negocios – Newtrade https://newtrade.com.br Tue, 19 Mar 2019 10:34:40 -0300 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=5.3 https://newtrade.com.br/wp-content/uploads/2017/03/favicon-newtrade.png negocios – Newtrade https://newtrade.com.br 32 32 Presença de público qualificado marca 1ª edição da ANUFOOD Brazil https://newtrade.com.br/economia/presenca-de-publico-qualificado-marca-1a-edicao-da-anufood-brazil/ https://newtrade.com.br/economia/presenca-de-publico-qualificado-marca-1a-edicao-da-anufood-brazil/#respond Tue, 19 Mar 2019 10:34:40 +0000 https://newtrade.com.br/?p=1014128

A primeira edição da feira reuniu 7.395 visitantes

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Corredores cheios e grande volume de visitantes de todo o Brasil. Assim foi a primeira edição da ANUFOOD Brazil – Feira Internacional Exclusiva para Alimentos e Bebidas, que trouxe para o país e para São Paulo um modelo que é referência em eventos para a indústria de alimentos em todo o mundo. A ANUFOOD é inspirada na ANUGA, realizada há mais de um século na Alemanha – e assim como sua versão original, foi organizada e promovida pela Koelnmesse.

O evento de negócios aconteceu no São Paulo Expo, entre os dias 12 e 14 de março, e reuniu 7.395 visitantes e 200 marcas expositoras de 20 países. Entre os compradores presentes, representantes de grandes redes como Grupo Casino, Carrefour, Walmart, Grupo St. Marché e redes regionais de todos os estados brasileiros. O evento atendeu a compradores buscando bons negócios tanto para o mercado interno quanto para exportações.

Dez setores em uma única feira

As marcas expositoras nacionais e internacionais foram divididas em dez setores – Agrifoods; Meat; Chilled & Fresh Food; Dairy; Drinks & Hot Beverages; Fine Food; Bread & Bakery; Organic; Sweets & Snacks; e Food Service, além dos pavilhões temáticos da Argentina, Alemanha, Países Árabes, entre outros.

Rodada de Negócios

Durante os três dias da ANUFOOD, a Rodada Internacional de Negócios promoveu encontros comerciais entre empresários do setor da indústria nacional de alimentos e bebidas com fornecedores de diversos países, entre eles Estados Unidos, Argentina, China, Qatar e Emirados Árabes. Segundo Patrício Cintra do Prado, diretor da Promoex, responsável pela organização das rodadas, das 1.500 reuniões pré-agendadas, mais de 70% foram concretizadas. “O retorno que tivermos dos participantes foi bastante positivo e superou as nossas expectativas”, conta Prado. A estimativa é que os negócios gerados fiquem entre U$ 10 e U$ 15 milhões.

A 1ª edição da ANUFOOD Brazil teve o patrocínio do Banco Fator e foi organizada em parceria com a FGV Projetos, unidade de assessoria técnica da Fundação Getúlio Vargas, dedicando o devido espaço a toda diversidade das atividades relacionadas ao agronegócio e à indústria alimentícia e de bebidas.

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As 15 melhores escolas de negócios do mundo https://newtrade.com.br/carreira/as-15-melhores-escolas-de-negocios-do-mundo/ https://newtrade.com.br/carreira/as-15-melhores-escolas-de-negocios-do-mundo/#respond Wed, 13 Mar 2019 12:25:12 +0000 https://newtrade.com.br/?p=1013928 bolsas de estudo

Os dados foram retirados de um estudo chamado Best B-Schools elaborado pela Bloomberg

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bolsas de estudo

A Universidade de Stanford foi eleita a melhor escola de negócios do mundo com uma nota de 4,27, segundo um estudo chamado Best B-Schools elaborado pela Bloomberg.

A pesquisa entrevistou recrutadores deram notas de 1 a 5 pontos para classificar as universidades no que diz respeito à formação de candidatos diversificados e de alta qualidade, à criatividade de seus graduados e à forma como seus alunos são treinados em comparação com colegas de outras escolas.

Para a surpresa de alguns, Harvard não aparece nem no top 20 da lista. Vale dizer que os recrutadores elencaram as universidades, mas avaliaram apenas os cursos de negócios de cada uma, que por vezes leva nome diferente. Por exemplo, a Universidade de Georgetown ficou em segundo lugar, e sua escola de negócios chama McDonough – foi em cima do desempenho dela que os recrutadores opinaram.

Eles também avaliaram o valor da marca de cada escola, grau de empreendedorismo e o nível de motivação de seus alunos.

O Business Insider fez uma pontuação média de cada escola em todas as seis métricas para criar uma classificação geral das 15 principais escolas de negócios.

Confira a lista: 

Universidade   Nota
1. Stanford University 4,27 pontos
2. Georgetown University (McDonough) 4,16 pontos
3.  Yale University 4,10 pontos
4. Carnegie Mellon University (Tepper) 4,09 pontos
5. INSEAD 4,08 pontos
  University of California at Berkeley (Haas) 4,08 pontos
7. University of Washington (Foster) 4,07 pontos
8. IESE Business School 4,02 pontos
9. MIT (Sloan) 4 pontos
10. Rice University (Jones) 3,99 pontos
11. University of North Carolina (Kenan-Flagler) 3,93 pontos
12. Cornell University (Johnson) 3,92 pontos
     University of Chicago (Booth) 3,92 pontos
     Columbia University 3,92 pontos
     University of Texas at Austin (McCombs) 3,92 pontos

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Pesquisa: 82% empresários consideram equidade de gênero positiva para os negócios https://newtrade.com.br/carreira/pesquisa-82-empresarios-consideram-equidade-de-genero-positiva-para-os-negocios/ https://newtrade.com.br/carreira/pesquisa-82-empresarios-consideram-equidade-de-genero-positiva-para-os-negocios/#respond Tue, 12 Mar 2019 10:43:17 +0000 https://newtrade.com.br/?p=1013844

Levantamento realizado pela Sage mostra como micro e pequenos empresários enxergam a liderança feminina nos negócios

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Pesquisa realizada pela Sage com micro e pequenos empreendedores mostra um panorama sobre como essas empresas enxergam a presença das mulheres nos negócios. O levantamento revela que 63% das empresas entrevistadas não possuem políticas para inserção de mulheres no seu quadro de colaboradores, ante 31% que responderam positivamente.

Já, quando o assunto é divergência salarial entre os gêneros, 84% dos respondentes afirmam que não existe disparidade salarial, contra 16%. Para a parcela de respondentes que disse sim sobre a divergência salarial, 42% afirmam que a disparidade em suas empresas gira em torno de 10%, 13% dizem ser de 20%, já outros 29% afirmam ser de 30% e 11% dos questionados dizem ser mais de 50%.

Quando questionadas se empresas que investem em equidade de gênero conseguem alavancar seus negócios, 82% dos questionados dizem que sim, contra 18% dos respondentes que consideram que não. Entretanto, quando perguntadas sobre políticas para inserção de mulheres no corpo de colaboradores, 63% dos respondentes dizem não ter políticas, contra 37% que responderam positivamente.

“É muito interessante ver que a grande maioria dos entrevistados enxerga que a diversidade de gênero é importante para o crescimento dos negócios. E o fato de que mais de 35% delas possuírem políticas voltadas para contratação de mulheres em cargos majoritariamente ocupados por homens, também é surpreendente e aponta um cenário otimista, afinal a amostra analisou empresas micro e pequenas, que provavelmente não dispõem de recursos substanciais para esse tipo de programa. ”, afirma Adriana Maia, Diretora de Comunicação da Sage Brasil.

O levantamento foi realizado com representantes de empresas de diversos setores da economia como varejo e serviços. Um total de 191 empresas foram entrevistadas durante o mês de fevereiro de 2019.

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As lições de negócios do Queen https://newtrade.com.br/carreira/as-licoes-de-negocios-do-queen/ https://newtrade.com.br/carreira/as-licoes-de-negocios-do-queen/#respond Mon, 25 Feb 2019 12:26:32 +0000 https://newtrade.com.br/?p=1013478

A banda britânica é uma máquina de fazer dinheiro, com negócios em diferentes áreas que movimentam milhões de dólares a cada ano

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No domingo (24), a cerimônia de entrega do Oscar teve uma abertura bem diferente do convencional. Em vez de mestres de cerimônias fazendo piadinhas sem graça ou números musicais sobre os filmes indicados, a banda Queen e o cantor Adam Lambert, seu atual vocalista, subiram ao palco para tocar sucessos do grupo retratado no filme Bohemian Rhapsody. Ao final da noite, Rami Malek levou a estueta de melhor ator. O filme ainda foi premiado nas categorias: edição; edição de som e mixagem de som.

Tratou-se de uma tentativa clara de alavancar a audiência do show, em queda acelerada desde 2014. Afinal, nesse momento, nenhuma banda do mundo é tão popular quanto o Queen. Recentemente, Bohemian Rhapsody conquistou o título de cinebiografia mais bem-sucedida da história do cinema, com uma bilheteria mundial de US$ 850 milhões – o custo do filme foi de US$ 52 milhões.

Ao mesmo tempo, a música-título tornou-se a canção mais tocada de todos os tempos em serviços de streaming (1,6 bilhões de vezes). Por fim, dois álbuns da banda ocuparam o Top 10 no final do ano passado: a trilha do filme e a coletânea Greatest Hits I & II: The Platinum Collection.

Para o público leigo, a impressão que dá é que estamos testemunhando um renascimento da banda britânica, que retornaria das cinzas para voltar a ganhar dinheiro com seus antigos hits. Mas a verdade é que a marca Queen nunca foi embora. Muito pelo contrário: nas últimas três décadas, a empresa Queen Productions, que controla as finanças da banda e de seus membros remanescentes, se transformou em uma máquina de fazer dinheiro.

Estima-se que a empresa movimente hoje algo em torno de 355 milhões de libras, ou US$ 463 milhões. Parte desse dinheiro vêm da venda de discos – são mais de 300 milhões de álbuns comercializados em todo o mundo. Outra fatia vêm de direitos autorais: as músicas de Freddie Mercury, Brian May, Roger Taylor e John Deacon já foram usadas em mais de 375 longas-metragens e incontáveis anúncios.

Há ainda a renda proveniente do espetáculo teatral We Will Rock You, dos shows da banda cover Queen Extravaganza, dos games Queen: The eYe, Guitar Hero e Rock Band. Desde 2012, outra receita importante é a proveniente das turnês milionárias que a banda fez ao lado do cantor Adam Lambert – uma delas incluiu o Rock in Rio, em 2015.

Diante dos números, fica a pergunta: qual o segredo da longevidade do Queen? E o mais importante: como essas estratégias podem ser aplicadas ao mundo dos negócios? Conheça aqui cinco lições de negócios do Queen.

1. Conheça seu público e toque para ele

Não há dúvida que grande parte do sucesso da banda se deve às suas canções. Aqui, não se trata apenas de inspiração. A banda fez um esforço focado para entender o que o público queria deles – e entregar resultados. “Nos shows, nós prestávamos atenção para ver que tipo de música, de sonoridade, de letras o público apreciava mais”, disse certa vez Brian May. Ao notar que o público gostava de cantar junto com a banda, o quarteto tratou de criar hinos, músicas épicas que podiam ser entoadas por estádios lotados. Entender o perfil do seu público e prever o que ele espera do seu produto está por trás do sucesso de muitas empresas.

2. Fuja do convencional

No estúdio ou no palco, o Queen sempre primou pela originalidade, criando harmonias jamais vistas na música pop, misturando hard rock e ópera, usando sobreposições de canais para criar efeitos sonoros, ou ainda vestindo figurinos exuberantes no palco. Um líder deve ser capaz de surpreender sempre, sem medo de errar ou chocar seu público.

3. Seja resiliente No filme, fica claro como o grupo bancou até o fim o lançamento de Bohemian Rhapsody, mesmo quando executivos da indústria musical e da mídia ridicularizavam seu formato e duração de seis minutos. Como ninguém queria divulgar o single, eles levaram cópias piratas diretamente para os programadores das rádios. Assim que a canção começou a ser tocada, os fãs começaram a procurar o disco. Criar demanda por algo que o público nem sequer conhecia pode fazer toda a diferença em um mercado competitivo.

4. Dê espaço pra sua equipe brilhar

Os hits do Queen foram escritos por diferentes membros da banda. Freddie Mercury escreveu “Bohemian Rhapsody”, Brian May compôs “We Will Rock You”, Roger Taylor está por trás de “Radio Ga Ga” e John Deacon é o responsável por “Another One Bites the Dust” e “I Want to Break Free”. As melhores equipes são aquelas que combinam indivíduos com diferentes expertises e backgrounds, mas o mesmo potencial para brilhar.

5. Não dê ouvidos aos detratores

Durante toda a sua carreira, o grupo britânico foi obrigado a lidar com críticos ferozes, executivos conservadores, mídia e fãs homofóbicos. Nos anos 70, quando a banda estourou, a crítica britânica chamava-os de rebuscados. Na década seguinte, parte do público reagiu com homofobia aos trajes de Freddie Mercury e às músicas mais dançantes da banda. Por fim, nos últimos 6 anos, Roger Taylor e Brian May foram criticados por voltar a tocar seus sucessos no palco, mesmo sem Freddie Mercury. Avesso a tudo, o grupo segue lucrando com suas bem-sucedidas turnês ao lado do cantor americano Adam Lambert. Nos negócios, ouvir opiniões diferentes é fundamental. Mas as críticas não devem ser um obstáculo para perseguir os objetivos reais da empresa e permanecer fiel às suas convicções.

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Em menos da metade das empresas as áreas de negócios e TI trabalham juntas https://newtrade.com.br/tecnologia/em-menos-da-metade-das-empresas-as-areas-de-negocios-e-ti-trabalham-juntas/ https://newtrade.com.br/tecnologia/em-menos-da-metade-das-empresas-as-areas-de-negocios-e-ti-trabalham-juntas/#respond Mon, 11 Feb 2019 09:47:43 +0000 https://newtrade.com.br/?p=1013019

CIOs acreditam que deveriam dedicar mais tempo à criação de negócios

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Com as transformações por que passa a economia digital, o papel do CIO (Chief Information Officer) nas empresas extrapola limites tecnológicos imaginados há poucos anos. Para tentar antever qual será o papel de um líder de tecnologia, a consultoria Deloitte realizou uma pesquisa global (incluindo o Brasil) com esses profissionais, avaliando desafios para os próximos três anos.

Em primeiro lugar, 70% dos pesquisados concordam que o CIO, além de operador confiável das tecnologias, também deve atuar como cocriador de negócios, instigador de mudanças (incluindo a adoção de tecnologias emergentes) e apoiador da execução da estratégia de negócios, com o investimento tecnológico condizente. Os consultados no Brasil estimam, em média, que empreguem hoje 37% de seu tempo nessas atividades; e defendem que essa parcela cresça, em média, para 72%. No mundo, a diferença entre o real e o ideal, do ponto de vista dos CIOs, é menor que no Brasil. Os profissionais, em média, acreditam alocar 36% do tempo em ser cocriadores de negócios, e consideram que o ideal seria dedicar 64%.

Para além do conhecimento tecnológico, os CIOs acreditam ter papel estratégico em associar a força do capital humano à tecnologia da informação, para obtenção do máximo desempenho na empresa, segundo 63% dos pesquisados globalmente (e 65% no Brasil).

O resultado indica que os CIOs esperam atuar de forma ainda mais abrangente e integrada com outras áreas para realizar uma grande mudança organizacional (66% dos pesquisados globais, 57% dos brasileiros) que fortaleça a estratégia de negócios da organização. Mas os desafios são grandes: o estudo constatou que em menos da metade das empresas pesquisadas no Brasil as áreas de negócios e de TI desenvolvem processos conjuntos de investimentos. E apenas 38% dos nossos executivos indicaram ter processos de investimento em TI bem definidos. Esse resultado indica que os CIOs têm a oportunidade de ser mais diligentes no estabelecimento da governança do investimento em tecnologia. Apesar dos problemas do cenário econômico brasileiro, 40% dos entrevistados no Brasil esperam aumento do orçamento destinado à inovação.

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9 perfis com os melhores conteúdos para seguir em 2019 https://newtrade.com.br/tecnologia/9-perfis-com-os-melhores-conteudos-para-seguir-em-2019/ https://newtrade.com.br/tecnologia/9-perfis-com-os-melhores-conteudos-para-seguir-em-2019/#respond Fri, 08 Feb 2019 15:12:19 +0000 https://newtrade.com.br/?p=1012985

Já pensou receber todos os dias no seu feed conteúdos de qualidade? E que tal poder interagir com pessoas de alta performance?

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Por Samuel Pereira, autor de “Atenção, o maior ativo do mundo”

Já pensou receber todos os dias no seu feed conteúdos de qualidade? E que tal poder interagir com pessoas de alta performance? . Como estamos começando o ano, quero te recomendar 09 perfis no Instagram que, se você empreende, você precisa seguir! Estes perfis oferecem conteúdos transformadores com várias dicas, sacadas e mudança de mindset.

E que tal poder interagir com pessoas de alta performance? Você já sabe que o Instagram é a rede social que mais cresce nos últimos tempos. Em junho do ano passado já tinha superado 1 bilhão de usuários ativos.

Não por acaso é a rede social com maior engajamento no mundo. Como estamos começando o ano, quero te recomendar 09 perfis no Instagram que, se você empreende, você precisa seguir! Estes perfis oferecem conteúdos transformadores com várias dicas, sacadas e mudança de mindset.

Aproveite para se inspirar, se motivar e absorver boas práticas!

Vamos lá?

1. @SegredosDaAudiência | Samuel Pereira

Diariamente posto conteúdos diversos sobre marketing digital, empreendedorismo, motivação e mindset.
Meu perfil tem também sacadas sobre trafégo e audiência na internet.mA cada dia busco disponibilizar o melhor conteúdo para os empreendedores que me seguem.

2. @SeuElias | Seu Elias

Eu sempre disse que o físico não deve se separar do digital. O “Seu Elias” entendeu isso muito bem. Ele inovou em um mercado que é muito tradicional?—?o de barbearias.

E soube usar com maestria o digital para alavancar seu negócio físico e ampliar suas perspectivas. Atualmente é referência no mercado e um excelente exemplo de como usar as mídias sociais.

3. @GeracaoDeValor | Flávio Augusto

O Geração de Valor foi criado em 2011 pelo empresário Flávio Augusto, com o intuito de educar as pessoas sobre empreendedorismo e compartilhar suas experiências no mundo dos negócios.

Ele é empresário, fundador da rede de escolas de idiomas WiseUp, proprietário do Orlando City (clube de futebol profissional nos EUA) e fundador do meuSucesso.com?—?Escola de Insights em Negócios?—?uma startup de educação empreendedora que tem milhares de alunos em mais de 20 países.

4. @RobinsonShiba | Robinson Shiba

Robinson Shiba é CEO do grupo Trend Foods (China In Box e Gendai) que possui 170 restaurantes espalhadas pelo país, fatura cerca de R$300 milhões por ano e emprega mais de 4.500 funcionários.

Ele se tornou um empresário bastante conhecido após participar da primeira temporada do Shark Tank Brasil. A trajetória de sucesso de Shiba o tornou palestrante requisitado para compartilhar lições de empreendedorismo, franchising, trabalho em equipe, liderança e produtividade.

5. @Thiago.Nigro | Thiago Nigro

Thiago Nigro resolveu investir todo dinheiro que tinha aos 17 e faliu. Ele fez do infortúnio uma lição e decidiu aprender a fundo como investir, dando a volta por cima.

Ele é fundador do canal “O Primo Rico”?—?o canal brasileiro de investimentos que mais cresce no Youtube. Além disso, ele é autor do livro “Do Mil ao Milhão”, em que ensina aos leitores os três pilares para atingir a independência financeira: gastar bem, investir melhor e ganhar mais.

6. @VidaDeFreesider | Fagner Borges

Fagner Borges é criador do “Movimento Freesider”

Freesider é aquela pessoa que vive a vida com liberdade: de tempo, geográfica e financeira! E todas estas liberdades são conquistadas através da internet, o que ele ensina em seus treinamentos. Ele também é autor do livro “A Jornada da Liberdade” best seller na Veja.

7. @GaryVee e/ou @GaryVeePortuguese | Gary Vee

Gary Vaynerchuk é um empresário bielorruso radicado americano.

Investidor, autor best-seller 5 vezes pelo NY Times, orador público e uma grande personalidade do mundo virtual.

Seu primeiro grande feito, foi quando ele entrou para o negócio de vinhos da família e partiu de um negócio que valia US$ 3 milhões para US$ 60 milhões em apenas cinco anos. Além disso, Gary possui uma das maiores agências digitais do mundo, a VaynerMedia e se tornou um grande investidor das empresas como Facebook, Twitter, Tumblr, Uber, e Birchbox.

8. @GustavoCaetano | Gustavo Caetano

Gustavo Caetano fundou a Samba Tech há 7 anos. Hoje, o case da empresa e a sua ousadia o leva a apresentar sua história nos maiores eventos de inovação do mundo.

Foi eleito uma das 50 mentes mais inovadoras do país, um dos 15 brasileiros mais influentes da Internet e ganhou por duas vezes o prêmio de CEO do ano (Pequenas Empresas Grandes Negócios e The Next Web).

Sua startup foi eleita por 3 vezes nos EUA como uma das 100 empresas mais inovadoras do mundo e a Forbes a colocou como uma das 10 Startups para se observar na América Latina. Recentemente o Linkedin nomeou Gustavo Caetano como um dos 10 mais influenciadores da internet.

9. @R2Raiam | Raiam Santos

Ousado e irreverente, Raiam Santos já realizou em seus 28 anos mais do que muita gente não realiza em uma vida toda.

Já visitou vários países, teve vários empregos e já escreveu sete livros. Em seu perfil ele dá dicas sobre como empreender digitalmente e o que faz para poder trabalhar de qualquer lugar do mundo.

É importante sempre termos boas referências para seguir. Ter uma dose diária de insights te fará ser melhor, te deixando inteirado das práticas que pode influenciar seu negócio.

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Quer abrir uma franquia em 2019? https://newtrade.com.br/varejo/quer-abrir-uma-franquia-em-2019/ https://newtrade.com.br/varejo/quer-abrir-uma-franquia-em-2019/#respond Wed, 06 Feb 2019 10:00:19 +0000 https://newtrade.com.br/?p=1012866

Especialistas apontam mobilidade e produtos saudáveis como tendências.

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Por Márcia Rodrigues, especial para o Portal Newtrade 

Alimentos saudáveis, gourmet se marmitas são as grandes tendências apontadas por especialistas para o ramo da alimentação, no setor de franquias em 2019. Outras apostas são serviços que facilitem o dia a dia das pessoas e ligados à mobilidade urbana.

“Com a crise, percebemos que as pessoas estão mais restritivas e, por isso, a oferta de produtos e serviços precisa estar coberta de bom custo para o consumidor final. Nesta retomada da economia, o preço será o apelo mais forte para quem vai voltar a consumir”, afirma Marcus Rizzo, diretor da Rizzo Franchinsing.

Confira as tendências do setor de franquias em 2019, segundo os especialistas Rizzo e Luis Stockler, consultor especializado em franquias da BaStockler,

 Produtos saudáveis e práticos
Luis Stockler, consultor especializado em franquias da BaStockler,

A onda de saudabilidade continua em alta no setor alimentício. Segundo Stockler, o consumo desse mercado cresce cerca de 40% ao ano. Produtos saudáveis, somados à produção de alimentos práticos para consumo, como marmitas e comidas em pote, por exemplo, prometem alavancar as vendas em 2019.

“Pratos resfriados que, diferentemente dos congelados, valorizam o sabor do alimento, e aqueles que você chega na lanchonete ou supermercado pega, compra e vai comer em uma praça, por exemplo, estarão em alta este ano”, afirma Rizzo.

 Alimentos gourmet e de diferentes culturas e etnias

Segundo Rizzo, as pessoas estão interessadas em buscar uma alimentação diferente, que foge do fastfood, por isso, além de alimentos naturais e práticos, estarão em alta, ainda, produtos de diferentes culturas e etnias.

Para Stockler, a gourmetização dos produtos também permanecerá forte em 2019. “Alimentos gourmet, não necessariamente saudáveis, continuarão em franca expansão.”

Ele cita como exemplo as hamburguerias, as queijarias e outros produtos artesanais. “São produtos que já estão disponíveis na cidade, mas que atraem público constantemente.”

 Franquias de manutenção, limpeza e conservação

A terceirização da mão-de-obra é um movimento muito forte no Brasil, ainda mais com a entrada da legislação que regulamenta a atividade. Por isso, franquias de manutenção, limpeza e conservação continuarão em alta este ano. Entre os destaques, segundo Rizzo, estão: serviços de manutenção predial, de limpeza de casa e de reparos em grandes centros.

Mobilidade urbana veio para ficar

Estações de patinetes e bicicletas estão pipocando pela cidade e o número de usuários está aumentando a cada dia, o que mostra o potencial desse mercado. Os serviços que estiverem diretamente ligados à mobilidade urbana e que prometem facilitar a vida dos seus adeptos, tendem a crescer em 2019.

“Alguns postos de gasolina já estão de olho nesse mercado e começaram a oferecer bomba para encher pneu gratuitamente para esse público. Em troca, ele entra na loja de conveniência e compra água ou algo para comer, por exemplo. As redes já começaram a desenhar negócios com foco nesse usuário”, diz Stockler.

Mercado sustentável

A preocupação com o meio ambiente e com a aquisição de produtos e serviços sustentáveis vem favorecendo o mercado de produtos e serviços sustentáveis.

“O maior fiscal de uma marca é o consumidor. E ele está mais atento e questionando toda a relação da cadeia produtiva de uma rede. Se ele não se identifica, não compra mais. As vendas da Volkswagem caíram barbaridade depois que a montadora foi acusada de burla os testes que medem a emissão de gás. Hoje em dia o consumidor é implacável”, afirma Stockler.

Para ele, produtos e serviços que valorizem o consumo consciente e sustentável são bons nichos para apostar.

Menos intermediação e preços competitivos

Os franqueadores que não fizeram a lição de casa durante esse período de crise, podem ver o seu negócio engatinhar este ano. Segundo Rizzo, a pressão do franqueado por preço e prazo de entrega cresceu fortemente nos últimos anos. “Percebemos um movimento de compras cooperadas. Franqueados e franqueadores estão indo direto nos produtores para negociar preço e prazo, diminuindo as intermediações. Com isso, tem-se conseguido preços mais competitivos e bons prazos. Quem não perceber esse movimento, vai engatinhar.

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Cinco dicas para obter sucesso nos negócios em 2019 https://newtrade.com.br/economia/cinco-dicas-para-obter-sucesso-nos-negocios-em-2019/ https://newtrade.com.br/economia/cinco-dicas-para-obter-sucesso-nos-negocios-em-2019/#respond Tue, 22 Jan 2019 14:13:51 +0000 https://newtrade.com.br/?p=1012239 sucesso

Revisar problemas, buscar feedback de clientes, focar no diferencial e ampliar presença digital são algumas medidas estratégicas para os donos de pequenos negócios

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sucesso

Os donos de pequenos negócios estão otimistas quanto à melhoria de seus empreendimentos este ano, segundo a Sondagem Conjuntural feita pelo Sebrae no final de 2018. O estudo teve como objetivo conhecer as expectativas dos donos de micro e pequenas em relação à economia brasileira e ao seu próprio empreendimento. Mais de 70% dos entrevistados acreditam que seu faturamento vai melhorar. Mas, para que isso aconteça, é necessário tomar algumas medidas estratégicas em 2019 para não ser surpreendido.

De acordo com o especialista em empreendedorismo do Sebrae, Enio Duarte Pinto, aproveitar o início do ano e a baixa de movimento, em alguns setores, para concentrar esforços em cinco estratégias principais pode favorecer o sucesso do negócio ao longo dos meses. A primeira medida é iniciar o ano revisando algum problema que tenha sido verificado com seu público alvo no decorrer do ano passado. “É a partir do feedback dos clientes que o empreendedor saberá se sua empresa está sendo efetiva na entrega daquilo que o público deseja. Por isso, é necessário buscar um constante diálogo com o consumidor para fazer os ajustes necessários”, avalia Enio.

Além disso, é preciso que o empresário fortaleça sua presença digital, tanto para ser facilmente encontrado pelo cliente, como para diversificar seus canais de relacionamento, uma tendência que vem se acentuando entre os pequenos negócios. Segundo pesquisa feita pelo Sebrae, nos últimos três anos, mais de 70% dos micro e pequenos empreendedores apostaram na informatização e na utilização das redes sociais. “Para obter o sucesso em 2019, o empresário de pequeno negócio deve ainda tentar delegar o operacional a alguém, de modo que possa concentrar sua energia e agenda na gestão estratégica, que vai diferenciar a empresa no mercado. Mas é preciso entender que delegar não é se omitir. Por isso, é fundamental continuar supervisionando o trabalho do seu time”, orienta o especialista. Por fim, em 2019, o empreendedor deve investir de forma continuada na sua qualificação como gestor. A acelerada dinâmica à frente dos negócios exige um processo constante de atualização.

Cinco dicas para o sucesso em 2019
  1. Busque o feedback junto a seus clientes;
  2. Certifique-se que o seu negócio está de fato entregando “Valor” ao seu cliente;
  3. Fortaleça a sua presença digital;
  4. Delegue o operacional e concentre-se no estratégico;
  5. Invista na sua profissionalização como gestor.

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“Se as empresas líderes não inovarem, rapidamente deixarão de ser líderes” https://newtrade.com.br/economia/se-as-empresas-lideres-nao-inovarem-rapidamente-deixarao-de-ser-lideres/ https://newtrade.com.br/economia/se-as-empresas-lideres-nao-inovarem-rapidamente-deixarao-de-ser-lideres/#respond Thu, 13 Dec 2018 10:07:33 +0000 https://newtrade.com.br/?p=1010672

Para a futurista e consultora Daniela Klaiman, as companhias devem se dedicar a descobrir qual será a ideia que vai acabar com o seu negócio

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Pensar quais mudanças a sociedade irá enfrentar nos próximos cinco anos, com a tecnologia transformando mercados cada vez mais rápido, não é uma tarefa fácil. Traçar tendências de comportamento para os próximos 50 anos parece, então, um desafio praticamente impossível. No entanto, é justamente com essas “previsões do futuro” que trabalha a futurista Daniela Klaiman, que atua como consultora de comportamento do consumidor e pesquisadora de tendências.

Para Daniela, existem quatro grandes transformações de mentalidade em curso. A primeira delas envolve um abandono do individual e uma entrada no coletivo. “Começamos a entender que, se não estivermos juntos de uma maneira mais unida, não vamos conseguir sobreviver enquanto raça humana”, diz. A transição do lado racional para o emocional é a segunda grande transformação. Na sede por sobrevivência desde o tempo das cavernas, o ser humano “destruiu tudo pelo caminho e deixou muitas dores”. Por isso, a sociedade enfrenta hoje números recordes de suicídios e de casos de estresse e depressão. “O emocional entra justamente para sanar as dores causadas por todo esse processo”, afirma a consultora.   

A terceira mudança é do linear para o exponencial. As empresas, antes estáveis e previsíveis, passam a ter um crescimento exponencial — uma vez que, “a cada dois anos, a tecnologia fica mais poderosa ao mesmo tempo em que o custo cai pela metade”. “Dessa forma, as empresas explodem. E é também muito imprevisível: pode dar muito certo ou muito errado.” Enxergar a abundância no lugar da escassez é, por fim, a quarta grande mudança. “Pensando na abundância, nós vemos que hoje já existe ou está sendo desenvolvida uma solução tecnológica para absolutamente tudo que existe. Temos as tecnologias para resolver os problemas, mas ainda não estamos utilizando-as em larga escala.”

Em entrevista à Época Negócios, a futurista fala sobre como entender esse processo de mudanças.

As mudanças que você destaca são bastante profundas e estruturais. Você acredita que as empresas estão preparadas para entender esse novo comportamento humano?

Não, com certeza não. Está bem difícil porque as empresas ainda estão ganhando muito dinheiro no formato antigo. Estamos exatamente no meio do caminho, onde as coisas velhas funcionam e as novas estão batendo na porta. Mas, se as empresas não mudarem rapidamente, outros irão provocar essa mudança. As startups têm ideias que podem revolucionar o mundo. Já as empresas contam com muito dinheiro, mas talvez não tenham essas grandes ideias. A principal questão que vemos agora são as empresas trazendo esses braços de inovação de fora — comprando e investindo em startups e trazendo consultores de inovação. É uma combinação de dentro e fora para fazer as empresas ficarem mais oxigenadas e efetivamente se transformarem. Eu não acredito que a inovação vem de dentro.

Você avalia então que esses programas de inovação interna não são eficientes?

Eu acho que não. O maior briefing de inovação é pensar em qual será a empresa que vai acabar com o meu negócio. E uma empresa nunca vai pensar nisso. Uma mentalidade interessante para se ter é acordar todos os dias e pensar: “Como é que eu posso me ferrar como empresa?”. Aí, talvez, você crie algo revolucionário.

O que falta para esse tipo de pensamento entrar nas empresas?

Em pouquíssimos anos, a água vai começar a bater bem forte na bunda — em alguns mercados já está. Daí, todo mundo vai começar realmente a se mexer muito mais. Além disso, quando as novas gerações tomarem os cargos de liderança, elas já virão com essa mentalidade de “gente, tem de mudar tudo”.

O que será crucial para uma empresa se manter relevante?

Já ter começado [a mudar] antes de achar que existe um problema. Quem largar na frente vai se dar muito melhor. O Magazine Luiza é um ótimo exemplo. É um tipo de empresa tradicional e está se transformando radicalmente. Só na parte de inovação, se não me engano, tem 200 funcionários. As outras vão patinar muitíssimo para correr atrás, principalmente as líderes. Os líderes [de mercado] sempre deixam os outros inovarem e depois vão atrás. Agora isso mudou. Se as empresas líderes não inovarem, rapidamente deixarão de ser líderes.

Quais setores são mais sensíveis?

Os mais sensíveis, de longe, são os produtos de bens de consumo. Isso porque eles têm um custo absurdo — como é o caso de carros e de bebidas. Todas as empresas novas, que são exponenciais, são leves: o Uber não tem nenhum carro, o Airbnb não tem nenhum apartamento e o Waze não tem nenhum hardware. Esse é o desafio. Antes, uma companhia era medida pela solidez e pela quantidade de funcionários e de fábricas. Não mais.

Todas essas mudanças também terão impacto no mercado de trabalho. Como você enxerga o futuro nessa área?

Sem dúvida nenhuma, o número de freelancers vai aumentar muito. As pessoas não querem mais trabalhar das 9h às 18h. Não faz sentido. O trabalho ainda imita o modelo da indústria. Oito horas diárias é a era industrial. Além disso, o líder não é mais o cara que senta sozinho no corner office, é o cara que senta com a galera. Ele não fica mandando ali, enquanto a galera faz. Ele aprende junto com as pessoas com quem trabalha. Outra mudança virá da educação. Até hoje, as escolas são exatamente iguais à primeira que surgiu. A gente segue aprendendo da mesma maneira, e basicamente para formar pessoas para o ambiente de trabalho. A educação irá mudar e formar as pessoas para a vida, e não para o trabalho.

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Quatro em cada dez brasileiros pretendem abrir um negócio até 2020, aponta pesquisa da Ipsos https://newtrade.com.br/economia/quatro-em-cada-dez-brasileiros-pretendem-abrir-um-negocio-ate-2020-aponta-pesquisa-da-ipsos/ https://newtrade.com.br/economia/quatro-em-cada-dez-brasileiros-pretendem-abrir-um-negocio-ate-2020-aponta-pesquisa-da-ipsos/#respond Wed, 05 Dec 2018 09:33:47 +0000 https://newtrade.com.br/?p=1010364 BNDES

No mundo, 25% das pessoas querem ter um negócio próprio. Somente 17% dos brasileiros acreditam que governo faz um bom trabalho para apoiar o empreendedorismo

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BNDES

O Brasil é um dos países com mais pessoas dispostas a empreender entre países pesquisados. Quatro em cada dez da amostra brasileira (43%) declaram pretender abrir o próprio negócio nos próximos dois anos (até 2020), enquanto no mundo o índice é de 25%, aponta a pesquisa Entrepreneuralism Global Advisor da Ipsos, realizada em 24 países, incluindo o Brasil, com 18 mil entrevistados, entre os dias 20 e 28 de setembro. A margem de erro para o Brasil é de 3,1 pontos percentuais.

A Arábia Saudita é o país em que os respondentes têm mais aspirações de abrir o próprio negócio até 2020: 63% disseram que tem esse desejo. Em seguida estão: México (62%), Índia (50%), África do Sul (50%) e China (48%). O Brasil aparece logo em seguida, com 43%. Por outro lado, somente 6% dos japoneses gostariam de abrir o próprio negócio.
“Este contraste indica que o contexto dos países em desenvolvimento é favorável às aspirações empreendedoras. Isto aponta para fatores que estimulam ou inibem o empreendedorismo como menores oportunidades de emprego e perspectiva de sucesso nos negócios nos mercados em desenvolvimento, por um lado, e concorrência dos negócios já estabelecidos, mais acirrada e técnica em mercados desenvolvidos como fatores possivelmente importantes influenciando o desejo de empreender”, afirma Rupak Patitunda, gerente de opinião pública da Ipsos.

Quase metade dos brasileiros entrevistados (48%) acredita que o governo tem responsabilidade para apoiar os empreendedores. O índice do Brasil é igual à média global. O México e a Argentina possuem o maior percentual, com 67%, e a Suécia possui o menor, com 27%.

Por outro lado, somente dois em cada dez brasileiros do estudo (17%) acreditam que o governo faz um bom trabalho em apoiar o empreendedorismo no país. A média do Brasil está bem próxima da global, de 22%. O Japão tem o menor índice nesta questão, com 6%. A Índia e a Polônia são os países em que a população mais acredita no bom trabalho do governo, com 46% e 45%, respectivamente.

Os países com as maiores diferenças entre a expectativa da responsabilidade do governo em fomentar o empreendedorismo e a realidade percebida da boa atuação do governo são Argentina (48% de diferença), Hungria (47%), Rússia (46%) e África do Sul (43%). O Brasil aparece com 31% e a diferença global é de 26%.
“Nestes países, o governo é visto como ausente na sua responsabilidade, que é mais uma variável influente no ambiente empreendedor. O desejo de empreender é diferente da possibilidade de empreender em si que é muitas vezes determinado pelo ambiente que o país apresenta”, diz Patitunda.

Índice de Espírito Empreendedor

O estudo também criou um índice de Espírito Empreendedor baseado em como 18 itens atitudinais que descrevem bem ou não o entrevistado, como “criativo”, “disciplinado”, “flexível”, “ambicioso” entre outros. Globalmente, três em cada dez entrevistados (29%) tiveram pontuação muito alta para essas características. No Brasil, o índice é de 26%. O México é o país em que mais pessoas responderam ter essas competências: 58%.

“Existe uma relação entre características vistas como pessoais e o desejo de se abrir um negócio próprio. Contudo, o ambiente social, as condições econômicas e a estrutura pública de fomento ao empreendedorismo têm um grande peso para a construção desta autoimagem”, completa Patitunda.

Experiência empreendedora

A experiência empreendedora, ou seja, o percentual de pessoas que já abriram seu próprio negócio ou iniciativa, está relacionada ao grau de instrução e à faixa de renda, quando considerado o conjunto dos países. Além disso, também tem relação com o sexo masculino, já que 33% dos homens reportagem já terem aberto um negócio versus 23% das mulheres na amostra global.

Entre os entrevistados de todos os países, 28% já abriram seu próprio negócio. A Arábia Saudita (58%), o México (49%) e a Argentina (48%) são os países que mais tiveram experiência empreendedora.

No Brasil, três em cada dez entrevistados (30%) já tiveram o próprio negócio. Os países que relataram menos experiências empreendedoras foram: França (12%) e Japão (7%).

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