preços – Newtrade https://newtrade.com.br Tue, 22 Oct 2019 15:12:56 -0300 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=5.3 https://newtrade.com.br/wp-content/uploads/2017/03/favicon-newtrade.png preços – Newtrade https://newtrade.com.br 32 32 Preços de itens da ceia de Natal podem subir até 13% https://newtrade.com.br/varejo/precos-de-itens-da-ceia-de-natal-podem-subir-ate-13/ https://newtrade.com.br/varejo/precos-de-itens-da-ceia-de-natal-podem-subir-ate-13/#respond Tue, 22 Oct 2019 14:58:38 +0000 https://newtrade.com.br/?p=1020779

Alta demanda faz preço de panetones, peru e chester subir; frutas de época têm queda de 3%

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Presente nas lojas desde o final de setembro, os preços dos panetones e chocotones podem subir até 13% quando comparados ao acumulado do ano, revela o levantamento da Associação Paulista de Supermercados (APAS). O principal motivo do aumento de preço é justamente a alta procura nas duas últimas semanas do ano, período de maior demanda pelo produto.

Curiosamente, a queda dos preços após as festas de final de ano faz o preço cair entre 30% e 40% para evitar o encalhe nas lojas. As vendas deste ano devem aumentar 5% nominalmente no varejo alimentar.

O preço do Peru e Chester apresentou queda de 13,2% no acumulado até setembro. Haverá um aumento natural do preço em novembro e dezembro por conta da demanda da época, subindo 3,5%. “A queda no preço das carnes atingiu recordes de exportação por conta da alta do dólar e influenciada pela crise da peste suína na China”, destaca Thiago Berka, economista da APAS. Cortes Suínos e Bovinos não ficaram imunes ao aumento; os valores devem subir 1,5% e 2%, respectivamente devido também ao dólar alto e a peste suína na China.

As frutas de época como ameixa, banana-prata, cereja, coco verde, damasco, figo, framboesa, graviola, kiwi, manga, maracujá, melão, pêssego e romã terão uma queda 3% nos preços. Historicamente, nesta época do ano, o preço destas frutas cai, beneficiando o consumidor.

Doces têm no Natal a segunda melhor data para a indústria. A compra de chocolate como presente alavanca o setor por ser uma forma mais em conta de presentear, uma vez que agrada grande parcela dos consumidores. Os preços tiveram queda no acumulado do ano de 0,1%. Porém, em dezembro os doces devem ficar 0,7% mais caros.

Confira como será o preço de outros produtos típicos das festas de final de ano:
Espumantes

No acumulado do ano, o produto teve uma queda de 2,5%. Para o Natal, os preços devem ter alta de 1,5%.

Vinho

O preço dos vinhos cresceu 4,2% no ano de 2019 puxados pelo aumento forte do câmbio. Até o final do ano, o consumidor irá observar um aumento de 0,8%.

Cerveja

Mmesmo imune aos aumentos do câmbio e com a crescente concorrência no setor, as cervejas tiveram no acumulado até setembro uma queda de 1,2%. Para o fim de ano, a bebida deve subir 0,5% devido à alta demanda.

Azeite e outros condimentos

O preço do azeite caiu 2,9% no acumulado até setembro. Para dezembro, o insumo terá aumento pequeno de 0,5%.

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Grupo alimentação e bebidas gera o maior impacto negativo no IPCA-15 https://newtrade.com.br/economia/grupo-alimentacao-e-bebidas-gera-o-maior-impacto-negativo-no-ipca-15/ https://newtrade.com.br/economia/grupo-alimentacao-e-bebidas-gera-o-maior-impacto-negativo-no-ipca-15/#respond Wed, 25 Sep 2019 10:46:25 +0000 https://newtrade.com.br/?p=1020019 alimentos

As famílias também pagaram menos pela cenoura (-16,11%), hortaliças e verduras (-6,66%), frutas (-0,93%) e carnes (-0,38%).

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alimentos

As famílias brasileiras gastaram 0,34% menos com alimentação em setembro, após os preços já terem recuado 0,17% em agosto, segundo dados do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo – 15 (IPCA-15) divulgados nesta terça-feira, 24, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O grupo deu a maior contribuição negativa para a inflação deste mês, o equivalente a um impacto de -0,08 ponto porcentual.

O custo da alimentação no domicílio caiu 0,81% em setembro. O preço do tomate recuou 24,83%, item de maior impacto negativo sobre o IPCA-15, – 0,07 ponto porcentual.

As famílias também pagaram menos pela cenoura (-16,11%), hortaliças e verduras (-6,66%), frutas (-0,93%) e carnes (-0,38%).

Já o custo da alimentação fora do domicílio subiu 0,50% em setembro, pressionada pelos aumentos no lanche fora de casa (0,86%) e na refeição (0,31%).

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Consumidores esperam inflação de 5,4% em 12 meses a partir de maio, diz FGV https://newtrade.com.br/economia/consumidores-esperam-inflacao-de-54-em-12-meses-a-partir-de-maio-diz-fgv/ https://newtrade.com.br/economia/consumidores-esperam-inflacao-de-54-em-12-meses-a-partir-de-maio-diz-fgv/#respond Wed, 22 May 2019 15:10:05 +0000 https://newtrade.com.br/?p=1016225

Na distribuição por faixas, 68,4% dos consumidores projetaram uma taxa de inflação acima da meta oficial do governo de 4,25%

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A mediana da inflação esperada pelos consumidores para os próximos 12 meses ficou em 5,4% em maio, ante 5,3% em abril, informou nesta quarta-feira, 22, a Fundação Getulio Vargas (FGV), que divulgou o Indicador de Expectativa de Inflação dos Consumidores de maio 2019.
“O aumento da expectativa de inflação para os próximos meses se origina em parte na percepção do aumento conjuntural de preços, mas também na queda da confiança, influenciada pelo forte aumento da incerteza econômica. Apesar disso, considerando-se o diferencial histórico entre as previsões dos consumidores e da inflação medida pelo IPCA, por exemplo, os números ainda são bastante moderados, compatíveis com uma inflação oficial na meta”, afirmou Viviane Seda Bittencourt, coordenadora da Sondagem do Consumidor, da FGV/IBRE, em nota oficial.

Na distribuição por faixas de inflação, 68,4% dos consumidores projetaram uma taxa de inflação acima da meta oficial do governo de 4,25% em 2019, acima da parcela anterior de 60,1%.

Já a expectativa de consumidores indicando inflação abaixo do limite inferior da meta, de 2,75%, caiu 1,1 ponto porcentual, para 2,9% em maio, a menor parcela desde janeiro.

Houve aumento da expectativa de inflação entre os consumidores de quatro das cinco faixas de renda no mês de maio pesquisados pela FGV. As famílias com renda mensal mais baixa, de até R$ 2.1000,01, foi a única que manteve a mesma expectativa de inflação de abril.

O Indicador de Expectativa de Inflação dos Consumidores é obtido com base em informações da Sondagem do Consumidor, que ouve mensalmente mais de 2,1 mil brasileiros em sete das principais capitais do País. Aproximadamente 75% dos entrevistados respondem aos quesitos relacionados às expectativas de inflação.

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Coca, Pepsi e P&G elevam preços para compensar custos https://newtrade.com.br/industria/coca-pepsi-e-pg-elevam-precos-para-compensar-custos/ https://newtrade.com.br/industria/coca-pepsi-e-pg-elevam-precos-para-compensar-custos/#respond Wed, 24 Apr 2019 10:21:38 +0000 https://newtrade.com.br/?p=1015288 Coca-cola

De detergente a lenço de papel, água engarrafada a ração para animais de estimação, os preços mais altos de produtos de consumo ajudaram gigantes globais a superar as estimativas de vendas dos analistas no último trimestre

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Coca-cola

A Coca-Cola e a PepsiCo travam disputa acirrada nos corredores dos supermercados, mas ambas conseguiram aumentar os preços nos EUA. O mesmo vale para a Procter & Gamble, fornecedora da Pampers, e a Kimberly-Clark, fabricante da Huggies.

De detergente a lenço de papel, água engarrafada a ração para animais de estimação, os preços mais altos de produtos de consumo ajudaram gigantes globais a superar as estimativas de vendas dos analistas no último trimestre. É um sinal de que as altas do ano passado para compensar as oscilações cambiais e o aumento dos custos de matérias-primas como embalagens de plástico e papel estão começando a valer a pena.

Em alguns casos, as empresas aproveitaram as preferências dos consumidores, oferecendo marcas premium que custam mais. Os preços mais altos certamente chamarão a atenção do presidente do Federal Reserve, Jerome Powell, e seus colegas, enquanto esperam por sinais de que a inflação está finalmente se recuperando. Autoridades do Fed colocaram as altas nas taxas de juros em espera em meio a aumentos de preços que ficaram abaixo de sua meta de 2% em grande parte dos últimos sete anos.

Por enquanto, é cedo demais para dizer até que ponto os aumentos de preços estão realmente atingindo os consumidores ou sendo parcialmente absorvidos pelos varejistas, que buscam atrair os consumidores com ofertas para disputar com a Amazon.

Todos os dez fabricantes de produtos básicos de consumo do índice S&P 500 que registraram ganhos nesta temporada superaram as projeções de lucro, de acordo com dados compilados pela Bloomberg. No entanto, o Walgreens e a Costco apresentaram resultados mistos. O Walmart e a Target devem delinear melhor a situação do varejo quando apresentarem seus balanços daqui a algumas semanas.

Outra razão por trás dos aumentos de preços é que os caminhoneiros estão exigindo salários mais altos nos EUA, e as empresas estão repassando o custo para os clientes.

Em algumas áreas, os aumentos de preços não foram suficientes para compensar os custos mais elevados com os quais estão lidando. O negócio de cuidados infantis, femininos e para a família da P&G aumentou os preços em 3% no último trimestre e os volumes tiveram pouca alteração. Mas o impacto do câmbio, com um dólar forte prejudicando as vendas no exterior, foi suficiente para reduzir as vendas líquidas em 2% na unidade.

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Diferença nos preços dos ovos de Páscoa chega a 83% https://newtrade.com.br/varejo/diferenca-nos-precos-dos-ovos-de-pascoa-chega-a-83/ https://newtrade.com.br/varejo/diferenca-nos-precos-dos-ovos-de-pascoa-chega-a-83/#respond Wed, 17 Apr 2019 16:12:41 +0000 https://newtrade.com.br/?p=1015123 Páscoa

Segundo o Procon-SP, ovos de chocolate estão 5,89% mais caros este ano; levantamento do Google mostra que nos últimos três anos 49% dos consumidores preferiram comprar barras de chocolate

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Páscoa

A diferença nos preços dos ovos de chocolate nesta Páscoa chega a 83,4%, segundo levantamento do Procon na cidade de São Paulo. Quem optar pelas barras de chocolate e caixas de bombom também vai ter de pesquisar – os preços de um mesmo produto variam até 80% entre as lojas pesquisadas.

A pesquisa do Procon-SP, que visitou dez supermercados e lojas da capital no fim de março, avaliando 177 itens, mostra ainda que houve aumento de 5,89% nos preços dos ovos de Páscoa. Redução nos preços foi encontrada somente nos bolos pascais, que tiveram queda de 2,11%.

A maior variação de preço foi registrada no ovo Surpresa LOL, de 150 g, da Nestlé, encontrado por R$ 39,80, no Andorinha Supermercado, e por R$ 74,99, nas Lojas Americanas. Um tablete Hershey’s Air, de 100 g, vendido por R$ 2,99, no Carrefour, chega a R$ 5,65, no Extra.

Mudança de comportamento

Para fugir dos preços dos ovos, mas garantir o chocolate na Páscoa, a cada ano mais consumidores optam pelas barras. Pesquisa do Google Survey, que coletou respostas de 500 pessoas em fevereiro de 2019, em questionários virtuais, mostra que nos últimos três anos, 49% dos consumidores trocaram os ovos pelas barras de chocolate; 44% optaram por chocolates mais baratos e somente 1% dos brasileiros manteve os tradicionais ovos na lista de compras para a época – as respostas foram computadas de modo a haver equilíbrio de sexo, idade e local de origem do entrevistado.

O estudo revela que, ainda assim, 85% dos internautas entrevistados vão celebrar a data e 80% pretendem comprar chocolates para a ocasião em 2019.

Nesta época, o site de buscas afirma que a procura por marcas de chocolate aumenta de 30% para 45%. Destes interessados, 83% são mulheres e 51% têm filhos pequenos – a maioria (39%) tem entre 25 e 34 anos.

Indústria otimista

Para a Associação Brasileira das Indústrias de Chocolates, Amendoim e Balas (Abicab), a troca de produtos não põe em risco esse mercado. “A tradição ainda é mantida por muito dos brasileiros e é complementada com o chocolate tradicional”, afirma Ubiracy Fonsêca, presidente da Abicab.

A indústria de chocolate está otimista com a Páscoa deste ano. Depois de produzir mais de 11 mil toneladas de ovos e produtos de Páscoa em 2018, número 26% maior que o registrado no ano anterior, o setor prevê novo crescimento em 2019. “Estamos confiantes. O mercado de chocolate volta a ganhar penetração nos lares brasileiros com maior consumo das figuras de Páscoa, como também de produtos regulares”, diz Fonsêca.

Segundo a Abicab, para atender à demanda de Páscoa deste ano, as indústrias e o varejo abriram mais de 18 mil vagas de empregos temporários.

Sobre o aumento no preço dos produtos relacionados à época, Fonsêca afirma que o preço do chocolate é afetado por diferentes fatores, e não somente pelo custo do cacau: o preço do açúcar e do leite, por exemplo, assim como a variação do dólar, contratações, distribuição e impostos, também influenciam a formação do preço.

Em todo o ano de 2018, o setor de chocolates faturou R$ 13,3 bilhões no Brasil, segundo dados do Euromonitor. No País, os principais fabricantes de chocolate e derivados gera mais de 42 mil empregos diretos.

No ano passado, houve aumento de 6,5% na produção de chocolate, com total de 671 mil toneladas de chocolates produzidas.

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