producao – Newtrade https://newtrade.com.br Tue, 19 Feb 2019 09:08:09 -0300 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=5.3 https://newtrade.com.br/wp-content/uploads/2017/03/favicon-newtrade.png producao – Newtrade https://newtrade.com.br 32 32 73% dos industriais pretendem elevar produção em 2019 https://newtrade.com.br/economia/73-dos-industriais-pretendem-elevar-producao-em-2019/ https://newtrade.com.br/economia/73-dos-industriais-pretendem-elevar-producao-em-2019/#respond Tue, 19 Feb 2019 09:08:09 +0000 https://newtrade.com.br/?p=1013305

A decisão de aumentar a produção ainda no primeiro semestre foi citada por 68,2% dos industriais consultados.

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Os industriais paulistas estão otimistas com o horizonte de negócios em 2019, revela pesquisa da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) com mais de 500 executivos do setor. Conforme o levantamento, 72,9% estão otimistas em relação ao ano e pretendem aumentar a produção. Em 2018, a parcela de empresários otimistas era menor, de 60,9%.

A decisão de aumentar a produção ainda no primeiro semestre foi citada por 68,2% dos industriais consultados. Do total, 67,2% esperam ampliar as vendas no mercado interno e 51,3% acreditam que irão aumentar suas exportações. “Essa percepção positiva está em todos os setores da economia. Agora, cabe a nós, sociedade e governo, arregaçarmos as mangas e tornar realidade esse otimismo”, afirma o presidente da Fiesp, Paulo Skaf.

Em relação à contratação de novos profissionais, 41,2% pretende aumentar o quadro de funcionários na primeira metade do ano, no melhor patamar desde 2011. Por tamanho, 44,8% das pequenas pretendem ampliar o quadro de empregados, ante 31,1% das indústrias médias e 37,9% das grandes.

Os industriais se mostraram otimistas com as perspectivas econômicas do País, a partir de um novo governo. Expressivos 92,4% dos consultados esperam aprovação da reforma da Previdência, com 60,9% já neste ano.

Fé no governo

Ao mesmo tempo, 89,1% acredita que o governo implementará uma reforma tributária, com 71% apostando em aprovação já em 2019 ou 2020. Neste critério, ampla maioria (93,6%) avalia que o governo não aumentará a carga tributária, mesmo diante de sérias dificuldades fiscais do País.

O custo do crédito deverá ser reduzido, conforme avaliação de 87,9%, enquanto outros 75,8% esperam que o governo mantenha o BNDES como importante catalisador do aumento da atividade industrial.

Os industriais ainda esperam aumento dos incentivos para investimentos (62,1%), à inovação e ao desenvolvimento tecnológico (63,0%), além da criação de uma nova política industrial (64,0%).

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Consumo de café atingiu 155 milhões de sacas e produção 153,9 em nível mundial https://newtrade.com.br/industria/consumo-de-cafe-atingiu-155-milhoes-de-sacas-e-producao-1539-em-nivel-mundial/ https://newtrade.com.br/industria/consumo-de-cafe-atingiu-155-milhoes-de-sacas-e-producao-1539-em-nivel-mundial/#respond Tue, 24 Oct 2017 10:52:42 +0000 https://newtrade.com.br/?p=58770

Café arábica representou mais de 60% da produção mundial

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O café arábica representou 63,2% da produção mundial de café no ano cafeeiro 2016/17, com 97,3 milhões de sacas de 60kg, enquanto a produção de robusta foi de 56,6 milhões, ou seja, 36,8% do total. A produção mundial atingiu 153,9 milhões de sacas nesse período, representando aumento de 1,5% em relação ao ano cafeeiro 2015/16. E o consumo de café, em nível mundial, no ano cafeeiro 2016/17 foi de 155,1 milhões de sacas.

Esses dados da produção e consumo mundial do café constam do Relatório sobre o mercado de Café – Setembro 2017, da Organização Internacional do Café – OIC, da qual o Brasil é país-membro, sediada em Londres – UK, que administra o Acordo Internacional do Café (AIC), importante instrumento de cooperação dos países produtores e consumidores de café. No Relatório, a Organização destacou análises da performance dos três principais países produtores e exportadores de café no mundo: Brasil, Vietnã e Colômbia.

 

Imagem meramente ilustrativa

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Marilan completa 60 anos com produção diária de 80 milhões de unidades de biscoitos https://newtrade.com.br/nao-categorizado/marilan-completa-60-anos-com-producao-diaria-de-80-milhoes-de-unidades-de-biscoitos/ https://newtrade.com.br/nao-categorizado/marilan-completa-60-anos-com-producao-diaria-de-80-milhoes-de-unidades-de-biscoitos/#respond Mon, 26 Jun 2017 15:21:37 +0000 https://newtrade.com.br/?p=40121 Marilan

Empresa é a 2ª maior fabricante da categoria do País

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Marilan

A Marilan celebra 60 anos de história consolidando-se como a segunda maior fabricante de biscoitos do País. Com tradição e modernidade caminhando juntas, a empresa construiu um amplo portfólio de produtos que, hoje, chega a mais de 100 itens entre biscoitos salgados, doces, integrais, cookies, rosquinhas, recheados,wafers, snacks e torradas.

A empresa, que nasceu em um modesto prédio localizado em Marília (SP), em 1957, expandiu e conquistou o gosto dos consumidores, tanto no Brasil como no exterior, em mais de 50 países.

Hoje, a empresa conta com um parque fabril com 53 mil metros quadrados ocupados por linhas modernas e automatizadas para a fabricação de cerca de 1 milhão e 200 mil pacotes – o que corresponde a 80 milhões de unidades de biscoitos por dia. A fábrica tem capacidade para produzir cerca de 220 mil toneladas de biscoitos por ano.

Em seu portfólio, há produtos para todos os gostos. Desde os tradicionais biscoitos Maizena e Cream Cracker, até a nova linha de Cookies com gotas de chocolate, o biscoito Teens e a linha Pit Stop.

As inovações no portfólio são constantes para atender às novas demandas do mercado. Em 2016, a Marilan lançou a marca LEV, uma linha de produtos saudáveis, com cereais integrais – combinação perfeita de produtos saborosos, com diferenciais nutricionais e embalagens práticas para o consumo no dia a dia.

“Estamos contentes por comemorar os 60 anos de Marilan e de nos consolidar como a segunda maior fabricante de biscoitos do país. A nossa história de sucesso é baseada na forte política de qualidade e constantes processo de inovação, o que nos permite oferecer produtos saborosos, nutritivos e de alta qualidade aos nossos consumidores”, comenta Sérgio Tavares, Diretor comercial da Marilan.

HISTÓRIA

Exibindo image010.jpgTrabalho, dedicação e muito amor são conceitos que explicam a trajetória de sucesso traçada pelo casal de fundadores Maximiliano e Iracema Garla, que sempre ofereceu produtos de qualidade e cuidado especial para seus consumidores levarem para a casa.

Para escolher o nome da marca, o casal usou o veículo de comunicação que reinava na década de 1950, o rádio, e lá promoveram um concurso. E assim, a Marilan foi batizada pela comunidade local, em 31 de março de 1957.

No início, algumas embalagens vinham descritas como ‘Biscoutos’, que naquele tempo era apenas uma variação da palavra biscoitos – encontrada também na primeira logomarca da companhia.

Ao longo destes 60 anos, os biscoitos Marilan ganharam embalagens modernas e alinhadas à sua época. A primeira delas, uma icônica lata amarela que facilitava o transporte dos produtos no fim dos anos 1950.

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Jasmine assume produção e logística da Fazenda da Toca https://newtrade.com.br/industria/jasmine-assume-producao-e-logistica-da-fazenda-da-toca/ https://newtrade.com.br/industria/jasmine-assume-producao-e-logistica-da-fazenda-da-toca/#respond Fri, 12 May 2017 18:32:46 +0000 https://newtrade.com.br/?p=38512 Fazenda da Toca

Sucos e molhos são as categorias que passam a ser feitos pela empresa

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Fazenda da Toca

Buscando oferecer uma variedade de produtos cada vez maior em alimentos orgânicos, a Jasmine assume a produção e logística de sucos e molhos baseados nas receitas elaboradas pela Fazenda da Toca.  Atenta às exigências dos clientes da grife de orgânicos do grupo Península – controladora da Fazenda da Toca –, a Jasmine manterá as receitas fiéis às originais: serão usados os mesmos insumos produzidos na Toca e outros frutos da rede de fornecimento já existente.

Além disso, as duas empresas permanecerão unidas para trazer novas receitas inovadoras para um mercado que está em crescimento e passa a exigir cada vez mais produtos orgânicos de verdade. E por acreditar na causa e estar focada no objetivo de ampliar e fortalecer a atuação no mercado de orgânicos, a Jasmine resolveu assumir o portfólio inteiro de receitas Toca.

“Um dos maiores desafios do desenvolvimento de produtos orgânicos no Brasil é a escassez de matéria-prima. A parceria com a Fazenda da Toca possibilitará a ampliação da rede de fornecimento da Jasmine, fortificando a nossa atuação nesse segmento e na transformação da vida do consumidor por meio do alimento”, conta Jean-Baptiste Cordon, CEO da Jasmine. O executivo complementa dizendo que esse é um primeiro passo para um portfólio de produtos ainda mais completo para a marca.

Os sucos voltarão ao mercado nos sabores Tangerina, Goiaba, Laranja, Manga, Maracujá e Limão, sem conservantes, aditivos artificiais e açúcar. E os molhos, nas versões Tradicional, Passata, Manjericão, Orégano e Pimenta, também sem conservantes, óleos e com uma alta concentração de tomate.

“Estamos muito felizes em anunciar nossa parceria com a Jasmine, que vai adicionar ao portfólio nossa linha de sucos e molhos de tomate orgânicos. Sabemos que os nossos consumidores são fiéis aos produtos Toca e nos sentimos muito confortáveis por ter um fornecedor com os mesmos princípios e que dê continuidade aos nossos produtos”, diz Pedro Paulo Diniz, CEO da Fazenda da Toca.

Os produtos estarão disponíveis a partir de setembro em pontos de venda em todo Brasil.

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Produção industrial do Brasil cai mais que o esperado e tem pior março da série https://newtrade.com.br/economia/producao-industrial-brasil-cai-mais-que-o-esperado-e-tem-pior-marco-da-serie/ https://newtrade.com.br/economia/producao-industrial-brasil-cai-mais-que-o-esperado-e-tem-pior-marco-da-serie/#respond Wed, 03 May 2017 14:54:09 +0000 https://newtrade.com.br/?p=38063 produção industrial

Produção cai 1,8% em março, diz IBGE

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produção industrial

A produção industrial brasileira recuou com mais força do que o esperado em março, marcando o pior desempenho para esses meses e com fortes perdas generalizadas que destacam a dificuldade de retomada após dois anos de profunda recessão da economia brasileira.

A produção despencou 1,8% em março na comparação com o mês anterior, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quarta-feira, contra expectativa em pesquisa da Reuters de recuo de 1%.

Trata-se do pior resultado mensal desde a queda de 3,3% em agosto do ano passado e a leitura mais fraca para março na série histórica iniciada em 2002.

A produção teve crescimento de 1,1% na comparação com março de 2016 e de 0,6% no acumulado. Mas na média móvel trimestral, houve recuo de 0,7%. Em 12 meses, o indicador acumula queda de 3,8%.

Na passagem de fevereiro para março deste ano, as quatro grandes categorias econômicas da indústria tiveram resultado negativo, com destaque para os bens de consumo duráveis, que recuaram 8,5%. Os bens de capital, que são as máquinas e equipamentos, caíram 2,5%, assim como os bens intermediários, que são os insumos industriais para o setor produtivo. Os bens de consumo semi e não duráveis caíram 1,8%.

Queda entre fevereiro e março
Quinze das 24 atividades industriais pesquisadas tiveram queda na produção entre fevereiro e março, com destaque para veículos automotores, reboques e carrocerias (-7,5%), produtos farmoquímicos e farmacêuticos (-23,8%) e coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (-3,3%).

Entre os nove ramos que ampliaram a produção nesse mês, a contribuição mais importante veio dos produtos alimentícios (1,3%). A alta do setor eliminou parte do recuo de 2,4% de fevereiro de 2017.

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JBS aposta em robôs para aumentar eficiência financeira https://newtrade.com.br/industria/jbs-aposta-em-robos-para-aumentar-eficiencia-financeira/ https://newtrade.com.br/industria/jbs-aposta-em-robos-para-aumentar-eficiencia-financeira/#respond Mon, 06 Mar 2017 09:02:27 +0000 https://newtrade.com.br/?p=36175 JBS

O objetivo da companhia é reduzir em até 5% seus custos fixos e oferecer um preço mais competitivo

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JBS

A JBS Higiene & Limpeza aposta em automação industrial como estratégia para a melhoria de seus negócios. Recentemente, a empresa adquiriu 12 novos robôs, cinco deles para encaixotamento dos produtos e sete para empilhamento de caixas nos paletes de madeira.

As máquinas ainda têm capacidade de acompanhar o rendimento das linhas industriais, gerando eficiência financeira em curto prazo.

O objetivo da companhia, por meio da aquisição dos robôs, é reduzir em até 5% seus custos fixos e, como consequência, oferecer um preço mais competitivo para seus clientes.

De acordo com Israel Vignado, diretor da JBS Higiene & Limpeza, o uso da tecnologia em favor da melhoria nos processos já é uma marca da unidade de negócios.

“Mais do que atualizar as linhas de produção, a chegada dos robôs elevou o patamar de inovação da fábrica. Isso também chegou diretamente aos nossos colaboradores, que estão sendo treinados para operar a novidade”.

O executivo também explica que o investimento na qualificação dos funcionários é fundamental para que possam tirar melhor proveito das características dos equipamentos.

A JBS Higiene & Limpeza é a principal produtora de sabonetes em barra e sabões no segmento B2B. Atua também na produção de massa base para sabão e sabonetes de origem vegetal ou animal e glicerina, além de linhas de alta capacidade para sabonetes em barra e sabão.

É responsável pela fabricação de produtos das maiores empresas de higiene e limpeza do Brasil. Também comercializa seus produtos para mais de 50 empresas em todo o país, além de exportar para clientes na Nigéria, Cabo Verde, Angola, Cuba, Argentina, Peru, Colômbia, Paraguai, Venezuela e Uruguai.

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Piá quer se tornar referência na produção de iogurtes https://newtrade.com.br/industria/pia-quer-se-tornar-referencia-na-producao-de-iogurtes/ https://newtrade.com.br/industria/pia-quer-se-tornar-referencia-na-producao-de-iogurtes/#respond Tue, 14 Feb 2017 13:47:50 +0000 https://newtrade.com.br/?p=35639 Piá

Cooperativa gaúcha quer reduzir a participação do leite no seu faturamento e aumentar dos produtos de valor agregado

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Piá

Durante convenção de vendas realizada no final de janeiro em Gramado com a presença de 200 pessoas, a Cooperativa Piá anunciou a sua mudança de posicionamento. De uma marca de leite que também tem iogurte, a Piá passa a ser uma marca de iogurte que também tem leite. “Queremos quebrar o paradigma do leite, com novo foco de marketing e eficiência total nas operações”, resumiu o presidente da cooperativa, Gilberto Kny.

O leite sempre foi o carro-chefe da Piá desde o início da produção, em 1972, quando eram processados dois mil litros de leite por dia, até chegar aos dias de hoje, quando o volume diário ultrapassa os 600 mil litros. A partir da década de 1980, a cooperativa passou a fabricar iogurtes, e hoje se consolidou como a marca de lácteos mais lembrada e preferida no Rio Grande do Sul, conforme apontam pelo menos duas pesquisas realizadas em 2016. É nesta onda que a Piá pretende surfar, vendendo produtos de maior valor agregado e aproveitando o aumento de sua capacidade industrial a partir de março, quando a fábrica de iogurtes terá sua nova capacidade disponível para produzir.

O novo posicionamento é um desdobramento do salto dado em 2001, quando a empresa, sem se descuidar da venda de leite longa vida, passou a investir em produtos de maior valor agregado, especialmente nos iogurtes. De lá para cá, a linha de produtos vem aumentando consideravelmente, de tal forma que a Piá possui a liderança absoluta na Região Sul. É a única região do Brasil onde a liderança não pertencia às grandes multinacionais lácteas, mas a uma forte marca regional.

Nos últimos anos, a Piá tem aumentado o seu faturamento anualmente, chegando a R$ 708 milhões no ano passado. Entre os segredos da marca para os resultados positivos está o incentivo aos produtores da cooperativa, que recebem toda a assistência técnica e a garantia de compra, com valores bem acima da média estabelecida pelo Conselho Estadual do Leite – Conseleite.

No campo, nos últimos seis anos, a Piá modernizou o trabalho de fomento e assistência técnica junto ao agricultor. Entre as ações realizadas está o ingresso no Programa Alimento Seguro – PAS, que capacita os técnicos que trabalharão nas ações focadas na qualidade do leite e a criação do Programa de Gestão de Propriedade e Capacitação de Produtores, com um time de especialistas em produção animal, nutrição animal e sanidade animal que prestam assistência aos produtores, e profissionais que dividem conhecimentos sobre melhorias na gestão da propriedade, focando na produtividade, qualidade do leite e rentabilidade.

Outro fator que contribui para o crescimento constante da empresa é a preocupação com a qualidade de seus produtos. Além de investir permanentemente em novos maquinários e embalagens, a cooperativa mantém controles rigorosos em todas as etapas de fabricação. Resultado: a marca tem um dos maiores índices de fidelização junto aos consumidores da Região Sul do Brasil.

Entre as novidades da indústria estão equipamentos com tecnologia de ponta, como os instalados no laboratório da Piá para o controle de recepção da matéria prima. Modernos e precisos, eles fazem mais de 100 mil análises por mês, com todos os procedimentos necessários exigidos. “É um controle de segurança e precisão e, além disso, muito veloz”, explica o presidente da Piá, Gilberto Kny, que completa: “Antes, os resultados demoravam entre 30 e 40 minutos para ficarem prontos. Hoje, sai em até três minutos”.

As novas embalagens aumentaram a vida útil do produto de 45 para 60 dias, o que gera um diferencial competitivo maior para a marca, pois pode vender mais longe, além de melhorar a qualidade da bebida e dar maior segurança para o consumidor.

Para seguir conquistando o mercado, mantendo a fidelidade de seus mais de 4 milhões de consumidores, a Piá agora prioriza o mercado de iogurtes e a ampliação da participação em Estados como Santa Catarina, Paraná e São Paulo, onde a marca já está nos refrigeradores das principais redes supermercadistas.

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2017 chega com expectativa de boa safra e excelentes vinhos Dal Pizzol https://newtrade.com.br/industria/2017-chega-com-expectativa-de-boa-safra-e-excelentes-vinhos-dal-pizzol/ https://newtrade.com.br/industria/2017-chega-com-expectativa-de-boa-safra-e-excelentes-vinhos-dal-pizzol/#respond Thu, 19 Jan 2017 13:50:40 +0000 https://newtrade.com.br/?p=34713 Dal Pizzol

Tempo seco no fim do período de maturação da uva é fundamental

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Dal Pizzol

O rigoroso inverno gaúcho, com bom período de dormência e acúmulo de reserva das videiras, e a previsão de tempo seco para os próximos meses compõem a fórmula perfeita para o sucesso da vindima 2017. Essas condições animam a Dal Pizzol Vinhos Finos para uma colheita de uvas de boa qualidade e, consequentemente, a produção de vinhos e espumantes com alto padrão de excelência. A boa safra permitirá, inclusive, que a vinícola incremente sua linha de produtos por meio de novas variedades.

As uvas para a produção de vinhos e espumantes da safra 2017 da Dal Pizzol virão de videiras de André da Rocha e São Jorge, a cerca de 100 quilômetros da sede da vinícola, em Bento Gonçalves, e de Bagé, na Campanha Gaúcha, há 500 quilômetros de distância. A colheita nessas cidades é fruto de parceria com produtores locais, que durante o ano todo recebem o suporte de profissionais da Dal Pizzol para seguir os padrões de exigência da vinícola de cultivo e colheita.

Dirceu Scottá, enólogo da Dal Pizzol, explica que para 2017 não há expectativa de uma supersafra, mas a junção do frio no inverno e o tempo seco no verão permitirá que a quantidade seja a ideal para a produção de vinhos de qualidade. “A presença do fenômeno climático La Niña indica que haverá um período de seca e caso isso se comprove a perspectiva é de boa safra tanto na qualidade quanto na quantidade das uvas”, destaca.

Apesar da quebra da safra registrada em 2016, Scottá ressalta que a qualidade das uvas permitiu vinhos fantásticos, o que pode ser comprovado durante a 24ª Avaliação Nacional de Vinhos, realizada em setembro de 2016, em que degustações registraram índice acima do normal. “Se em 2016 perdemos em quantidade, ganhamos em qualidade e acreditamos muito que 2017 terá tudo para ser uma safra perfeita”, conclui.

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Cini Bebidas planeja conquistar mercado em meio à crise https://newtrade.com.br/industria/industria-se-prepara-para-recuperacao-da-economia-no-segundo-semestre-de-2017/ https://newtrade.com.br/industria/industria-se-prepara-para-recuperacao-da-economia-no-segundo-semestre-de-2017/#respond Mon, 26 Dec 2016 12:39:22 +0000 http://newtrade.com.br/?p=33868 CNI

Momento é de cautela, mas de otimismo para o próximo ano

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CNI

A crise econômica brasileira, sentida intensamente por todos os setores nos últimos anos, deverá apresentar uma leve recuperação a partir do segundo semestre de 2017. É com esse panorama que a Cini Bebidas têm planejado o próximo ano.

Para a empresa paranaense Cini Bebidas, o mercado deve continuar retraído, mesmo assim os planos são audaciosos. Com uma produção mensal que supera os 6 milhões de litros, a Cini Bebidas trabalha com mais de 50 produtos em sua linha, distribuídos em carbonatados e não carbonatados como água, sucos e chás.vê

“Nossa analise é que o mercado consumidor continuará retraído em 2017 e o mercado de bebidas permanecerá sofrendo os efeitos da crise brasileira. Estamos apostando na recuperação tímida da economia somente no segundo semestre de 2017. Mesmo assim, planejamos continuar navegando na contramão do mercado, conquistando mercado em meio à crise”, explica Paulique Cesar de Paula, gerente comercial da Cini.

De acordo com o professor de finanças do Instituto Superior de Administração e Economia (ISAE), Sérgio Itamar, embora a economia e os índices não sejam animadores, há sim uma expectativa que no final de 2017, a indústria tenha uma evolução positiva, em relação aos números atuais. “Precisamos ter cautela, acima de tudo. O país ainda passa por uma instabilidade e é preciso que sejam tomadas decisões firmes, ter um planejamento. Porém, as empresas podem utilizar de estratégias e inovações para fazer seu ano ser positivo”, aponta Sérgio.

Para ganhar fôlego no mercado, a Cini aposta na eficiência operacional e no estreitamento da relação com os clientes. “Nosso plano para 2017 vai consolidar o caminho que decidimos trilhar nos últimos anos, fortalecendo a marca por meio de ações táticas que convertam o planejamento estratégico em resultado efetivo no trade e ao consumidor. Nossa agilidade na tomada de decisão e execução de mercado tem dado o tom nesse momento, não estamos parados aguardando uma reação da economia, sempre há uma oportunidade e o nosso time está atento aos sinais do mercado”, detalha Paulique.

Completando, Sérgio Itamar explica que o momento é de cautela, mas destaca que cada empresa pode buscar alternativas para encarar este período difícil no país. “O momento é de trabalho duro, focar em inovação e tentar abrir novos mercados. Dessa maneira, será muito mais fácil superar esse período conturbado”, finaliza o especialista.

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PepsiCo inicia expansão da batata Lay’s no Brasil https://newtrade.com.br/industria/lays-expande-no-brasil-e-inicia-producao-em-curitiba/ https://newtrade.com.br/industria/lays-expande-no-brasil-e-inicia-producao-em-curitiba/#respond Thu, 08 Dec 2016 16:20:30 +0000 http://newtrade.com.br/?p=33392 Lay's

Investimentos realizados na planta fazem parte da estratégia de crescimento da PepsiCo Brasil

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Lay's

A PepsiCo inicia oficialmente a inclusão da produção da batata Lay’s em sua fábrica de Curitiba (PR) para atender o público adulto dos estados do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.

Os investimentos realizados na planta fazem parte da estratégia de crescimento da PepsiCo Brasil em consolidar ainda mais sua liderança no segmento de salty snacks. De acordo com Camila Pagamisse, gerente de marketing de salgadinhos, a ideia é ampliar o mix de produtos para o público da Região, que tem uma crescente demanda no segmento Premium. “Os consumidores do Sul do país têm uma grande importância para o nosso negócio. Por isso, decidimos iniciar a produção no Paraná, o que vai trazer mais agilidade de entrega do produto na região e garantir a satisfação dos nossos fãs”, disse.

Grande parte dos produtores de batata da região, que já fornepepsicociam para a fábrica – com foco na produção de ELMA CHIPS e RUFFLES -, passarão a receber também a demanda da batata LAY’S. Presente em mais de 60 países, a batata LAY’S é a mais vendida no mundo, com mais de 800 milhões de consumidores. Há 3 anos no Brasil, o produto iniciou produção em Sete Lagoas (MG) para suprir a demanda de mercado do Sudeste, com os sabores Clássico, Sour Cream e Picanha, com versões de 30g (push pop) e 96g (pillow).

Da colheita à embalagem, a produção do snack é feita em uma média de 48 horas. Para garantir esse prazo e conquistar a região sul, houve também mudanças de máquinas de empacotamento para maquinário que também permite produzir embalagens exclusivas das batatas LAY’S® (abrem lateralmente para facilitar o manuseio). Além disso, a planta que possui 90 mil m2 e com área construída de 20 mil m2, possui seis linhas instaladas e aproximadamente 400 funcionários.

Como uma das empresas líderes em seu segmento, a PepsiCo possui hoje 15 fábricas localizadas em todo território nacional, além de contar com mais de 13 mil funcionários. Ao todo, opera 32 marcas no país, sendo que muitas delas geram mais de US$ 1 bilhão cada em vendas estimadas globalmente, por ano, como no caso de LAY’S, QUAKER e PEPSI-COLA, por exemplo.

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