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A antiga rotina - na qual um projeto levava meses e até anos para ser concluído e, quando terminava, muitas vezes já estava ultrapassado - começa ser substituída por métodos mais ágeis

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A revolução digital mudou a forma de trabalhar das empresas da ‘velha’ economia. Gigantes como Whirpool, Unilever, Natura e Vivo, por exemplo, tentam copiar o modelo rápido e flexível das startups. A antiga rotina – na qual um projeto levava meses e até anos para ser concluído e, quando terminava, muitas vezes já estava ultrapassado – começa ser substituída por métodos mais ágeis, na velocidade da economia digital.

A quantidade de empresas que começou a quebrar os muros que separam os seus departamentos para obter resultados mais rápidos é crescente nos últimos dois anos.

Elas passaram a organizar os trabalhos em pequenos grupos de funcionários, misturando diferentes áreas. Eles trabalham fisicamente lado a lado, sem barreiras burocráticas ou de hierarquia. Com isso, conseguem resolver problemas ou colocar um projeto de pé o mais rápido possível, ainda que não esteja 100% pronto.

Batizados de squads (esquadrão, em inglês), essa forma de organizar o trabalho em pequenos grupos começou nos anos 2000, com a startup sueca Spotify, de serviço de streaming de música. Virou referência no mundo da administração por causa dos ganhos de produtividade alcançados que, a depender do caso, podem ser quatro vezes maiores, se comparados ao de uma empresa tradicional.

O pulo do gato para conseguir esses resultados é a multidisciplinaridade dos grupos, explica Carlos Felippe Cardoso, sócio-fundador da K21, uma das primeiras consultorias especializadas em fazer essa transição de modelo nas empresas. Nos grupos, como há redução de uma série de entraves burocráticos, ganha-se tempo e produtividade.

Além disso, os resultados são entregues a conta-gotas. A cada 15 dias, por exemplo, uma nova funcionalidade do site é colocada no mercado, no caso de projetos digitais, onde essa forma de trabalho já é mais familiar. Isso permite que o projeto seja testado e, se necessário, modificado, enquanto é feito.

Explosão

O jeito de trabalhar das startups vem ganhando a adesão de empresas dos mais variados setores. “Neste ano, houve no País uma explosão, e quase todos os segmentos de mercado têm empresas adotando ou, no mínimo, experimentando o trabalho em squads”, diz Cardoso.

Desde fevereiro, a Whirpool, fabricante de eletrodomésticos, começou a trabalhar com o novo modelo. Hoje, tem 50 funcionários agrupados em cinco grupos. Até dezembro, quer dobrar esse número. “Não acho que a companhia inteira vá trabalhar dessa forma”, diz o diretor de marketing digital, Renato Firmiano.

Como uma grande indústria, baseada nas formas tradicionais de linha de montagem, a empresa decidiu usar squads nas áreas ligadas ao atendimento ao consumidor. E alcançou resultados: em menos de quatro meses, dois grupos voltados ao tema inteligência artificial puseram em prática projetos de um assistente virtual que atende aos clientes em várias demandas e também vende os produtos.

Já a Natura, tradicional fabricante de cosméticos, começou antes. Em 2012, iniciou um projeto-piloto, focado no canal online para as suas consultoras. Mas o modelo ganhou velocidade no último ano, conta Luciano Abrantes, diretor de Inovação Digital. Hoje, são 52 squads trabalhando, e a empresa quer chegar a 100 até dezembro.

O grande salto ocorreu em 2018, quando a companhia passou a usar essa forma de trabalho para desenvolver os cosméticos. “É algo arrojado, que acelera bastante o ritmo de lançamentos, ao se comparar com o modelo tradicional.” O diretor também pondera que não há intenção de transformar toda a companhia em squads, só nas áreas onde faz sentido.

Na Unilever, gigante de alimentos e itens de higiene e limpeza, o quadro é semelhante. A empresa começou a usar squads faz três anos. “Na época, tínhamos a preocupação de trazer a agilidade das startups para uma empresa que neste ano completa 90 anos no País”, diz Carolina Mazziero, diretora de RH. Atualmente, há grupos de trabalho espalhados em áreas específicas da companhia. Na fábrica, por exemplo, há squads voltados para a redução de perdas, outros são para resolver demandas do consumidor.

Competição

Para Luiz Medici, vice-presidente de Inteligência Artificial da Vivo, o grande impulso para começar a organizar o trabalho em squads veio das empresas digitais. A Vivo viu a entrada de players digitais alcançando resultados muito rápidos e entendeu que um dos catalisadores disso era a forma de trabalho em ambientes colaborativos.

“Para competir nesse mercado novo digital, precisamos nos reinventar.” A operadora começou a usar grupos de trabalho em 2018, com o laboratório digital. Agora, são mais de 100 squads em funcionamento.

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4 lições para se dar bem nos negócios mesmo após um fracasso https://newtrade.com.br/carreira/4-licoes-para-se-dar-bem-nos-negocios-mesmo-apos-um-fracasso/ https://newtrade.com.br/carreira/4-licoes-para-se-dar-bem-nos-negocios-mesmo-apos-um-fracasso/#respond Mon, 29 Jul 2019 10:52:35 +0000 https://newtrade.com.br/?p=1018230

"Quebrar foi uma das experiências mais difíceis da minha vida", diz Roi Shlomo, fundador e diretor executivo da Kale Me Crazy

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“Quebrar foi uma das experiências mais difíceis da minha vida”, ele diz à BBC Mundo, o serviço em espanhol da BBC. Shlomo é fundador e diretor executivo da Kale Me Crazy, uma rede de comida saudável de Atlanta, nos EUA, lançada em 2013.

Como vários empresários bem sucedidos, ele começou pequeno, com um quiosque em um shopping center. Em 2006, ele conseguiu expandir, adquirindo mais 13 quiosques no mesmo local. Ganhou em um só mês US$ 300 mil – o suficiente para comprar uma casa nos EUA. Nunca imaginou que ganharia tanto em tão pouco tempo, tendo crescido em uma família sem muitos recursos econômicos.

“Me sentia invencível. Estava ansioso por dobrar ou triplicar meus lucros.”

Empolgado, comprou um carro novo e investiu no setor imobiliário na Flórida. Foi morar em Las Vegas e fechou um contrato de aluguel para instalar uma loja de joias em 2007, logo antes do estouro da grande crise financeira de 2008.

A queda

“A coisa ficou feia rapidamente”, diz Shlomo.

Seus investimentos perderam valor e ele teve problemas para pagar o aluguel. Como não sabia a dimensão da recessão, seguiu injetando dinheiro no empreendimento. Em menos de um ano, perdeu todo o dinheiro que havia juntado e teve de pedir falência. “Não posso culpar unicamente a crise. Também tomei algumas decisões comerciais equivocadas.”

Para gerar receitas que lhe permitissem sobreviver, passou a limpar tapetes e a economizar onde pudesse.

Passados dois anos, um amigo lhe emprestou dinheiro, que, somado a sua poupança, ele usaria em uma nova empreitada.

Foi quando tornou-se o cofundador da Yogli Mogli, uma loja de venda de iogurte. Em três anos, ele tinha 27 unidades – até vender a empresa para lançar-se em nova aventura. Em 2013, ele então fundou a Kale me Crazy, uma rede de sucos e comida saudável.

Hoje tem 21 lojas em Atlanta e cinco em construção em outras cidades dos EUA.

Roi Shlomo, fundador e diretor executivo da Kale Me Crazy,

Estas são as quatro lições que Shlomo aprendeu com sua experiência.

1. Proteja seu dinheiro

Ganhar dinheiro é excelente, mas também se deve saber protegê-lo. Meu maior erro foi a pressa, em 2006, com que reinvesti o que eu havia ganhado com a esperança de receber mais recursos.

Para construir um negócio sólido, não é preciso começar pequeno, mas deve-se levar o tempo necessário para tomar decisões informadas.

Eu não reservei esse tempo para pensar. Se tivesse, poderia ter sido uma das pessoas a ganhar muito dinheiro na recessão, em vez de perder tudo. Às vezes, a decisão correta é guardar seu dinheiro e esperar até que haja uma boa oportunidade.

2. Valorize o que você tem

Quebrar me ensinou a apreciar o dinheiro mais do que nunca. Todos já ouvimos sobre as pessoas que ganham na loteria ou recebem uma herança e torram tudo. Quando não se está acostumado a ter dinheiro (justamente o que me ocorreu no início da carreira), é fácil tomar decisões equivocadas e terminar com as mãos vazias.

Embora sempre tenha sabido como ganhar dinheiro, nunca o valorizei realmente até perder tudo.

Aprenda com o meu erro: controle seus gastos e economize. Você se sentirá muito melhor quando puder ver um colchão de segurança na sua poupança.

3. Aprenda a calcular os riscos

Antes de assinar um contrato de aluguel, abrir uma loja ou fechar qualquer outro compromisso comercial, avalie o valor do seu negócio e determine que custos poderá suportar. Quando assinei o contrato da minha joalheria, estava fascinado com a grande quantidade de pessoas e turistas que entravam na loja.

Achei que o alto volume de vendas me permitiria pagar o aluguel exorbitante, mas esse risco não valeu a pena. Nessa situação, o único que ganhava dinheiro era o proprietário do terreno.

Ao fim do dia, o volume de clientes e as vendas não importam. O único que importa é seu lucro líquido e quando realmente fica no seu bolso. Conheça seus números por dentro e por fora, e não se comprometa com nada se as contas não fecharem.

4. Leve o tempo necessário

Quando você está entusiasmado com uma ideia ou apaixonado por um espaço para uma loja, é difícil ser paciente e esperar que tudo se alinhe.

Porém, para que uma localização seja comercialmente exitosa, é necessário que múltiplos fatores cooperem entre si: o projeto da loja, que outros negócios há na vizinhança e até se o estacionamento é conveniente. Ninguém gosta de perder dinheiro. É melhor levar o tempo necessário e se assegurar de que a localização é boa, além de se manter fiel a sua visão.

Ir à falência foi uma das experiências mais estressantes, dolorosas e enriquecedoras da minha vida. Mas não lamento a experiência, pois ela me ensinou o que eu precisava aprender para chegar onde estou neste momento.

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No fim do dia, quem controla sua agenda é você

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Por Renato Mendes, sócio da Organica, professor de marketing digital do Insper e mentor Scale Up da Endeavor Brasil

Não conheço uma pessoa do meu convívio que não reclame de falta de tempo. Seja no trabalho ou na sua vida pessoal, todos sempre querem mais. Precisam de mais. Conheço, no entanto, pouquíssimas pessoas que topariam colocar um pouco mais de disciplina no seu dia a dia para conseguir ter mais… tempo para si!

Parece contraditório e é.

Não, o seu dia não terá 25 horas. E se tivesse, provavelmente, você não faria bom uso dessa hora extra.

Quer ter mais tempo para você?

Se eu pudesse te contar o que aprendi sobre esse assunto de forma bem resumida, te daria cinco dicas que me ajudaram muito. A maior parte delas veio do convívio com empreendedores das startups que mais admiro. Destaque para MaxMilhas, Meliuz, Leiturinha, Dr. Consulta e Rock Content.

Antes das dicas, queria que fizesse um exercício simples: ao longo de uma semana, anote tudo que fez no período de segunda-feira a sexta-feira. Liste cada uma das atividades.

Spoiler: Só o ato de começar a prestar atenção em como você usa seu tempo já trará uma enorme clareza de mau uso do tempo e outras tantas ideias de melhorias a serem implantadas.

Eu fiz esse exercício e o fruto dele foi uma mudança simples na minha rotina que agregou demais à minha vida pessoal. Eu parei de checar minhas redes sociais ao acordar. Sim, eu tinha o péssimo hábito de olhar WhatsApp, Instagram e Linkedin ainda na cama. Isso era ruim por vários motivos. Para ficar em apenas um: meu filho me via fazer isso e queria ver desenho logo cedo. Agora, o primeiro olhar só acontece dentro do Uber, a caminho do trabalho. Parece pouco, mas a mudança foi radical na relação com meus familiares e a própria sensação de uso mais adequado do meu tempo. Aquelas primeiras horas da manhã são da família. Ponto. Mas só percebi isso com o exercício de anotar como fazia o uso das horas.

Dito isso, vamos as cinco dicas:

1. Diga NÃO

Quem controla sua agenda é você.

O ponto chave de toda é essa conversa é um entendimento inicial de que quem controla sua agenda é você e não os outros. Esse entendimento é chave para o sucesso na gestão do seu tempo.

Se você quiser atender a todas as demandas não planejadas que surgem no seu dia a dia, será impossível ter uma rotina produtiva. Foco em você, no que você se planejou para fazer naqueles sete dias. Esse é seu compromisso e o único jeito de se conseguir isso é dizendo não.

Claro, nem sempre é fácil. Demandas urgentes surgem a todo instante. É um cliente com um pedido de última hora, um colega que precisa de mãozinha ou até um familiar implorando por socorro. Confie em mim: sem dizer não de vez em quando, é impossível ter controle do seu tempo. Exceções devem ser tratadas desta forma, não podem ser a regra.

É por isso que o ponto seguinte é você entender quais são suas prioridades para aquela semana. Aprenda a se planejar.

2. Planejar é priorizar

Tenha claro o que você tem que entregar naquela semana

Vejo muita gente fazendo listas das tarefas que precisam realizar. Elas são importantes, mas sem uma priorização, terão pouco valor. Por isso, queria pedir que você experimentasse dois exercícios simples:

a) Priorize suas tarefas com números de 1 a 3, sendo as de número 1 as mais importantes e as de número 3, as menos importantes. Pegue sua lista de tarefas e ponha 1, 2 ou 3 ao lado de cada uma delas. Eu fiz isso por anos com pessoas que se reportavam a mim. Priorizava a lista de tarefas do meu time. Faça isso com a sua lista. Isso vai ajudar muito a focar seu tempo. Faz sentido gastar tempo com uma tarefa 3 se existe uma pendência de prioridade 1?

Claro que não.

Nossa tendência natural é a de começar o dia com tarefas que dão mais prazer e não as que são mais importantes. Eu sempre fiz isso. Começo com a tarefa mais legal. “Mas espera, preciso fazer aquela proposta, por que mesmo estou fazendo outra coisa?” Ter clareza do que é mais importante vai te ajudar a terminar a semana com a sensação de dever cumprido.

b) Eleja os “Top 3 da Semana”, ou seja, as três coisas mais importantes que você precisa fazer naquele período. Com a lista de priorização anterior, vai ficar fácil. Seu foco aumenta de maneira inimaginável. São três coisas, todo resto importa menos. Você tem que entregar essas três cosias antes que a semna acabe.

Eu sei como é, você pisca os olhos e já é quinta-feira. “Meu Deus, trabalhei para burro e não fiz o que era fundamental!”. O Top 3 vai te ajudar a focar no que realmente importa. Eu faço isso e divido com meus sócios na Organica. Eles fazem o mesmo. No início de cada semana, todos os sócios sabem quais as prioridades dos outros e isso é muito útil, dá uma boa sensação de transparência e gera uma lógica de cobrança positiva entre nós. Meu comprometimento não é mais só comigo.

3. Trave alguns períodos

Existem uma série de tarefas que queria inserir na minha agenda como estudar ou receber pessoas que me pedem aconselhamento e isso parecia simplesmente impossível por um simples motivo: elas nunca entravam nas minhas três prioridades da semana.

Por isso, criei uma “fila paralela” de tarefas. Eu bloqueei alguns horários da minha agenda para elas.

Exemplos:

Hora de estudo: Toda 5ª feira, das 17h às 18h, eu tiro para ler. Leio algum livro ou algum dos milhares de textos interessantes que recebi de alguma news ou que algum amigo indicou. Parece pouco tempo mas é um começo! Para mim, é extremamente prazeroso ter esse tempo de leitura. “Ah, mas não dá tempo!”. Estou falando de uma hora por semana. Tem que dar tempo!

Encontros: Todo café da manhã de 6ª feira eu reservo para me encontrar com pessoas que querem uma orientação sobre um novo negócio, bater papo sobre carreira. Vai das 8h30 às 9h30. Além de eu entender que funciona como uma forma de devolver ao universo o tanto que já recebi, sempre é uma fonte bacana de novos negócios. Eu adoro e faço com o maior prazer.

Mas a trava mais importante é de 4ª feira de manhã. Chamo de Manhãs de Trabalho. Tento nunca marcar nenhuma reunião nesse horário porque é a hora que respiro e olho minha semana em perspectiva. Estou no meio da semana e penso: o quanto minhas tarefas prioritárias estão adiantadas ou atrasadas? Confie em mim, isso vai te ajudar muito.

4. Cuidado com as distrações!

Feche redes sociais, só cheque e-mail duz vezez ao dia, mate o WhatsApp Web!

O maior inimigo da gestão do tempo é a distração. É aquela notificação de rede social que pisca na sua frente e se faz impossível de ser notada! Você clica e em 90% das vees é algo que não fará nenhuma diferença no seu dia. Não consegue ficar sem clicar? Então feche. Feche Facebook, Linkedin, Instagram e principalmente WhatsApp Web, o maior vilão de todos. Eu não uso mais esse Darth Vader da gestão do tempo no meu note. É só uma olhadinha e pronto! Perda total de foco. Você volta para o que estava fazendo e precisa de pelo menos uns 3 a 5 minutos para focar de novo. O mesmo vale para e-mail. Sö checo duas vezes ao dia. Sem negociação.

5. Deixe um tempo para o inesperado

Deixe tempo livre para imprevistos, eles irão surgir.

Todas as semanas terão imprevistos. Se você sempre trava todos os dias, fatalmente algumas demandas inesperadas irão atropelar compromissos assumidos e estragar seu planejamento. Por isso, deixe uns 20% do seu tempo livre ou com atividades que possam ser remanejadas.

Ah, Renato, mas o inesperado sempre surge em volume muito maior que isso! Para quem se sente sugado pelo urgente, aquele dia a dia de um eterno apagar de incêndio, pergunto o seguinte:

O que você poderia ter feito para que essa atividade não chegasse a ser urgente?

Bom, espero que essas dicas te ajudem não a ter mais tempo mas sim a fazer melhor uso dele. Uma vez implementadas, o próximo passo é ter disciplina e ser vigilante em relação ao uso do seu tempo, afinal, existe um bem mais valioso que esse?

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Como usar a regra dos 10 minutos por dia para cumprir (qualquer) meta https://newtrade.com.br/carreira/como-usar-a-regra-dos-10-minutos-por-dia-para-cumprir-qualquer-meta/ https://newtrade.com.br/carreira/como-usar-a-regra-dos-10-minutos-por-dia-para-cumprir-qualquer-meta/#respond Thu, 11 Jul 2019 10:36:52 +0000 https://newtrade.com.br/?p=1017733 estresse

Alex Allain, diretor de engenharia na Dropbox, tinha uma regra simples que seguiu para cumprir o objetivo estipulado

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estresse

Não é novidade que uma das formas mais eficientes de cumprir uma grande tarefa é quebrá-la em etapas menores, a fim de que se trabalhe um pouco por dia nela. Aqui no Na Prática, inclusive, temos uma matéria dedicada inteiramente à técnica de determinar (e realizar) os chamados “micro-objetivos”.

Acontece que o poder dessa prática é tanto, que não é preciso mais do que 10 minutos por dia dedicado à tal meta para que você a cumpra. E ela pode ser grande, tão grande como escrever um livro – e essa é exatamente a história de Alex Allain, diretor de engenharia na Dropbox.

Confira seu relato traduzido e editado para fins de objetividade:

“10 minutos por dia

No início de 2012, publiquei ‘Jumping into C ++‘. De acordo com o calendário, escrevi o livro entre janeiro de 2010 e janeiro de 2012, mas levei menos de 200 horas de trabalho. Eu sei disso porque, na maior parte do tempo em que trabalhei no livro, fiquei atento ao tempo gasto. Entre 1/4/2010 e 29/9/2011 (quando parei de acompanhar), trabalhei no livro por praticamente 156 horas e escrevi mais de 70 mil palavras.

Como, exatamente, consegui escrever um livro nesse curto espaço de tempo? Eu tinha uma regra simples: trabalhar no livro por apenas dez minutos, todos os dias, sem desculpas. Sempre.

O motivo inicial pelo qual eu acompanhava o meu tempo, na verdade, era porque eu queria me motivar tendo [trabalhado] uma sequência de dias, e decidi que, em vez de apenas marcar pontos, deveria anotar exatamente quanto tempo eu gastava [na tarefa]. Funcionou – não perdi um dia.

Agora, eu não disse que escrevi o livro todos os dias – só que trabalhei nisso. Em alguns (muitos) dias, eu trabalhei em exemplos, formatação, brainstorming ou em edições. Tudo o que eu precisava fazer era olhar para a página por dez minutos e tentar fazer algo que parecesse progresso.

Mesmo quando eu estava na ‘zona’, eu realmente não gastava muito tempo em um dia – em 499 dias, gastei 15 minutos ou menos. Houve apenas cinco dias em que trabalhei por mais de uma hora e o máximo de tempo que gastei foi de 72 minutos.

Se eu trabalhasse por 70 minutos, todos os sábados, tenho certeza de que teria feito muito menos progresso. Eu teria esquecido onde estava toda vez que estivesse pronto para começar [o trabalho].

Em alguns dias, apesar disso, eu ficava paralisado. Nesses dias, eu me dava permissão para fazer pequenos ajustes em vez de me forçar a escrever resmas de novas palavras.

Se eu tivesse um bloqueio de criatividade, não me criticava – ‘hoje pode não ser um bom dia, então vamos usá-lo para algo que eu tenho que fazer de qualquer maneira’. Há sempre outra chance para escrever amanhã

Nesses dias, eu costumava revisar e editar dezenas de páginas, o que me impulsionava a pensar, lembrando-me do quadro geral – e das lacunas – de uma maneira que eu não conseguia quando meu cursor estava sentado e piscando na tela no meio de uma frase. Raramente me via incapaz de escrever por mais de alguns dias ou uma semana de cada vez.

A outra coisa que ajudou muito é que eu não me permitia checar meu e-mail até trabalhar no livro. Não foi até recentemente que percebi que estava realmente criando um loop de hábito – me dando essa recompensa de verificar meu e-mail pessoal em troca de dedicar tempo ao meu livro. Também liguei o conceito de trabalhar no livro a algo muito concreto; [assim] era impossível esquecer de fazer.

Certamente houve momentos em que senti que o livro nunca iria sair – que era uma montanha enorme que eu mal estava arranhando. Quando isso acontecia, relembrar o que já estava lá e fazer edições mostrava-me o quão longe eu havia chegado e me inspirava para a próxima onda de trabalho.”

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Desafios para o empreendedor do setor supermercadista https://newtrade.com.br/varejo/desafios-para-o-empreendedor-do-setor-supermercadista/ https://newtrade.com.br/varejo/desafios-para-o-empreendedor-do-setor-supermercadista/#respond Thu, 11 Jul 2019 10:10:34 +0000 https://newtrade.com.br/?p=1017728

Embora seja um mercado com grande crescimento e lucrativo, existem desafios na gestão desse setor tornando necessária a consultoria empresarial para supermercados e um plano estratégico específico.

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As pequenas empresas do segmento de minimercados contribuem de maneira significativa na economia do país. Uma pesquisa realizada pelo Sebrae aponta que esse é o segundo maior segmento entre os pequenos negócios representando (6%) do PIB do Brasil.

Embora seja um mercado com grande crescimento e lucrativo, existem desafios na gestão desse setor tornando necessária a consultoria empresarial para supermercados e um plano estratégico específico.

Qual o planejamento estratégico ideal para o empresário que pretende gerenciar desde um mercado pequeno de vila a uma rede maior? Para esclarecer essas dúvidas e direcionar o melhor caminho contamos com a participação do Marcelo Viana, consultor e especialista em gestão de supermercados pela T4 Consultoria. Confira.

Planejamento estratégico para supermercados

Um planejamento estratégico eficiente para supermercados é importante para posicionar a empresa frente à concorrência, auxiliar em tomadas de decisões e ter uma compreensão clara sobre o controle dos processos e operações.

O planejamento estratégico é também um panorama geral. Nessa etapa, ocorre o levantamento de todos os aspectos que a empresa necessita de constante supervisão, atualização, gerenciamento e controle. Veja alguns exemplos:

  • Competitividade no setor de supermercados e análise da concorrência;
  • Controle do estoque (entrada e saída de produtos);
  • Gestão de pessoas e processos;
  • Verticalização de produtos;
  • Necessidade de automação;
  • Criar planos e ações alinhadas aos objetivos da empresa;
  • Integração eficiente entre diferentes áreas.

O consultor empresarial pontua que o planejamento vai traçar os caminhos que o gestor necessita para alcançar os objetivos a curto, médio e longo prazo, além de alinhar a produção e gerenciamento de todos os setores envolvidos rumo a um objetivo em comum.

“Uma estratégia eficiente para supermercados deve focar no comportamento do consumidor, tal como seus hábitos em períodos diferentes, preferências e fatores que irão levá-lo a compra. Portanto, toda a gestão de processos, recursos deve considerar o cliente como ponto alvo”, ressalta.

Gestão de estoque eficiente

A qualidade do estoque, é medida por um controle efetivo e por KPIs de performance que permitem avaliar o comportamento de cada item “mercadoria”, seja, com dias em estoque, custos de armazenamento, logística e processos otimizados.

A assessoria econômica da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP) divulgou em junho de 2019 um comportamento receoso dos comerciantes, sobretudo no estado de São Paulo com queda no Índice de Estoque (IE) de 1,7%, no mesmo período do ano passado, houve alta de 11,2%.

A instabilidade política e econômica no Brasil afetou drasticamente o poder de compra e fez com que a maior parte dos empresários procurasse por medidas para se adequar ao cenário, dentre elas, a redução de estoque. O problema do excesso de estoque ainda é predominante entre os pequenos comércios em (27,2%), enquanto os grandes tem um controle maior em (3,9%).

Por outro lado, Viana alerta quanto a necessidade de ajustar a logística para que essa redução em oferta de produtos não afete negativamente os lucros no comercio e a perda em vendas.

“Ao se tratar dos minimercados e comercio local existe a vantagem da proximidade com o cliente para ofertar produtos e captar precisamente as necessidades do consumidor, por meio do diálogo e empatia”, argumenta.

Organização de custos e previsão de demanda

Na consultoria empresarial para supermercados a previsão de demanda faz parte do planejamento estratégico com foco em vendas e melhores resultados. São elaboradas estratégias para tornar a empresa mais competitiva e um plano de integração de diferentes setores, como comercial, financeiro e de atendimento.

“Com a análise prévia de mercado, organização de custos e identificação de sazonalidades (períodos de maior e menor compra) é possível planejar o reabastecimento de produtos com antecedência e garantir negociações vantajosas junto aos fornecedores”, ressalta Viana.

Outra vantagem da previsão de demanda é poder planejar futuras ações de marketing em períodos determinados, aumentando as chances de obter bons resultados em vendas e evitar estoque parado.

Capacitação no atendimento ao cliente

Na pesquisa realizada pelo Sebrae, em análise do ramo de minimercados no Brasil, ao questionar qual seria o conhecimento necessário para melhorar a gestão da empresa , não foi apontado como prioridade softwares de gestão ou logística, mas a capacitação e melhorias no atendimento ao cliente, resposta dada pela maioria dos empresários participantes.

O consultor de negócios pontua que o recurso humano inclui potenciais significativos no que diz respeito a lucros e fidelização de clientes. Logo, empresas menores optam por práticas de atendimento e capacitação com esse foco, uma vez que estão numa situação de proximidade com o consumidor, tornando esse conhecimento primordial no aumento de vendas e lucratividade.

O treinamento da equipe com foco no atendimento ao cliente é um segundo ponto em destaque entre os empresários do ramo de minimercados. “É engano pensar que a capacitação é necessária somente para grandes equipes. Empresas pequenas principalmente, devem preocupa-se com esse ponto e utilizar de algumas vantagens como: maior proximidade com os funcionários e precisão no controle dos diferentes setores”, pontua.

O cenário econômico instável exige estratégias assertivas para a empresa não passar por crises de gerenciamento. Ao surgir dúvidas ou dificuldades quanto ao controle de estoque, fornecedores ou perdas provocadas pela concorrência, a consultoria empresarial especializada em supermercados pode apresentar soluções eficientes para aumentar os lucros e posicionar a empresa com maior competitividade no mercado.

“O importante é manter-se alerta e procurar por soluções eficientes sempre que surgir um problema, mesmo que pequeno. Diante de uma situação delicada economicamente, as estratégias e riscos necessitam ser calculados por especialistas, de preferência”, salienta.

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7 livros em 7 dias: app reúne os principais conhecimentos de livros de empreendedorismo https://newtrade.com.br/tecnologia/7-livros-em-7-dias-app-reune-os-principais-conhecimentos-de-livros-de-empreendedorismo/ https://newtrade.com.br/tecnologia/7-livros-em-7-dias-app-reune-os-principais-conhecimentos-de-livros-de-empreendedorismo/#respond Fri, 05 Jul 2019 14:52:51 +0000 https://newtrade.com.br/?p=1017594 palestras negócios

Além de muito estudo e conhecimento de mercado, um grande trunfo para aprender mais e descobrir por onde começar é a leitura.

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palestras negócios

Começar um negócio requer dedicação e preparação. Além de muito estudo e conhecimento de mercado, um grande trunfo para aprender mais e descobrir por onde começar é a leitura.

Muitos empreendedores, no entanto, afirmam que não conseguem ler tudo o que desejam por causa da falta de tempo. De acordo com a quarta edição da pesquisa Retratos da Leitura no Brasil, feita pelo Ibope e encomendada pelo Instituto Pró-Livro, a falta de tempo, e a falta de paciência são alguns dos itens apontados como desanimadores do hábito de leitura.

Para resolver este problema, o aplicativo Esens reuniu um time de especialistas em literatura, leitura dinâmica e tradução para resumir best-sellers não ficcionais em áudios que transmitam a essência principal da obra em um período curto de tempo, e que podem ser acessados em qualquer lugar de forma dinâmica. Com isso, a ferramenta propõe um livro por dia para conseguir, em uma semana, dar o pontapé inicial na abertura de um novo negócio. Veja os sete títulos disponíveis:

A ilusão de Ícaro (25 min)

O livro aponta para um mito tão velho quando os gregos antigos de que mirar alto terminaria em lágrimas. O autor, Seth Godin, possui outros best-sellers, incluindo A vaca roxa (Purple Cow), Tribos (Tribes) e Cutuque a Caixa (Poke the Box).

A startup enxuta (25 min)

O livro ajuda startups e empresas de tecnologia a desenvolverem modelos sustentáveis de negócios. O autor, Eric Ries, é um empreendedor de sucesso. Ele é cofundador da IMVU, uma rede social que usa avatares em 3D.

O Meio Confuso (26 min)

O livro desvenda a difícil realidade de levar seu próprio empreendimento da concepção à linha de chegada. O autor, Scott Belsky, é um empreendedor, investidor e autor. Ele é o fundador e ex-CEO do Behance, o principal serviço de networking digital do mundo para profissionais criativos.

A Terceira Onda (22 min)

O livro explica que, neste ponto da era da informação, a relevância e o sucesso do empreendedor dependem de sua conscientização da conjuntura atual. O autor, Steve Case, é co-fundador da AOL e CEO da Revolution, uma empresa de investimentos em Washington que apoia empreendedores e empresas como a Zipcar e a Sweetgreen.

Segredos que um passarinho me contou (27 min)

O livro conta a história de como o autor, Biz Stone, se tornou co-fundador do Twitter e explora os insights inestimáveis que o levaram até lá. Stone ajudou a criar a Xanga, Blogger e Odeo antes de co-fundar o Twitter. Depois de deixar o Twitter, ele fundou a Jelly, um aplicativo de perguntas e respostas baseado em imagens e tornou-se investidor anjo para várias empresas.

Tração (23 min)

O livro explica por que o sucesso de cada startup depende não apenas de seus produtos, mas da base de clientes que ela mesma constrói. Os autores, Gabriel Weinberg e Justin Mares, dirigiram startups que forma vendidas por quantias que chegavam aos oito dígitos.

Fisgado (27 min)

O livro explica, com anedotas e estudos científicos, como e por que integramos certos produtos em nossas rotinas diárias, além de por que esses produtos são o Santo Graal para qualquer empresa voltada para o consumidor. O autor, Nir Eyal, é escritor, professor e consultor que há muito tempo aconselha startups e outras empresas a projetarem produtos de sucesso.

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3 conselhos para tornar sua empresa bem-sucedida e conectada https://newtrade.com.br/tecnologia/3-conselhos-para-tornar-sua-empresa-bem-sucedida-e-conectada/ https://newtrade.com.br/tecnologia/3-conselhos-para-tornar-sua-empresa-bem-sucedida-e-conectada/#respond Thu, 27 Jun 2019 10:42:08 +0000 https://newtrade.com.br/?p=1017310 transformação digital

Ao fazer a travessia digital, 95% das empresas falham. Realidade que Michael Wade quer ajudar a transformar com seu novo livro

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transformação digital

Calma. Se a organização a qual você pertence ainda não conseguiu fazer a travessia digital com sucesso, ainda há esperança: atualmente, 95% as empresas de todo o mundo falham nessa tarefa. A maioria enfrenta dificuldades severas para mudar processos e, sobretudo, a cultura corporativa, segundo dados colhidos por pesquisadores da Escola de Negócios IMD, em Lausanne, Suíça. Para Michael Wade, Professor de Inovação e estratégia, e diretor do Global Center for Digital Business Transformation, o alto índice de insucessos se dá pela falta de compreensão clara de novos modelos de negócio, além da falsa percepção de que altos investimentos são capazes de gerar a mudança.

“Existe uma grande diferença entre a disrupção e o disruptor. O foco nunca deve estar neste último e, se estiver, está errado”, explica Wade, autor do livro Orquestrating Transformation — How to Deliver Winning Performance with a Connected Approach to Change, ainda sem tradução para o português. Para aqueles que desejam ser bem-sucedidos, Wade tem três conselhos

1. Ter uma estratégia defensiva só serve para deixá-lo para trás

Na era da economia compartilhada, é preciso estar na ofensiva. Tentativas incrementais em relação ao seu core business podem ser pura perda de tempo; lembre-se de que o Uber só se tornou um negócio viável porque havia motoristas de táxi rudes e preços altos.

2. Pergunte a si mesmo: quão importante é o digital para sua empresa?

Transformação digital tem a ver com a possibilidade de usar instrumentos tecnológicos e novos modelos de negócio para aumentar performance. Simples assim. Usar métodos como o design thinking ou investir milhões em laboratórios e novos espaços colaborativos não são sinônimos de revolucionar os negócios.

3. Entenda como você cria valor

Preço? Experiência? Conectividade via plataforma? É preciso mapear as formas de geração de valor que a sua empresa proporciona para ter clareza dos seus objetivos, antes de colocar um plano em ação. E não esqueça: a transformação é um processo, e não um episódio. Por isso, deve partir da liderança e ser cultivada permanentemente.

 

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Gestão proativa: cinco dicas para avaliar resultados e melhorar a performance da sua empresa https://newtrade.com.br/economia/gestao-proativa-cinco-dicas-para-avaliar-resultados-e-melhorar-a-performance-da-sua-empresa/ https://newtrade.com.br/economia/gestao-proativa-cinco-dicas-para-avaliar-resultados-e-melhorar-a-performance-da-sua-empresa/#respond Mon, 17 Jun 2019 11:18:00 +0000 https://newtrade.com.br/?p=1017041 criatividade

Para o consultor empresarial e palestrante Roberto Vilela, quando o planejamento empresarial não flui conforme o esperado, as lideranças precisam desempenhar um papel ainda mais proativo, atuando com proximidade e resiliência.

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A economia brasileira não cresceu, o seu cliente não comprou os volumes que você previa, os vendedores não bateram as suas metas. Para o consultor empresarial e palestrante Roberto Vilela, quando o planejamento empresarial não flui conforme o esperado, as lideranças precisam desempenhar um papel ainda mais proativo, atuando com proximidade e resiliência.

Ele lista cinco dicas para que o segundo semestre traga os resultados esperados para o negócio:

1 – Comece avaliando o desempenho

O consultor explica que o primeiro passo para a alta performance é manter o olhar analítico sobre a performance. “Você só tem noção dos resultados se os acompanhar periodicamente. Ao fim do semestre é hora de reunir os times, avaliar as performances, a evolução das metas. Nem sempre esses dados são satisfatórios e é importante analisar o contexto em que a empresa está inserida para que você retomar os pontos do planejamento estratégico que considera fundamentais”, diz.

2 – Redefina metas e oportunidades

Roberto indica que, após uma avaliação minuciosa as lideranças tomem medidas para que o negócio torne-se sustentável. “Esse primeiro estudo pode revelar uma série de oportunidades que acabaram passando pela equipe. Redesenhe estratégias e volte a olhar para o mercado, veja o que precisa mudar, o que deve ser melhorado. Da abordagem a oferta de produto, este é o momento de readequar ações para garantir melhores resultados nos próximos meses”, indica.

3 – Tenha foco e torne-o claro

A liderança precisa ser transparente com a equipe. Todos devem saber quais são os resultados que devem ser alcançados e entender qual o foco da atuação, para que toda a empresa caminhe na mesma direção. Cabe aos líderes conduzirem as ações dentro dessa definição.

4 – Seja referência

“Você só será respeitado quando os liderados enxergarem alguém que resolve o que for preciso e tem expertise para atuar. Mostre que é possível alcançar as metas propostas apoiando e também sendo proativo no seu dia a dia. Muitos gestores cobram suas equipes mas não se mostram dispostos a auxiliar sempre que necessário. Manter este canal de comunicação com as pessoas vai torná-lo um modelo a ser seguido”, destaca Roberto.

5 – Crie mecanismos de incentivo

O resultado dos primeiros meses do ano não foram os esperados? Que tal pensar em ações de incentivo? Palestras e treinamentos para desenvolvimento profissional, premiação para os melhores vendedores, flexibilidade no formato de trabalho são algumas ideias que podem motivar as equipes. De acordo com o consultor empresarial, é importante que, mesmo com resultados abaixo do esperado, a entrada de um novo semestre seja marcado por essas ações. “Além de motivar os times, momentos diferentes na rotina, que apoiem o crescimento profissional ajudam os colaboradores a retomarem o foco no propósito da empresa”, finaliza.

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Amazon pode ter só mais 5 anos de vida; veja as 4 estratégias de Bezos para evitar sua falência https://newtrade.com.br/varejo/amazon-pode-ter-so-mais-5-anos-de-vida-veja-as-4-estrategias-de-bezos-para-evitar-sua-falencia/ https://newtrade.com.br/varejo/amazon-pode-ter-so-mais-5-anos-de-vida-veja-as-4-estrategias-de-bezos-para-evitar-sua-falencia/#respond Mon, 08 Apr 2019 10:59:21 +0000 https://newtrade.com.br/?p=1014747 Jeff Bezos

A expectativa de vida média de uma empresa americana é 30 anos, mas Bezos está disposto a desafiar isso

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Jeff Bezos

“A Amazon não é grande demais para quebrar. Na verdade, eu prevejo que irá quebrar”. Foi o que Jeff Bezos, CEO e fundador da varejista, disse à sua equipe durante uma reunião em 2018.
“A Amazon vai à falência. Se você olhar para grandes empresas, sua expectativa de vida tende a ser de cerca de 30 anos”, segundo informações do Business Insider. Como foi criada em 1994, a Amazon, aos 25 anos, estaria em seus últimos respiros, estatisticamente.

Bezos está certo. A expectativa de vida média de uma empresa nos Estados Unidos é de cerca de 30 anos, segundo Martin Reeves, estrategista e autor de uma palestra do TED Talks sobre como construir uma empresa que dura 100 anos. Na época da palestra, em 2016, Reeves chegou a dizer que 32% das empresas dos EUA não existiriam até 2021.

Como evitar que uma empresa quebre?

Bezos diz que seu objetivo não é impedir que a Amazon quebre, é evitar que ela quebre enquanto ele estiver vivo. Para fazer isso, ele adotou uma filosofia de inovação chamada de “Dia 1” – que representa a fase de crescimento de uma empresa.

Atualmente, ele assina suas cartas aos acionistas com: “Dia 1 permanece”. O site reuniu as 4 estratégias que Bezo usa para manter o “Dia 1”. Confira:

1. Encantar os clientes

Para Bezos, se a empresa realmente acreditar que seu maior objetivo é agradar os clientes, vai criar inovações e produtos que darão certo, que nunca teria pensado se o foco fosse outro.

Essa crença é popular entre os inovadores. O cofundador da Apple, Steve Jobs, não era a favor de grupos focais (que chamam clientes para dar ideias). Ele achava que as pessoas muitas vezes não sabiam o que queriam até que a empresa desse a ideia.

2. Não deixe os processos definirem sua empresa

Bezos segue uma lógica de ‘nunca parar de pensar’. Mesmo quando uma empresa faz algo sempre da mesma maneira e dá certo, não pode parar de refletir sobre formas de melhorá-lo. Em time que está ganhando, se mexe.

“Somos constantemente questionados sobre se há ou não uma maneira melhor de executar algo. Um processo bom serve para atender os clientes. Mas, se não estivermos atentos, o processo pode se tornar a coisa e se tornar mais importante do que o produto. Isso pode acontecer com muita facilidade em grandes organizações”, afirmou Bezos.

Segundo ele, é errado parar de olhar para os resultados e apenas se certificar de que os processos estão corretos. “O processo não é a coisa. Sempre vale a pena perguntar: ‘somos os donos do processo ou o processo nos possui?'”, diz.

3. Nunca resistir às mudanças

O CEO da Amazon acredita que manter a empresa funcionando como antigamente é uma estratégia ruim. Em vez disso, o ideal é perceber o que está acontecendo na indústria e embarcar na inovação.

Com a tecnologia, o ritmo das mudanças acelerou e nenhuma empresa pode se dar ao luxo de manter os bons velhos hábitos – se não pode quebrar.

“É melhor sair da zona de conforto antes de ser incomodado pelos concorrentes. Então, se perceber que as coisas estão mudando, mude – ao invés de resistir”, disse.

4. Tomar decisões rapidamente

Bezos usa uma frase com sua equipe para se alinharem e tomarem decisões difíceis: “discorde e se comprometa”. A ideia é economizar tempo quando não consegue chegar a um consenso com sua equipe e uma decisão precisa ser tomada.

Segundo ele, é uma promessa de se alinhar a algo que não concorda, para que toda a empresa possa avançar de forma produtiva.

“É um desacordo genuíno de opinião. Quando digo a frase, representa uma expressão sincera do meu ponto de vista, uma chance para a equipe pesar a minha opinião, e um compromisso rápido e sincero de que estou alinhado com eles”, diz Bezos.

Idealmente, um líder deve se sentir 100% confiante ao tomar uma decisão. Mas na prática não funciona assim. Se um CEO esperar até se sentir totalmente seguro, a oportunidade provavelmente terá passado.

Bezos ressalta que muitas vezes não é tão prejudicial estar errado. As falhas podem ser reduzidas se você perceber o erro e se mover rapidamente.

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Transformação digital: automação de processos é a principal dificuldade  https://newtrade.com.br/tecnologia/transformacao-digital-automacao-de-processos-e-a-principal-dificuldade/ https://newtrade.com.br/tecnologia/transformacao-digital-automacao-de-processos-e-a-principal-dificuldade/#respond Fri, 22 Mar 2019 14:47:22 +0000 https://newtrade.com.br/?p=1014277

Pesquisa, realizada em parceria entre Dell, Intel e IDC Brasil, com gestores de TI revela que uma em cada três empresas enxerga a área como um diferencial competitivo

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A maturidade das empresas brasileiras em relação à tecnologia da informação (TI) avançou no último ano, mas ainda há um longo caminho a percorrer — principalmente em relação à automação de processos. É o que mostra o estudo “IT² – Benchmark da Maturidade da Infraestrutura de TI no Brasil” de 2019, realizado em parceria por Dell, Intel e IDC Brasil. A pesquisa, em sua segunda edição, mostra como a infraestrutura de TI das empresas do país está preparada para suportar a transformação digital dos negócios.

Foram avaliados três indicadores: processos internos e cultura, automação de processos e modernização da infraestrutura. Na média geral, em uma escala de 0 a 100, as companhias brasileiras atingiram uma nota de 46,4 em 2019 — um crescimento em relação ao ano anterior, quando registraram uma média de 43,7. Apenas empresas do setor privado fazem parte do estudo, que engloba os segmentos de finanças, comércio, manufatura e serviços. Ao todo, foram entrevistados 250 profissionais responsáveis pela decisão de compra da infrestrutura de TI de empresas com mais de 250 funcionários.

Automação dos processos

Apesar do crescimento na comparação anual na nota geral, a edição deste ano revela um problema persistente no mercado: a dificuldade quando o assunto é automação dos processos. O indicador, com a menor avaliação nas duas edições, teve nota de 35,7 em 2019 e 33,9 em 2018. O dado é preocupante, uma vez que o nível baixo de automação pode prejudicar o processo de transformação digital — que, como ressalta o diretor-geral de vendas de soluções para data center da Dell Technologies no Brasil, João Bortone, “é uma jornada em constante evolução”.

Processos internos e cultura

Com a maior nota nas duas edições do estudo — 57,2 neste ano e 55,2 em 2018 —, o indicador de processos internos e cultura apresenta uma perspectiva positiva. Em 2019, uma em cada três empresas enxerga a TI como um diferencial competitivo. No ano anterior, a proporção era de uma a cada quatro. O resultado ainda é baixo e reflete, sobretudo, “uma dificuldade do time de TI em comprovar seu valor para as organizações”, mas demonstra que a percepção de que a área é somente uma central de custos vem diminuindo.

Enxergar a TI como um parceiro dos negócios é fundamental — especialmente em um cenário no qual as empresas estão buscando “onde está o seu próximo bilhão”, segundo Bortone. A expansão dos negócios para novas áreas deveria, para ele, ser impulsionada pela TI — a exemplo do que aconteceu com o Google e sua plataforma de streaming de games e com a Disney e seu serviço de streaming que promete desafiar a Netflix.

Priorizar os investimentos para a inovação na área de TI continua sendo, no entanto, um desafio. Isso porque em 62,4% das empresas consultadas mais de 50% dos orçamentos de TI das companhias está dedicado a manter o legado.

Infraestrutura

Sendo cobrada dentro da empresa por respostas cada vez mais ágeis e flexíveis, a área de TI vem buscando soluções mais completas. Nas empresas brasileiras, a hiperconvergência — que permite que as operações sejam simplificadas e é considerada essencial para garantir mais agilidade — está no radar de 31% dos gestores de TI. A pesquisa também mostra que 16,8% dos líderes já utilizam soluções desse tipo, enquanto 14,8% planejam implementá-las nos próximos 12 a 24 meses. Existe, no entanto, um gargalo: 30;8% dos entrevistados afirmam que não pretendem adotar esse tipo de solução e 21,6% admitem desconhecer o termo hiperconvergência.

O indicador de infraestrutura mostra que 67% das companhias planejam aumentar os orçamentos dedicados à segurança da informação em 2019. O tema é a principal prioridade da área de TI para 31% dos entrevistados.

 

 

 

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