pagamento – Newtrade https://newtrade.com.br Mon, 17 Aug 2020 10:56:44 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=5.5.1 https://newtrade.com.br/wp-content/uploads/2017/03/favicon-newtrade.png pagamento – Newtrade https://newtrade.com.br 32 32 Habib’s fecha parceria com Mercado Pago e aceita pagamento por QR Code https://newtrade.com.br/tecnologia/habibs-fecha-parceria-com-mercado-pago-e-aceita-pagamento-por-qr-code/ https://newtrade.com.br/tecnologia/habibs-fecha-parceria-com-mercado-pago-e-aceita-pagamento-por-qr-code/#respond Mon, 17 Aug 2020 10:56:13 +0000 https://newtrade.com.br/?p=1028095

Além das promoções, pagamento com Código QR do Mercado Pago é mais rápido e seguro e ainda preserva o distanciamento social

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O Grupo Habib’s firmou uma parceria com o Mercado Pago, fintech do Mercado Livre , para aceitar pagamentos com Código QR.  Até o final de setembro deste ano, 301 restaurantes Habib’s, 285 Ragazzo e seis unidades do Tendall aceitarão a nova modalidade de pagamento.

Os consumidores que optarem por pagar via Código QR do Mercado Pago contarão com descontos de até 80% na primeira compra acima de R$ 9,90. “Além de reforçar nossa missão de oferecer produtos de qualidade com preços acessíveis, estamos dando ao nosso cliente opções de pagamento seguras e que trazem cada vez mais conveniência e conforto, seja no balcão, por telefone, no aplicativo, com ajuda do atendente ou sem”, diz Danilo Monteiro, Gerente de Comunicação Corporativa do Grupo Habib’s. “A quarentena acelerou a automação de processos e a mudança de comportamento do consumidor, favorecendo esse modelo de pagamento sem contato e online”, completa.

“O Código QR do Mercado Pago chega ao Grupo Habib´s ampliando o acesso a um meio de pagamento prático, rápido e sem contato, parte importante da jornada do consumidor neste momento. Estamos empenhados para que nosso cliente tenha uma conta completa, reunindo serviços que acompanhem a sua rotina, de rendimento do saldo à Central de Descontos. Assim, os mais de 20 milhões de usuários dos aplicativos do Mercado Pago podem ter uma experiência ainda mais fluida, sobrando tempo para o que importa”, destaca Rodrigo Furiato, diretor de carteira digital do Mercado Pago.

Como pagar com QR Code

Para realizar compras com Código QR é necessário ter uma conta Mercado Pago. A abertura da conta é rápida e prática, pode ser feita pelo celular e não exige comprovação de renda ou consome dados de internet após o download do aplicativo. É necessário apenas informar nome completo, CPF, e-mail e criar uma senha. Depois, basta colocar dinheiro em conta em uma casa lotérica, realizar uma transferência bancária ou cadastrar o seu cartão de crédito. Para encontrar estabelecimentos e ofertas, basta acessar a Central de Descontos no aplicativo do Mercado Pago.

 

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5 perguntas sobre o mercado bilionário por trás do WhatsApp Pay https://newtrade.com.br/tecnologia/5-perguntas-sobre-o-mercado-bilionario-por-tras-do-whatsapp-pay/ https://newtrade.com.br/tecnologia/5-perguntas-sobre-o-mercado-bilionario-por-tras-do-whatsapp-pay/#respond Mon, 22 Jun 2020 14:36:19 +0000 https://newtrade.com.br/?p=1026434

O aplicativo de conversas começou a implementar um sistema que permitirá transferências para outras pessoas e pagamentos no cartão de crédito e débito dentro do aplicativo.

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Desde segunda-feira (15), quando foi anunciado o lançamento de uma plataforma própria de pagamentos dentro do WhatsApp, o assunto tem gerado repercussão nas redes, com muitas pessoas comemorando e outras levantando questionamentos.

O aplicativo de conversas começou a implementar um sistema que permitirá transferências para outras pessoas e pagamentos no cartão de crédito e débito dentro do aplicativo. Atualmente, só algumas contas têm acesso ao serviço, que será disponibilizado gradualmente a todos os usuários, diz a empresa. “Ao simplificar o processo de pagamento, esperamos ajudar a trazer mais empresas para a economia digital e gerar mais oportunidades de crescimento”, anunciou a empresa. Ainda não há previsão de quando o serviço estará disponível para todos.

A nova função é um investimento do Facebook — a empresa dona do WhatsApp — no mercado de pagamentos em cartão de crédito que movimentou R$ 297 bilhões no Brasil só nos três primeiros meses de 2020, segundo a Abecs (Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços).

Entenda em cinco perguntas o que está por trás desse lançamento e como o novo serviço do WhatsApp vai funcionar.

 

Porque o Brasil é o primeiro país em que o WhatsApp vai implementar o serviço?

Antes de anunciar o serviço no Brasil, o WhatsApp vinha testando pagamento na Índia — onde tem mais de 400 milhões de usuários — há meses. Dificuldades com o sistema de regulação no país asiático, no entanto, geraram atrasos no lançamento do serviço para um público mais amplo.

O anúncio, na segunda-feira, de que o sistema seria inaugurado no Brasil, gerou surpresa no setor. A empresa diz que a motivação é que “o WhatsApp é muito usado no Brasil, tanto por pessoas quanto por pequenas empresas” e que a intenção é expandir para outros países depois.

“Acreditamos que os pagamentos digitais podem apoiar o desenvolvimento econômico no Brasil, estimulando a inovação e facilitando a transferência de dinheiro entre pessoas em todo o país”, diz a empresa, em nota.

“Sabemos que os usuários locais amam o WhatsApp e entendemos que o fornecimento desse recurso pode ajudar a acelerar a conscientização e a adoção de pagamentos digitais.”

A empresa cita também os mais de 10 milhões de pequenos negócios existentes no país, uma área na qual vem investindo há algum tempo, com o lançamento do WhatsApp Business (conta exclusiva para empresas), por exemplo. Pela conta comercial, os usuários podiam mostrar seus produtos e falar com clientes, mas não podiam receber pagamentos. “Os pagamentos por meio do WhatsApp facilitam as operações em tempos difíceis como esses, além de ajudar no crescimento e na recuperação financeira dessas empresas”, diz o WhatsApp.

Qual o tamanho do mercado (em valores ou número de transferências) que o WhatsApp pretende atingir com o serviço?

O WhatsApp não divulga o tamanho da fatia que espera conquistar no mercado de transações online no Brasil. Mas o potencial é grande: atualmente a plataforma de conversas tem mais de 2 bilhões de usuários no mundo, mais de 120 milhões deles no Brasil.

No ano passado, o WhatsApp foi o aplicativo de celular mais usado no país, segundo a empresa de monitoramento App Annie.

Além disso, o potencial dentro das transações realizadas através de cartões de crédito também é enorme: os cartões de crédito movimentaram quase R$ 1,16 trilhões em 2019, segundo a Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços (Abecs). Isso é equivalente a mais de 15% do PIB (Produto Interno Bruto) do ano.

Esse número de transações inclui tanto os pagamentos por maquininhas presencialmente quanto os feitos online, através dos meios de pagamento conhecidos como “gateways”, como o PayPal, o PagSeguro e MercadoPago.

Com parceria da Cielo, o WhatsApp será mais um desse gateways, mas, de acordo com o que foi divulgado até agora, funcionará apenas dentro do próprio aplicativo — sem possibilidade de incorporá-lo a outros sites.

O uso do serviço para vendas tem aumentado na pandemia. Segundo o Google Trends, a busca conjunta por “WhatsApp” e “Vendas” cresceu 25% entre abril e junho de 2020 em comparação com o primeiro trimestre.

O pagamento por WhatsApp não pode facilitar golpes e fraudes pelo aplicativo? Meus dados estarão protegidos?

A preocupação com a proteção de dados é central em um serviço como esse, explica o advogado Guilherme Dantas, especialista em finanças do escritório SiqueiraCastro. “E os órgãos reguladores estão de olho nisso”, afirma.

A Cielo, que faz parceria com o WhatsApp no novo sistema de pagamento, foi notificada nesta semana pela Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon), órgão do Ministério da Justiça e Segurança Pública, para dar explicações sobre uma suposta coleta de “amplo conjunto de dados de vendedores cadastrados em suas plataformas”.

Em nota enviada à BBC News Brasil, a empresa afirma que a acusação não tem qualquer fundamento.

O Facebook, que é dono do WhatsApp, também já esteve na mira das autoridades por vazamento de dados de usuários, mas mudou seus protocolos e diz ter resolvido o problema depois do escândalo envolvendo a empresa Cambridge Analytica, que usou informações de mais de 50 milhões de pessoas, sem o consentimento delas, em serviços de propaganda política.

Desde então, o CEO do Facebook, Mark Zuckenberg, pediu desculpas pelo caso e fez alterações e reformas para corrigir “os erros”, que, segundo a empresa, permitiram o uso indevido dos dados. O Facebook também implementou o Regulamento Geral de Proteção de Dados da União Europeia em todos os locais do mundo onde opera.

Quanto à possíveis fraudes e golpes, o WhatsApp diz que seus pagamentos “foram criados priorizando os recursos de segurança.”

WhatsApp Pay

A empresa também recomenda que todos os usuários no Brasil ativem a autenticação de duas etapas, para segurança adicional da conta. “E lembramos que as pessoas nunca compartilhem sua senha com outras pessoas”, diz a empresa, em nota, lembrando também que todo pagamento vai exigir senha ou impressão digital.

O WhatsApp diz também que não recebe, transfere ou armazena fundos durante o processamento da transação. “Se um usuário tiver um problema, o banco terá um registro da transferência e poderá fornecer assistência às vítimas de fraude. Também será identificado no extrato bancário como “FBPAY WA” e incluirá o destinatário”, explica.

“É importante reforçar que todas as transferências são registradas pelos bancos parceiros, para que haja um registro de todas as transações. Além disso, estabelecemos limites para a quantia que pode ser transferida por transação, por dia e por mês”, diz a empresa.

Casa haja crimes, como golpes, ocorrendo dentro da plataforma, diz a companhia, o WhatsApp “responde a solicitações legais válidas da aplicação da lei em situações em que há investigação para esses crimes”.

O serviço é regulado pelo Banco Central? Como funciona a regulação?

O advogado Guilherme Dantas explica que já existe previsão na legislação para esse tipo de serviço — ele está regulado pela Lei 12.865/2013, que trata de métodos eletrônicos de pagamentos.

O pagamento no WhatsApp será feito com cartões de débito ou crédito das bandeiras já existentes, como Visa e Mastercard. “Na prática, vai ser mais uma forma de pagamento online como as que já existem, como PicPay”, explica Dantas.

“Então foi uma surpresa o anúncio, o impacto da notícia foi grande, mas eles não estão exatamente inventando a roda, é mais um agente em um mercado em expansão”, diz.

Foi uma surpresa positiva, na visão de Dantas, porque aumenta a concorrência no mercado, o que é positivo para o consumidor.

“E não é só no pagamento online que cria concorrência, cria concorrência com bancos, que estão por trás dos meios de pagamento tradicional”, explica.

Na segunda, o Banco Central, que regula o sistema financeiro, emitiu uma nota dizendo que cogitava integrar o serviço do WhastApp ao Pix — um programa de transferências instantâneas que está sendo criado pelo próprio BC — mas que, por enquanto, vigiará o seu desenvolvimento.

A preocupação do BC, explica Dantas, é com o fato de que a iniciativa do WhatsApp ser fechada, apenas para transações dentro do aplicativo.

Outra preocupação do BC, segundo Dantas, é a de que “o WhatsApp esteja dando preferência para um agente no mercado, que é a Cielo”.

Mas, segundo ele, outros agentes podem procurar fazer parte da iniciativa e, se o WhatsApp barrar, tanto o BC quanto o Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) podem ser procurados para garantir o acesso.

A Justiça vai aceitar doações eleitorais por esse meio?

Sendo o aplicativo mais popular no Brasil, o WhatsApp foi muito usado durante as eleições — tanto em campanhas legítimas quanto na disseminação de fake news.

Esse cenário fez com que muitas pessoas levantassem o questionamento de como a nova função de pagamentos poderia ser utilizada em um contexto eleitoral.

A princípio, pela forma como foi anunciado, o Whatsapp Pay não poderá ser utilizado para doações eleitorais, explica Michel Bertoni, advogado especializado em direito eleitoral e membro da Comissão de Direito Eleitoral da OAB/SP.

Há duas formas de campanhas eleitorais receberem doações por débito e crédito permitidas pela Justiça: através do site da campanha e em sites de financiamento coletivo (crowdfunding), explica Bertoni.

De acordo com as normas de financiamento de campanha, em ambos os casos, é preciso que o pagamento seja feito no próprio site, através de meios de pagamento (gateways) que possam ser incorporados ao site — alguns métodos de pagamento online permitem essa função, como o PayPal e a PagSeguro, por exemplo. No caso do crowdfunding, também é possível pagar em aplicativos cadastrados na Justiça Eleitoral.

Mas — pelo menos de acordo com o que o WhatsApp divulgou até agora — o pagamento pelo aplicativo será de conta para conta, ou seja, sem possibilidade de incorporar o pagamento em um terceiro local.

Além disso, explica Bertoni, há uma série de outras regras que precisam ser cumpridas, como a possibilidade de emissão de recibo com identificação do CPF e nome do doador.

“Dentro daquilo que o WhatsApp se propõe a fazer hoje, não seria possível a doação para campanha via WhatsApp”, explica o advogado. “Se tivesse interesse, a plataforma teria que dar um jeito de criar uma solução técnica, como um plug-in, que pudesse ser incorporado aos sites ou aplicativos das empresas de crowdfunding”

Ou seja: nas configurações anunciadas, qualquer doação feita para campanhas eleitorais através de Whatsapp será ilegal — e pode até configurar caixa-dois.

No entanto será possível que campanhas façam pagamentos por WhatsApp, se feitos com o cartão de crédito e débito e CNPJ da campanha e devidamente declarados à Justiça Eleitoral — desde que a empresa permita o cadastramento dos candidatos e campanhas.

*As informações são da BBC Brasil

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No débito, taxa do WhatsApp é a mais alta do mercado https://newtrade.com.br/economia/no-debito-taxa-do-whatsapp-e-a-mais-alta-do-mercado/ https://newtrade.com.br/economia/no-debito-taxa-do-whatsapp-e-a-mais-alta-do-mercado/#respond Wed, 17 Jun 2020 10:52:13 +0000 https://newtrade.com.br/?p=1026299

Na segunda-feira (15), o WhatsApp anunciou que vai permitir pagamentos e transferências de dinheiro direto no aplicativo.

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Quando se considera a modalidade débito da nova função de pagamento do WhatsApp, a taxa cobrada da rede social dos comerciantes, de 3,99% por transação, é a mais alta do mercado, segundo levantamento obtido pelo 6 Minutos com base no percentual praticado pelos principais operadores desse mercado.

A própria Cielo, por exemplo, parceira do WhatsApp na novidade, pratica uma taxa de 2,39% a cada transação no débito. A GetNet cobra 2%; Mercado Pago, Rede, Ton e PagSeguro, 1,99%; SafraPay, 1,88%; e C6 Pay, 1,85%.

Na segunda-feira (15), o WhatsApp anunciou que vai permitir pagamentos e transferências de dinheiro direto no aplicativo. As transações poderão ser feitas entre pessoas físicas e também entre clientes e empresas (é apenas neste caso que será cobrada uma taxa de 3,99%).

Segundo o Facebook, esse percentual será o mesmo para débito e crédito, uma política diferente das outras empresas de pagamento, que diferenciam as taxas dependendo se o pagamento é debitado de forma instantânea ou se é no crédito.

No caso dos outros players, as taxas praticadas no crédito à vista são mais elevadas do que no débito: Cielo e a PagSeguro cobram 4,99%; a Ton, 4,98%; o C6 Pay, 3,89%; a Rede, 3,49%; a GetNet, 2%; e a SafraPay, 1,99%.

O Brasil é o primeiro país em que será possível transferir dinheiro para pessoas físicas e jurídicas através da rede social. A novidade foi anunciada pelo fundador do Facebook, Mark Zuckerberg, dono do WhatsApp.

“Enviar e receber dinheiro é tão fácil quanto compartilhar uma foto. Estamos permitindo também que pequenos negócios façam vendas diretamente do WhatsApp. O Brasil é o primeiro país a receber o recurso. Mais novidades em breve”, afirmou Zuckerberg.

O aplicativo possui mais de 120 milhões de usuários individuais no Brasil, seu segundo maior mercado, atrás da Índia.

Como funcionará o pagamento para o comércio?

Funcionará nas modalidades débito e crédito, sem limite de valor. Nas transações de débito, o comerciante receberá o valor da venda em um dia; e em dois dias nas transações de crédito. Será cobrada do comerciante uma taxa de 3,99% por transação tanto no crédito quanto no débito.

Para realizar vendas, as empresas precisarão se credenciar à Cielo por meio da plataforma do WhatsApp. O uso da ferramenta dispensa a compra ou aluguel de máquinas.

Como habilitar pagamentos no WhatsApp Business

 

 

 

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Assaí e Compre Bem passam a aceitar pagamento via QR Code https://newtrade.com.br/varejo/assai-e-compre-bem-passam-a-aceitar-pagamento-via-qr-code/ https://newtrade.com.br/varejo/assai-e-compre-bem-passam-a-aceitar-pagamento-via-qr-code/#respond Tue, 16 Jun 2020 14:19:54 +0000 https://newtrade.com.br/?p=1026288

Nova forma de pagamento já está disponível nas 169 lojas Assaí Atacadista em todo o Brasil e nas 28 unidades da rede Compre Bem no Estado de São Paulo.

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Os clientes Assaí Atacadista e Compre Bem já podem utilizar a tecnologia QR Code para compras nas lojas das redes. A nova forma de pagamento está disponível nas 169 lojas Assaí em todo o Brasil e nas 28 unidades Compre Bem no Estado de São Paulo, e oferece mais uma alternativa de pagamento sem contato para os consumidores.

As empresas firmaram parceria com a PicPay, fintech brasileira responsável pelo aplicativo de pagamentos instantâneos à distância de mesmo nome. A iniciativa traz mais praticidade para os clientes das duas bandeiras e reduz a necessidade de contato com dinheiro e terminais de pagamento, as chamadas maquininhas de cartão.

No Estado de São Paulo, a nova modalidade de pagamento com o PicPay permitirá que os consumidores possam, inclusive, utilizar o auxílio merenda – benefício do governo estadual destinado a alunos da rede pública – para o pagamento das compras nas lojas das duas bandeiras.

Para utilizar o aplicativo, o consumidor deve informar, no caixa, no momento do pagamento, a opção pelo PicPay. O sistema irá gerar, então, um QR Code, visível na tela do caixa. Para finalizar a compra, o cliente deve escanear o código com o seu próprio aparelho celular. Toda a transação é realizada em segundos e não há custo adicional para o uso da tecnologia. O método de pagamento não é válido para os postos de combustível das redes.

Entre outras medidas preventivas ao Covid-19, as lojas Assaí Atacadista e Compre Bem redobraram os cuidados com a limpeza, seguindo as recomendações das autoridades e dos órgãos de saúde. As unidades possuem, ainda, protocolos de acesso para evitar aglomerações e sinalizações nas áreas internas e externas das lojas sobre as práticas recomendadas durante as compras, como manter distância de pelo menos um metro dos demais clientes e, sempre que possível, optar que apenas uma pessoa da família seja responsável pela ida ao mercado.

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Empresas de cartões passam a aceitar pagamentos de auxílio emergencial https://newtrade.com.br/economia/empresas-de-cartoes-passam-a-aceitar-pagamentos-de-auxilio-emergencial/ https://newtrade.com.br/economia/empresas-de-cartoes-passam-a-aceitar-pagamentos-de-auxilio-emergencial/#respond Tue, 02 Jun 2020 11:02:45 +0000 https://newtrade.com.br/?p=1025912

A opção esta disponível em larga escala desde desta sexta-feira (29).

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Empresas de meios de pagamentos começaram a aceitar diretamente pagamentos feitos por meio do auxílio emergencial do governo federal, enquanto tentam ganhar com tarifas de transações para aliviar a enorme queda com as vendas no varejo devido às medidas de isolamento para conter a pandemia do coronavírus.

Cielo, do Bradesco e Banco do Brasil, Rede, do Itaú Unibanco, e GetnNet, do Santander Brasil anunciaram na quinta-feira (28) que habilitaram seus terminais para aceitarem pagamentos de beneficiários do auxílio por meio de um aplicativo da Caixa Econômica.

Os pagamentos serão feitos através de um QR Code gerado pelos terminais e lido pelo aplicativo Caixa Tem, que funcionará como carteira digital.

A opção esta disponível em larga escala desde desta sexta-feira (29).

1,5 milhão de maquininhas

A Cielo informou que habilitou 1,5 milhão de maquininhas em todo o Brasil para aceitarem pagamentos dos beneficiários do auxílio emergencial. A facilidade estará disponível a todos os usuários com contas poupanças digitais da Caixa. Esse contingente é de mais de 40 milhões de pessoas.

“A solução desenvolvida vai permitir que os beneficiários do auxílio emergencial façam compras diretamente nas lojas com o saldo da carteira. Não vão precisar enfrenta filas longas para sacar recursos nas agências bancárias”, afirma o presidente da Cielo, Paulo Caffarelli, em nota à imprensa.

As transações nas maquininhas dispensam a digitação da senha do consumidor, o que, conforme o executivo, ajuda a reduzir os riscos de contágio da Covid-19. “O uso do QR Code pelos beneficiários do auxílio emergencial ajuda a disseminar os pagamentos digitais e incentiva a inclusão financeira no Brasil para além da pandemia”, acrescenta.

No começo de maio, a Cielo desenvolveu um aplicativo para sua maquininha inteligente, a LIO, para viabilizar o uso dos recursos do benefício emergencial. Quase 120 empresas — dentre elas Carrefour, Big e GPA — adotaram a tecnologia, que está disponível em 10 mil pontos de venda no país.

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Na pandemia, consumidores priorizam pagamento de despesas básicas, diz pesquisa https://newtrade.com.br/economia/na-pandemia-consumidores-priorizam-pagamento-de-despesas-basicas-diz-pesquisa/ https://newtrade.com.br/economia/na-pandemia-consumidores-priorizam-pagamento-de-despesas-basicas-diz-pesquisa/#respond Mon, 25 May 2020 10:56:38 +0000 https://newtrade.com.br/?p=1025706 famílias endividadas

Das cerca de 450 pessoas ouvidas pelo instituto, 43% dizem que preferem pagar primeiro contas relacionadas a consumos indispensáveis

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famílias endividadas

A perda de renda em meio à crise provocada pela pandemia do novo coronavírus tem feito consumidores brasileiros priorizarem o pagamento das despesas domésticas mais básicas, segundo revela pesquisa da Boa Vista.

Das cerca de 450 pessoas ouvidas pelo instituto, 43% dizem que preferem pagar primeiro contas relacionadas a consumos indispensáveis. Entre elas, as contas de luz (72%) e energia (63%) foram as mais citadas como prioridades, seguidas de TV a cabo e internet (42%) e contas de gás (40%). Em último, apenas 17% dos consumidores citaram as despesas com telefone fixo.

Em segundo lugar, a prioridade de 30% dos entrevistados são as contas por boleto, como as de aluguel domiciliar (33%), planos de saúde (33%), condomínio (25%), educação (19%) e impostos como IPVA e IPTU (ambos com 17% das citações).

Neste mesmo segmento de gastos, 15% dos consumidores citaram o seguro de automóveis e 7% disseram que o plano de previdência privada é a prioridade de pagamento.

Abaixo das duas primeiras categorias, o pagamento de cartão de crédito reuniu 13% das menções dos entrevistados. Menos priorizados pelos consumidores neste momento, financiamentos, empréstimos e crediários tiveram apenas 8%, 5% e 1% das citações, respectivamente.

A pesquisa feita pela Boa Vista colheu depoimentos de consumidores de todo o Brasil entre os dias 9 e 15 de abril. Segundo a instituição, o levantamento tem margem de erro de três pontos porcentuais, para mais ou para menos, e grau de confiança de 80%.

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Extra, Pão de Açúcar, Assaí e Compre Bem aceitam cartão emergencial para pagamentos https://newtrade.com.br/varejo/extra-pao-de-acucar-assai-e-compre-bem-aceitam-cartao-emergencial-para-pagamentos/ https://newtrade.com.br/varejo/extra-pao-de-acucar-assai-e-compre-bem-aceitam-cartao-emergencial-para-pagamentos/#respond Mon, 18 May 2020 10:50:17 +0000 https://newtrade.com.br/?p=1025547

Nas lojas do Compre Bem, a utilização passa a ser aceita a partir de hoje, segunda-feira (18), em todo o Estado de São Paulo.

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Desde sábado, 16 de maio, os beneficiários do auxílio emergencial concedido pelo Governo Federal poderão utilizar o cartão de débito virtual Caixa Elo, disponibilizado aos que não possuem conta em banco, para compras nas lojas físicas das redes Extra, Pão de Açúcar e Assaí em todo o País. Nas lojas do Compre Bem, a utilização passa a ser aceita a partir de hoje, segunda-feira (18), em todo o Estado de São Paulo.

A nova modalidade de pagamento poderá ser utilizada em todos os formatos alimentares e de medicamentos das redes, que incluem Pão de Açúcar, Minuto Pão de Açúcar, Pão de Açúcar Drogaria, Extra Hipermercados, Extra Supermercados, Mercado Extra, Mini Extra e Drogarias Extra, além das lojas dos Assaí Atacadista e Compre Bem. A medida terá vigência enquanto o auxílio continuar sendo disponibilizado à população e traz uma alternativa de abastecimento para os consumidores, facilitando o momento de compras. O método de pagamento não valerá para os serviços de e-commerce e postos de combustível das bandeiras.

As bandeiras firmaram parceria com a Cielo, que adaptou um modelo de maquininha para aceitar o pagamento com o cartão de débito virtual.

Para utilizar o cartão virtual em uma das lojas físicas das redes, o beneficiário deverá gerar um código diretamente pelo aplicativo Caixa Tem e digitar os dados na maquininha da Cielo, no caixa.

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52% dos consumidores dizem que não conseguirão pagar dívidas, mostra Boa Vista https://newtrade.com.br/economia/52-dos-consumidores-dizem-que-nao-conseguirao-pagar-dividas-mostra-boa-vista/ https://newtrade.com.br/economia/52-dos-consumidores-dizem-que-nao-conseguirao-pagar-dividas-mostra-boa-vista/#respond Thu, 30 Apr 2020 11:25:09 +0000 https://newtrade.com.br/?p=1025177 Dívidas

Conforme o levantamento realizado com 600 brasileiros, 80% disseram que já fizeram revisão no orçamento familiar

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Dívidas

Pesquisa da Boa Vista retrata que 52% dos consumidores no Brasil afirmaram que não conseguirão pagar as contas ou somente serão capazes de quitar metade dos compromissos financeiros.

Conforme o levantamento realizado com 600 brasileiros, 80% disseram que já fizeram revisão no orçamento familiar.

Para 56% dos entrevistados, deixar as contas em dia será possível, no máximo, por dois meses, enquanto 12% disseram ter condições para isso entre três e quatro meses.

Já 12% afirmaram que conseguirão honrar as finanças domésticas por um período de mais de quatro meses e 20% não souberam responder.

A Boa Vista também ouviu os consumidores para identificar que tipo de dívida possuem. Em média, 49% contaram ter alguma compra parcelada, como no cartão de crédito, boleto ou carnê de loja e cheque pré-datado.

Outros 27% disseram que estão endividados por meio de financiamentos ou empréstimos, tais como financiamento de veículos e/imóvel ou empréstimo pessoal/consignado.

Crédito

Os consumidores disseram que estão incertos quanto ao futuro da economia e das suas finanças. Segundo a pesquisa, 59% dos entrevistados têm perspectiva de que talvez precisarão contratar crédito para pagar as contas durante ou após a pandemia do novo coronavírus.

Outros 41% dizem que não irão precisar contratar crédito neste momento.

Dos 52% que declararam que irão conseguir pagar apenas parte ou nenhuma conta nos próximos meses, 83% deles responderam que precisarão tomar crédito.

Mesmo entre os 48% que dizem que não vão precisar desses recursos porque acreditam que terão condições de manter as contas em dia com a renda que possuem, 34% alegam que, em algum momento, virão a precisar de crédito extra, se a atual situação continuar, com comércio fechado, demissões e diminuição de renda.

A principal modalidade citada pelos que afirmam ter de tomar crédito, seja durante ou depois da pandemia, foi o empréstimo pessoal em bancos (21%), seguida do cartão de crédito (14%) e do empréstimo consignado (12%).

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iFood e Alelo fecham parceria e anunciam integração para pagamento online https://newtrade.com.br/economia/ifood-e-alelo-fecham-parceria-e-anunciam-integracao-para-pagamento-online/ https://newtrade.com.br/economia/ifood-e-alelo-fecham-parceria-e-anunciam-integracao-para-pagamento-online/#respond Thu, 23 Apr 2020 11:23:06 +0000 https://newtrade.com.br/?p=1025003 iFoods

Parceria permitirá a utilização dos créditos para pagamentos de pedidos realizados na plataforma

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iFoods

A Alelo acaba de fechar parceria com o iFood. A plataforma irá possibilitar a utilização dos créditos do cartão Alelo Refeição para pagamento online de pedidos.

O pagamento online é o primeiro passo para que os usuários iFood possam optar pela “Entrega sem Contato”, na qual combinam diretamente com o restaurante ou entregador, via chat do aplicativo, onde seus pedidos podem ser deixados sem a necessidade de interação física. A medida tem como objetivo proteger a saúde de clientes e entregadores neste momento no qual a sociedade é orientada a evitar o contato pessoal.

A iniciativa já está disponível para estabelecimentos comerciais, como restaurantes, lanchonetes e padarias, da cidade de São Paulo. Em breve a funcionalidade será oferecida também para as demais cidades do país. Para utilizar o benefício, basta acionar no aplicativo do iFood a aba de Método de Pagamento, escolher a nova opção de Vale Refeição e cadastrar o cartão Alelo.

“Trabalhamos, cada vez mais, para apoiar nossos parceiros comerciais e os usuários dos nossos benefícios. Essa parceria com o iFood vem para reforçar nossas ofertas de melhores opções para ajudar no dia a dia de todos”, afirma Márcio Alencar, diretor de Negócios, Inovação e Digital da Alelo.

“A integração entre os cartões Alelo e o iFood é mais uma dentre as diversas iniciativas que estamos adotando neste momento pensando na segurança e conveniência de nossos clientes. Acreditamos ainda que a parceria irá auxiliar muitos dos restaurantes de nossa plataforma, que agora mais do que nunca apostam no delivery como forma de manter seus negócios em operação”, comenta Mauro Piazza, Diretor de Business Development do iFood.

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Linx lança Link de Pagamento para vendas à distância https://newtrade.com.br/tecnologia/linx-lanca-link-de-pagamento-para-vendas-a-distancia/ https://newtrade.com.br/tecnologia/linx-lanca-link-de-pagamento-para-vendas-a-distancia/#respond Mon, 20 Apr 2020 15:02:25 +0000 https://newtrade.com.br/?p=1024949

Solução digital é uma das estratégias da empresa para apoiar o varejo em tempos de distanciamento social

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A Linx disponibilizará para seus clientes a solução de gateway ‘Link de Pagamento’, da Linx Pay Hub, fintech da empresa. A tecnologia visa auxiliar o varejista a ampliar o volume de vendas não-presenciais durante o período de distanciamento social, sem precisar de websites e usando apenas um link totalmente seguro via e-mail, WhatsApp ou qualquer outra rede social.

O Link de Pagamento facilita o cotidiano do varejista, pois é uma solução pronta para implementação, ou seja, não precisa de desenvolvimento, basta inserir os dados cadastrais do cliente e o valor a ser pago no sistema. O link é gerado e disponibilizado para o envio, que pode ser feito inclusive via Whatsapp. O cliente então efetua o pagamento, sem a necessidade de máquina de cartão e cobranças na entrega do produto, contribuindo também para a agilidade na distribuição das entregas. Vale ressaltar que a solução possui sistema antifraude integrado.

A tecnologia do Link de Pagamento foi desenvolvida para operar em todas as verticais do varejo atendidas pela Linx, com o intuito de diminuir o atrito no delivery, com destaque para os segmentos de Food (restaurantes e alimentação), Farmácias (entrega em domicílio de medicamentos controlados) e Moda, por exemplo.

“O Link de Pagamento foi desenvolvido pela Linx para ajudar o varejo a se manter firme diante deste cenário complexo que é o da pandemia da Covid-19. Estamos ao lado dos lojistas e queremos oferecer suporte para que as vendas continuem e os negócios não percam força neste período”, explica Denis Piovezan, vice-presidente da Linx Pay Hub.

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