instagram – Newtrade https://newtrade.com.br Tue, 10 Dec 2019 14:46:20 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=5.3.1 https://newtrade.com.br/wp-content/uploads/2017/03/favicon-newtrade.png instagram – Newtrade https://newtrade.com.br 32 32 Budweiser lança venda online pelo Instagram https://newtrade.com.br/industria/budweiser-lanca-venda-online-pelo-instagram/ https://newtrade.com.br/industria/budweiser-lanca-venda-online-pelo-instagram/#respond Tue, 10 Dec 2019 12:22:36 +0000 https://newtrade.com.br/?p=1021931 Budweiser

Pela primeira vez uma marca de cerveja apresenta uma ferramenta de e-commerce na sua conta no Instagram: o Bud Dealer.

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Budweiser

A Budweiser inova no seu e-commerce e apresenta uma novidade cujo objetivo é facilitar a vida de quem busca produtos da marca que vão além da tradicional “King of Beers”. Pela primeira vez uma marca de cerveja apresenta uma ferramenta de e-commerce na sua conta no Instagram: o Bud Dealer.

O Bud Dealer é recheado de opções Bud e vai de temperos e molhos a peças de roupa da marca. Em cada postagem o usuário poderá sair do Instagram e ir direto para a opção de compra do produto, provando que Bud é muito mais que uma cerveja.

“Budweiser é uma marca clássica. Estamos por trás do basquete, da música, da moda e investimos em produtos que vão além da nossa cerveja. Com o Bud Dealer ampliamos o alcance da marca e conseguimos nos aproximar dos consumidores de uma maneira única”, afirmou Alice Alcântara, gerente de marketing de Budweiser.

Por meio da conta de Bud no Instagram (@budweiser_br) o público ainda pode encontrar produtos personalizados da marca como baldes, copos e abridores.

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Homens compram mais do que mulheres no Instagram e são atraídos por anúncios impactantes https://newtrade.com.br/tecnologia/homens-compram-mais-do-que-mulheres-no-instagram-e-sao-atraidos-por-anuncios-impactantes/ https://newtrade.com.br/tecnologia/homens-compram-mais-do-que-mulheres-no-instagram-e-sao-atraidos-por-anuncios-impactantes/#respond Tue, 08 Oct 2019 15:29:15 +0000 https://newtrade.com.br/?p=1020413 Instagram

De acordo com VidMob, 1 em cada 3 usuários já faz compras pela plataforma

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Instagram

Mais de um terço dos usuários do Instagram já compra direto pelos anúncios na plataforma. É o que a VidMob, plataforma de inteligência criativa, descobriu por meio de estudo realizado em parceria com a empresa de pesquisa mFour, em agosto deste ano.

A pesquisa aponta que a probabilidade de usuários do sexo masculino comprarem pelo Instagram é 10% mais alta do que entre as mulheres; no entanto, 81% delas compram de marcas que não conhecem, enquanto menos homens (75%) dizem fazer o mesmo.

Meninas da Geração Z (entre 16 e 19 anos) apresentaram a maior incidência de compras por meio de anúncios no Instagram, enquanto as entrevistadas entre 35 e 45 anos foram as que menos adotaram esse costume – menos de 40% delas declarou ter comprado algo por meio de anúncios na rede social.

Os produtos mais comprados tanto por homens quanto por mulheres são roupas, sapatos e acessórios, sendo os preferidos por cerca de 60% de mulheres e mais de 50% dos homens.

Homens compram 3 vezes mais computadores e produtos tecnológicos do que mulheres, que por sua vez adquirem 3 vezes mais produtos de beleza do que eles. Outras categorias populares são viagens, alimentos e ingressos de cinema. “À medida que cresce a popularidade dos shoppable ads [anúncios que oferecem venda direta de produtos] e a funcionalidade Checkout, ainda em sua versão beta, o Instagram se transforma cada vez mais em um centro de compras,” afirma Stephanie Bohn, CMO da VidMob.

A pesquisa também mostra que o consumidor segue informado: antes de realizar a compra direta no Instagram, quase dois terços dos usuários buscam pesquisar mais sobre os produtos e marcas fora da plataforma e mais de 40% o fazem dentro da própria rede social.
Em termos de fatores que influenciam as compras, menos de 20% de todos os entrevistados dizem ter comprado algo após ver celebridades ou influenciadores no anúncio do Instagram. Segundo o relatório, mais mulheres do que homens veem o preço como principal fator de influência, enquanto os homens são 77% mais influenciados pela aparência dos anúncios do que as mulheres.

“Os consumidores têm se mostrado bastante dispostos a comprar de marcas que não conhecem se gostarem do anúncio. Isso significa que peças publicitárias que tenham um bom design podem ajudar a colocar marcas novas e tradicionais em pé de igualdade”, destaca a executiva.

Isso porque, do ponto de vista das empresas, chama atenção a possibilidade de conquistar novos públicos: 6 em cada 10 consumidores passaram a seguir uma marca que não conheciam no Instagram após encontrarem um anúncio da empresa do qual gostaram.
A atitude é mais comum entre pessoas do gênero feminino entre 16 e 19 anos, dentre as quais 77% declaram ter se tornado seguidoras de empresas após gostarem de um anúncio. Homens entre 35 e 45 anos são os que demonstram menos flexibilidade para seguir novas marcas, mas, ainda assim, mais da metade deles declara ter esse costume.

“Essas tendências estão presentes no mercado brasileiro e as marcas devem ficar bastante atentas à forma com que se comunicam em plataformas como o Instagram, que têm um impacto cada vez maior nas receitas das empresas. Com a chegada da VidMob no Brasil, buscaremos dar às marcas a habilidade de otimizar e mensurar a criatividade de forma que elas criem anúncios verdadeiramente impactantes, de alta performance”, conclui Miguel Caeiro, head das operações latino-americanas da VidMob.

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Golpistas usam Instagram para aplicar fraudes em vendas on-line https://newtrade.com.br/tecnologia/golpistas-usam-instagram-para-aplicar-fraudes-em-vendas-on-line/ https://newtrade.com.br/tecnologia/golpistas-usam-instagram-para-aplicar-fraudes-em-vendas-on-line/#respond Fri, 24 May 2019 15:32:50 +0000 https://newtrade.com.br/?p=1016329 instagram

Com anúncios falsos, perfis vendem produtos que nunca são entregues ou que não condizem com o que é prometido.

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instagram

Com mais de 1 bilhão de usuários, o Instagram se tornou, mais do que uma rede social, uma plataforma em que proliferam lojas, vendedores de serviços e pequenos comércios. Atualmente são mais de 25 milhões de perfis voltados para comércio.

Segundo dados de 2017 do Instagram, mais de 200 milhões de pessoas visitavam pelo menos um perfil de negócios na rede social. Números de 2015 afirmam que 60% dos usuários descobriam novos produtos pela plataforma. Não há estimativa de quanto dinheiro esse comércio movimenta.

Mas com o grande número de ofertas, é preciso tomar certos cuidados. As denúncias por fraude também aumentam e muitas pessoas acabam comprando produtos que não condizem com o que é anunciado, ou que nem sequer chegam ao consumidor.

Isto aconteceu com o analista financeiro Ewerton Dalpino, que comprou um tênis por meio de um anúncio do Instagram. “Eu pesquisei o tênis no Google. Depois, entrei no meu feed [do Instagram] e tinha um anúncio de uma loja com o preço bem mais barato. Cliquei, fui redirecionado para um site e fiz a compra com o cartão. Mas eu nunca recebi”, conta.

Quando o prazo para entrega acabou, ele tentou contato com a loja, mas o site não existia mais. Como foi redirecionado pelo anúncio, também não se lembrava qual era a conta do Instagram. Ele chegou a fazer uma publicação no Reclame Aqui, mas não procurou o Procon ou uma delegacia “por causa da burocracia para pouco retorno”.

Em janeiro deste ano, a administradora Amanda Cristina comprou, por meio de um depósito, dois pares de tênis anunciados em um perfil de uma importadora, que é bastante divulgada por famosos no Instagram.

O prazo era de cinco dias úteis, mas, de acordo com ela, foi só depois de dois meses e muitas reclamações que ela recebeu a encomenda, contendo apenas um dos pares. Quando abriu a caixa, o produto era diferente do que prometia o anúncio, afirma. “O pé esquerdo era costurado com linha branca e o direito com linha azul. Obviamente não era importado”, relata.

Apesar disso, ela decidiu tentar recuperar o dinheiro do par não entregue. “Optei por ficar com metade do prejuízo. Supostamente fizeram um depósito na minha conta, mas o dinheiro nunca entrou”, diz.

Amanda fala que acabou confiando na marca “por ver a loja em perfis de famosos”.

Marina comprou, no início deste ano, uma joia por meio de uma página no Instagram que ela acompanhava havia dois anos. O colar nunca chegou, e os comentários feitos na página foram apagados, até o dia em que ela foi bloqueada e não conseguia mais acessar o perfil.

Até a publicação desta reportagem, a página, com mais de 30 mil seguidores, estava no ar. “Eles apagam os comentários negativos, eu fiquei acompanhando”, conta. “Eles ficaram me enrolando por 30 dias, dizendo que iam resolver, que iam enviar um comprovante dos Correios, e nunca enviaram nada. Então, depois de 60 dias, pedi cancelamento da compra, mas vi que no mês passado foi novamente debitada uma parcela”, relata. Como a compra foi feita pelo PayPal, ela vai tentar recuperar o dinheiro.

Dados de uma pesquisa sobre segurança on-line, realizada pelo PayPal no Brasil com quase 2,5 mil internautas que compraram na internet, revelam que 60% deles já ouviram relatos de amigos ou familiares que foram vítimas de fraudes na internet. Um a cada quatro deles já fez compras em sites duvidosos “porque era mais fácil que buscar o produto em outro site”.

Em buscas no “Reclame Aqui”, é possível encontrar pessoas que denunciam lojas presentes no Instagram e que vendem produtos que nunca entregam. Algumas têm até CNPJ e geralmente trabalham fazendo a cobrança por boleto bancário.

Ao G1, o Instagram afirmou que produtos falsificados e atividades fraudulentas prejudicam a experiência do usuário e que esse tipo de comportamento não é tolerado no Instagram. “Temos diversos sistemas implementados para nos ajudar a detectar e remover atividades suspeitas antes que afetem os consumidores. Trata-se de um esforço contínuo que estamos empenhados em melhorar ao longo do tempo. Também construímos novos recursos que dão às pessoas o poder de gerenciar sua experiência com anúncios no Instagram e agir quando veem algo suspeito. Todos tipos de conteúdo dentro do Instagram, sejam publicações orgânicas, anúncios, Stories ou mensagens no Direct podem ser denunciadas para que possamos analisá-las”, disse a empresa em nota.

Para Tom Canabarro, co-fundador da Konduto, uma empresa focada em usar tecnologia para reduzir fraudes em lojas virtuais, é difícil ter acesso a dados concretos sobre anúncios fraudulentos. “Essas fraudes definitivamente existem, mas cabe às empresas responsáveis pelas redes sociais ou pelo espaço publicitário em questão checar a veracidade de quem está adquirindo os anúncios”, disse.

“Há golpes também na outra ponta da linha: empresas que criam robôs para forjar cliques em anúncios e links patrocinados. E aí quem anuncia é que se dá mal, porque pagou por cliques que, na verdade, não foram feitos por clientes em potencial”, afirma Canabarro.

Políticas do Instagram

Existem dois tipos de conta no Instagram, pessoais e comerciais. Não existem restrições para que uma conta seja transformada em comercial, mas recomenda-se que ela seja vinculada a uma página de empresa já existente no Facebook, que é dono do Instagram.

Com uma conta comercial, o usuário pode visualizar dados de acesso ao perfil e entender melhor a audiência.

Nas políticas de uso, especificamente na parte de denúncias de spam, consta a informação de que o Instagram não apoia que usuários abordem perfis e façam “uso da plataforma para comprar ou vender produtos e serviços”.

“Se um usuário do Instagram se oferecer para vender algo a você, recomendamos que ignore. Infelizmente, não poderemos ajudar se você comprar algo de uma pessoa desonesta no Instagram”, diz o material.

Nas políticas de anúncio do Facebook, que são as mesmas para anúncios no Instagram, consta que publicidade com conteúdo falso, equivocado ou sensacionalista são proibidos.

Atualmente, as compras não são feitas dentro do Instagram, mas no site de lojas cadastradas na plataforma. Quando alguma conta apresenta produtos à venda — como aqueles ícones de sacola —, o usuário é levado até o site da empresa que está comercializando. O recurso para finalizar compras dentro do app, anunciado em março, está em testes nos Estados Unidos, e somente para algumas marcas escolhidas.

Cuidados nas compras on-line

Especialistas reiteram que os cuidados com compras on-line em quaisquer sites valem também para o Instagram. O advogado do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) Igor Marchetti e a coordenadora do Procon-SP, Renata Reis, dão as seguintes dicas:

  1. Verificar se o CNPJ da empresa está ativo por meio do site da Receita Federal
  2. Checar se existem reclamações sobre a empresa no Procon ou no “Reclame Aqui”
  3. Consultar a lista de ‘evite esses sites’ do Procon
  4. Confirmar se a plataforma de venda é brasileira, porque o código do consumidor não vale para sites e empresas estrangeiras
  5. Registrar todo o processo de compra com prints da tela
  6. Não agir por impulso
  7. Verificar a origem da empresa e se ela tem canais de atendimento ao consumidor
  8. Contatar a empresa antes de concluir a compra
  9. Garantir que a compra está sendo feita em uma rede segura, evitando usar computadores de outras pessoas ou redes compartilhadas
  10. Não usar número de seguidores como indicador de confiabilidade
  11. Evitar boletos e transferências bancárias

Altieres Rohr, colunista de segurança digital do G1, explica por que o número de seguidores ou de curtidas em um perfil não é um bom indicador de confiabilidade de uma loja. “Primeiro, porque existem serviços para aumentar seguidores pagando, algo que já é violação das regras das redes sociais. Segundo, porque algumas lojas podem oferecer promoções e brindes e assim ganhar seguidores sem na verdade construir uma clientela realmente fidelizada”, afirma Rohr.

Para ele, em lojas on-line desconhecidas, o pagamento deve ser realizado preferencialmente por meio de um intermediário como Paypal ou MercadoPago, que garantem o sigilo dos dados do cartão. Outra opção é o recurso de “cartão virtual” oferecido por alguns bancos, que protege o número verdadeiro do cartão de crédito.

“Boletos e transferências bancárias devem ser evitados, pois não existe forma simples de reaver o dinheiro no caso de uma fraude ou outro problema com a compra”, afirma o especialista.

Fui enganado, e agora?

“Primeiro passo é ir à delegacia do consumidor e entrar com uma ação contra o sujeito ou empresa que vendeu os produtos”, orienta o advogado do Idec. Ele explica que existem artigos no Código de Defesa do Consumidor que resguardam quem foi vítima de vendas fraudulentas on-line.

A coordenadora do Procon explica que, em casos de golpes pela internet, o órgão não faz distinção por plataforma, ou seja, é indiferente se a compra foi feita no Instagram, Facebook ou sites. Ela diz que o que define o atendimento é a quantidade de dados disponíveis para identificar a empresa, já que é isso que garante que ela possa ser localizada e então notificada.

Ela ressalta que “é preciso pensar no pós-venda, porque o Procon só consegue agir se souber quem está por trás”. Nos casos que o site sai do ar, Renata explica que “resta tentar o Poder Judiciário. Mas é a mesma questão: é preciso ter dados para identificar a empresa”.

No caso de golpes em vendas ocasionais, quando uma pessoa física vende produtos de forma esporádica, também existe regulamentação, mas pelo Código Civil. Porém, o Idec ressalta que é sempre melhor se prevenir “fazendo um contrato, com as características do produto e o que está sendo combinado na venda”.

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Facebook muda de cara, e Messenger vai se integrar a Instagram e Whatsapp https://newtrade.com.br/tecnologia/facebook-muda-de-cara-e-messenger-vai-se-integrar-a-instagram-e-whatsapp/ https://newtrade.com.br/tecnologia/facebook-muda-de-cara-e-messenger-vai-se-integrar-a-instagram-e-whatsapp/#respond Thu, 02 May 2019 10:24:18 +0000 https://newtrade.com.br/?p=1015555

Em evento anual, Zuckerberg diz que futuro da rede é permitir experiências mais íntimas e assume que empresa 'não tem a melhor reputação' em relação a privacidade no momento.

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“O futuro é privado”, disse o presidente-executivo Mark Zuckerberg na abertura do encontro anual do Facebook com desenvolvedores, o F8, na terça-feira (30). No evento na Califórnia, o presidente-executivo da empresa divulgou os primeiros passos do grupo nesse sentido, destacando mudanças no Messenger, que ele promete que será “o aplicativo de conversas mais rápido” que existe, e a nova cara do Facebook.

O novo Messenger, “refeito do zero”, será lançado “dentro de alguns meses”, mas Zuckerberg não deixou claro se todas as novidades preparadas para o aplicativo serão lançadas ao mesmo tempo. As principais são uma versão para desktop e integração com WhatsApp e Instagram.

Veja os principais anúncios:
Facebook
  • ganha novo visual primeiro no app, e muda no site ainda neste ano, com a cor branca predominando, em vez do azul;
  • o serviço de “Facebook Dating”, o “Tinder” da rede social, chega ao Brasil e a outros 13 países;
  • grupos serão mais destacados. Grupos sobre temas diferentes terão funções diferentes. Por exemplo, membros de uma comunidade sobre saúde poderão tirar dúvidas sem o nome aparecer na postagem;
  • grupos de empregos terão uma maneira mais fácil para empregadores anunciarem vagas;
  • grupos sobre jogos terão um novo chat, para que as pessoas possam acompanhar eventos ao vivo e comentar em tempo real — algo próximo do que já acontece em plataformas como a Twitch e o YouTube;
    nova função “Encontre novos amigos”, que vai conectar quem estiver disposto a isso dentro de uma mesma comunidade (escola, trabalho ou cidade).
Messenger
  • Vai se integrar ao Instagram e ao WhatsApp: pelo Messenger ele vai ser possível mandar mensagens para amigos dessas outras redes sociais; não foi dito a partir de quando;
  • “Refeito do zero”, o Messenger ficou mais leve e promete ser o aplicativo de conversas “mais rápido” que existe; a nova edição será lançada neste ano;
  • Ganhará uma versão oficial para desktop ainda neste ano, que incluirá chamadas em vídeo;
  • Também será possível que amigos assistam a um mesmo vídeo, ao mesmo tempo.
Instagram
  • terá um novo software para a câmera: além de fotos e vídeos ao vivo, o app agora introduz o “modo criativo”, para facilitar o compartilhamento de fotos e vídeos com efeitos, filtros e figurinhas;
  • figurinha para doações para entidades;
  • função de compras sem sair do app será expandida para influenciadores digitais, além dos varejistas — será possível comprar aquele look no perfil do seu artista favorito, por exemplo;
  • estão testando tirar a contagem de “likes”– só o dono da foto vai poder ver quantos teve, se quiser; a ideia é que esta seja uma plataforma com “menos pressão”.
WhatsApp
  • vai expandir a opção de pagamentos e envio de dinheiro dentro do app, uma função que já está em testes na Índia, principal mercado do aplicativo;
  • Whatsapp Business terá um catálogo, para que os vendedores mostrem produtos.
Rival do Tinder no Brasil

Ao mesmo tempo em que Zuckerberg discursava, o Facebook anunciou o lançamento de um serviço rival do Tinder no Brasil. O “Dating” já funcionava em 5 países, e será expandido para mais 14. Veja como ele funciona.

  • ‘Sala de estar’ e foco em grupos

No discurso desta terça, Zuckerberg repetiu muitas das ideias divulgadas em um comunicado no começo do ano, em que anunciou que iria integrar os aplicativos da família Facebook: a rede social, o Instagram e o Whatsapp.

Ele assumiu que o Facebook “não tem a melhor reputação” em relação a privacidade no momento, mas defendeu que, após a internet permitir que o mundo todo se conectasse, como numa grande praça, o próximo desafio é criar experiências mais íntimas, como numa sala de estar. 

As mudanças no Messenger são o primeiro passo, disse o executivo. Outro é destacar mais os grupos no Facebook. Existem dezenas de milhões ativos atualmente e mais de 400 milhões de pessoas participam, diz a empresa.

“Você poderá ver mais conteúdo dos grupos no seu feed de notícias. E vai poder compartilhar conteúdo diretamente com os grupos pelo feed, da mesma forma com que faz com amigos e família”, afirmou o Facebook em comunicado sobre as novidades.

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Zuckerberg revela novas pistas sobre o “Facebook do futuro” https://newtrade.com.br/tecnologia/zuckerberg-revela-novas-pistas-sobre-o-facebook-do-futuro/ https://newtrade.com.br/tecnologia/zuckerberg-revela-novas-pistas-sobre-o-facebook-do-futuro/#respond Thu, 25 Apr 2019 16:47:30 +0000 https://newtrade.com.br/?p=1015365 mark zukerberg

Empresa pretende aumentar a receita com plataforma de pagamentos, nos moldes chineses, e tem planos de se dividir em duas

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mark zukerberg

O Facebook divulgou os resultados do primeiro trimestre deste ano com números acima do esperado pelo mercado, com um aumento de 26% na receita em relação ao mesmo período do ano passado, para US$ 15.077 bilhões.

Em meio às boas notícias, algumas informações dadas pelo CEO Mark Zuckerberg chamaram a atenção – entre elas o aumento de receita por meio de uma plataforma de pagamentos e o plano de dividir a empresa em duas.

Na reunião para investidores, feita após a divulgação de resultados, o executivo deu mais detalhes sobre cada proposta.

Receita deve depender menos de publicidade

Zuckerberg expôs os planos da empresa para, cada vez mais, usar recursos de compra dentro das plataformas do grupo – como o próprio Facebook e Instagram.

Embora a publicidade continue a ser seu principal gerador de receita, o comércio eletrônico é o plano para manter um ritmo de crescimento positivo. “É realmente um espectro contínuo e não são duas coisas diferentes”, disse o CEO.

O Facebook criará mais recursos relacionados ao comércio no Instagram, no Facebook e no Marketplace do Facebook, além de ferramentas que permitem que as pessoas comprem produtos diretamente por meio dessas plataformas.

À medida que mais usuários fazem compras no aplicativo, é provável que marcas e empresas comprem mais anúncios nas plataformas da empresa. Em consequência, esses apps também se tornarão mais valiosos, o que dá margem para o Facebook aumentar o preço de anúncios.

O Instagramlançou recentemente um novo botão de checkout, que permite que os clientes comprem facilmente produtos sem sair do aplicativo. Um grupo de analistas do Deutsche Bank estimou que esse novo recurso poderia atrair U$$ 10 bilhões em receita até 2021.

Zuckerberg também mencionou planos em meios de pagamento. Uma nova plataforma, chamada Payments, está nos planos. Ela vai funcionar como o WeChat Pay, serviço de mensagens da China, por meio da qual o consumidor pode fazer o pagamento diretamente para a empresa que comprou o produto.

“É provável que iremos construir o Payments. A ideia seria: apresentar os produtos por meio das plataformas mais amplas como o Instagram e o Facebook e pagá-los direto no Messenger ou WhatsApp onde o consumidor teria um contato direto com a empresa da qual está comprando”, disse ele.

Zuckerberg disse que esses aplicativos se encaixam bem para esse tipo de serviço. “Tudo é muito íntimo e privado [nas mensagens], então parece ser natural interagir com a empresa no particular para fazer compras também.”

No curto prazo, o Facebook planeja manter taxas baixas ou gratuitas para o serviço, mas isso pode mudar a longo prazo, afirmou o CEO.

Nova divisão do Facebook

No mês passado, Zuckerberg já tinha exposto a ideia um tanto quanto radical de dividir os produtos do Facebook. Ele quer criar dois espaços distintos: um fórum público e um espaço privado criptografado.

Não está totalmente claro o que isso significa na prática, mas provavelmente envolveria uma plataforma com os produtos da empresa como Instagram, WhatsApp e Facebook Messenger para formar um serviço integrado e criptografado – mais seguro, após os escândalos de privacidade.

Zuckerberg  afirmou que a empresa vai se dedicar a essa divisão pelos próximos cinco anos. “Esse será o foco central da empresa”. Ele disse que o Facebook passará pelo menos um ano em consultoria com especialistas, governo e autoridades antes de iniciar esse serviço privado fechado.

“Existem problemas de segurança e conteúdo realmente importantes nas mensagens e, se não formos capazes de ver o conteúdo, precisamos ter certeza de que temos as ferramentas que vão oferecer segurança para lidar com isso”, disse o CEO.

Ele acrescentou que essa nova plataforma reflete uma mudança na abordagem do Facebook para construir produtos.

O diretor financeiro da empresa, Dave Wehner, afirmou que monetizar essa nova plataforma integrada faz parte dos planos futuros do Facebook, mas é uma “prioridade secundária” para a empresa.

 

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Brasileiro fundador do Instagram revela 6 conselhos para quem quer empreender https://newtrade.com.br/carreira/brasileiro-fundador-do-instagram-revela-6-conselhos-para-quem-quer-empreender/ https://newtrade.com.br/carreira/brasileiro-fundador-do-instagram-revela-6-conselhos-para-quem-quer-empreender/#respond Wed, 10 Apr 2019 10:37:15 +0000 https://newtrade.com.br/?p=1014831

Mike fundou o Instagram com apenas 24 anos; atualmente a rede social possui mais de 1 bilhão de usuários e é uma das maiores do mundo

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A segunda edição da “Brazil Conference at Harvard & MIT” aconteceu na última semana e reuniu uma série de líderes, influenciadores e empresários brasileiros. O evento contou com a presença de Mike Krieger, um dos fundadores do Instagram.

Mike nasceu em São Paulo, se formou em programação, filosofia, psicologia e design na Universidade Cambridge e fundou a rede social em 2010, com apenas 24 anos. Hoje, o Instagram faz parte do Facebook e possui mais de 1 bilhão de usuários.

No evento, ele foi entrevistado por Júlio Vasconcelos, co-fundador do e-commerce Peixe Urbano. Confira os principais conselhos de Mike para jovens que desejam empreender:

Considere trabalhar em uma startup antes de criar a sua

Após se formar na Universidade Cambridge, em 2008, Mike já possuía desejava montar sua própria empresa, mas não entendia muito de administração, recrutamento e plano de negócios.

Por isso, decidiu trabalhar em uma startup de tecnologia de médio porte, a Meebo, e utilizar o espaço para aprender sobre cultura e organização empresarial, antes de fundar seu próprio negócio. “Pra mim, essa experiência valeu muito. Observar antes de fazer é fundamental”. Segundo o empresário, o que ele mais apreendeu na Meebo foi sobre como saber contratar a melhor equipe e como aproveitar “momentos de transição”.

“Existem momentos em que sua empresa vai precisar fazer uma escolha: ou evoluir ou morrer. Por volta de 2009, o mundo estava em processo de transição do desktop para o celular”, relembra. Ao trabalhar antes em uma startup, ele pôde observar essa transição e saber como aplicá-la ao Instagram, anos depois.

Ao se formar na faculdade, Mike quase voltou ao Brasil ao lado de Júlio Vasconcelos, que também estudou em Stanford, para criarem juntos o Peixe Urbano.

É importante trabalhar ao lado de uma pessoa antes de tê-la como sócia

Escolher um bom sócio é uma das decisões mais difíceis a serem tomadas, comenta o jovem. Quando ele conheceu Kevin Systrom, em Nova York, passaram alguns meses trabalhando juntos em pequenos projetos antes de decidirem fundar uma empresa.

“A gente se encontrava todo dia, pensávamos em um aplicativo para programar e, então, fazíamos isso juntos. Muitas vezes, até deletávamos o código depois. A intenção era apenas ver como trabalhávamos e se isso funcionava, se dava certo.” Ele também conta que, nos primeiros anos, um dos processos de seleção do Instagram consistia em trazer o candidato para a sede e deixá-lo trabalhando por um dia com o resto da equipe, para ver como ele se relacionaria com as outras pessoas.

O tamanho da equipe não é o mais importante

Nos primeiros dois anos, o Instagram possuía 30 milhões de usuários e somente 13 funcionários, sendo que apenas 6 eram engenheiros.

Para Mike, o sucesso de uma empresa não depende do tamanho de sua equipe. Mesmo em 2018, quando já possuíam mais de 400 engenheiros, ele comenta que o melhor era sempre ter os principais trabalhando juntos, em uma só sala, para facilitar a comunicação.

“Para criar os Stories foram necessárias 12 pessoas. Para o IGTV foram 14 e para o Instagram Direct foram 8. É difícil me convencer de que um grupo total de 400 engenheiros é muito mais bem-sucedido que um de 200, por exemplo.”

Sempre procure algo que possa ser melhorado

Em 2015, o Instagram já estava “indo muito bem”, mas os sócios começaram observar uma tendência mundial para compartilhamento de fotos “mais divertidas”. Era comum que as pessoas postassem apenas uma foto na rede social e comentassem “confira o resto no Snapchat”, explica o empresário. “Percebemos que era preciso criar uma forma das pessoas compartilharem esses momentos mais efêmeros. Ficamos mais de um ano discutindo como isso seria e, em 2016, lançamos os Stories.”

Para ele, um dos segredos do sucesso é sempre questionar qual a razão de sua empresa e quais detalhes atuais podem ser melhorados.

Valorize as aulas de sua Universidade

“Quando eu olho pra trás, percebo que aprendi algumas coisas nos cursos de empreendedorismo. Mas as aulas de design, programação e ciência de computação me ensinaram muito mais. Esses espaços da Universidade são os mais importantes.”

Mike comenta que não adianta ter uma ideia e não saber programá-la – isso torna o seu negócio dependente. Para ele, é preciso valorizar o conhecimento técnico da faculdade, mesmo que o empreendedorismo se aprenda somente depois, no mercado de trabalho.

Conheça bem os riscos antes de cada operação

Uma das decisões mais difíceis que Mike teve de tomar durante a trajetória do Instagram foi vendê-lo ou não ao Facebook, em 2010. “O Insta não era exatamente uma empresa, ainda faltava setor de vendas, infraestrutura, RH… Na época, a proposta do Mark Zuckerberg foi muito boa, eles já sabiam muito sobre redes sociais e tinham uma equipe muito grande.”

No entanto, o empresário confessa que não possuía total ciência dos riscos envolvidos. Se o Facebook tivesse decidido fechar o Instagram um ano depois, ele se arrependeria muito, comenta. “O conselho que eu dou é de que você só venda sua empresa se realmente estiver pronto para concluir este capítulo da sua vida, ou se a proposta for tão boa que, mesmo se a empresa fechar na manhã seguinte, você ainda estará satisfeito. Se eu tivesse me dado este conselho na época, provavelmente não teria vendido.”

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Instagram entra para o comércio eletrônico com novo recurso https://newtrade.com.br/tecnologia/instagram-entra-para-o-comercio-eletronico-com-novo-recurso/ https://newtrade.com.br/tecnologia/instagram-entra-para-o-comercio-eletronico-com-novo-recurso/#respond Wed, 20 Mar 2019 11:03:07 +0000 https://newtrade.com.br/?p=1014176 Instagram

O app testará um recurso de compras chamado Checkout com algumas empresas de varejo, como a Nike

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Instagram

Após anos admirando belas imagens de gastronomia, moda e design no Instagram, os usuários agora poderão comprar os produtos que virem e gostarem diretamente no aplicativo — o que oferecerá gratificação instantânea para os obcecados por tendências e uma nova fonte de renda para a empresa controladora, o Facebook. Desde ontem, terça-feira (19), o aplicativo de compartilhamento de fotos testa um recurso de compras chamado Checkout com algumas empresas de varejo, como a Nike e a plataforma de designer de moda Revolve.

“Com o tempo, como estamos criando valor para as pessoas, isso pode se transformar em parte significativa do nosso negócio”, disse Vishal Shah, chefe de produto do Instagram.

No Checkout, as pessoas poderão comprar diretamente dentro do Instagram em vez de serem direcionadas para o website de uma empresa de varejo. É pouco provável que o Instagram divulgue mais detalhes financeiros neste ano, mas Shah afirmou que esta é a próxima grande oportunidade do modelo de negócio depois dos anúncios.

O Facebook tentou diversas vezes criar negócios de comércio eletrônico, com resultados variados. No Instagram, a transição ocorre mais naturalmente porque as pessoas tendem a seguir marcas e influenciadores em busca de inspirações para estilo de vida sobre moda, design, gastronomia e viagens.

Algumas pessoas com números elevados de seguidores no Instagram conseguiram lançar produtos, desde mercadorias para animais de estimação famosos até linhas de maquiagem para beauty artists conhecidos.

Com a desaceleração do crescimento das publicidades no feed de notícias do Facebook, a empresa está à procura de novas linhas de negócios e passará a ser mais dependente de suas outras propriedades, como o Instagram, o Messenger e o WhatsApp.

O Instagram acredita que as compras serão um negócio significativo porque o aplicativo já conta com um recurso para que as pessoas vejam quais produtos estão em uma foto e para salvar e compartilhar itens. Ele é usado por 130 milhões de pessoas por mês, segundo a empresa.

Os compradores poderão pagar com Visa, Mastercard, Discover e PayPal, informou o Instagram. Quando o recurso for expandido, as empresas poderão fechar a compra diretamente ou trabalhar com parceiros como o Shopify.

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9 perfis com os melhores conteúdos para seguir em 2019 https://newtrade.com.br/tecnologia/9-perfis-com-os-melhores-conteudos-para-seguir-em-2019/ https://newtrade.com.br/tecnologia/9-perfis-com-os-melhores-conteudos-para-seguir-em-2019/#respond Fri, 08 Feb 2019 15:12:19 +0000 https://newtrade.com.br/?p=1012985

Já pensou receber todos os dias no seu feed conteúdos de qualidade? E que tal poder interagir com pessoas de alta performance?

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Por Samuel Pereira, autor de “Atenção, o maior ativo do mundo”

Já pensou receber todos os dias no seu feed conteúdos de qualidade? E que tal poder interagir com pessoas de alta performance? . Como estamos começando o ano, quero te recomendar 09 perfis no Instagram que, se você empreende, você precisa seguir! Estes perfis oferecem conteúdos transformadores com várias dicas, sacadas e mudança de mindset.

E que tal poder interagir com pessoas de alta performance? Você já sabe que o Instagram é a rede social que mais cresce nos últimos tempos. Em junho do ano passado já tinha superado 1 bilhão de usuários ativos.

Não por acaso é a rede social com maior engajamento no mundo. Como estamos começando o ano, quero te recomendar 09 perfis no Instagram que, se você empreende, você precisa seguir! Estes perfis oferecem conteúdos transformadores com várias dicas, sacadas e mudança de mindset.

Aproveite para se inspirar, se motivar e absorver boas práticas!

Vamos lá?

1. @SegredosDaAudiência | Samuel Pereira

Diariamente posto conteúdos diversos sobre marketing digital, empreendedorismo, motivação e mindset.
Meu perfil tem também sacadas sobre trafégo e audiência na internet.mA cada dia busco disponibilizar o melhor conteúdo para os empreendedores que me seguem.

2. @SeuElias | Seu Elias

Eu sempre disse que o físico não deve se separar do digital. O “Seu Elias” entendeu isso muito bem. Ele inovou em um mercado que é muito tradicional?—?o de barbearias.

E soube usar com maestria o digital para alavancar seu negócio físico e ampliar suas perspectivas. Atualmente é referência no mercado e um excelente exemplo de como usar as mídias sociais.

3. @GeracaoDeValor | Flávio Augusto

O Geração de Valor foi criado em 2011 pelo empresário Flávio Augusto, com o intuito de educar as pessoas sobre empreendedorismo e compartilhar suas experiências no mundo dos negócios.

Ele é empresário, fundador da rede de escolas de idiomas WiseUp, proprietário do Orlando City (clube de futebol profissional nos EUA) e fundador do meuSucesso.com?—?Escola de Insights em Negócios?—?uma startup de educação empreendedora que tem milhares de alunos em mais de 20 países.

4. @RobinsonShiba | Robinson Shiba

Robinson Shiba é CEO do grupo Trend Foods (China In Box e Gendai) que possui 170 restaurantes espalhadas pelo país, fatura cerca de R$300 milhões por ano e emprega mais de 4.500 funcionários.

Ele se tornou um empresário bastante conhecido após participar da primeira temporada do Shark Tank Brasil. A trajetória de sucesso de Shiba o tornou palestrante requisitado para compartilhar lições de empreendedorismo, franchising, trabalho em equipe, liderança e produtividade.

5. @Thiago.Nigro | Thiago Nigro

Thiago Nigro resolveu investir todo dinheiro que tinha aos 17 e faliu. Ele fez do infortúnio uma lição e decidiu aprender a fundo como investir, dando a volta por cima.

Ele é fundador do canal “O Primo Rico”?—?o canal brasileiro de investimentos que mais cresce no Youtube. Além disso, ele é autor do livro “Do Mil ao Milhão”, em que ensina aos leitores os três pilares para atingir a independência financeira: gastar bem, investir melhor e ganhar mais.

6. @VidaDeFreesider | Fagner Borges

Fagner Borges é criador do “Movimento Freesider”

Freesider é aquela pessoa que vive a vida com liberdade: de tempo, geográfica e financeira! E todas estas liberdades são conquistadas através da internet, o que ele ensina em seus treinamentos. Ele também é autor do livro “A Jornada da Liberdade” best seller na Veja.

7. @GaryVee e/ou @GaryVeePortuguese | Gary Vee

Gary Vaynerchuk é um empresário bielorruso radicado americano.

Investidor, autor best-seller 5 vezes pelo NY Times, orador público e uma grande personalidade do mundo virtual.

Seu primeiro grande feito, foi quando ele entrou para o negócio de vinhos da família e partiu de um negócio que valia US$ 3 milhões para US$ 60 milhões em apenas cinco anos. Além disso, Gary possui uma das maiores agências digitais do mundo, a VaynerMedia e se tornou um grande investidor das empresas como Facebook, Twitter, Tumblr, Uber, e Birchbox.

8. @GustavoCaetano | Gustavo Caetano

Gustavo Caetano fundou a Samba Tech há 7 anos. Hoje, o case da empresa e a sua ousadia o leva a apresentar sua história nos maiores eventos de inovação do mundo.

Foi eleito uma das 50 mentes mais inovadoras do país, um dos 15 brasileiros mais influentes da Internet e ganhou por duas vezes o prêmio de CEO do ano (Pequenas Empresas Grandes Negócios e The Next Web).

Sua startup foi eleita por 3 vezes nos EUA como uma das 100 empresas mais inovadoras do mundo e a Forbes a colocou como uma das 10 Startups para se observar na América Latina. Recentemente o Linkedin nomeou Gustavo Caetano como um dos 10 mais influenciadores da internet.

9. @R2Raiam | Raiam Santos

Ousado e irreverente, Raiam Santos já realizou em seus 28 anos mais do que muita gente não realiza em uma vida toda.

Já visitou vários países, teve vários empregos e já escreveu sete livros. Em seu perfil ele dá dicas sobre como empreender digitalmente e o que faz para poder trabalhar de qualquer lugar do mundo.

É importante sempre termos boas referências para seguir. Ter uma dose diária de insights te fará ser melhor, te deixando inteirado das práticas que pode influenciar seu negócio.

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Vendas pelo Instagram superam as do Facebook em plataforma de ecommerce https://newtrade.com.br/tecnologia/vendas-pelo-instagram-superam-as-do-facebook-em-plataforma-de-ecommerce/ https://newtrade.com.br/tecnologia/vendas-pelo-instagram-superam-as-do-facebook-em-plataforma-de-ecommerce/#comments Fri, 14 Dec 2018 09:37:16 +0000 https://newtrade.com.br/?p=1010713

Do total das vendas registradas na plataforma, 24% foram feitas via redes sociais, com crescimento de 4% sobre o ano anterior.

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Com quase 10 mil marcas ativas em sua plataforma de comércio eletrônico, a Nuvem Shop constatou a completa inversão das vendas provenientes de redes sociais no último ano.

Enquanto, em 2017, 71% das transações vinham do Facebook e 26,5% do Instagram, neste ano a tendência se inverteu: em 2018, só 27% dos compradores foram estimulados pelo Facebook, enquanto 70% saíram do Instagram e 3,3% do Youtube. Do total das vendas registradas na plataforma, 24% foram feitas via redes sociais, com crescimento de 4% sobre o ano anterior.

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O que os recrutadores analisam em suas redes sociais https://newtrade.com.br/carreira/o-que-os-recrutadores-analisam-em-suas-redes-sociais/ https://newtrade.com.br/carreira/o-que-os-recrutadores-analisam-em-suas-redes-sociais/#respond Thu, 05 Apr 2018 10:20:15 +0000 https://newtrade.com.br/?p=65847 instagram

Especialista explica o que os profissionais de RH estão olhando em seu Twitter, Facebook e Instagram

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instagram

Nem só de LinkedIn vivem os profissionais de RH. Os recrutadores também estão de olho em outras redes sociais, como Facebook, Instagram e Twitter. É o que alertou a coach de carreira Hallie Crawford em uma entrevista para a Fast Company.

De acordo com a especialista, os profissionais de recrutamento e seleção estão investigando as mídias sociais para “ter uma ideia mais precisa sobre quem você é”. “Um currículo pode dizer a eles suas qualificações, mas seu perfil em uma mídia social pode ajudar a determinar sua persnonalidade e se você se encaixa na cultura da empresa”, diz Crawford.

Facebook

De acordo com a especialista, os recrutadores e gerentes olham atentamente para duas seções de seu perfil na rede social: a “Sobre”, onde estão suas informações pessoais e profissionais, e o álbum de fotos. “Eles querem ver como você se descreve e se isso bate com a maneira que você se apresentou em seu currículo”, diz Crawford. A especialista explica que os recrutadores também avaliam nessa área sua gramática e ortografia.

Já no caso das fotos, os profissionais de RH avaliam não apenas as imagens, mas também as descrições. “O recrutador quer saber se você se apresenta de uma maneira profissional”, afirma a especialista. Crawford recomenda que nessa rede social as pessoas evitem “profanidades” e “referências sexuais ou a drogas”.

Twitter

No Twitter, os recrutadores costumam observar quem você está seguindo. “Recrutadores gostam de ver se você tem alguma conexão em comum e se você está conectado com outras pessoas de sua indústria”, diz Crawford. Além de seus tuítes, “os recrutadores estarão checando se você compartilha informações úteis, relevantes para seu mercado ou se você apenas usa o Twitter para brigar com os outros”.

Instagram

Os profissionais de seleção olham que tipo de seguidor você atrai, para descobrir “o quão amigável e sociável você parece ser”, afirma a especialista. Segundo ela, os recrutadores também avaliam como você se comunica com as pessoas nessa rede social. Em relação às imagens, Crawford diz que os recrutadores estarão olhando “como você representa você mesmo”. “Por exemplo, se você está em uma festa, você se representa de uma maneira digna ou posta coisas que os outros podem considerar inapropriadas?”, questiona a especialista.

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