sebrae – Newtrade https://newtrade.com.br Wed, 03 Jul 2019 10:54:45 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=5.3.2 https://newtrade.com.br/wp-content/uploads/2017/03/favicon-newtrade.png sebrae – Newtrade https://newtrade.com.br 32 32 Cinco dicas para criar uma microcervejaria https://newtrade.com.br/economia/cinco-dicas-para-criar-uma-microcervejaria/ https://newtrade.com.br/economia/cinco-dicas-para-criar-uma-microcervejaria/#respond Wed, 03 Jul 2019 10:54:45 +0000 https://newtrade.com.br/?p=1017506

De hobby para alguns apaixonados pela bebida, a fabricação de cerveja artesanal vem aumentando em todo o país, mas para entrar nesse segmento e fazer o negócio dar certo é preciso ir além da paixão pelo produto.

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Há 26 anos, começaram a surgir no Brasil as primeiras cervejarias artesanais e hoje é possível encontrar bares e restaurantes com produção própria. Mais do que isso, as microcervejarias caseiras estão se espalhando, apesar de o setor ainda representar apenas 1% do total da produção nacional e a maior parte delas se concentrarem nas regiões Sul e Sudeste. A estimativa é de que pelo menos 600 fábricas já estejam funcionando em vários estados. Hoje, o que antes era hobby de alguns apaixonados pela bebida se tornou um negócio em crescimento. Mas para entrar neste mercado é necessário, além de experiencia, a realização de cursos, o conhecimento da legislação específica do setor, e um plano de negócios para se diferenciar no mercado a cada dia mais competitivo.

O mercado atual de microcervejarias pode ser dividido em três categorias: as pequenas cervejarias, que possuem sua própria linha de produção, às vezes alugam sua capacidade ociosa para ciganos, e distribuem para diferentes estabelecimentos; os brewpubs que possuem pequenas linhas de produção no próprio local de venda; e as cervejarias ciganas, que terceirizam a produção para indústrias disponíveis, e atuam tanto com estabelecimento próprio quanto com revendas. A tendência, conforme o Anuário da Cerveja no Brasil 2018, editado pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), é que esses segmentos cresçam ainda mais, motivados pela mudança da legislação que trouxe maior agilidade nos processos de registro do produto.

Em se tratando de registro de produtos, segundo o ministério, 2018 apresentou grande volume de processos. Foram concedidos aproximadamente 6.800 registros de produtos para cerveja e chope, o maior entre as demais bebidas no ano passado. O segmento ficou à frente de polpa de fruta (perto de 2.700 registros), vinho (com 1.800), bebida alcoólica mista, entre outros. Conforme estudo do Sebrae, as microcervejarias apresentam-se como oportunidade para explorar mercados de nicho que atendam consumidores que procuram por produtos diferenciados, de alto valor agregado. O consumo de cervejas especiais se baseia em um novo hábito, em que se bebe menos, mas com maior qualidade e foco na experiência do cliente.

Antes de abrir um negócio dessa natureza o empreendedor deve atentar para alguns aspectos importante. Confira algumas dicas preparadas pelo Sebrae:

1 – Consultar um especialista na hora de abrir o negócio

Antes de abrir o negócio, o empreendedor deve consultar o plano diretor na Prefeitura para verificar se é possível ou não utilizar determinado imóvel para iniciar o negócio. Da mesma forma, quanto mais precisa for a pesquisa a respeito das necessidades de investimento, menores serão as surpresas quanto à previsão financeira para iniciar o novo negócio. Isso evita a armadilha de afundar em dívidas por falha na programação financeira. O Sebrae oferece apoio nesse sentido e pode evitar dores de cabeça e prejuízos.

2 – Manter um canal permanente com clientes e fornecedores

A melhor maneira de conduzir a política de preços e prazos da empresa é manter um permanente diálogo com clientes e fornecedores, mostrando organização e conhecimento sobre os processos e os custos de operação. Para descobrir o que pode agregar valor na relação com o cliente, o empresário deve estar atento aos detalhes e sempre que possível escutar seus consumidores. É fundamental conversar com eles e descobrir o diferencial que vai cativar e fidelizar o cliente. Crie um canal de comunicação direto, apresente o “estilo” do seu produto e engaje o seu público na sua proposta de valor. As redes sociais são um canal fundamental neste processo.

3 – Atenção ao cuidado com a higiene

No que se refere ao aspecto técnico de produção da cerveja, o empreendedor não deve esquecer que higiene é absolutamente crucial. Na menor falha, bactérias e fungos podem estragar a sua cerveja. Use um pulverizador com álcool para esterilizar todo o material e suas mãos, tanto durante a produção da bebida quanto a cada retirada de amostra. Use detergente neutro com o sanitizador (sem diluir) para lavar os equipamentos, em seguida enxague com bastante água corrente. Também é necessário ter um cuidado especial com a higienização das garrafas, para não contaminar o líquido com possíveis resíduos que ficam depositados no fundo. Lave-as com água corrente até que toda sujeira tenha saído. Aqueça água até 90º C e esterilize-as (nunca use água fervente, pois as garrafas podem estourar). Após isso, deixe-as viradas de boca para baixo até secarem. Quando estiver produzindo cervejas, use touca e luvas e lave os equipamentos imediatamente após seu uso, isso facilita o controle da higiene.

4 – Degustação e armazenamento

Faça cervejas por várias vezes antes de iniciar a sua produção em larga escala e comercialização. Somente a prática vai fazer de você um excelente cervejeiro. Quando for servir, deixe – no mínimo – 2 dedos de espuma e nunca guarde a garrafa da sua cerveja deitada. A temperatura ideal para degustar cerveja varia conforme cada estilo, bem como a taça ideal. Retenção de colarinho, aromas, e visualizar o quão cristalina ou turva a cerveja é também fazem parte da experiência de consumo. Tomá-las muito geladas prejudica tanto a formação de espuma na cerveja quanto “adormece” as papilas gustativas dos clientes, comprometendo o sabor. As cervejas artesanais são refrescantes. A bebida sai pronta da fábrica. Existem estilos que ficam melhor mais frescos, e outros que melhoram com o tempo, necessitando portanto de um maior tempo de maturação. Algumas cervejas hoje inclusive se posicionam como “cerveja de guarda”, lançando mão de processos semelhantes ao do vinho. Desenvolva o seu estilo, faça o seu plano de negócios, e invista naqueles estilos que forem ser o seu diferencial.

5 – Ingredientes variam dependendo do tipo

A escolha dos ingredientes deve ser muito rigorosa, inclusive a água utilizada no processo faz diferença no resultado de fabricação da cerveja. Varie os sabores e tipos de bebida oferecidos por sua microcervejaria. Enquanto os grandes produtores fabricam majoritariamente a cerveja do tipo pilsen (a famosa “loura”), mais leve, a cerveja artesanal se apresenta, normalmente, em formas mais carregas de malte e lúpulo, como os estilos belga e inglês, que caírem bem no paladar do brasileiro, além da escola cervejeira brasileira já reconhecida por estilos próprios como o “Catharina Sour”. A escola cervejeira americana e a alemã também são muito apreciadas, possuem um público fiel e sabores marcantes. A variação de tipos vem da imensa variedade de maltes disponíveis (diversos tipos de malte de cevada, de trigo, centeio, defumado, caramelizado, entre outros), dos milhares de lúpulos e suas diferentes formas de aplicação, além da adição de produtos específicos a depender do estilo adotado. Fique atento às alterações nos processos de maturação (maior ou menor) e de fermentação (alta ou baixa, ou feita duas vezes). Permaneça em constante aprendizado, fazendo cursos e participando de capacitações e eventos relacionados à indústria cervejeira. Mais importante, encontre o seu diferencial, dê publicidade ao seu estilo, e conquiste o seu público.

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Sebrae e Abracerva realizam estudo inédito sobre o mercado cervejeiro https://newtrade.com.br/economia/sebrae-e-abracerva-realizam-estudo-inedito-sobre-o-mercado-cervejeiro/ https://newtrade.com.br/economia/sebrae-e-abracerva-realizam-estudo-inedito-sobre-o-mercado-cervejeiro/#respond Thu, 11 Apr 2019 15:06:06 +0000 https://newtrade.com.br/?p=1014885 mercado cervejeiro

1ª Pesquisa sobre Cervejarias Independentes Brasileiras servirá como base para a construção de estratégias de apoio para o setor. As respostas serão coletadas até 15 de maio

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mercado cervejeiro

Entender como funciona de fato um segmento e contar com dados confiáveis são ferramentas imprescindíveis para a atuação de qualquer marca. Mas, quando o assunto é o mercado cervejeiro, pouco se tem conhecimento. Para melhorar essa questão e colaborar para o crescimento saudável do setor, o Sebrae e a Associação Brasileira de Cerveja Artesanal (Abracerva) elaboraram um estudo inédito. A 1ª Pesquisa sobre Cervejarias Independentes Brasileiras já está disponível neste link http://bit.ly/censocervejaria.

O intuito é utilizar os dados coletados como base para a construção de novas estratégias de apoio para as cervejarias. “Entendemos que para manter a ascensão do setor é importante que tenhamos todos os planos bem estruturados. Para isso, precisamos conhecer melhor a realidade das marcas e suas atuações. Essa pesquisa vem ao encontro disso”, comenta Carlo Lapolli, presidente da Abracerva.

Os participantes também vão receber um compilado de informações para entenderem mais sobre o mercado em que estão inseridos. As respostas serão coletadas até 15 de maio.

 

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Grandes empresas querem funcionários com espírito empreendedor, aponta pesquisa https://newtrade.com.br/carreira/grandes-empresas-querem-funcionarios-com-espirito-empreendedor-aponta-pesquisa/ https://newtrade.com.br/carreira/grandes-empresas-querem-funcionarios-com-espirito-empreendedor-aponta-pesquisa/#respond Thu, 04 Apr 2019 15:56:20 +0000 https://newtrade.com.br/?p=1014671 empreendedor

Um estudo feito por professores da Escola Superior de Empreendedorismo Sebrae-SP (ESE) comparou as competências ensinadas nas salas de aula e as exigidas pelo mercado de trabalho

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empreendedor

O espírito empreendedor é uma competência cada vez mais exigida pelas grandes empresas. Essa é uma das conclusões do artigo “The Competencies Managers Need – Do Companies and Business Schools Speak the Same Language?” (As Competências que os Gerentes Precisam – As Empresas e as Escolas de Negócios Falam o Mesmo Idioma?), assinado pelos professores da Escola Superior de Empreendedorismo Sebrae-SP (ESE), Fabíola Sarubbi Marangoni, Eduardo Pinto Vilas Boas, Fernando Nascimento da Silva e Ana Lúcia Pedrazzi.

O paper foi aprovado na seleção do mais importante congresso de gestão mundial, Academy of Mangement, superando várias das principais escolas de negócios do Brasil e do mundo. Os professores da ESE irão apresentá-lo em Boston, nos Estados Unidos, entre 9 e 13 de agosto. O estudo, baseado na tese de doutorado de Marangoni defendida na Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da Universidade de São Paulo (FEA – USP), compara e analisa as competências desenvolvidas nas escolas de Administração e as compara com aquelas exigidas pelas grandes empresas que mantêm programas de trainee.

O empreendedorismo foi uma das competências mais bem avaliadas pelas empresas. A educação empreendedora está se expandindo no campo da pesquisa acadêmica, refletindo sua crescente importância tanto para as universidades quanto para as pessoas que pretendem administrar seus próprios negócios. “Na ESE, o empreendedorismo é conceito transversal ao longo do curso de Administração, permeando todas as disciplinas e norteando a formação do aluno”, explica Marangoni.

Outros fatores identificados como importantes para as empresas são saber construir relações pessoais, trabalho em equipe, compromisso com os valores da companhia, autoconfiança e atuação profissional ética. Uma das surpresas da pesquisa foi que algumas competências identificadas na literatura como fundamentais ao administrador, como pensamento crítico e criatividade, figuraram entre as menos valorizadas pelas empresas que participaram do estudo.

Mas a estudiosa ressalta que as competências exigidas dos trainees pelas empresas não “são as únicas que merecem atenção nos cursos de administração, porque as exigências mudam em cada etapa da carreira profissional e da área de atuação”. Os pesquisadores coletaram dados entre alunos dos melhores cursos de administração do Brasil e tabularam as informações com as competências identificadas como essenciais nos processos seletivos de organizações que possuem programas de trainee.

 

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MPE: 5 dicas para ampliar as vendas para a Páscoa https://newtrade.com.br/varejo/mpe-5-dicas-para-ampliar-as-vendas-para-a-pascoa/ https://newtrade.com.br/varejo/mpe-5-dicas-para-ampliar-as-vendas-para-a-pascoa/#respond Tue, 26 Mar 2019 15:37:33 +0000 https://newtrade.com.br/?p=1014356 ovos de Páscoa

Sebrae orienta como aproveitar a principal data do ano para o segmento

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ovos de Páscoa

A Páscoa é apontada pela indústria do chocolate como o mais importante período comercial do ano, e, também, é uma das principais festividades para o segmento de confeitaria. Tradicionalmente as empresas do setor apostam alto no aquecimento das vendas nas semanas entre o Carnaval e a Semana Santa. Em 2018, segundo dados do segmento, foram produzidas mais de 11 mil toneladas de ovos e produtos de Páscoa, resultado 26% maior que o registrado no ano anterior. Em todo o ano passado, o setor de chocolates faturou R$ 13,3 bilhões, segundo dados do Euromonitor. Para 2019, a expectativa também é otimista.

Para impulsionar as vendas e não perder uma importante oportunidade de negócios, as micro e pequenas empresas do setor precisam estar atentas. As análises feitas pelo Sebrae mostram que é preciso focar em produtos pouco atendidos pela indústria tradicional, explorando ingredientes selecionados e diferenciados. Além do tradicional ovo de chocolate, os ovos de colher, bombons de licor, trufas, colombas, brownies, cupcakes, cookies, bolos de pote e bolos vulcão são alguns dos produtos artesanais que se destacam em relação aos vendidos em grandes mercados.

Confira 5 Dicas para aumentar as vendas antes da Páscoa
Inovar é preciso e dá resultado

Não é só de doce que vive um negócio durante a Páscoa. É preciso ir além e pensar com carinho na apresentação do produto, investindo em embalagens, laços ou até colheres de boa qualidade, no caso de vender a experiência do ovo de colher. Chamar a atenção do cliente é importante e estratégico. Aproveite o poder das redes sociais para divulgar suas criações e novidades.

Cada cliente é único

Um grande diferencial dos doces artesanais é a possibilidade de customização, com opções de encomendas personalizadas. Ideias como “monte seu ovo”, “monte seu combo” ou “escolha a receita”, no qual o cliente escolhe os ingredientes ou combos que agreguem mais produtos, são opções que encantam. Lembre-se que alguns clientes estão em busca de verdadeiros presentes especiais em forma de doce e outros procuram pequenas lembranças. Conheça seus clientes e tenha propostas diferenciadas para os principais perfis de consumo.
Explore novos nichos de mercado

Oferecer uma linha fitness pode ser uma aposta de sucesso. O público que frequenta academias e mantém uma dieta regrada faz com que novas alternativas sejam pensadas para que os chocolates não se apresentem de forma tão calórica. Os doces feitos com whey protein (proteína do soro do leite) e com menor adição de açúcar são uma excelente opção para quem segue uma dieta alta em proteína e baixa em calorias.

Conquistar pelo recheio

O ganache é o recheio das trufas e investir na diversificação de sabores é uma opção altamente válida para os mais diversos produtos especiais de Páscoa. Aposte em um leque de opções que envolva recheios tradicionais, frutas e sabores regionais. Dessa forma, o empreendedor consegue valorizar os gostos do cliente e aproveita vantagens turísticas que sua região oferece.

Ofereça brindes

Faça um cálculo levando em consideração o valor do ticket médio do seu empreendimento (valor médio gasto pelos clientes) e avalie a possibilidade de oferecer brindes durante o período que antecede a Páscoa. Chocolates, itens de papelaria (como cartões ou marcadores de livros), entregas sem custo em domicílio, podem ser alguns diferenciais para atrair e fidelizar seus clientes.

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Sebrae e Governo de São Paulo oferecem juro zero para microempreendedores https://newtrade.com.br/economia/sebrae-e-governo-de-sao-paulo-oferecem-juro-zero-para-microempreendedores/ https://newtrade.com.br/economia/sebrae-e-governo-de-sao-paulo-oferecem-juro-zero-para-microempreendedores/#respond Fri, 13 Jul 2018 10:32:04 +0000 https://newtrade.com.br/?p=68552 varejo

Programa Juro Zero Empreendedor oferece empréstimos de até R$ 20 mil para a categoria

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Os Microempreendedores Individuais (MEIs) do Estado de São Paulo que estão em busca de crédito para investir na melhoria ou na ampliação dos seus negócios têm a oportunidade de obter empréstimo sem juros por meio do programa Juro Zero Empreendedor, uma parceria entre o Sebrae-SP e a DesenvolveSP, agência de fomento do Estado de São Paulo.

Com esse programa, que prevê empréstimos de R$ 1 mil a R$ 20 mil, o MEI não precisa de avalista, tem seis meses de carência e até 36 meses para pagar. Os recursos podem ser utilizados para compra de máquinas, equipamentos, mercadorias e capital de giro produtivo.

O acesso ao crédito é exclusivo para aqueles MEIs que concluírem um curso dentro do programa Super MEI, que oferece 50 mil vagas gratuitas em diversas opções de capacitação técnica no Estado de São Paulo. São opções que abrangem formação inicial dentro de áreas como construção civil, alimentos e bebidas, beleza e setor automotivo, entre outras.

Até o momento, cerca de 270 MEIs de todo o Estado já foram beneficiados com o programa Juro Zero Empreendedor. Uma das contempladas foi a empresária Beatriz Romagnoli, que, após um longo período trabalhando como designer gráfica em grandes empresas, criou a Canecas Mania e Muito Mais, que faz brindes e souvenirs.

Para aumentar a produção da sua empresa, Beatriz solicitou um crédito de R$ 4 mil do programa Juro Zero para investir na compra de uma impressora e uma plotter de recorte para melhorar a qualidade dos trabalhos, além de utilizar parte do dinheiro para adquirir um pouco mais de estoque. Hoje, ela já consegue medir o resultado do investimento, com aumento de 25% nas vendas de seus produtos. “A impressora nova ajudou na questão da velocidade. Ela é quase três vezes mais rápida que a anterior. Já com a plotter de recorte eu deixei de fazer muitas coisas manualmente e aumentei a gama de produtos. Se não tivesse adquirido essas ferramentas não conseguiria atender à demanda crescente e, consequentemente, aumentar os lucros”, comemora a empreendedora.

Saiba como solicitar o crédito sem juros

Acesse o site http://jurozero.sebraesp.com.br e faça o seu cadastro.

Depois disso, procure o Escritório Regional do SebraeSP mais próximo para iniciar o plano de negócios. Com ele em mãos, o consultor que o atendeu vai visitar o seu negócio para avaliar a solicitação. Se o seu plano de negócios for aprovado, o crédito será liberado.

REGRAS

– O MEI precisa ter concluído um curso do programa Super MEI.

– Solicitação de crédito sujeita à análise do plano de negócios e consulta de restrições cadastrais (não pode ter restrições no CNPJ e no CPF do titular).

– O benefício juro zero será concedido exclusivamente para parcelas pagas até o vencimento. Em caso de atraso, haverá cobrança de multa de 2%, mais juros equivalentes a TJLP ao mês.

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Sebrae e OAB firmam acordo para garantir direitos dos pequenos negócios https://newtrade.com.br/nao-categorizado/sebrae-e-oab-firmam-acordo-para-garantir-direitos-dos-pequenos-negocios/ https://newtrade.com.br/nao-categorizado/sebrae-e-oab-firmam-acordo-para-garantir-direitos-dos-pequenos-negocios/#respond Thu, 07 Jun 2018 10:36:39 +0000 https://newtrade.com.br/?p=67410

Para Guilherme Afif Domingos, o acordo fará com que as micro e pequenas empresas tenham assegurado o tratamento diferenciado, como determina a Constituição Federal

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O Sebrae e a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) assinaram na terça-feira (5), um acordo para que seja assegurado o tratamento diferenciado e simplificado para os pequenos negócios, que são garantidos pela Constituição Federal. Entre as medidas a serem adotadas pelas duas instituições, está a criação de uma comissão mista de monitoramento e análise de temáticas legais que impactem nas MPE em nível federal e nos Estados e municípios, quando viável.

“Estamos dando um valor muito grande a essa aliança que será uma marquise protetora para caso aconteça de algum legislador não saber do diferencial que são os pequenos negócios”, afirmou o presidente do Sebrae, Guilherme Afif Domingos, depois de assinar o acordo, junto com o presidente do Conselho Federal da OAB, Cláudio Lamachia, e os diretores do Sebrae, Heloisa Menezes, e Vinícius Lages. “Este acordo começa por aqui e se estenderá por estados e municípios”, acrescentou Afif, ressaltando a importância dos pequenos negócios para o desenvolvimento do País.

Segundo Lamachia, a OAB deverá criar uma comissão especial, formada de representantes das duas instituições, para atender as micro e pequenas empresas. “Vamos incentivar, cada vez mais, parcerias com o Sebrae para se mostrar como se trabalha não apenas em prol dos pequenos negócios, mas também pela sociedade”, afirmou o presidente da OAB, ressaltando que o acordo também deverá ser estendido à Seccionais da Ordem nos estados e municípios.

Sebrae e OAB já trabalharam juntos em defesa dos direitos das micro e pequenas empresas. Em 2016, foi ajuizada pelas duas instituições uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI), contra a derrubada da cobrança da substituição tributária do comércio eletrônico. A parceria foi vitoriosa e resultou numa liminar contra a decisão do Confaz.

Atualmente, tramita no Supremo Tribunal Federal (STF) uma outra ADI que trata da substituição tributária do diferencial das alíquotas dos optantes do Simples. Tanto o presidente do Sebrae como o da OAB concordaram sobre a necessidade de uma reforma tributária que beneficie os pequenos negócios, inclusive os advogados. “Vamos colocar a reforma tributária em nossa pauta”, afirmou Lamachia.

O acordo – O acordo tem como objetivo a conjugação de esforços entre o Sebrae e a OAB na realização de ações conjuntas para a atuação institucional para garantir o tratamento diferenciado e simplificado pelo Poder Público, conforme determina a Constituição Federal. Além disso, a atuação conjunta vai aproximar os profissionais, empresas e operadores do Direito da realidade e necessidades cotidianas e estruturais das micro e pequenas empresas brasileiras. Em especial, quando houver a necessidade de interposição de medidas judiciais diante da não aplicação do preceito constitucional.

A OAB vai atuar conjuntamente com o Sebrae no monitoramento e na análise sobre a legislação vigente sobre os pequenos negócios no Brasil. A intenção é aprimorar os parâmetros para construção, revisão e adequação das normas legais de interesse das MPE, o que garantirá o desenvolvimento, regularização e fortalecimento de microempreendedores individuais, microempresas e empresas de pequeno porte. As ações serão detalhadas em planos de trabalho.

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Banca de jornal terá serviços bancários https://newtrade.com.br/economia/banca-de-jornal-tera-servicos-bancarios/ https://newtrade.com.br/economia/banca-de-jornal-tera-servicos-bancarios/#respond Tue, 10 Apr 2018 10:50:52 +0000 https://newtrade.com.br/?p=65951

Consórcio cria tecnologia para permitir que pontos de venda ofereçam pagamento de contas, transferências e até microcrédito; 500 bancas já manifestaram interesse

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Serviços como transferência bancária, pagamento de contas e contratação de microcrédito poderão ser oferecidos por bancas de jornal e similares a partir do mês que vem. A possibilidade chega ao segmento através da distribuidora Total Publicações e da Nexxera, especializada em serviços para o setor financeiro. Batizado como Banca E-Fácil, o projeto da dupla demandará R$ 100 milhões em desenvolvimento e implementação de software, treinamento e divulgação.

Para o diretor do E-Fácil (responsável pela plataforma que suportará os serviços), Charles Machado, há potencial para a cadeia se tornar “a segunda maior rede bancária do Brasil”, ultrapassando as casas lotéricas. Além de serviços financeiros, poderá ser oferecida a venda de ingressos, de passagens e de planos de telefonia.

Segundo Machado, 500 pontos de venda já estão negociando adesão ao programa. A meta é alcançar 2 mil até o fim do ano. São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Santa Catarina e Bahia estão sendo os primeiros estados de celebração das parcerias.

Diretor comercial da Total Distribuidora, Osmar Lara estima que existam no País cerca de 13 mil bancas de jornais e pontos de venda alternativos, como revistarias ou charutarias (mais populares que o modelo de “lata” em regiões como a Sul). “Com o jornaleiro aderindo e realizando serviços bancários, vamos atrair mais pessoas para a banca e, assim, vender mais revistas por conta do fluxo”, afirma o executivo da Total. A empresa é a distribuidora de publicações do grupo Abril.

Segundo Lara, o retorno da empresa de logística com a empreitada será indireto e relacionado à possibilidade de cross-sell. Já os jornaleiros que aderirem receberão parcela da taxa de conveniência atrelada aos serviços.

O projeto também inclui a implementação de softwares de gestão (ou ERPs) nas bancas que participarem da iniciativa. “Em São Paulo, cerca de 30% das bancas já contam com um ERP, mas apenas as grandes. Já no Brasil, a média [de pontos com o software] é 10%”, afirmou Osmar Lara. “Com esse sistema, teremos informações de horários e quantidades dos produtos vendidos”, sinalizou ele. Tais informações poderão ser monetizadas pela Nexxera, proprietária do ERP e fornecedora de serviços de inteligência de mercado baseados em grandes volumes de dados.

De origem catarinense, a Nexxera também é responsável pela ligação das bancas com o sistema dos bancos, uma vez que está integrada a mais de 70 players do setor financeiro, além de empresas de utilities e telecomunicações.

Segurança

Por questões de segurança, as bancas de jornal não devem efetuar transações com dinheiro vivo. “Para não deixar o jornaleiro exposto, os pagamentos serão feitos via cartão de débito ou crédito”, explica Lara, da Total Publicações.

O ponto de venda participante também será obrigado a realizar um investimento em hardware, caso não possua computador. O consórcio estuda a possibilidade de, em um futuro próximo, oferecer preços especiais para interessados através de acordo com uma produtora de computadores.

Presidente do Sindicato dos Jornaleiros do Estado de São Paulo (Sindjorsp), José Antônio Mantovani sinalizou que o projeto pode acelerar a formalização de bancas de jornal. “A banca que hoje é pessoa física terá que se tornar microempreendedor individual (MEI) ou abrir empresa no Simples para poder operar os serviços”. Mantovani ainda afirmou que o valor da taxa paga aos jornaleiros decidirá se a participação na iniciativa valerá ou não a pena. “Esse valor que vai definir o sucesso do projeto”, argumentou.

Das cerca de 13 mil bancas de jornal e similares existentes no Brasil, cerca de 5 mil se encontram em São Paulo. A capital do estado soma 3,5 mil.

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Feira do Sebrae será 1º teste do varejo no ano https://newtrade.com.br/economia/feira-do-sebrae-sera-1o-teste-do-varejo-no-ano/ https://newtrade.com.br/economia/feira-do-sebrae-sera-1o-teste-do-varejo-no-ano/#respond Wed, 28 Mar 2018 10:28:48 +0000 https://newtrade.com.br/?p=65621

140 mil pessoas são esperadas durante os três dias de evento em SP

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O apetite dos potenciais empresários brasileiros terá seu primeiro teste na Feira do Empreendedor, que acontece entre 7 e 10 de abril, em São Paulo. Com a perspectiva de receber 140 mil visitantes, o evento é a vitrine que abre o calendário das franquias na busca por novos negócios.

A feira é organizada pelo Sebrae-SP e vai acontecer no Pavilhão de Exposições do Anhembi com a participação de 450 expositores, que oferecerão oportunidades para todo perfil de empreendedor.

Segundo o consultor do Sebrae-SP, Gustavo Carrer, a feira será dividida em três frentes: fomento, capacitação e geração de negócios. Com destaque para a rodada de negócios com empresas brasileiras e internacionais convidados pelo Sebrae e Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos. “As empresas mais preparadas negociam com o comprador internacional. As iniciantes vão conversar com as comerciais importadoras e exportadoras para dar os primeiros passos com a exportação indireta.”

Participando pela primeira vez do evento do Sebrae, a rede mineira Suav aproveitará a feira para encontrar franqueados em São Paulo. Segundo o diretor executivo da rede, Diogo Cordeiro de Oliveira, a empresa pretende alcançar 100 lojas este ano e faturar R$ 6 milhões, objetivo que passa pelo êxito no evento do mês que vem. “Temos a intenção de alcançar 500 unidades em cinco anos da franquia no mercado”, diz.

Quem também tem grandes planos para evento é a Chocolateria Brasileira, franquia de chocolates finos. A rede, comandada por Christian Neugebauer, vai anunciar no evento dois novos modelos de franquia: Chocobag e Quiosque.

A Chocobag é uma mala térmica estilizada com custo inicial de R$ 3 mil, com margem de 27% de lucro. Vinculado à uma loja ou quiosque, o franqueado atua com vendas porta a porta ou parcerias. A outra novidade é o quioque, com custo de R$ 38 mil e margem em torno de 15%. “É a grande oportunidade para apresentar a Chocolateria, já que o público busca de novos negócios”, afirma Neugebauer.

Para o diretor da consultoria de franquias US Franchising, Eládio Toledo, por mais opções de negócios que a feira ofereça, novo empreendedor precisa ficar atento à questão como o perfil da rede, previsão de gastos e solidez da marca escolhida. “Obviamente, quem deve se certificar disso é o investidor. Analisar documentos e conversar com franqueados e ex-franqueados é a melhor forma de garantir que a marca tenha solidez”, explica.

Caminho oposto

Para os empresários que já atuam com lojas próprias mas querem desbravar os franquias, a Oficina de Franquias promete mostrar o caminho das pedras. Com um custo médio entre R$ 100 mil e R$ 200 mil para se entrar neste ramo, a Oficina oferece a opção de entrar como parceira do negócio e diminuir os custos iniciais. “Entramos como parceira no seu projeto, você investe apenas os custos operacionais de abertura. É por isso que a oficina de franquias é considerada única e sob medida para quem quer se tornar um franqueador”, conta a empresa. .

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Acordo entre BNDES e Sebrae pode ofertar crédito de R$ 6 bi para empresas https://newtrade.com.br/economia/acordo-entre-bndes-e-sebrae-pode-ofertar-credito-de-r-6-bi-para-empresas/ https://newtrade.com.br/economia/acordo-entre-bndes-e-sebrae-pode-ofertar-credito-de-r-6-bi-para-empresas/#respond Fri, 19 Jan 2018 12:40:22 +0000 https://newtrade.com.br/?p=63055 crédito

Iniciativa foi concebida para superar dois problemas que os microempresários enfrentam na tentativa de obter financiamento: os elevados juros cobrados e o excesso de burocracia.

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O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), em parceria com o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), pode ofertar até R$ 6 bilhões para micro e pequenos empreendedores. As concessões deverão atingir 280 mil negócios enquadrados nessa modalidade, ao longo de dois anos.

Anunciada no dia 17, a iniciativa foi concebida, de acordo com as duas instituições, para superar dois problemas que os microempresários enfrentam na tentativa de obter financiamento: os elevados juros cobrados e o excesso de burocracia.

Uma pesquisa de 2016 do Sebrae indicou que, para quase a metade deles (47%), a redução da taxa de juros cobrada seria a melhor solução. Por sua vez, uma maior maleabilidade na lista de garantias exigidas para que o financiamento seja aprovado foi citada por 27% dos entrevistados.

Em uma nova edição da pesquisa, realizada em 2017, os índices passaram para 53% e 24%, respectivamente. Na maioria das vezes, as saídas encontradas são negociar prazos de pagamento com fornecedores e recorrer a cheques pré-datados ou especiais e ao cartão de crédito empresarial. “Os bancos se tornaram grandes demais para atender aos pequenos empresários”, afirmou o presidente do Sebrae, Guilherme Afif Domingos.

Plano de trabalho

A ideia é que os empreendedores contem com o auxílio das chamadas fintechs, companhias que utilizam recursos tecnológicos para atingir melhores índices financeiros e que, no plano das firmas de pequeno porte, poderão colaborar com a diminuição de riscos operacionais. Como preparação adicional, haverá ainda outros três eixos, que abrangem capacitação e orientação, sistemas garantidores de crédito e relacionamento institucional.

Ricardo Luiz de Souza Ramos, diretor do BNDES, disse que, em breve, uma chamada será feita para selecionar uma pequena empresa de São Paulo como projeto experimental desse conjunto de ações programado.

 

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Faturamento dos pequenos negócios paulistas tem aumento de 2,2% em outubro https://newtrade.com.br/economia/faturamento-dos-pequenos-negocios-paulistas-tem-aumento-de-22-em-outubro/ https://newtrade.com.br/economia/faturamento-dos-pequenos-negocios-paulistas-tem-aumento-de-22-em-outubro/#respond Fri, 29 Dec 2017 08:24:56 +0000 https://newtrade.com.br/?p=62013

Melhora da economia contribuiu para o oitavo mês seguido de alta na receita das micro e pequenas empresas, segundo Sebrae-SP

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Com uma receita total de R$ 51,9 bilhões em outubro, as micro e pequenas empresas (MPEs) instaladas no Estado de São Paulo registraram aumento de 2,2% no faturamento real (já descontada a inflação) na comparação com o mesmo período de 2016. Foi o oitavo mês seguido de elevação na receita das MPEs em um mês em relação ao mesmo mês do ano anterior. Os números são da pesquisa Indicadores, realizada pelo Sebrae-SP.

De acordo com o levantamento, o desempenho das MPEs tem acompanhado o processo de modesta melhora da economia do País. O principal fator a contribuir para a recuperação dos ganhos das MPEs é a queda da inflação, que preserva o poder de compra da população.

“Os pequenos negócios refletem fortemente a situação econômica atual. O registro de alta da receita pelo oitavo mês consecutivo demonstra que o Brasil reencontrou o ritmo do crescimento. E melhor: tudo indica que esse movimento vai continuar, propiciado pelo espalhamento da recuperação da economia. Com a projeção de alta nas vendas do Natal e o bom desempenho da indústria, em especial a de bens intermediários, devem fechar em alta em 2017”, afirma o presidente do Sebrae-SP, Paulo Skaf.

Por setores, a indústria apresentou crescimento de 17% no faturamento em outubro ante o mesmo mês do ano passado. No comércio, o aumento foi bem mais discreto, de apenas 0,3%; por outro lado, os serviços registraram queda de 0,4% em igual período.

O bom resultado da indústria pode ter conexão com o abastecimento do varejo para as vendas de fim de ano em nível superior ao de 2016. As vendas dos setores de comércio e os serviços podem ter sofrido uma acomodação, já que desde agosto o mercado não tem a injeção de recursos das contas inativas do FGTS.

“Tendo em consideração o desempenho das micro e pequenas empresas até outubro, a previsão é que elas cheguem ao final de 2017 com um faturamento de 5,5% a 6% maior do que o de 2016”, explica o diretor superintendente do Sebrae-SP, Bruno Caetano. “Essa perspectiva considera o momento da economia brasileira, que se mostra mais positivo do que no passado recente, além do fato de, no acumulado de janeiro a outubro deste ano, o faturamento já apresentar elevação de 6% sobre o mesmo intervalo de 2016.”

Na análise por regiões, o faturamento das MPEs do Grande ABC foi o melhor: avanço de 13,1% em outubro na comparação com o mesmo mês do ano passado. Foi o primeiro crescimento na receita real da região depois de 29 meses de reduções consecutivas no faturamento real em um mês sobre o mesmo mês do ano anterior.

As MPEs do município de São Paulo viram seu faturamento se elevar 5,4%; entre as localizadas no interior do Estado, a expansão do faturamento foi de 3,1% e as da região metropolitana de São Paulo faturaram 1,4% mais em outubro do que em outubro de 2016.

Ainda na comparação entre outubro deste ano e outubro de 2016, houve crescimento de 9% no rendimento dos empregados (descontada a inflação); diminuição de 6,2% no pessoal ocupado e queda de 5,6% na folha de salários.

Microempreendedor Individual

O Microempreendedor Individual (MEI) registrou alta de 12,8% no faturamento em outubro ante o mesmo mês do ano passado. Foi o quarto aumento consecutivo no indicador de receita real na comparação de um mês como igual período do ano anterior. A receita total dos MEIs paulistas em outubro ficou em R$ 4,3 bilhões.

Por setores, em outubro de 2017 sobre outubro de 2016, a receita do MEI da indústria ficou 3,7% menor. Em contrapartida, o MEI do comércio viu o faturamento se elevar 28,7% e no setor de serviços, os ganhos cresceram 8,3%.

Em outubro deste ano sobre outubro de 2016, o MEI da região metropolitana de São Paulo apresentou expansão de 16,7% no faturamento e o do interior do Estado registrou aumento de 8,4% na receita real.

Expectativas

Em novembro, 42% dos donos de MPEs paulistas disseram acreditar em aumento do faturamento dos seus negócios nos próximos seis meses. Há um ano, 36% cogitavam essa possibilidade. Também 42% falam em estabilidade na receita, ante 48% em novembro de 2016.

Quanto aos próximos seis meses da economia, a maioria dos empresários entrevistados (43%) aguarda manutenção no nível de atividade. Outros 35% falam em melhora.

Os MEIs, no entanto, estão mais cautelosos em relação aos próximos seis meses no que diz respeito ao faturamento de seus negócios. Para 53% deles, haverá melhora nesse quesito ante 57% que consideravam essa hipótese em novembro de 2016. Em relação à economia brasileira, 47% afirmaram, em novembro, crer em estabilidade; no mesmo mês de 2016, essa era a opinião de 40% deles. Na pesquisa atual, 37% afirmaram prever melhora, índice inferior aos 46% de novembro do ano passado.

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