consumidor – Newtrade https://newtrade.com.br Wed, 27 Nov 2019 15:37:21 -0300 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=5.3 https://newtrade.com.br/wp-content/uploads/2017/03/favicon-newtrade.png consumidor – Newtrade https://newtrade.com.br 32 32 Pesquisa Nielsen aponta que o shopper visita oito canais de compras https://newtrade.com.br/varejo/pesquisa-nielsen-aponta-que-o-shopper-visita-oito-canais-de-compras/ https://newtrade.com.br/varejo/pesquisa-nielsen-aponta-que-o-shopper-visita-oito-canais-de-compras/#respond Wed, 27 Nov 2019 15:35:06 +0000 https://newtrade.com.br/?p=1021645

Entre os importantes dados que Claudio Czarnobai, diretor de Reinvenção de Produtos da Nielsen, apresentou no Encontro de Valor ABAD 2019, destaca-se o aumento do número de canais que o consumidor visita e o fato de ele permanecer apenas durante 15 segundos na gôndola

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Por Cláudia Rivoiro

Durante a programação do Encontro de Valor ABAD 2019, Claudio Czarnobai, diretor de Reinvenção de Produtos da Nielsen, apresentou dados importantes e significativos aos convidados, incluindo a pesquisa Top 35 Categorias em Destaques, publicada na edição 312 da DISTRIBUIÇÃO.

Em sua apresentação, ele destacou que o consumidor brasileiro continua endividado e apenas 28% dos pesquisados dizem acreditar que o Brasil não está mais em recessão. “A queda da taxa Selic não se reflete em taxas rotativas e o brasileiro continua a pagar juros do cheque especial e do cartão de crédito”, observou. Mas, por outro lado, disse que o governo liberou 30 bilhões de reais do FGTS, sendo que em apenas um mês foram pagos 15 bilhões de reais para 37 milhões de pessoas. “O governo também lançou a “Semana do Brasil” para estimular o consumo, no período de 6 a 15 de setembro, o que contabilizou um crescimento nas vendas de 11%, segundo a Cielo. E, por incrível que pareça, a onda de calor também contribuiu para o aumento do consumo em algumas categorias analisadas, mas em geral houve uma desaceleração da cesta Nielsen em comparação com o mesmo período de 2018″, lembrou o diretor.

Claudio Czarnobai, diretor de Reinvenção de Produtos da Nielsen

Entre os acontecimentos que frustraram as expectativas do início do ano destacam-se os impactos na transição política, o atraso na aprovação da Reforma da Previdência, os índices de produção industrial, de serviços e de confiança do consumidor, constantemente revisados negativamente, e a desaceleração global causada pelas trade wars e pela imposição de tarifas à China, maior importadora brasileira.

Ele também revelou que o autosserviço impulsiona o crescimento e consegue obter maior repasse médio dos preços. E o canal vizinhança continua sendo o principal formato de vendas, apesar de ter dificuldade para retomar o crescimento em vendas. As categorias que se destacaram foram as cervejas e os cremes para a pele, que crescem e aproximam o consumidor do acesso ao premium.

O executivo também destacou alguns pontos importantes para entender o comportamento atual do consumidor, como os fatos de o estímulo de propaganda ter aumentado cinco vezes mais, de ter ocorrido 30% mais lançamentos de bens de consumo de giro rápido nos últimos dois anos, de o mercado ficar mais pulverizado, de o shopper passar a visitar oito canais – antes eram três -, de o aumento do número de pedidos no e-commerce em 2018 ter aumentado em 41%, e de a geração Y representar 35% dos consumidores digitais latino americanos.” Podemos concluir que o consumidor está hoje mais consciente, busca mais economia visitando mais canais, permanece um tempo médio de 15 segundos na gôndola e aumenta em 200% suas pesquisas via celular.

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Menores de 35 anos: compras de final de ano focam em novas tecnologias, delivery e produtos ecológicos https://newtrade.com.br/economia/menores-de-35-anos-compras-de-final-de-ano-focam-em-novas-tecnologias-delivery-e-produtos-ecologicos/ https://newtrade.com.br/economia/menores-de-35-anos-compras-de-final-de-ano-focam-em-novas-tecnologias-delivery-e-produtos-ecologicos/#respond Wed, 27 Nov 2019 11:51:03 +0000 https://newtrade.com.br/?p=1021620 impostos

Os varejistas estão sob crescente pressão para adotar novas estratégias e atrair os compradores mais jovens

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impostos

A nova pesquisa da Capgemini: Festive shopping Trends mostra que 40% das pessoas entre 18 e 34 anos devem gastar mais em suas compras de final de ano em 2019 do que no ano passado, em comparação com uma média geral de 28% para todas as faixas etárias. Embora qualidade, custo e conveniência continuem a impulsionar a maioria das decisões de compra, os varejistas estão sob crescente pressão para adotar novas estratégias que consigam atrair compradores mais jovens.

A pesquisa descobriu que as principais estratégias para atrair compradores mais jovens incluem a diversificação de canais online, na loja e por voz; investimento em tornar os produtos e embalagens mais ecológicos; e utilizar a tecnologia para melhorar a experiência de compra e o delivery.

O estudo online explora os planos de gastos, prioridades de compras e expectativas de mais de 6,7 mil consumidores na Alemanha, Espanha, Estados Unidos, França e Reino Unido antes da temporada das festas e das compras deste ano, que começa com a Black Friday em 29 de novembro de 2019.

A sustentabilidade ambiental é uma prioridade aumentada, mas acertar o básico ainda é fundamental
Os consumidores ainda consideram a variedade/alcance de estoque disponível (34%) e a conveniência da localização de uma loja (21%) como os principais fatores para escolher comprar com um varejista em detrimento de outro, quando o preço não é um fator preponderante. Da mesma forma, quando solicitados a escolher os três principais fatores que os influenciam ao comprar presentes para familiares e amigos, os entrevistados priorizaram a qualidade dos produtos e as opções de economia de custos — por exemplo, reduções, vendas e descontos — igualmente em 54%, enquanto a variedade de produtos oferecidos (50%) foi o terceiro fator mais popular.

Quando perguntados sobre onde eles mais gostariam de ver os varejistas investirem nesta temporada, manter ou reduzir os níveis atuais dos preços dos itens (33%) foi a resposta mais popular. No entanto, talvez refletindo uma maior conscientização sobre questões de sustentabilidade este ano, a seleção de produtos/embalagens ambientalmente amigáveis foi uma consideração importante para 21% de todos os entrevistados e um pouco mais para aqueles entre 18 e 24 anos (24%). Em todos os países, os entrevistados no Reino Unido foram os mais focados em embalagens sustentáveis (29%), seguidos pela Alemanha (21%) e França (19%), com Estados Unidos e Espanha (14% cada).

Expectativas geracionais divergentes

As pessoas entre 18 e 34 anos mostraram várias diferenças importantes em suas prioridades de compras, em comparação com os compradores com 35 anos ou mais.

A população de 18 a 34 anos teve menos probabilidade de usar lojas físicas para as compras do final deste ano e optar por varejistas que oferecem acesso a várias marcas; 29% disseram que gastariam mais dinheiro na loja, enquanto 37% disseram que gastariam mais dinheiro com um varejista com acesso a várias marcas. Isso se compara a 39% e 32%, respectivamente, para a média da faixa etária.
Além disso, as pessoas de 18 a 34 anos têm mais probabilidade de usar novas tecnologias para melhorar sua experiência de compra. Eles tinham uma preferência maior por tecnologias como caixas automáticas (23% vs 16% em média), pagamentos de carteira móvel (21% vs 12% em média), tecnologias nas lojas, como espelhos de realidade virtual (22% vs 15% em média) e novos métodos de entrega — ou seja, drones ou entrega por carro (16% em comparação com 10% em média).

Importância da diversificação de canais

As lojas físicas ainda estão montadas para receber a maior parte dos gastos com as férias, com 39% dos consumidores planejando fazer a maior parte de suas compras nas lojas durante o período de festas. Os varejistas online que oferecem acesso a várias marcas diferentes também devem receber parcelas consideráveis dos orçamentos de final do ano deste ano, com 32% planejando gastar a maior parte de seu dinheiro nesses sites.

Para os varejistas que buscam capitalizar as oportunidades de compras baseadas em voz, os consumidores provavelmente usarão essas plataformas se acharem que a experiência será segura (25%), se receberem descontos exclusivos por voz (23%) e se eles estavam confiantes de que seria uma experiência direta (20%). Isso é particularmente importante para os varejistas que têm como alvo os compradores mais jovens (entre 18 e 24 anos), onde as porcentagens subiram para 29%, 33% e 27%, respectivamente.

Expectativas de entrega e conveniência

Não é de surpreender que o mês anterior às férias e festas do final do ano seja o horário de pico para os consumidores, com 30% dos compradores normalmente iniciando suas compras a partir desse ponto. Enquanto alguns varejistas online continuam a oferecer opções de entrega mais rápidas, como durante a noite e no mesmo dia, os consumidores geralmente esperam que a entrega/cobrança dentro de três dias úteis seja a norma (33%).

De maneira mais ampla, a conveniência orientada à tecnologia será essencial para melhorar a experiência de compra. No entanto, as variações regionais significam que os varejistas devem se adaptar à demanda do mercado local, incluindo lojas que utilizam tecnologias inovadoras na Espanha (31%) e na França (18%); a capacidade de usar o pagamento de carteira móvel para consumidores dos EUA (17%); e verificação de autoatendimento no Reino Unido (15%).

“As compras nas épocas festivas são críticas para os resultados dos varejistas, e os planos de gastos dos consumidores mais jovens oferecerão esperança aos empresários. No entanto, o mercado deve adaptar sua estratégia para obter um melhor retorno da carteira desse grupo”, disse Kees Jacobs, vice-presidente do setor global de produtos de varejo e varejo da Capgemini. “A tecnologia pode ajudar a oferecer a qualidade, o custo e o alcance que todos os grupos de consumidores desejam, mas os varejistas devem pensar cuidadosamente em como equilibrar novos investimentos com o atendimento às expectativas de uma geração mais jovem, mantendo os baixos preços em mente também”.

 

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Varejistas não sabem como lidar com os ‘retornadores em série’, aponta relatório https://newtrade.com.br/varejo/varejistas-nao-sabem-como-lidar-com-os-retornadores-em-serie-aponta-relatorio/ https://newtrade.com.br/varejo/varejistas-nao-sabem-como-lidar-com-os-retornadores-em-serie-aponta-relatorio/#respond Wed, 20 Nov 2019 12:07:01 +0000 https://newtrade.com.br/?p=1021469

Cerca de 61% dos varejistas dos EUA dizem que proibiriam os chamados “retornadores em série” permanentemente, enquanto menos de um quarto não está inclinado a isso. As informações são do site Retail Dive.

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O anúncio da Amazon em maio de que instituiria uma proibição vitalícia para os clientes que devolvem habitualmente mercadorias está influenciando varejistas de todos os tamanhos a refletir políticas semelhantes, tendo em vista o problema crescente de retornos crescentes, de acordo com um relatório da empresa de gerenciamento de varejo omnichannel Brightpearl.

Cerca de 61% dos varejistas dos EUA dizem que proibiriam os chamados “retornadores em série” permanentemente, enquanto menos de um quarto não está inclinado a isso. As informações são do site Retail Dive.

Mais de um terço dos varejistas do Reino Unido e 42% dos varejistas dos EUA dizem que estão vendo mais retornadores em série nos últimos 12 meses, especialmente entre clientes de 18 a 34 anos, onde mais de um terço admitem comprar mais itens do que pretendem, de acordo com o relatório.

Um quinto dos entrevistados com idades entre 18 e 24 anos diz que nunca compraria com um varejista que impusesse essa penalidade, concluiu Brightpearl. Mas as deficiências na avaliação de retornadores em série, a falta de transparência sobre as políticas de devolução e o rastreamento de devoluções, e as expectativas dos consumidores sobre o comércio eletrônico estão confundindo a capacidade dos varejistas de elaborar estratégias eficazes, de acordo com o relatório.

Cerca de 44% dos varejistas dizem que não têm a tecnologia para identificar retornadores em série e outros 15% não sabem se a tecnologia deles pode identificá-los.

Custo alto para lojistas

As devoluções são caras para os varejistas, representando vendas perdidas, às vezes, estoque danificado ou aberto e tempo extra da equipe. Não há soluções fáceis e o problema só piora à medida que o volume de retornos aumenta, deixando os varejistas confusos quanto ao que fazer.

Mais de 40% dos varejistas viram um aumento nos “retornos intencionais” no ano passado, de acordo com um relatório anterior da Brightpearl. Isso está exacerbando os custos já esmagadores de atendimento e entrega de pedidos que os clientes realmente mantêm: 44% dos varejistas dizem que as margens estão sendo fortemente impactadas pelo manuseio e retorno de embalagens, com 70% dizendo que esperam ser mais pressionados à medida que a prática se intensifica.

E está se intensificando. O valor dos retornos no varejo no ano passado aumentou 53% em 2015, para US$ 400 bilhões, e o crescimento do comércio eletrônico está estimulando isso, de acordo com a empresa de devoluções e suprimentos B Stock.

As devoluções das compras físicas tendem a pairar em 8%, enquanto as devoluções do comércio eletrônico podem atingir de 15% a 30%, de acordo com estimativas da CBRE, que afirma que o valor provável das devoluções online durante a temporada de férias de 2017 foi de US$ 32 bilhões, acima dos US$ 28 bilhões estimados em 2016.

Clientes mais jovens

O recente anúncio da Amazon de que proibiria devoluções em série surgiu como uma maneira ostensivamente de combater isso, mas a maioria dos varejistas — incluindo, talvez, a própria Amazon — não é tão clara sobre como proceder ou com quais clientes, de acordo com a Brightpearl.

Está emergindo como um assunto delicado para os compradores, especialmente os mais jovens, que são o grupo com maior probabilidade de comprar online.

Enquanto Brightpearl observa que alguns jovens blogueiros compram itens apenas para fotografar a si mesmos para ter imagens em suas contas de mídia social, muitos veem as devoluções como uma maneira lógica de experimentar as mercadorias antes de decidir mantê-las.

E os varejistas não têm muito recurso financeiro, considerando que apenas 12% dos compradores nos EUA dizem que aumentar os preços traria um benefício para os varejistas.

De fato, os consumidores mais jovens são cautelosos com os varejistas que dizem que imporiam proibições severas ou vitalícias aos retornadores em série, descobriu a Brightpearl. Um quinto dos entrevistados com idades entre 18 e 24 anos diz que “nunca compraria com um varejista que impusesse uma penalidade por uma alta taxa de retorno”, segundo o relatório.

O potencial dano à marca que as políticas draconianas poderiam infligir significa que os varejistas precisam de uma avaliação mais sofisticada e de políticas possivelmente mais diferenciadas em relação aos retornos.

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69% dos consumidores abandonariam marcas que utilizam seus dados de forma invasiva para gerar anúncios https://newtrade.com.br/economia/69-dos-consumidores-abandonariam-marcas-que-utilizam-seus-dados-de-forma-invasiva-para-gerar-anuncios/ https://newtrade.com.br/economia/69-dos-consumidores-abandonariam-marcas-que-utilizam-seus-dados-de-forma-invasiva-para-gerar-anuncios/#respond Tue, 19 Nov 2019 11:52:49 +0000 https://newtrade.com.br/?p=1021426

Marcas também precisam ficar atentas à evolução das normas de privacidade, como a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD)

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Novo estudo global da Accenture Interactive traz orientações para CMOs sobre estratégias para o uso respeitoso e responsável de dados, visto que a maioria dos consumidores entrevistados não consumiria certas marcas se o uso de dados se tornasse invasivo.

No momento em que a indústria comemora o 25º aniversário de um dos primeiros anúncios em banners digitais e a publicidade digital possibilita o acesso a quantidades inéditas de dados primários, o estudo Consumer Pulse 2019 da Accenture Interactive See People, Not Patterns, que entrevistou mais de 8.000 consumidores do mundo todo, oferece um panorama de como as marcas estão abrindo rotas para o sucesso com campanhas de publicidade digital.

“As marcas mais importantes do mercado estão usando dados para a construção de relacionamentos com seus clientes que não sejam apenas relevantes e úteis, mas significativos – criando experiências com propósito – e aprendendo os limites entre invasivo e inovador”, explica Glen Hartman, diretor para América do Norte e diretor global de marketing digital na Accenture Interactive. “A boa notícia é que existe uma oportunidade enorme para as marcas que buscam uma abordagem respeitosa aos dados combinada à criação de experiências de consumidor relevantes, enquanto constroem a confiança e conexão emocional que os consumidores buscam.”

Dados em troca de transparência

O estudo concluiu que aproximadamente 73% dos consumidores estão dispostos a compartilhar informações pessoais se as marcas forem transparentes em relação ao uso que farão delas. Em 2018, esse número chegava a apenas 68% dos entrevistados. Essa mudança mostra uma oportunidade para as marcas que oferecem valor em troca dos dados de seus clientes, garantindo que não haverá qualquer tipo de abuso e deixando os consumidores mais tranquilos.

“Os resultados do levantamento indicam um questionamento importante para as marcas: ‘A coleta de dados foi longe demais?'”, afirma Scott Tieman, líder global para Programmatic Services na Accenture Interactive. “Muitos consumidores afirmam que as marcas não os conhecem bem o suficiente para servi-los de forma que se sintam especiais. Por outro lado, quando as marcas parecem saber demais, podem acabar perdendo a confiança do consumidor. Estamos em um momento importante da publicidade digital em que as marcas precisam ter um propósito na abordagem de aquisição de dados que seja transparente e bom tanto para a marca quanto para o consumidor.”

O estudo mostra que entre os consumidores que afirmam que uma marca se comunicou com eles de forma excessivamente pessoal, mais de 71% tiveram essa impressão porque a marca tinha informações sobre suas famílias que eles não tinham compartilhado diretamente. Também destaca que “as pessoas não querem ser reconhecidas por um estranho na rua e o mesmo se aplica ao mundo digital. As marcas que estão pensando à frente estão encontrando formas de se comportarem cada vez mais humanas, sem deixar de lado a empatia e a ética.”

Coleta de dados na medida

A pesquisa constatou que os consumidores querem que as marcas os conheçam e compreendam; 87% dos consumidores disseram que é importante comprar de uma marca ou varejista que “entende quem eu sou de verdade”.

Ainda assim, os consumidores não querem que as marcas vão longe demais e violem sua privacidade. Mais de 75% dos consumidores não estão confortáveis com a coleta de dados via microfone ou assistente de voz e 51% afirmam que o número de anúncios invasivos está crescendo. Quase 30% dos consumidores conhecem uma marca que foi “longe demais” – e 69% desses consumidores deixaria de fazer negócios ou repensaria seu relacionamento com uma marca por conta disso. Já 93% dos consumidores concordam que é importante que toda interação com a marca seja “excelente”.

Demanda por experiências integradas

Os consumidores gostariam de ser tratados de forma holística e de ver uma melhora nas suas experiências como um todo, mostram os dados. Para chegar a esse ponto, as marcas devem se concentrar nas experiências dos consumidores em todas as interações ao longo da jornada do cliente, dos sites e aplicativos móveis às lojas físicas e à experiência de varejo.
Os dados coletados pelas marcas e a forma de usá-los são fundamentais para moldar as experiências dos consumidores. Contudo, espera-se que essa experiência inclua a opção dos consumidores pela não liberação da coleta desses dados ou pela autorização de uso.

Com o intuito de criar uma experiência integrada, a Accenture Interactive recomenda que as marcas adotem as seguintes medidas:

• Uso de novas alternativas opt-in para rastrear usuários, tais como incentivar a autenticação em websites e aplicações móveis;
• Trazer contratos de tecnologia de anúncios para dentro de casa, a fim de acessar métodos mais eficazes e transparentes de coleta de dados;
• Moldar a arquitetura de dados dos sistemas da empresa de forma a refletir as regulamentações atuais.
O relatório também conclui que “os consumidores esperam que as empresas tomem nota de todas as informações que eles escolheram compartilhar”, indicando que as marcas devem estender sua abordagem ao longo de seus esforços de publicidade.
Um ambiente regulatório em evolução

As marcas também precisam ficar atentas à evolução das normas de privacidade, como a General Data Protection Regulation (GDPR) e o California Consumer Privacy Act (CCPA) dos EUA, que informam as decisões de publicidade. O que deve ou não ser feito no ambiente atual será moldado pela interpretação dos direitos concedidos sob essas leis. Os reguladores estão cada vez mais atentos, aplicando multas consideráveis aos infratores. Entre maio de 2018 e janeiro de 2019, mais de 140.000 reclamações e consultas foram registradas.

O estudo recomenda que “as marcas adequem a arquitetura de dados dos sistemas da empresa de forma a refletir as regulamentações atuais. Em última instância, elas precisam respeitar o direito dos consumidores de acessarem seus dados, serem “esquecidos” ou solicitarem a portabilidade das informações. Isso precisa fazer parte da sua tecnologia.”

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Lares com renda informal retomam o consumo além do básico https://newtrade.com.br/economia/lares-com-renda-informal-retomam-o-consumo-alem-do-basico/ https://newtrade.com.br/economia/lares-com-renda-informal-retomam-o-consumo-alem-do-basico/#respond Fri, 08 Nov 2019 11:42:15 +0000 https://newtrade.com.br/?p=1021238

Pesquisa Nielsen aponta que ainda nã há retomada total do consumo, mas há uma diminuição das restrições de gastos e do aperto verificado nos últimos anos.

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O consumidor brasileiro conseguiu retomar a compra de categorias de produtos além do básico, num movimento que tinha sido interrompido pelo aumento do desemprego, recessão e queda na renda. O movimento é resultado do aumento do número de pessoas que busca na informalidade uma alternativa de renda, seja como fonte principal de rendimento ou como complementação. A conclusão é do estudo da Nielsen 360° Consumer View, realizado entre os meses de outubro de 2018 e setembro de 2019.

Lares com renda informal retomaram a compra de mimos graças à alternativa de renda. Antes o consumidor vivia apenas reduzindo despesas e enxugando o orçamento. Está havendo uma mudança de comportamento.

O 360° Consumer View mostrou que quatro em cada dez brasileiros estão na informalidade, seja exclusivamente ou como complementação de renda. Neste ano, são 16 milhões de lares com presença de informalidade, sendo 7 milhões de lares em que as pessoas estão desempregadas e vivem na informalidade. E outros 9 milhões de lares que possuem um trabalho formal, mas contam com o informal para complementar a renda, buscando alternativas por meio de aplicativos e prestação de serviços.

O estudo tem como principal base a pesquisa realizada junto ao Painel de Lares da Nielsen, que conta com 53,4 milhões, pelo qual auditores visitam os domicílios periodicamente para acompanhamento das compras e tendências de consumo nesses domicílios.

O dinheiro extra usado em grande parte para o pagamento de dívidas, agora também ajuda o brasileiro a retomar o consumo de produtos que vão além do básico, com destaque para artigos da categoria de Higiene & Beleza, além de produtos em que o consumidor consegue enxergar algum valor agregado claro.

O cenário ainda não é de retomada total do consumo, mas há uma diminuição das restrições de gasto e uma redução do aperto que verificamos nos últimos anos.

Com a complementação de renda em alta, os brasileiros elegeram três suas maiores preocupações: a economia, a saúde e o equilíbrio entre o trabalho e a vida pessoal. O consumidor se sente sobrecarregado porque aumentou as horas trabalhadas para ter mais renda, mas isso o deixou mais preocupado com a saúde e com a falta de dinheiro.

Não por acaso, houve um crescimento com gastos primários (como dívida de cartão de crédito, prestações, impostos e transportes) totalizando 58,9% ao mesmo tempo que caiu com aluguel, FMCG e educação.

Para sobreviver nesse ambiente mais complexo e volátil e, ao mesmo tempo, com mais oportunidades do que nos anos anteriores, conhecer bem o consumidor é fundamental para ampliar o mercado. O principal ensinamento deste ano é: produtos e marcas que encontraram demanda reprimida, ouvindo o consumidor colheram melhores resultados. A indústria precisa mostrar para o consumidor os diferenciais de seu produto, deixando claro seus benefícios. Adaptar-se ao cenário mais desafiador e inovar.

Principais destaques do estudo
  • 54% dos lares brasileiros vivem de renda de emprego e não renda informal.
  • Em 2019, 16 milhões de lares têm a presença de trabalhadores informais, segundo o levantamento.
  • No Brasil, 7 milhões de domicílios são totalmente informais e outros 9 milhões dependem de renda extra.
  • Renda extra é direcionada para quitar dívidas, mas também para além de despesas primárias, como Higiene&Beleza, Vestuário, entre outros mimos.
  • Estudo também aponta que houve um crescimento com gastos primários (como dívida de cartão de crédito, prestações, impostos e transportes) totalizando 58,9%
  • Indústria precisa inovar e se adaptar: produtos e marcas que trouxeram benefício real e claro ao consumidor tiveram desempenho melhor

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Consumidor está menos pessimista, mas mantém cautela, revela índice da Associação Comercial de SP https://newtrade.com.br/economia/consumidor-esta-menos-pessimista-mas-mantem-cautela-revela-indice-da-associacao-comercial-de-sp/ https://newtrade.com.br/economia/consumidor-esta-menos-pessimista-mas-mantem-cautela-revela-indice-da-associacao-comercial-de-sp/#respond Wed, 06 Nov 2019 11:12:16 +0000 https://newtrade.com.br/?p=1021143 conquistar clientes

Indicador da ACSP subiu para 94 pontos em outubro. Porém, intenção de compra continua estável

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conquistar clientes

Em outubro, o Índice Nacional de Confiança do Consumidor (INC) da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) registrou leve alta no mês: foram 94 pontos, ante 92 em setembro.

Mesmo ainda no campo do pessimismo (abaixo de 100 pontos), o indicador está melhor do que em igual mês de 2018, quando registrou 82 pontos num cenário de incerteza e polarização eleitoral.

A leve queda do desemprego em doze meses – de 11,9% em setembro do ano passado, para 11,8%, em setembro último, de acordo com os últimos dados do IBGE – ajudou a melhorar o indicador, de acordo com Emílio Alfieri, economista da ACSP.

A média de conhecidos fora do mercado de trabalho diminuiu de 4,7, em outubro de 2018, para 4,3, atualmente. A percepção de insegurança no emprego também saiu de 50%, na comparação anual, para 44% dos entrevistados, atualmente.

Por outro lado, a intenção de compra de médio porte, que também teve uma ligeira alta, de 25% para 27%, aponta uma ligeira melhora, mas sem muitas expectativas.

“O consumidor ficou um pouco menos pessimista quanto ao emprego, mas isso ainda não aumentou muito na intenção de compras, já que quase 50% não querem se comprometer com dívidas”, diz Alfieri.

Porém, considerando que os juros devem ter novo corte, e a liberação de parte do FGTS para 2020 será antecipada, é possível que o ânimo para a compra de móveis e eletrodomésticos aumente, já que as lojas farão promoções na Black Friday e podem alongar prazos de pagamento, destaca.

“Mas estamos no fim do ano, e qualquer expectativa melhor deve ficar para o ano que vem”, diz o economista, citando o indicador sobre melhora na situação financeira futura (em 6 meses), que vem subindo continuamente, e aumentou, de 43%, em setembro, para 46% em outubro. Há um ano, esse percentual era de 38%.

O INC da ACSP/Ipsos varia entre zero e 200 pontos, sendo o intervalo de zero a 100 contempla o campo do pessimismo e, de 100 a 200, o do otimismo. A margem de erro é de três pontos. A pesquisa foi realizada com 1.242 entrevistados de 75 cidades brasileiras, entre os dias 18 e 25 de outubro.

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Consumidores esperam que a tecnologia traga autonomia nas compras https://newtrade.com.br/varejo/consumidores-esperam-que-a-tecnologia-traga-autonomia-nas-compras/ https://newtrade.com.br/varejo/consumidores-esperam-que-a-tecnologia-traga-autonomia-nas-compras/#respond Mon, 21 Oct 2019 12:31:57 +0000 https://newtrade.com.br/?p=1020736

Entre as novidades tecnológicas mais utilizadas para a realização de compras estão os aplicativos, com 67% da preferência; seguidos pelos pagamentos com máquinas portáteis, utilizados por 65%, e o atendimento por meio de chatbots e assistentes automáticos, com 62%.

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A tecnologia mudou o comportamento do consumidor, que ficou mais exigente. De acordo com pesquisa realizada pela CNDL (Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas) e pelo SPC Brasil (Serviço de Proteção ao Crédito), em parceria com o Sebrae (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas), 41% dos brasileiros esperam que a tecnologia proporcione mais autonomia no consumo e 26% mais prazer ao realizar as compras.

Por outro lado, 28% dos entrevistados afirmaram que se sentem desconfortáveis com essas novas ferramentas porque preferem o contato com atendentes e vendedores e 17% acreditam que os produtos ficaram mais caros devido à tecnologia.

Entre as novidades tecnológicas mais utilizadas para a realização de compras estão os aplicativos, com 67% da preferência; seguidos pelos pagamentos com máquinas portáteis, utilizados por 65%, e o atendimento por meio de chatbots e assistentes automáticos, com 62%.

Segundo o estudo, outras tecnologias como a realidade aumentada, que por meio de QR code fornece informações detalhadas sobre produtos ou serviços; os pagamentos feitos por aproximação de celular, smartwatch ou pulseiras; provadores virtuais em sites, lojas físicas ou aplicativos e a realidade virtual que simula o uso de um serviço (são menos conhecidas e utilizadas, com, respectivamente, 27%, 22%, 19% e 12% de uso.

Os resultados da pesquisa também mostram que os consumidores concordam que a tecnologia proporciona economia de tempo (67%), facilita o acesso à informação (65%), simplifica as compras (61%), a conexão com outras pessoas (58%) e o deslocamento pela cidade (58%).

Além disso, nem todos os pesquisados concordam com a existência de alguns pontos negativos. 65% dos respondentes discordam que a tecnologia faça eles se sentirem vigiados ou sem privacidade, 72% não acreditam que ela os façam gastar mais dinheiro e 71% que cause estresse pela exposição intensa a e-mails e redes sociais.

“As novas tecnologias impactam de muitas maneiras o cotidiano das pessoas. O consumidor espera que elas tragam autonomia, rapidez e segurança em suas compras. Cabe às empresas repensarem suas estratégias e se adequarem a esse novo cliente conectado”, afirmou José César da Costa, presidente da CNDL.

Com o digital, os consumidores esperam mais agilidade e qualidade no atendimento. Sendo assim, as empresas precisam investir em ferramentas capazes de tornar os processos mais rápidos e eficientes. 63% dos entrevistados acreditam que agilidade no atendimento é o principal diferencial de uma companhia. Para 55% dos consumidores, a experiência omnicanal é o principal, já que contam com a opção de fazer uma compra online e retirar o produto em uma loja física.

Já 42% dos consumidores desejam que as lojas tenham WiFi grátis, 42% querem a disponibilização de catálogos virtuais e 38% anseiam por um atendimento personalizado, considerando gostos e interesses pessoais.

Neste processo de transformação digital, o smartphone é principal dispositivo usado para conexão com a internet, indicado por 86% dos entrevistados. De modo geral, 96% dos entrevistados possuem ao menos um aplicativo instalado no seu smartphone. Os mais baixados são os aplicativos de mensagens (82%), seguidos pelas redes sociais (77%) e aplicativos para compartilhamento de vídeos (66%). Em seguida aparecem os buscadores de informações (62%), serviços de transporte (61%), aplicativos de bancos (59%) e de geolocalização (58%).

Tecnologias como realidade virtual, inteligência artificial, sensores biométricos e dispositivos de geolocalização são percebidas como benéficas, uma vez que 20% dos entrevistados consideram que elas facilitam a vida das pessoas, 14% dizem que trazem agilidade e 14% que elas ajudam em momentos de necessidade.

Mas a tecnologia mais unânime entre os que testaram é a realidade virtual, já que 90% indicam que ela contribui em alguma medida para a decisão de compra de um produto ou serviço. É importante observar que ela tem grande potencial para crescer, pois apenas 12% dos pesquisados tiveram alguma experiência com ela.

Para 49% dos entrevistados a possibilidade de vivenciar ou simular o item é que mais os auxiliam a comprar ou se interessar por um produto, enquanto 34% citam a possibilidade de poder experimentar vários produtos e situações diferentes.

“Quanto mais os consumidores tiverem a oportunidade de experimentar essa tecnologia, maior a chance de perceberem todos os benefícios que os produtos oferecem. As empresas têm um papel essencial para explorar as diversas aplicações da tecnologia a fim de ajudá-las a se manter cada vez mais conectadas com os clientes. Uma experiência de realidade virtual imersiva com uma simulação de compra pode ser capaz de potencializar a capacidade de vendas de uma empresa”, disse Costa.

A pesquisa mostra que 78% da população possuem pelo menos um aparelho com sensores inteligentes, como Smart TVs (67%), aparelhos para cuidados com a saúde (31%), impressoras e scanners sem fio programadas à distância (21%), luzes com sensores de presença (18%) e câmeras de segurança com conexão ao celular (14%).

As principais razões apontadas pelos entrevistados para a posse desses itens são a comodidade, por tornar a vida mais fácil e produtiva (51%), a melhora na qualidade de vida (46%), a segurança (42%) e a economia de tempo (32%).

“A chamada ‘Internet das Coisas’ é um caminho sem volta e impacta diferentes territórios da vida humana, e não somente as relações de compra e consumo. No Brasil, o interesse das pessoas em produtos deste segmento cresce a cada ano. Uma única pessoa terá dezenas de dispositivos à sua volta, e o consumidor quer segurança e preço competitivo”, esclareceu Costa.

Por outro lado, apesar do aumento da utilização desses dispositivos no dia a dia da população, algumas barreiras ainda dificultam a aquisição e a utilização dos chamados aparelhos inteligentes nas residências. Os principais entraves apontados pelos entrevistados são o alto custo (63%), despesas com manutenção (40%), além da preocupação com a privacidade dos dados (22%) e o risco de serem atacados por hackers criminosos (21%).

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95% dos brasileiros revelam falta de apego a produtos, lojas ou marcas, aponta Nielsen https://newtrade.com.br/varejo/95-dos-brasileiros-revelam-falta-de-apego-a-produtos-lojas-ou-marcas-aponta-nielsen/ https://newtrade.com.br/varejo/95-dos-brasileiros-revelam-falta-de-apego-a-produtos-lojas-ou-marcas-aponta-nielsen/#respond Mon, 21 Oct 2019 12:07:31 +0000 https://newtrade.com.br/?p=1020732 Unilever

De acordo com o levantamento da Nielsen Brasil, menos de 5% dos brasileiros realmente são super leais a marcas, lojas e produtos.

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Unilever

De acordo com o levantamento da Nielsen Brasil, menos de 5% dos brasileiros realmente são super leais a marcas, lojas e produtos. Com o consumidor cada vez menos fiel, são as marcas líderes que estão sendo mais impactadas, perdendo a preferência. No total das cestas medidas pela Nielsen, 68,3% das líderes perderam penetração.

O movimento mais acentuado ocorreu em produtos de Higiene & Beleza (85%), Alimentos (75%) e Limpeza (71,4%). Apenas em Bebidas houve maior entrada das marcas desenvolvidas (58,8%). “Com uma rotina mais rápida e dinâmica, está muito mais fácil mudar e mais difícil se comprometer com marcas de produtos de consumo ou formatos varejistas”, afirmou a líder da Indústria de Alimentos da Nielsen Brasil, Cristina Alvarenga. “E o principal fator que contribui para isso é um ambiente de consumo que incentiva a troca ou experimentação. Há mais opções de produtos, novos formatos de lojas, canais e formas de compra, lançamentos de novos itens, maior mix entre os canais”, acrescentou.

Um exemplo de como o ambiente de consumo está mais competitivo é o crescimento do número de lojas: 15% entre 2011 e 2019, bem superior à expansão populacional (7%). A consequência disso é o aumento de diferentes pontos de venda sendo visitados, 8 atualmente, contra 5 em 2013. Nesse contexto de disputa pelo bolso do consumidor, são lançados mais itens novos do que descontinuados: a média de itens por loja aumentou 5% no último ano.

Acertar nas estratégias

O estudo também indicou que marcas desenvolvidas perderam mais repetidores do que a média, 52,2% contra 44%. Isso mostra que a indústria e o varejo precisam conhecer mais e procurar falar a mesma língua dos seus consumidores. “O consumidor está menos apegado ao conhecido. Quase metade dos participantes da pesquisa mencionaram que amam experimentar coisas novas”, reforçou Cristina.

Uma maneira de atrair o cliente de forma assertiva é planejar estrategicamente promoções, levando também em conta objetivos de relação longo-prazo. O estudo mostrou que das marcas que intensificaram promoções acima da média e ganharam share, 82% também ganharam penetração, 57% conquistaram lealdade e 48%, repetidores. Porém, apenas 34% das marcas conseguiram incrementar os três pontos no longo prazo.

Conhecer o consumidor
Para a indústria e varejo, a principal conclusão da Nielsen é que eles precisam repensar a forma de trabalhar em conjunto. Também precisam conhecer e estudar o consumidor, atingi-lo de forma direcionada, oferecendo mix de produtos assertivos, programas de fidelidade, ações regionais, promoções relevantes, entre outras opções. Em uma só linha: se reinventar de maneira dinâmica, atenta e com os ouvidos colados em seu consumidor.

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O shopper está mudando. E o varejo? https://newtrade.com.br/varejo/o-shopper-esta-mudando-e-o-varejo/ https://newtrade.com.br/varejo/o-shopper-esta-mudando-e-o-varejo/#respond Fri, 18 Oct 2019 15:09:57 +0000 https://newtrade.com.br/?p=1020718

A especialista em varejo, Fátima Merlin, conta em entrevista exclusiva para o Portal Newtrade, como o comportamento do consumidor mudou ao longo dos anos e os impactos sentidos pelo varejo

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Por Adriana Bruno

Nos últimos anos uma palavra que não sai das pautas sobre varejo, economia e comportamento do consumidor é mudança. Isso porque elas foram – e ainda são – inúmeras. Questões econômicas como a diminuição da renda e do poder compra, o aumento do desemprego, das taxas de juros e do dólar, até a perda da confiança e o crescimento na inadimplência, são fatores que transformaram o comportamento do consumidor, especialmente quando se olha para a forma de comprar. “O consumidor passou a buscar por produtos mais acessíveis, consumindo marcas próprias e marcas intermediárias, além de buscar por mais promoções e canais alternativos como o cash & carry, entre outros”, comenta Fátima Merlin, especialista em varejo, shopper marketing, gerenciamento por categoria e sócia fundadora da Connect Shopper, Fátima Merlin. Mas, segundo Fátima, as mudanças não pararam por a. “Hoje temos um consumidor mais conectado, seletivo, com muito mais opções de produtos, marcas e canais, o que o torna mais mixador, mais multimídias, multi marcas e multi canais. Ele entende o varejo como marca e quer ser atendido em qualquer lugar, a qualquer hora, na medida de sua necessidade e ainda não vê a diferença entre on & off”, avalia.

Outros fatores que podem ser usados para definir o perfil do shopper atual são sua maior exigência, mais conexão ao ambiente, preocupação com responsabilidade social, ambiental, econômica, saúde, além de preocupação com origem e rastreabilidade dos produtos. “Estes são valores que shopper começa a incorporar nas suas decisões. E por fim, a busca por praticidade, conveniência, experiência, diversidade, liberdade de escolha, personalização”, afirma Fátima.

Fátima Merlin, sócia fundadora da Connect Shopper
Desafios

Muito mais exigente, seletivo, racional, o shopper atual não quer perder tempo. Aliás, tempo hoje vale tanto quanto dinheiro. “Ele é  altamente conectado, com muito mais poder de informação, o  que dá a ele mais poder na hora da decisão, desafiando varejistas e fornecedores, além das características citadas acima”, comenta Fátima. Segundo ela, todas essas mudanças vem exigindo mudanças significativas na forma do varejo se comunicar e relacionar com os shoppers. “Quando falo em comunicação  isso significa em desde disponibilizar informações com um click dentro ou fora da loja, de fazer marketing e mídia (hoje o próprio consumidor produz conteúdos sobre varejos e marcas), de comprar e vender, acirrando a concorrência por um espaço no bolso, na mente e nos corações destes shoppers. E, mais, exigindo do varejo, se reconhecer como marca e para isso, com propósitos e estratégias claras e uma entrega consistente e coerente”, diz.

O shopper em 2020

É fato que estamos num mundo em transformação, onde novos valores vem sendo incorporados aos processos de compra e decisão. E também é fato que isso tudo gera expectativas, desafios e a necessidade de conhecer mais a fundo esse novo perfil de consumidor. E o que esperar para o shopper de 2020? Para Fátima Merlin, essas características serão muito predominantes:

  • Coerência e consistência entre promessa e entrega
  • Relevância, transparência, responsabilidade (saúde, moral) ganham destaque nesta nova era
  • E ao ser questionado sobre modelo de loja que adora, que te traz inspiração e onde se sente acolhido e confortável para comprar, cita como valores relevantes: uma loja que proporcione: experiência, forte apelo a praticidade e conveniência, liberdade de escolha e diversidade; transparência e responsabilidade e “a minha cara”.
5 dicas para acompanhar as mudanças e ficar atento às necessidades do novo shopper
  1. Primeiro passo é conhecer e entender seu próprio shopper para avaliar o que, de fato, faz sentido para ele. Não adianta, por exemplo, fazer ações de degustação em loja, se por acaso o varejista tiver uma shopper apressada, que não quer perder tempo, que quer entrar e sair rapidamente;
  2. Ademais, mapear as principais tendências de mercado, e avaliar quais fazem sentido ao seu negócio e perfil de cliente;
  3. Pode ainda, a partir do conhecimento profundo de seus clientes, criar e/ou antecipar tendências;
  4. Planejar de maneira adequada;
  5. Executar de maneira adequada considerando cada etapa da jornada de compra do shopper.

Fonte: Fátima Merlin

 

 

 

 

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Confiança na marca já é uma das principais considerações na hora da compra https://newtrade.com.br/economia/confianca-na-marca-ja-e-uma-das-principais-consideracoes-na-hora-da-compra/ https://newtrade.com.br/economia/confianca-na-marca-ja-e-uma-das-principais-consideracoes-na-hora-da-compra/#respond Wed, 16 Oct 2019 11:31:25 +0000 https://newtrade.com.br/?p=1020637 supermercado

91% dos consumidores brasileiros classificam como “essencial” ou “fator decisivo” confiar que a marca que estão comprando “fará o que é certo”, revela a pesquisa In Brands We Trust 2019

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supermercado

Relatório especial do Edelman Trust Barometer 2019, a pesquisa IN BRANDS WE TRUST revela que a confiança na marca já é uma das principais considerações na hora da compra para entrevistados de todos os gêneros, faixas etárias e de renda no mundo.

No Brasil, 91% dos consumidores classificam como “essencial” ou “fator decisivo” confiar que a marca “fará o que é certo” — a condição perde apenas para qualidade (92%) e custo-benefício (92%) no ranking das principais considerações. Realizada pela Edelman, agência global de Comunicação, a pesquisa investiga a confiança dos consumidores nas marcas em oito países — Brasil, China, França, Alemanha, Índia, Japão, Reino Unido e EUA –, a partir de entrevistas on-line com 16 mil pessoas (2 mil por país) e de pesquisa via celular com 8 mil pessoas (1 mil por país), entre os meses de abril e maio de 2019.

O relatório mostra que a confiança nas marcas está se tornando mais importante para os brasileiros por causa do aumento de suas preocupações em relação ao impacto das empresas na sociedade (75%); em relação aos produtos (69%), movidas por questões como ritmo das inovações, e em relação à sua experiência como consumidor (55%), incluindo o uso de dados pessoais e de inteligência artificial. “A confiança sempre pesou na hora de alguém optar por um produto, mas agora as expectativas das pessoas evoluíram”, diz Marcília Ursini, vice-presidente executiva da Edelman Brasil. “Hoje não basta entregar um produto de qualidade e com bom preço, é preciso oferecer uma boa experiência de compra e impactar a sociedade de maneira positiva”, completa.

Ainda de acordo com o IN BRANDS WE TRUST, quando as marcas são confiáveis, elas são recompensadas por seus públicos. No Brasil, o consumidor que confia em uma marca há muito tempo tem mais chance de comprar novos produtos (58%) do que o que não confia completamente nela (23%). Ele também tem mais probabilidade de permanecer fiel (63% contra 25%), de defendê-la (60% versus 23%) e de apoiá-la (51% contra 20%). Quando a marca é confiável nos três segmentos — em relação ao produto, à experiência de compra e ao impacto social –, a porcentagem de consumidores que comprarão pela primeira vez, permanecerão leais, defenderão e apoiarão (72%) é mais alta do que a de consumidores que compram confiando apenas no produto (52%), uma diferença de 20 pontos. Entre os benefícios, está também a abertura que essas empresas terão ao se comunicar com os consumidores. Em um cenário onde 77% dos brasileiros evitam a publicidade, o estudo mostra que, entre os que confiam na marca há muito tempo, 88% vão prestar atenção em seus anúncios e demais comunicações.

Apesar da importância de se construir confiança e dos benefícios que isso traz, as empresas estão falhando nesse aspecto. No Brasil, 63% dos entrevistados acreditam que toda marca tem a responsabilidade de se envolver em pelo menos uma questão social, mas apenas 23% afirmam ter experiência pessoal de que elas levam em conta os principais interesses da sociedade. Resultado disso é que apenas 36% dos brasileiros confiam na maioria das marcas que consome — ao mesmo tempo um ponto de alerta e uma grande oportunidade para essas companhias de fazer o que é certo.

Além disso, os consumidores estão atentos a quem defende uma causa por meio de discursos e anúncios, mas que não protagonizam ações compatíveis. O estudo mostra que 65% dos brasileiros afirmam que marcas usam questões sociais como manobra de marketing para vender mais. Com isso, a população brasileira está decepcionada com a falta de impacto produzido por elas, com apenas 46% acreditando que as empresas têm ideias melhores do que o governo para solucionar os problemas do país — 13 pontos a menos do que no ano passado. “Abordar uma questão social em um anúncio é bem diferente do que promover mudanças reais na sociedade”, diz Marcília. “Para defender a floresta Amazônica, por exemplo, é preciso tomar iniciativas reais que a protejam de fato, não apenas se manifestar quando o assunto está em alta”, conclui.

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