contatos, localização e recomendações. No meio desse mundo de usuários conectados, é preciso saber onde estão aqueles com quem a marca deseja realmente dialogar.”, acrescenta Costa.

Sites e aplicativos são os principais canais de compra on-line

A pesquisa também buscou entender como se comportam os jovens brasileiros desta nova geração em relação ao consumo. No que diz respeito às compras feitas pela internet, os meios mais utilizados são os sites de redes varejistas (61%), aplicativos (52%), redes sociais (31%) e o WhatsApp (26%). Os itens mais frequentemente adquiridos na internet pelos jovens são roupas, sapatos e acessórios (51%), eletrônicos (45%), livros (35%), jogos eletrônicos (32%), maquiagem cosméticos e perfumes (30%) e eletrodomésticos (26%).

97% dos jovens da geração Z utilizam redes sociais. Principais motivos são contato com familiares e amigos e se manter informado

O levantamento mostra que as redes sociais também servem como espaço de socialização e busca de informações variadas: 97% da Geração Z usam alguma rede social, com destaque para o WhatsApp (82%), o Facebook (79%), o YouTube (78%) e o Instagram (73%).

Dentre os principais motivos para utilizá-las estão manter contato com amigos e familiares (59%), ficar informado sobre notícias de assuntos diversos (54%), buscar informações sobre produtos e serviços (40%) e fazer amizades (32%).

Dividir momentos do dia-a-dia pela internet também é um hábito comum dos jovens: 84% daqueles que estão presentes em redes sociais admitem o costume de compartilhar conteúdo em seus perfis, sendo que 45% compartilham fotos e vídeos pessoais, 42% fotos e vídeos de terceiros que tenham gostado e 34% fazem posts pessoais.

“A internet tem contribuído para democratizar o acesso ao conhecimento e as redes sociais potencializam o alcance das informações, promovendo interações entre as pessoas, troca de experiências, a oportunidade de se expressarem e também de consumirem com mais facilidade e comodidade. Os jovens estão na vanguarda dessa transformação e vem moldando novos padrões de comportamentos, que todos acabam aderindo mais tarde. Grupos de mídia, varejistas, propagandistas ou até mesmos setores da educação, todos precisam se adaptar aos novos tempos”, afirma Costa.

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Huawei anuncia nova fábrica de US$ 800 milhões em São Paulo https://newtrade.com.br/industria/huawei-anuncia-nova-fabrica-de-us-800-milhoes-em-sao-paulo/ https://newtrade.com.br/industria/huawei-anuncia-nova-fabrica-de-us-800-milhoes-em-sao-paulo/#respond Fri, 09 Aug 2019 15:32:08 +0000 https://newtrade.com.br/?p=1018632

Anúncio foi feito pelo governador João Doria, em Xangai, onde ele acompanha o lançamento de escritório de negócios do Estado de São Paulo

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A Huawei planeja construir uma fábrica de 800 milhões de dólares no estado de São Paulo ao longo dos próximos três anos, disse o governador, à medida que a gigante de telecomunicações chinesa continua a expandir sua presença na América Latina para o descontentamento das autoridades norte-americanas.

Em uma gravação de áudio de uma coletiva de imprensa na China, o governador de São Paulo, João Doria, acompanhado de executivos da Huawei, disse que a empresa está se preparando para construir a fábrica para participar do primeiro leilão do espectro 5G no Brasil, programado para março de 2020.

A Huawei já possui uma fábrica em São Paulo, que emprega 2 mil pessoas diretamente, disse Doria. A Huawei decidirá a localização da próxima fábrica nos próximos meses, com o investimento de 800 milhões de dólares previsto para um período de três anos.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, pediu aos governos de todo o mundo que evitem a Huawei, argumentando que seu equipamento pode ser vulnerável à espionagem clandestina chinesa. Até agora, poucos ouviram os alertas.

Trump levantou a questão sobre a Huawei durante uma visita do presidente brasileiro Jair Bolsonaro à Casa Branca em março. Mas o vice-presidente do Brasil, Hamilton Mourão, disse em junho que o Brasil não tem planos de proibir a Huawei de participar de sua rede 5G, dizendo que o governo confia na empresa e que o país precisa de tecnologia.

 

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Huawei abrirá pontos de venda em Campinas, Rio de Janeiro e Brasília https://newtrade.com.br/varejo/huawei-abrira-pontos-de-venda-em-campinas-rio-de-janeiro-e-brasilia/ https://newtrade.com.br/varejo/huawei-abrira-pontos-de-venda-em-campinas-rio-de-janeiro-e-brasilia/#respond Wed, 07 Aug 2019 10:50:49 +0000 https://newtrade.com.br/?p=1018524

Empresa prepara também lançamento de linha de vestíveis no País

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A fabricante chinesa Huawei vai abrir três novos quiosques no Brasil nesta semana, nas cidades de Campinas, Rio de Janeiro e Brasília. A informação foi revelada em entrevista exclusiva ao Estado nesta terça-feira, 6. Com os pontos de venda, a empresa pretende reforçar sua marca no País e se aproximar do consumidor – apesar de novata no mercado brasileiro, a Huawei é a segunda maior fabricante de celulares do mundo.

A inauguração do ponto de venda em Campinas será nesta quarta-feira, 7, no Shopping D. Pedro. No Rio de Janeiro, a Huawei vai abrir o quiosque na quinta-feira, 8, no Barra Shopping. A última inauguração será na sexta-feira, 9, no Park Shopping, em Brasília. Os quiosques venderão os celulares P30 Pro e P30 Lite, assim como as capinhas dos aparelhos e também fones de ouvido.

“Queremos analisar a necessidade dos consumidores regionalmente”, afirmou Alessandra Ribeiro, gerente da área de vendas da Huawei no Brasil. “O Brasil é muito grande, cada região tem uma procura diferente”, disse.

Até então a Huawei tinha apenas dois pontos de venda de aparelhos, inaugurados em julho no Shopping Morumbi e no Eldorado, ambos na cidade de São Paulo. Após quatro anos, a empresa voltou ao Brasil em maio com a linha de celulares P30, que custam a partir de R$ 2,5 mil. Desde o seu retorno ao Brasil, a chinesa está vendendo seus produtos em varejistas.

A empresa também disse ao Estado que lançará ainda este mês uma linha de vestíveis no Brasil. Em sua estratégia de expansão, a fabricante não descarta a construção de uma fábrica no País. “Neste momento o foco é aproximar nossa relação com os clientes por meio das varejistas e dos quiosques”, disse a executiva da Huawei, “ainda estamos estudando o mercado quanto à fabricação”.

Empresa investe em promoções agressivas

Agora, o que todo mundo quer saber: promoção. Até domingo, 11, para acompanhar as inaugurações dos novos quiosques e também o dia dos pais, a Huawei vai oferecer bônus de troca de aparelhos nas compras feitas em todos os seus pontos de venda e no varejo – nessa promoção, o desconto no P30 Pro, cujo preço oficial é de R$ 5,5 mil, será de no mínimo R$ 1,5 mil, enquanto o P30 Lite, que está sendo vendido por R$ 2,5 mil, poderá sair pelo menos R$ 500 mais barato.

As últimas inaugurações também foram marcadas por promoções. Em maio, no lançamento dos aparelhos no varejo, a Huawei ofereceu um desconto de R$ 2 mil para quem trocasse o atual smartphone pelo modelo topo de linha P30 Pro, cujo preço oficial é de R$ 5,5 mil. Segundo apurou o Estado, no primeiro dia de vendas dos celulares P30 Pro e P30 Lite em maio no Brasil, os estoques de todas as lojas acabaram em duas horas.

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Xiaomi promete nova loja em 2019 e mais produtos no Brasil https://newtrade.com.br/varejo/xiaomi-promete-nova-loja-em-2019-e-mais-produtos-no-brasil/ https://newtrade.com.br/varejo/xiaomi-promete-nova-loja-em-2019-e-mais-produtos-no-brasil/#respond Mon, 05 Aug 2019 10:20:13 +0000 https://newtrade.com.br/?p=1018442

Com pouco mais de dois meses de atuação no país, a marca de tecnologia chinesa Xiaomi já possui uma loja física, um portfólio de mais de 170 itens e planos ambiciosos para suas futuras operações no Brasil

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A Xiaomi, marca chinesa de tecnologias e produtos, abriu sua primeira loja física no Brasil há dois meses e já possui planos ambiciosos para uma expansão da marca no país. Uma nova loja física e um aumento considerável no portfólio de produtos oferecidos estão entre os objetivos principais da companhia.

“O plano de mais lojas no país existe, pois se alinha com nosso objetivo [de expansão da marca no Brasil]. Ainda assim, costumamos ser realistas”, disse Luciano Barbosa, Diretor de Produtos da Xiaomi no Brasil, em entrevista ao InfoMoney. A empresa promete uma loja física nova no país em breve, mas não revela o endereço: “deve sair até o fim do ano”, diz o executivo.

Com um leque de produtos variado, que vão desde smartphones a câmeras de segurança e patinetes, a marca também promete aumentar o portfólio oferecido no Brasil. “Começamos com 100 itens e hoje estamos com mais de 150 produtos à venda aqui. Até o final do ano esperamos bater a marca dos 200”, comenta Barbosa.

Ainda de acordo com o diretor, o plano de expansão da Xiaomi no mercado brasileiro se sustenta em duas vertentes: ser conhecida e se tornar referência. “Essa primeira etapa é fundamental, para que o público conheça nossa marca, saiba quem é a Xiaomi e o que fazemos”, diz. “A segunda é que o consumidor consulte a Xiaomi antes de comprar qualquer coisa, não só eletrônicos, mas itens de consumo em geral”.

Barbosa conta que, para a empresa, é essencial que o brasileiro conheça tudo o que a companhia tem a oferecer e não fique apenas fechado no nicho dos smartphones.”Hoje, os smartphone não representam nem metade do volume dos negócios da companhia”, completa o diretor.

Produção nacional?

Mesmo ao afirmar que a marca está “com os dois pés no Brasil”, o diretor afirma que estabelecer uma fábrica nacional para baratear a produção dos produtos não é um plano propriamente dito, e sim uma ideia que precisa de mais estudo e análise. Mas também não descarta a possibilidade.

“Para começar a produção nacional, precisaríamos começar com pouquíssimos produtos. E isso afasta o consumidor e não vai de acordo com a nossa proposta de oferecer um portfólio extenso e integrado. Esse plano de fabricar aqui não é para um futuro próximo, mas está em estudo”, explica Barbosa.

Problemas e Polêmicas

No mês passado, a fundação Procon-SP visitou a loja da marca no shopping Ibirapuera e constatou certas irregularidades, como produtos com informações e manuais de instruções sem tradução para português – o que fere o Código de Defesa do Consumidor.

“Na loja, localizada no shopping Ibirapuera, foram constatadas: presença de produtos com informações unicamente em língua estrangeira; produtos sem manual de instruções em língua portuguesa; produtos sem informação de origem no Brasil (importador); produtos com informações de segurança unicamente em língua estrangeira.”, relata a nota do órgão de defesa do consumidor.

Além do Procon-Sp, a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) divulgou que a Xiaomi estava realizando a venda de produtos sem a devida homologação: foram encontrados, por exemplo, códigos de registro exatamente iguais em aparelhos diferentes. A penalização para casos como este envolvem advertências, multas e até o impedimento de comercialização.

Em meio às polêmicas, Barbosa admitiu que houve erros, mas que hoje está tudo legalmente alinhado entre a Xiaomi e os órgãos nacionais. “Seguinte: houve uma falha técnica e alguns produtos não foram devidamente etiquetados da forma correta, mas temos uma boa proximidade com o órgão. Hoje, tudo está perfeitamente alinhado”, explica o diretor.

Ele também comentou que a visita do Procon é um procedimento padrão e que não houve nenhuma autuação por parte do órgão.

“Isso [visita do Procon à loja] é um procedimento padrão em todo novo comércio. Todos os aparelhos e produtos possuem manuais de instrução de uso e segurança em língua portuguesa online. Nós sempre deixamos claro que temos relações excelentes com a máquina pública brasileira”, explica Barbosa.

“A política do próprio diretor da DL [distribuidora oficial da Xiaomi no Brasil] é de transparência total, e isso encaixou muito bem com o que a Xiaomi quer fazer no país”, completa.

VeXiandas extra-oficiais

O diretor ainda se mostrou preocupado com a quantidade de sites não oficiais vendendo os produtos da Xiaomi no país. Ele diz que a “desinformação” pode causar enormes transtornos aos usuários e a imagem da companhia perante o público.

A DL é a unica empresa autorizada a fazer a importação e distribuição dos produtos da Xiaomi no Brasil e o único site oficial da companhia é o mi.com/br/.

“Há sites que utilizam nossas mesmas fontes e estilos gráficos, que se passam pela Xiaomi verdadeira, mas não são. Já recebemos diversas reclamações de clientes que tiveram problemas de entrega e reembolso, por exemplo, mas nós não tivemos nada a ver com isso, foram essas lojas paralelas”, adverte Barbosa.

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5 aplicativos para usar menos – ou melhor – o seu celular https://newtrade.com.br/tecnologia/5-aplicativos-para-usar-menos-ou-melhor-o-seu-celular/ https://newtrade.com.br/tecnologia/5-aplicativos-para-usar-menos-ou-melhor-o-seu-celular/#respond Tue, 16 Jul 2019 15:39:08 +0000 https://newtrade.com.br/?p=1017880

Segundo o estudo Global Mobile Consumer Survey consultoria Deloitte, o celular é dispositivo ao qual os brasileiros mais tiravam acesso em 2018.

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Você já se perguntou por quanto tempo olha para a tela do seu smartphone durante o dia? Com as inúmeras notificações que recebemos constantemente, passamos cada vez mais tempo com o celular em mãos. Por isso, o uso do aparelho já é uma das principais causas de acidentes de trânsito – tema até mesmo abordado na distópica série Black Mirror, da Netflix – e está até mesmo mudando o formato do crânio humano, segundo pesquisa feita por cientistas da Universidade de Sunshine Coast, na Austrália.

Segundo o estudo Global Mobile Consumer Survey consultoria Deloitte, o celular é dispositivo ao qual os brasileiros mais tiravam acesso em 2018. O número passou de 87% em 2017 para 92% no ano passado. Ele lidera com folga. O segundo colocado, o notebook, foi usado por 70% dos entrevistados. O levantamento mostra ainda que seis em cada dez brasileiros já usaram o smartphone para trabalhar fora do horário comercial. Com isso, a distração é comum com alguma ou muita frequência para 43% dos participantes do estudo.

Por conta dessa tendência de hiperconectividade, monitorar o uso do aparelho pode ser útil para evitar que o hábito de checar o celular se torne uma compulsão. Apesar de o iPhone já ter recursos de nível de uso no sistema operacional e do Android 9 ter a função de bem-estar digital, nem todos podem ter acesso a tais funções. Por isso, selecionamos alguns aplicativos para você usar menos ou melhor o seu smartphone Android. Confira a seguir.

ActionDash
Grátis, em português, para Android

Se você está entre as pessoas que usam smartphones com o sistema operacional Android 8.1 ou versão inferior, o ActionDash é uma boa opção de download. Ele traz recursos para mostrar os minutos gastos com aplicativos, o número de desbloqueio de telas e também quantas horas você passou com a tela do smartphone ligada. Há ainda um modo de foco, que permite programar alguns minutos de desconexão do celular.

RecueTime
Grátis, em português, para Android e PC

O RescueTime é um aplicativo para smartphones Android que também tem versão para computadores. Ele mostra relatórios que são categorizados por tipo de atividade, como trabalho, leitura ou estudo. O app também traz dados interessantes de um levantamento feito com 3 mil usuários e divulgado em março deste ano: o tempo médio de uso do celular é de 3h15min e as pessoas não conseguem passar mais de uma hora durante o dia sem checar as novidades de seus aplicativos.

QualityTime
Grátis, em português, para Android

O QualityTime está entre os melhores aplicativos de monitoramento de atividades no celular. Em uma interface limpa e intuitiva, você pode visualizar como tem usado seu smartphone. Ele permite que você faça pausas de uso para se concentrar em atividades específicas, como estudar ou responder a e-mails. O app também permite escolher receber ligações apenas de alguns números selecionados, de modo a manter a sua concentração sem perder chamadas importantes para você.

App Usage
Grátis, em português, para Android

O App Usage é um aplicativo com mais dados do que os demais. Ele mostra, além de informações sobre o seu uso do celular, o quanto de bateria foi gasto durante o dia. Ele oferece, também, uma notificação para evitar que você se perca no tempo enquanto utiliza algum aplicativo.

Alarme

Como uma solução mais imediata para o uso desmedido do smartphone, Sue Thomas, autora do livro “Nature and Wellbeing in the Digital Age”, sugere ter mais contato com o mundo à nossa volta para melhorar seu nível de bem-estar. “Simplesmente colocar um alarme no celular para se lembrar de olhar para o céu e para a natureza por cinco minutos já pode ajudar”, disse Thomas.

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77% dos clientes do Pão de Açúcar utilizam smartphones para compras https://newtrade.com.br/tecnologia/77-dos-clientes-do-pao-de-acucar-utilizam-smartphones-para-compras/ https://newtrade.com.br/tecnologia/77-dos-clientes-do-pao-de-acucar-utilizam-smartphones-para-compras/#respond Fri, 12 Jul 2019 10:42:32 +0000 https://newtrade.com.br/?p=1017766

O GPA também constatou que os usuários assíduos dos aplicativos têm o costume de visitar as lojas duas vezes mais que os que não utilizam as ferramentas, além de um tíquete médio 10% maior.

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O GPA, dono das bandeiras Pão de Açúcar e Extra, mapeou que 77% dos seus clientes utilizam o smartphone enquanto estão fazendo compras nas lojas da companhia. Destes, 67% acessam os aplicativos Pão de Açúcar Mais e Clube Extra para ativar ofertas personalizadas. O GPA também constatou que os usuários assíduos dos aplicativos têm o costume de visitar as lojas duas vezes mais que os que não utilizam as ferramentas, além de um tíquete médio 10% maior.

Salgadinho e docinho

A análise do comportamento dos clientes permite às varejistas tomar decisões mais assertivas sobre onde concentrar seus esforços de investimento. No caso do GPA, foi possível identificar, por exemplo, que 34% dos clientes fidelizados compram alimentos de “indulgência”, como salgadinhos e sobremesas, 21% têm hábitos saudáveis e 18% têm o costume de realizar churrasco.

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A maioria dos jovens brasileiros paga contas com celular https://newtrade.com.br/tecnologia/a-maioria-dos-jovens-brasileiros-paga-contas-com-celular/ https://newtrade.com.br/tecnologia/a-maioria-dos-jovens-brasileiros-paga-contas-com-celular/#respond Tue, 09 Jul 2019 14:11:25 +0000 https://newtrade.com.br/?p=1017664 compras

Mais da metade dos entrevistados de levantamento da Kantar diz que a transferência e confirmação imediatas são um dos benefícios mais importantes desse método de pagamento

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compras

A maioria dos jovens brasileiros utiliza seu dispositivo móvel para realizar pagamentos, indica pesquisa realizada pela Kantar e encomendada por uma bandeira de cartões.

De acordo com o levantamento, 64% dos jovens realizam frequentemente ou ocasionalmente pagamentos por meio de aplicativos, enquanto 57% fazem essas operações em navegadores móveis.

“Os brasileiros são cautelosamente confiantes, 50% dos brasileiros aceitam todo o tipo de tecnologia, 37% gostam de serviços com tecnologia mais modernas e 63% dizem que a tecnologia facilita sua vida. Na América Latina, o brasileiro é o que mais gosta de tecnologia e o que mais gosta de ser visto usando novas tecnologias”, afirma Sara Buchwitz, executiva da bandeira de cartões.

O estudo revelou as atitudes e comportamentos dos jovens entre 18 e 35 anos na América Latina (Peru, Brasil, Argentina, Chile e Colômbia), e mapeou especialmente sua relação com a tecnologia e o dinheiro.

Segundo Sarah, a pesquisa foi realizada com esta faixa etária porque “são os Millennials [também conhecidos como a geração Y, aqueles nascidos entre meados de 1980 e 2000], onde está a nossa maior força de trabalho, é a geração que mais influencia a geração seguinte e a anterior, é a geração que está trabalhando e fazendo o dinheiro acontecer”.

A pesquisa revelou que os jovens brasileiros estão entusiasticamente adotando novas tecnologias, impulsionando os avanços nos pagamentos e criando uma demanda por maior disponibilidade e confiabilidade.

Eles veem cada vez mais seus smartphones como uma valiosa ferramenta para a vida financeira, valorizando o controle oferecido pelos pagamentos por dispositivos móveis.

Mais da metade dos entrevistados acredita que a transferência e confirmação imediatas são um dos benefícios mais importantes desse método de pagamento, enquanto 47% destacam a facilidade do uso “em movimento” e 42% afirmam que as plataformas móveis oferecem uma importante alternativa nos momentos em que não estão com a carteira.

Segundo o levantamento, a barreira mais relevante para a realização de pagamentos com dispositivo móvel é a taxa de aceitação, 41% afirmaram que “não existem lojas suficientes que aceitam pagamentos com dispositivos móveis”. Outros obstáculos significativos ao uso de pagamentos com dispositivos móveis são questões relacionadas ao dispositivo: 40% estavam preocupados com o que aconteceria se perdessem o telefone e 38% afirmaram que a duração da bateria poderia ser uma barreira potencial para o uso.

As jovens brasileiros demonstraram um intenso apetite por novos serviços que tornem suas vidas mais fáceis. Cerca de 80% dos respondentes acreditam que “seria conveniente ter mais funcionalidades no mesmo aplicativo”, enquanto 68% achariam útil usar seu smartphone para pagar todas as formas de transporte público.

Quase dois terços disseram que seria útil ter todos os seus pontos de fidelidade e recompensas conectados ao celular e 73% achariam útil a existência de lojas sem checkout, nas quais os consumidores simplesmente pegam os itens que desejam e saem, enquanto o seu sistema de pagamento pré-aprovado é cobrado. Além disso, 50% considerariam útil poder dividir o custo de uma compra com outras pessoas, uma refeição compartilhada, por exemplo, no momento do evento.

A pesquisa demonstrou ainda que, apesar de o dinheiro físico ainda dominar as transações de baixo valor, os cartões são utilizados para pagamentos de maior valor, como mobílias. Para as compras do dia a dia, os pagamentos com cartão de débito estão se tornando rival do papel moeda.

Em algumas categorias de compras, os cartões de débito e crédito já ultrapassaram o dinheiro em espécie. Por exemplo, 63% dos jovens indicaram utilizar cartões para pagar suas compras semanais de mercearia, enquanto 61% usam dinheiro. Já 63% usam cartões quando comem fora, comparado a 60% que usam dinheiro.

À medida em que crescem os pagamentos com cartão, também aumentam os pagamentos por aproximação, aqueles que são realizados aproximando os dispositivos de um leitor habilitado. Atualmente, mais de 4,5 mil cidades brasileiras estão aptas a realizar este tipo de transação.

Quando perguntados sobre o futuro, os jovens brasileiros indicaram grandes expectativa de mudança para a próxima década.

Mais de 40% esperam poder pagar por suas compras apenas com uma leitura da impressão digital, enquanto 41% esperam que todas as transações sejam em tempo real. Mais de um quarto dos entrevistados esperam que as agências bancárias tenham sido totalmente substituídas por bancos virtuais.

Para Sarah Buchwitz, os resultados revelam que o Brasil e o restante da América Latina são terreno fértil para a evolução dos pagamentos com dispositivos móveis.

“Pesquisas como essa nos fazem compreender os benefícios percebidos pelo consumidor e os pontos críticos em sua jornada de compra e nos ajudam a estar um passo à frente no desenvolvimento de soluções”, afirma a executiva.

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