Varejo – Newtrade https://newtrade.com.br Wed, 29 Jan 2020 14:56:31 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=5.3.2 https://newtrade.com.br/wp-content/uploads/2017/03/favicon-newtrade.png Varejo – Newtrade https://newtrade.com.br 32 32 O que falta para o setor de alimentação avançar no online https://newtrade.com.br/varejo/o-que-falta-para-o-setor-de-alimentacao-avancar-no-online/ https://newtrade.com.br/varejo/o-que-falta-para-o-setor-de-alimentacao-avancar-no-online/#respond Wed, 29 Jan 2020 11:45:50 +0000 https://newtrade.com.br/?p=1023129

Mesmo com o crescimento das vendas digitais, fazer supermercado pela internet ainda é um tabu. Enquanto o varejo americano tenta desenvolver alternativas internas, no Brasil, os aplicativos trazem novas possibilidades para as varejistas

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O brasileiro já alcançou certa maturidade para realizar compras pela internet. O recorde de vendas registrado na última edição da Black Friday, R$ 3,2 bilhões entre quinta e sexta-feira, um aumento de 23,6% em relação à data de 2018, ilustra bem esse movimento, de acordo com os dados da Ebit/Nielsen.

Cada vez mais as altas desse mercado são puxadas por diferentes segmentos, como, por exemplo, o de cosméticos e vestuário, indo além dos eletroeletrônicos, que inicialmente, sustentavam esses números de forma majoritária. Entretanto, ainda há um segmento que resiste nesse cenário: o de supermercados. Uma pesquisa realizada no primeiro semestre de 2019 pela Associação Paulista de Supermercados (Apas) e o Ibope mostra que apenas 15% dos brasileiros declaram já ter comprado produtos de supermercado pela internet.

Mas, não se trata de uma dificuldade isolada do consumidor. Poucos lojistas sabem trabalhar bem a categoria na internet e isso também não se restringe ao mercado brasileiro. Muitas pesquisas confirmam que o crescimento das vendas online se deve, entre outras razões, a experiências positivas, sobretudo com pagamentos, prazo de entrega e sistema de devolução. Parte disso consegue ser bem executado pela maioria das varejistas do ramo, entretanto, ainda falta habilidade para solucionar algumas barreiras impostas especialmente pelos produtos mais frescos, como carnes, frutas, verduras e legumes.

Lidar com a expectativa do consumidor com produtos que não são padronizados demanda uma série de mecanismos para o cliente saber exatamente como o produto vai chegar a sua casa. A operação logística desses produtos perecíveis também costuma ser complexa e cara, levando a fretes mais altos e restringindo um mercado em potencial. Muitas dessas entregas requerem veículos com sistema de refrigeração e agilidade na relação entre fornecedor, loja e consumidor, para garantir o frescor dos alimentos.

Por outro lado, o delivery de comida e de alimentos específicos, como os orgânicos, está sendo levado a sério por muitas startups, atraindo investimentos de grandes varejistas e maior atuação neste segmento. No último ano, o Grupo Casino, ao divulgar os resultados do terceiro trimestre, indicou que na França o e-commerce de alimentos cresceu 16,3% pelo fortalecimento da parceria com a Amazon. Já as vendas no Brasil cresceram 10,3% em base orgânica, enquanto o e-commerce do Grupo apresentou crescimento de 30%.

Vale lembrar que em 2019 a aquisição da startup James Delivery tornou as compras online do Pão de Açúcar mais práticas e rápidas. A nova plataforma de entregas já funciona em diferentes estados do País.

Oportunidades de crescimento

O levantamento mais recente da Kantar sobre o assunto indica que apesar do crescimento do comércio eletrônico no Brasil, muitos consumidores ainda não se sentem confortáveis em fazer as compras do supermercado on-line.

Metade dos e-shoppers brasileiros nunca usou o carrinho virtual para abastecer a geladeira e a dispensa, segundo o eCommerce ON, estudo da Kantar. E 7% das pessoas que já fizeram afirmam que não fariam novamente por algum tipo de insatisfação.

Mesmo com essas preocupações, 30% dos e-shoppers brasileiros que nunca fizeram suas compras de supermercado online estão abertos para começar a fazê-lo. O estudo também mostra que embora o cenário do e-commerce seja extremamente complexo, com diferentes players em jogo, surgem importantes nomes completamente digitais, como a Homerefill e a Rappi.

Nas palavras de Luciana Piedemonte, diretora e líder de e-commerce da Kantar Brasil, as marcas precisam agir de forma diferente em cada caso, pois os compradores têm diferentes necessidades e motivações. O que significa entender o perfil de cada um deles e entregar soluções específicas. “Temos que colocar o shopper e suas necessidades no centro da estratégia de e-commerce.”

 

No Brasil, o Carrefour oferece uma opção de clique e retire para produtos não alimentícios e outro para os alimentícios. Os itens disponíveis são sinalizados pelo selo ”Clique & Retire”. Assim que o pedido estiver disponível no ponto de retirada escolhido, o consumidor recebe um e-mail de confirmação com as instruções. O pedido fica disponível por no máximo sete dias, a contar da data de recebimento do e-mail que autoriza a retirada.

Já no caso dos alimentos, há algumas regras específicas. O prazo, por exemplo, é diferente. O pedido fica disponível na loja por no máximo um dia para compras com frutas, legumes e verduras, e de dois dias corridos para os outros produtos considerados frescos, a contar da data de recebimento do e-mail que autoriza a retirada.

As tentativas do Walmart

Também com a opção de clique e retire, no início de janeiro, o Walmart abriu uma loja sem caixa em Coral Way, na Flórida, nos Estados Unidos. A proposta da unidade é entregar as compras finalizadas de modo on-line no mesmo dia da compra.

Essa não é a primeira tentativa do Walmart de se valer desse tipo de serviço. Em outubro de 2018, o Check Out With Me – projetado para lidar com transações menores – foi instalado para amenizar as filas formadas durante as compras de Black Friday e de Natal. Nessa opção, alguns funcionários circulam pelas lojas equipados com celulares e impressoras, que permitem finalizar as compras em qualquer corredor da loja, sem que o cliente seja direcionado para alguma fila.

Meses antes, em maio de 2018, o Walmart apostava em outra tecnologia, que não vingou, o Scan & Go. Com uma dinâmica parecida, o sistema permitia que os clientes pagassem pelos itens utilizando o próprio celular, enquanto andavam pela loja, sem ter que passar pela fila do caixa. Durante os quatro meses em que esteve disponível, no entanto, poucos clientes utilizaram o serviço. Ou seja, muitas soluções ainda deixam muitos consumidores em situações complicadas, desde itens não reconhecidos e falhas no sistema até dificuldades no autopagamento, que levam a experiências ruins do cliente.

Todas as inovações que vêm acontecendo e outras que estão por vir têm como único objetivo melhorar a experiência do cliente. De nada adianta toda a inovação e tecnologia se o consumidor não receber seu pedido com qualidade e conveniência, seja por delivery ou pelo modelo tradicional.

 

 

 

 

 

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Pão de Açúcar amplia portfólio de produtos plant based https://newtrade.com.br/varejo/pao-de-acucar-amplia-portfolio-de-produtos-plant-based/ https://newtrade.com.br/varejo/pao-de-acucar-amplia-portfolio-de-produtos-plant-based/#respond Wed, 29 Jan 2020 11:34:21 +0000 https://newtrade.com.br/?p=1023124

New Chicken é livre de soja, não contêm glúten, tem zero adição de açúcar, gordura ou transgênicos, e foi desenvolvido com teor reduzido de sódio, além do enriquecimento de ferro e vitaminas do complexo B

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Ampliando o portfólio de produtos plante based o Pão de Açúcar agora oferece uma nova opção. O “The New Chicken’, produto que combina alta tecnologia e uma seleção de ingredientes para reproduzir o gosto, o aroma e a textura idênticos ao da carne de frango.

A novidade é produzida pela foodtech ‘The New Butchers’ (Os Novos Açougueiros, em tradução livre) e chega às lojas do Pão de Açúcar em embalagens ao preço de R$ 17,90 (210g).

O ‘The New Chicken’ é feito com tecnologia que utiliza uma mistura de proteína de ervilha com amido, cebola e extrato de levedura. O produto é recomendado principalmente para quem busca uma alternativa ao consumo da proteína animal. Isso porque o item é totalmente livre de alergênicos (como a soja), zero glúten, zero açúcar, sem qualquer adição de gordura, possui teor reduzido de sódio e conta, ainda, com o enriquecimento de ferro e vitaminas do complexo B.

O produto já está disponível nas lojas do Pão de Açúcar em São Paulo e deve chegar aos demais estados ainda neste trimestre.

 

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Supermercados regionais estão entre modelos favoritos dos brasileiros https://newtrade.com.br/varejo/supermercados-regionais-estao-entre-modelos-favoritos-dos-brasileiros/ https://newtrade.com.br/varejo/supermercados-regionais-estao-entre-modelos-favoritos-dos-brasileiros/#respond Wed, 29 Jan 2020 11:23:16 +0000 https://newtrade.com.br/?p=1023122

Pesquisa da CVA Solutions sobre varejo alimentar mostra que variedade de produtos e marcas são cruciais na avaliação do consumidor

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O momento da economia do Brasil impulsiona grande parte dos consumidores a buscar preços mais baixos e na hora de escolher o supermercado para fazer compras, não é diferente. De acordo com o estudo da CVA Solutions sobre varejo alimentar no Brasil, assim como os bons preços, as redes de supermercados regionais ganham cada vez mais força com a vantagem de ter a expertise sobre as necessidades do seu consumidor.

A pesquisa foi feita com mais de sete mil consumidores de todo o país com questões sobre hábitos e preferências quanto aos supermercados. O resultado mostrou que os modelos de supermercados com preços baixos e que incentivam compras maiores, assim como as redes de supermercados regionais são os favoritos dos consumidores brasileiros.

O estudo da CVA também mostra que os pontos cruciais que mais importam para os brasileiros ao avaliar um supermercado são: variedade de produtos e marcas; preços atraentes; proximidade e conveniência da loja; qualidade dos produtos; e promoções. Entre as principais redes com destaque na pesquisa sobre variedade de itens estão Pão de Açúcar, Zaffari e hipermercado Extra.

Por outro lado, as redes supermercadistas com mais de 40% de avaliações positivas sobre preços são Assaí, Atacadão, Dia e Guanabara. Em relação ao ambiente digital, 20% dos entrevistados afirmam comprar alimentos pela internet, um aumento de 10% em relação à edição anterior do estudo.

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Amazon é a marca mais valiosa do mundo e cresce 17,5%, aponta estudo https://newtrade.com.br/varejo/amazon-e-a-marca-mais-valiosa-do-mundo-e-cresce-175-aponta-estudo/ https://newtrade.com.br/varejo/amazon-e-a-marca-mais-valiosa-do-mundo-e-cresce-175-aponta-estudo/#respond Wed, 29 Jan 2020 11:19:50 +0000 https://newtrade.com.br/?p=1023120

O relatório de 2020, divulgado na segunda-feira (27), mostra que a marca de Jeff Bezos alcançou o valor recorde de US$ 220,8 bilhões (cerca de R$ 926 bilhões

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A Amazon lidera um ranking feito pela Brand Finance que lista as marcas mais valiosas do mundo pelo terceiro ano consecutivo. O relatório de 2020, divulgado na segunda-feira (27), mostra que a marca de Jeff Bezos alcançou o valor recorde de US$ 220,8 bilhões (cerca de R$ 926 bilhões), crescimento de 17,5% em relação ao levantamento do ano passado (US$ 187,9 bilhões, ou R$ 788,4 bilhões).

Segundo reportagem do UOL, o Google a Apple e ficou na 2ª posição, com valor de US$ 159,7 bilhões (R$ 670,6 bilhões). A Apple, por sua vez, caiu 8,5% em relação ao ranking de 2019 e registrou um valor de US$ 140,5 bilhões (R$ 590 bilhões). A lista completa é composta (na ordem) por Microsoft, Samsung, ICBC, Facebook, Walmart, Ping An e Huawei.

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Disposição do consumidor para gastar deve permanecer alta no 1º TRI https://newtrade.com.br/varejo/disposicao-do-consumidor-para-gastar-deve-permanecer-alta-no-1o-tri/ https://newtrade.com.br/varejo/disposicao-do-consumidor-para-gastar-deve-permanecer-alta-no-1o-tri/#respond Wed, 29 Jan 2020 11:17:56 +0000 https://newtrade.com.br/?p=1023118

Na comparação com o quarto trimestre de 2019, a projeção é que as vendas cresçam 1,01%.

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Após o melhor Natal para o varejo desde 2014, as vendas neste trimestre ainda devem se manter aquecidas. De acordo o Instituto Brasileiro de Executivos de Varejo e Consumo (IBEVAR), a estimativa de crescimento é de 5,87% no primeiro trimestre de 2020 em relação ao mesmo período do ano anterior. Na comparação com o quarto trimestre de 2019, a projeção é que as vendas cresçam 1,01%.

Segmentos de maior avanço

Segundo o levantamento, o segmento de móveis e eletrodomésticos deve ter um avanço mais significativo, com 9,80% no primeiro trimestre em relação ao mesmo período de 2019. Seguido de artigos de uso pessoal e domésticos (7,66%), automóveis, motos, partes e peças (6,81%) e artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e perfumaria (5,53%).

Segmentos em queda

Algumas categorias que devem apresentar queda neste trimestre são livros, jornais, revistas e papelaria (-11,44%) e escritório, informática e comunicação (-0,87), comparado com o período do ano passado.

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Varejo avança, mas retomada ainda é lenta https://newtrade.com.br/varejo/varejo-avanca-mas-retomada-ainda-e-lenta/ https://newtrade.com.br/varejo/varejo-avanca-mas-retomada-ainda-e-lenta/#respond Wed, 29 Jan 2020 10:56:43 +0000 https://newtrade.com.br/?p=1023111 supermercados

Varejistas afirmam que as vendas de duráveis e semiduráveis em dezembro foram mais fracas que novembro, mês do evento da “Black Friday”. Mas em dezembro houve leve crescimento sobre 2018.

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supermercados

Nas últimas semanas, a publicação de dados conflitantes sobre o desempenho do varejo tem gerado dúvidas sobre a velocidade de retomada do consumo. Para traçar um cenário mais claro, o jornal Valor Econômico ouviu associações, consultores e empresários, e eles afirmam que o processo de recuperação na demanda, apesar de paulatino, continua em andamento. Essa retomada, verificada após maio, se estendeu até o fim do ano, e não há sinais de nova retração nas vendas.

Varejistas afirmam que as vendas de duráveis e semiduráveis em dezembro foram mais fracas que novembro, mês do evento da “Black Friday”. Mas em dezembro houve leve crescimento sobre 2018.

A expansão na geração de empregos, ainda que vagarosa, somada à maior liberação de crédito e ao aumento nos prazos de pagamento entre 2018 e 2019 funcionam como incentivos à demanda.

As redes constataram que as cadeias que mantiveram o ambiente de loja com ações de incentivo à compra, como emissão de vouchers e brindes, e com táticas promocionais desde antes do Natal, têm tido uma recuperação mais acelerada após a “Black Friday”.

“Tudo indica que dezembro não foi excepcional, e como a inflação se acelerou após novembro, com alguns alimentos subindo, o ambiente acaba exigindo que o varejo busque ações para manter tráfego”, diz Fabio Bentes, economistachefe da CNC, a confederação do comércio, serviços e turismo.

O Carrefour destacou esse ponto em seu material ao mercado na quinta-feira. O comando da Hering disse, em conversa com analistas dias atrás, que redes que vendem “presentinhos”, de R$ 20 a R$ 30, têm tido um desempenho melhor. Com menor foco

nesse segmento no fim de ano, a empresa teve queda de 5,2% nas vendas brutas no quarto trimestre.

“Passaremos a ter uma combatividade maior em preços nas próximas datas promocionais, como Dia das Mães e dos Namorados, com ações mais geradoras de fluxo”, disse a analistas Thiago Hering, diretor de negócios.

Segundo Sébastien Durchon, diretor financeiro do Carrefour, dono do Atacadão, houve uma “ressaca” no atacarejo pós “Black Friday”, com recuperação ao longo do mês. “Em geral [no varejo e atacado], preferimos não subir preços, mantendo a competitividade das lojas físicas”. O grupo fechou o quarto trimestre com alta de 11,5% nas vendas, no ano subiu 10,4% (o setor deve crescer 3%).

Para Henrique Mascarenhas, diretor da consultoria GfK Brasil, “não existe hoje aquela euforia como em janeiro de 2019, algo que não tinha bases estruturais para existir”. “Vemos uma consistência na recuperação, ainda que gradual, em algumas categorias. Nos bens duráveis, essa retomada é mais forte que a média do comércio.”

Varejistas que respondem por 80% das vendas do setor enviam dados mensais à consultoria. Em novembro, pesquisa da empresa indicou alta nas vendas de eletrônicos de 16% sobre 2018, e em dezembro, o índice deve ficar estável, na média do ano, 10% (em valor).

Segundo a Eletros, associação dos fabricantes de eletrônicos, a indústria cresceu quase 5% no ano passado, para pouco mais de 100 milhões de unidades fabricadas, de acordo com dados antecipados ao Valor. Até setembro, a alta era maior, de 7%. Perguntado sobre essa desaceleração, o presidente da entidade, José Jorge do Nascimento Júnior, nega que tenha havido um desaquecimento generalizado nos últimos meses de 2019.

“O que aconteceu é que os portáteis perderam vigor porque vinham numa aceleração acima da média, com alguns produtos indo muito bem. Isso se acomodou”, diz. “Mas ao se analisar a venda de TVs, com 80% do mercado de ‘linha marrom’, a alta foi de 3% em 2019, puxada pela venda de novembro e dezembro. E foi uma alta em cima de 2018, quando houve Copa do Mundo”. Após o evento, há estabilidade nas vendas.

Para 2019, era projetada alta de 5% a 10% — portanto, ficou no piso. Sobre isso, Nascimento diz que a estimativa de chegar a 10% foi feita no começo de 2019, quando havia um ambiente positivo após a troca de governo. “O fato de não atingir o índice de 10%, não quer dizer que foi um ano ou um fim de 2019 ruim. Nossa estimativa inicial é que era alta e foi se ajustando”, diz. “A Black Friday foi muito boa e o Natal manteve esse ritmo”.

Segundo ele, a alta de 5% em 2019 repete a taxa de expansão de 2018, ano do evento esportivo. Para 2020, a Eletros estima alta de 5% a 10%. “Em janeiro, as fábricas voltaram a operar — após férias de fim de ano, entre a primeira e segunda semana de janeiro — para atender a demanda do primeiro trimestre. Não há férias coletivas. Com estoques mais baixos no fim de 2019, é preciso retomar a produção.”

No comércio de alimentos, segundo redes ouvidas, dezembro foi um mês melhor que novembro. “Em dezembro, mesmo crescendo um dígito acima do ano passado, ainda é o melhor mês para o varejo alimentar. Vendemos 12% acima de novembro”, diz o diretor de uma rede com 34 supermercados.

Já o GPA — dono de Assaí, Extra e Pão de Açúcar — acumulava alta de 11% nas vendas brutas, e ao incluir o desempenho do quarto trimestre, a expansão desacelerou para 10,3%. Isso ocorre quando os últimos três meses do ano vêm abaixo do ritmo apurado no ano.

No Carrefour, a expansão até setembro atingia 10,8% e o índice subiu levemente para 11% ao se incluir os últimos três meses do ano, reflexo de certa aceleração no fim do ano — inflação de alguns alimentos, como carnes, também contribuiu para receita maior.

O Valor apurou que nas duas empresas dezembro foi mês mais forte que novembro. “Dezembro não pode mais ser analisado na forma como fazíamos anos atrás por causa da “Black Friday”. É preciso considerar que a venda de Natal começa em novembro, com o evento promocional. Então a análise de desempenho de fim de ano cada vez mais se baseia no último bimestre”, diz Mascarenhas.

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Magazine Luiza quer ajudar a digitalizar 6 milhões de empresas https://newtrade.com.br/varejo/magazine-luiza-quer-ajudar-a-digitalizar-6-milhoes-de-empresas/ https://newtrade.com.br/varejo/magazine-luiza-quer-ajudar-a-digitalizar-6-milhoes-de-empresas/#respond Wed, 29 Jan 2020 10:54:17 +0000 https://newtrade.com.br/?p=1023109 Magazine Luiza

“Estou entusiasmado com a macroeconomia, mas mais ainda com a agenda microeconômica” – Frederico Trajano, Magazine Luiza.

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Magazine Luiza

A varejista Magazine Luiza quer ajudar as companhias brasileiras a atuar também no mundo digital. “Nosso modelo era de pipeline (uma fila de processos) e agora vai ser plataforma. Isso significa que queremos ajudar 6 milhões de empresas a sair do off-line para o on-line, como fizemos”, afirma Frederico Trajano, presidente da varejista, durante evento do Credit Suisse, em São Paulo.

O executivo cita que a penetração do comércio digital no Brasil é de apenas 5%, enquanto em países como Estados Unidos é de 15% e China, de algo entre 20% e 30%. “Estou entusiasmado com a macroeconomia, mas mais ainda com a agenda microeconômica.” Segundo ele, nunca houve um momento tão positivo para os negócios, e a digitalização da economia passa por esse otimismo também. Por isso até que a companhia fez uma captação de 5 bilhões de reais “pois temos planos ambiciosos”.

Nesse sentido, André Street, cofundador da credenciadora Stone, diz que sonha com a criação de um ecossistema que integre pequenas e médias companhias de São Paulo a clientes no Nordeste, sendo que a entrega dos produtos aconteceria em apenas um dia. “Isso poderia ser possível porque as PMEs são nossas clientes e os clientes são clientes da Magazine Luiza, e poderia retirar os produtos nos minicentros de distribuição”, diz.

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Compras recorrentes, ganhos (praticamente) garantidos https://newtrade.com.br/varejo/compras-recorrentes-ganhos-praticamente-garantidos/ https://newtrade.com.br/varejo/compras-recorrentes-ganhos-praticamente-garantidos/#respond Tue, 28 Jan 2020 14:40:16 +0000 https://newtrade.com.br/?p=1023098

Estudo do Gartner Group aponta que 41% das receitas de varejistas vêm de programas de recorrência ou fidelidade. Mas, para que essa ligação não seja só 'eterna enquanto dure', é preciso se reinventar sempre

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No último dia 20 de janeiro, a Boali, rede de franquias de alimentação saudável, lançou um aplicativo próprio com o propósito de unir amantes da boa alimentação. Com mais essa ferramenta, que proporciona novas experiências de consumo, a empresa busca ampliar as compras recorrentes.

O modelo, que junto com os programas de assinatura, faz parte da economia de recorrência, que tem transformado as relações de consumo, baseando-as em acesso, e não em propriedade, tem sido utilizado por varejistas para manter a fidelização do cliente, aumentar o market share, reduzir a inadimplência e, claro, garantir o fluxo de caixa.

Hoje, ambos respondem por 41% das receitas das varejistas que os adotam, e 25% dessas empresas têm na recorrência a maior parte das suas vendas, segundo estudo da consultoria Gartner Group apresentado na recente NRF. O estudo revela ainda que, em três anos, 75% do varejo vai oferecer serviços de assinatura – ou seja, um estímulo à recorrência.

Já a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm), aponta que os negócios por recorrência cresceram 167% nos últimos quatro anos. “É um serviço que ajuda a fidelizar o consumidor, que deve se beneficiar com preços mais acessíveis”, diz Renato Galletti, gerente de marketing e vendas internas da plataforma de pagamentos Yapay.

“Comprar pela internet oferece vantagens, mas principalmente comodidade para consumidores que procuram praticidade e conveniência”, diz. E é nesse cenário, segundo Galletti, que a cobrança recorrente, ou os pagamentos contínuos acordados entre cliente e estabelecimento, sem necessidade de solicitação constante, vêm aumentando.

Diretamente ligado à fidelização do cliente através dos pagamentos recorrentes, como o streaming on-demand – que tem a Netflix como o maior exemplo -, planos de academia, plataformas digitais de música, como o Spotify, clubes de livros e até de vinhos, como a pioneira Wine, o modelo beneficia a empresa através do fluxo constante de receitas.

“A empresa deixa de depender somente das receitas que podem não acontecer – o que naturalmente permite atingir estabilidade financeira”, diz o executivo da Yapay. Ele lembra outra vantagem do sistema recorrente: armazenar dados do usuário e renovar a assinatura, sem a necessidade de o cliente validar a cobrança.

Mas é necessário considerar aspectos como tipos de pagamento, e ter um bom sistema de segurança de acordo com a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), além de garantir a entrega do produto ou serviço, diz Galletti.

“A partir do momento em que se cria o relacionamento e o consumidor passa a fazer parte da cobrança recorrente, estabelece-se a relação de confiança entre as partes”, destaca. “Mas se o lojista deseja essa experiência, primeiro acerte na precificação para manter o negócio saudável do ponto de vista financeiro, opte por um sistema para fazer revisão do valor a cada período, e tenha um modelo de vendas forte para conquistar o cliente”, reforça.

Alternativa para facilitar o dia a dia dos clientes, principalmente nos grandes centros, onde a carga de trabalho é maior e o tempo de deslocamento para ir ao mercado é grande, por exemplo, a recorrência tem oferecido aplicativos e provedores para atender esse ritmo, segundo Caio Camargo, sócio-diretor da GS&UP.

“Além da fidelização, a compra por recorrência tem mais a ver com comodidade. Isso pode até dar uma sensação de fidelidade, pois esses programas tendem a manter os clientes por mais tempo”, diz o especialista. “Mas, com novas tecnologias e serviços surgindo a todo momento, consideraria que essa é uma fidelidade ‘eterna enquanto dure.'”

Reinvenção constante

O que o varejista deve fazer, segundo Camargo, é aproveitar que o cliente utiliza um app para comprar, mas deve se reinventar constantemente para não perder esse cliente.

“Se antes usava-se muito o bordão criado pelo (comunicador e apresentador) Chacrinha ‘quem não se comunica se trumbica’, hoje podemos dizer ‘quem não se reinventa se encrenca.'”

Quando a recorrência é natural ou não

Fazer pedidos online, recebê-lo pelo delivery ou retirar na loja mais próxima, com a possibilidade de agendar para o dia seguinte. Mas também integrar seu aplicativo ao programa de fidelidade, além de conectar os clientes com profissionais de saúde e nutrição, para receberem informações sobre alimentação saudável e nutritiva.

Interagir mais com o seu público e personalizar sua experiência de compra é um dos objetivos da Boali com o seu recém-lançado aplicativo para sistemas iOS, Android e até para rodar no PC. Mas o foco principal é formar um público recorrente da marca, segundo o presidente Rodrigo Barros.

“Lançamos um conceito onde a loja passa a atuar como um hub urbano: a venda no balcão permanece, mas cria outras vendas a partir dali”, afirma, como o delivery que, antes do lançamento do app, era feito pelo iFood. “Com isso, começamos a formar um público recorrente, e hoje temos consumidores que frequentam nossas lojas de três a quatro vezes por semana. Ou seja, já fazemos parte da vida dessa pessoa, e é isso que queremos manter (com o app).”

Para que esse cliente tenha uma “experiência Boali” de onde estiver, dentro desse conceito, segundo Barros, a ideia é oferecer, de fato, uma experiência omnichannel além do delivery, com integração ao programa de fidelidade, acesso a campanhas, promoções, lançamentos e que inclui até gamificação. “O público fiel é o indicador mais importante”, diz.

Com logística integrada realizada pela Loggi, que entrega qualquer pedido em até 5 km da loja (Em São Paulo atende praticamente a cidade toda), a Boali, que não revela números, opera em oito estados e agora chega em Minas Gerais, com seis lojas. “A meta é sair de 30 operações para fechar 2020 com 60.”

Em poucos dias, o aplicativo já começou a dar resultados. “Atendemos 100 mil pessoas, em média, por mês, e desse total 18% era pelo iFood”, afirma. “Com o nosso aplicativo próprio, já conseguimos atender 100% da rede, então a expectativa é que, em três meses (até março), 15% das nossas vendas sejam feitas a partir dele.”

Para agregar novas vendas, além de atender o consumidor em outros momentos de consumo, e “melhorar sua experiência cada vez mais”, o executivo diz que a Boali se baseia em três indicadores para que isso aconteça. O número 1, claro, é a recorrência. Já o número 2 é o total de clientes atendidos que às vezes não conseguem se deslocar até uma loja, mas terão a experiência a partir do aplicativo. O número 3 são os produtos mais vendidos.

“Redes de food service focam muito no tíquete médio, mas a gente foca nesse terceiro indicador”, afirma. “Não precisa forçar a pessoa a comer. Se ela achar um suco super delicioso e tiver uma experiência bacana, a recorrência é natural.”

Para uma empresa como a Boali, segundo Caio Camargo, da GS&UP, que tem buscado se diferenciar e, com isso, conseguir uma independência em relação ao mercado de aplicativos, investindo na qualidade dos seus produtos e serviços, incluindo segurança da informação e dos meios de pagamento, a estratégia tem tudo para dar certo.

Mas, como criar uma boa estratégia de negócio baseada nesse modelo? De acordo com o especialista, a questão não é apenas sobre desenvolver uma boa estratégia ou criar algo novo. “É sobre de fato procurar entender o que o seu cliente ou seus potenciais clientes desejam ou precisam nesse momento”, destaca.

Ele cita programas de compras que incluem premiação por uso – como o cashback – como alternativa na busca por fidelização do cliente e por recorrência. Isso porque, a tática de usar valores ao invés de descontos funciona melhor.

“Quando falamos de descontos, falamos de uma compra que ainda não aconteceu, e o cliente pode se sensibilizar ou não”, explica. “Mas quando falamos de cashback, falamos de um dinheiro parado, que está “reservado” para o cliente usar na próxima compra – o que tem parecido mais interessante para o cliente e se mostrado uma alternativa melhor.”

E como o pequeno varejo, com margens mais apertadas e sem o poder de fogo de uma Boali, pode ganhar recorrência? Segundo Caio Camargo, os aplicativos mais tradicionais do mercado são uma espécie de “mal necessário”, que funcionam como mídia para restaurantes menos conhecidos e que, através do reconhecimento e dos reviews dos clientes podem ganhar mais destaque. E consequentemente, um volume incrível de vendas, afirma.

“O problema são as altas taxas que, muitas vezes tornam as marcas reféns dos aplicativos. Se saírem, perdem muito; se ficarem, têm lucros corroídos pelo custo, sem nenhum dado sobre o que seus clientes compram ou querem”, finaliza.

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Verão deve movimentar vários setores do varejo https://newtrade.com.br/varejo/verao-deve-movimentar-varios-setores-do-varejo/ https://newtrade.com.br/varejo/verao-deve-movimentar-varios-setores-do-varejo/#respond Tue, 28 Jan 2020 14:31:35 +0000 https://newtrade.com.br/?p=1023096

Para o economista Claudio Felisoni de Angelo, presidente do Ibevar, o ano começa com sinais otimistas para o mercado de consumo e o verão pode impulsionar ainda mais as vendas.

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Como o verão as pessoas procuram por produtos que aliviem e protejam do calor, alguns produtos se destacam nas vendas. Desse modo, alguns segmentos se destacam, como móveis e eletrodomésticos (0,65%), farmácias, perfumarias e cosméticos (0,42%) e hiper e supermercados (0,16%). Os pontos representam o crescimento mensal das categorias, conforme indicam dados do Instituto Brasileiro de Executivos de Varejo e Mercado de Consumo (Ibevar).

Alguns produtos devem ser responsáveis por esse movimento no varejo. Em móveis e eletrodomésticos, a previsão é de maior procura por ventilador. Em farmácias, perfumarias e cosméticos, a busca deve ser por protetor solar, coloração, depilatórios, máscaras para tratamento capilar e esmaltes. Já em hiper e supermercados, bebidas para consumir geladas, como cerveja, refrigerante, suco, água de coco e chá gelado, devem liderar as vendas.

Para o economista Claudio Felisoni de Angelo, presidente do Ibevar, o ano começa com sinais otimistas para o mercado de consumo e o verão pode impulsionar ainda mais as vendas. “Após um Natal favorável para o varejo, o primeiro trimestre de 2020 se mostra positivo. A projeção é de que os consumidores sigam dispostos a gastar, e os dias de calor aumentem a oferta e demanda por produtos propícios para o período”, avalia o economista.

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Varejo deve se preparar para combater as perdas no carnaval https://newtrade.com.br/varejo/varejo-deve-se-preparar-para-combater-as-perdas-no-carnaval/ https://newtrade.com.br/varejo/varejo-deve-se-preparar-para-combater-as-perdas-no-carnaval/#respond Tue, 28 Jan 2020 14:26:43 +0000 https://newtrade.com.br/?p=1023093

A utilização de tecnologia aliada a atenção e a manutenção dos equipamentos em uso realizada a tempo é suficiente para prevenir dores de cabeça

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Após registrar um bom desempenho nas vendas durante o período natalino, que cresceram em 9,5% segundo a Associação dos Lojistas de Shopping (Alshop), o varejo brasileiro já deve se preparar para outra data que promete esquentar algumas áreas do setor. O Carnaval, de 21 a 26 de fevereiro, especialmente nas grandes capitais, atrai um bom número de turistas e faz crescer a movimentação de pessoas no comércio.

O último Carnaval reuniu mais de 7 milhões de foliões no Rio de Janeiro e movimentou R$ 3,78 bilhões em receitas na economia da cidade, como apontou a prefeitura municipal. Em São Paulo, por sua vez, segundo a SPTuris, 556 blocos desfilaram pelas ruas de alguns bairros da capital, atraindo um público superior a 5 milhões de pessoas e ajudando a movimentar mais de R$ 2 bilhões.

Luiz Fernando Sambugaro, diretor de Comunicação da Gunnebo,

Mas para que as estatísticas continuem positivas, os comerciantes do varejo, em geral, precisam estar atentos, pois, ao mesmo tempo em que o grande número de turistas pode beneficiar o faturamento das lojas, pode ser também um passaporte para o aumento de furtos de produtos. Apesar de não haver estatísticas por datas, a experiência acumulada de Luiz Fernando Sambugaro, diretor de Comunicação da Gunnebo, aponta que, não apenas no Carnaval, mas em todas as datas festivas, aumenta a incidência dos furtos.

Lojas localizadas na rua no percurso dos desfiles de blocos, por exemplo, além das farmácias, drogarias e supermercados são os canais que mais podem sofrer com os furtos. Itens como fantasias, adereços, roupa de praia, bronzeadores, bebidas energéticas e alcoólicas, carnes nobres, preservativos, entre outros, devem ter maior atenção do comerciante nesse período.

Prevenção é fundamental

Segundo Sambugaro, a prevenção é essencial e evita dores de cabeça. “A primeira coisa que se recomenda são as câmeras estrategicamente posicionadas e monitoradas pela equipe local ou através de um serviço remoto. Em seguida, do ponto de vista de inibição, as antenas eletrônicas colocadas na entrada das lojas, são muito eficazes, pois o delinquente ao vê-las, com muita probabilidade evitará de entrar em seu estabelecimento”, diz o executivo.

Também, de acordo com o diretor da Gunnebo, é importante o varejista estar atento às outras ferramentas, como etiquetas de proteção, espelhos convexos, cadeados eletrônicos, cabos de aço, cofres inteligentes e inventário constante e mais efetivo, além da equipe treinada para lidar com as eventuais ocorrências na loja. Sambugaro ressalta que o investimento nesses tipos de tecnologia pode ser suficiente para garantir a utilização da solução por cerca de dez anos. “Aliás, esse é o item com o menor custo num projeto de prevenção de perdas, que deve incluir também investimentos em gestão e preparação do pessoal”, afirma.

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