Varejo – Newtrade https://newtrade.com.br Fri, 29 May 2020 14:16:55 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=5.4.1 https://newtrade.com.br/wp-content/uploads/2017/03/favicon-newtrade.png Varejo – Newtrade https://newtrade.com.br 32 32 Carrefour é investigado por corrupção e pode sofrer multa bilionária https://newtrade.com.br/varejo/carrefour-e-investigado-por-corrupcao-e-pode-sofrer-multa-bilionaria/ https://newtrade.com.br/varejo/carrefour-e-investigado-por-corrupcao-e-pode-sofrer-multa-bilionaria/#respond Fri, 29 May 2020 10:51:57 +0000 https://newtrade.com.br/?p=1025859

Ministério Público de SP denunciou pagamentos de R$ 1,5 milhão do atacarejo a fiscais da prefeitura para unidade funcionar sem alvará

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A cidade de São Paulo abriu um processo administrativo contra a unidade de atacarejo do Carrefour Brasil por um suposto esquema de corrupção, segundo uma publicação no Diário Oficial da cidade de quinta-feira (28), em um processo que pode levar a uma multa bilionária de até 20% do faturamento bruto do grupo em 2019.

O caso está relacionado a uma denúncia do Ministério Público do Estado de São Paulo, que revelou pagamentos somando cerca de 1,5 milhão de reais a fiscais da prefeitura para operar a sede administrativa do Atacadão e uma loja contígua da bandeira em São Paulo sem alvará de funcionamento.

Em comunicado, o Carrefour Brasil disse que ainda não recebeu intimação do processo administrativo nem informações sobre o seu teor, mas ressaltou seu compromisso em colaborar com as autoridades no caso.

Em março, promotores do Grupo Especial de Delitos Econômicos (Gedec) liderados por Roberto Bodini apresentaram uma denúncia de corrupção ativa contra Carlos Augusto Monteiro Barros, Sergio Garcia Martins, Marco Aurelio Natale Da Silva e John Kenedy Oliveira, citados no processo como representantes do Atacadão.

Todos eles foram desligados ou afastados da companhia, informou o Carrefour Brasil. “Observamos que o processo criminal está em estágio bastante inicial e que, portanto, nenhum dos envolvidos foi condenado”, disse no comunicado.

“O Grupo Carrefour Brasil repudia todo e qualquer ato de corrupção e reitera que possui Código de Ética alinhado à legislação brasileira”, acrescentou a companhia.

O novo inquérito administrativo aberto pela Controladoria-Geral do Município de São Paulo tem prazo inicial de 180 dias, prorrogável por igual período. Contudo, dado o estado de calamidade decretado por causa da pandemia do novo coronavírus, todos os prazos foram suspensos.

Se o Atacadão for responsabilizado, a empresa deverá pagar uma multa que pode variar de 0,1% a 20% de sua receita bruta do exercício anterior à instauração do processo.

“Os valores oscilam dependendo da infração ocorrida, sempre garantindo que o percentual aplicado não seja menor que a vantagem auferida”, esclareceu à Reuters o controlador-geral do município de São Paulo, João Manoel Scudeler de Barros.

A subsidiária local do grupo supermercadista francês Carrefour teve receita bruta de 62,22 bilhões de reais em 2019, dos quais 42,05 bilhões de reais vieram do Atacadão.

“Verificamos que pelo menos desde 2007, quando Carrefour comprou o Atacadão, o prédio da sede administrativa na Vila Maria e a loja contígua à matriz não tinham alvará de funcionamento”, disse o promotor público Roberto Bodini à Reuters em entrevista, acrescentando que a licença só foi obtida em 2015.

“Pode ser que tenha havido pagamento de volumes maiores, em dinheiro, que não conseguimos detectar… Os 1,5 milhão de reais foram pagos por meio de nota fiscal emitida por empresa laranja”, explicou Bodini.

 

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Supermercado instala cabine de desinfecção na entrada da loja https://newtrade.com.br/varejo/supermercado-instala-cabine-de-desinfeccao-na-entrada-da-loja/ https://newtrade.com.br/varejo/supermercado-instala-cabine-de-desinfeccao-na-entrada-da-loja/#respond Fri, 29 May 2020 10:49:33 +0000 https://newtrade.com.br/?p=1025856

A solução possui um pulverizador, que é acionado automaticamente a cada pessoa que passa, e libera uma substância composta de Água Biguanida, um desinfetante muito utilizado em hospitais.

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Com o objetivo de oferecer ainda mais segurança aos clientes e minimizar a propagação pelo Coronavírus – Covid-19, o novo Hiper Condor Boa Vista, inaugurado dia 26 de maio em Joinville-SC, conta com uma cabine de desinfecção, instalada logo na entrada do estabelecimento. A solução possui um pulverizador, que é acionado automaticamente a cada pessoa que passa, e libera uma substância composta de Água Biguanida, um desinfetante muito utilizado em hospitais.

A rede também instalou a cabine no Condor Pinheirinho, em Curitiba, e, gradativamente, deve instalar nas demais lojas. Além disso, o Hiper Condor Boa Vista, assim como todas as demais unidades da rede, está seguindo todas as normas e medidas preventivas determinadas pelos órgãos de saúde e pelo governo.

Sobre a rede

Com esta inauguração, o Condor passa a contar com 54 lojas, entre super e hipermercados, em 20 cidades do Paraná e Santa Catarina. Considerada uma das 10 maiores redes supermercadistas do Brasil, a rede conta com uma central de distribuição com mais de 70 mil m² em Curitiba, responsável pelo abastecimento diário das lojas da rede. Hoje, são mais de 13 mil colaboradores que fazem parte da Família Condor e que garantem o atendimento a mais de 4,5 milhões de clientes por mês.

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Por que o Magazine Luiza aposta em itens de supermercado https://newtrade.com.br/varejo/por-que-o-magazine-luiza-aposta-em-itens-de-supermercado/ https://newtrade.com.br/varejo/por-que-o-magazine-luiza-aposta-em-itens-de-supermercado/#respond Fri, 29 May 2020 10:33:38 +0000 https://newtrade.com.br/?p=1025849 Magazine Luiza

No ano passado, as vendas físicas representavam 55% do total para o Magazine Luiza. Hoje, o e-commerce se tornou mais relevante: com crescimento de 73%, atingiu 53% das vendas totais.

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Magazine Luiza

O fechamento das lojas físicas com a pandemia do novo coronavírus abalou todo o varejo brasileiro. Mesmo assim, a varejista Magazine Luiza manteve crescimento acelerado no primeiro trimestre do ano, bem como em abril e maio, com forte expansão do comércio eletrônico próprio e com a entrada de milhares de novos vendedores e produtos no marketplace.

Assim, a empresa se prepara para reinventar suas lojas físicas e alavancar um plano ousado, de digitalizar o varejo brasileiro. “Queremos ser a plataforma para todo o varejo brasileiro”, afirmou Frederico Trajano, presidente da varejista, em conferência com analistas sobre os resultados hoje, 26.

No ano passado, as vendas físicas representavam 55% do total para o Magazine Luiza. Hoje, o e-commerce se tornou mais relevante: com crescimento de 73%, atingiu 53% das vendas totais. Em lojas físicas, o crescimento foi de 6,7% e as vendas totais aumentaram 34%, atingindo 7,7 bilhões de reais no primeiro trimestre.

Nova categoria estratégica, mas sem rentabilidade

A empresa acelerou a venda em categorias em que não era tão forte, como bens de consumo. A categoria de supermercados, por exemplo, não estava no radar e passou a ser um dos principais focos na quarentena. “Não era o plano do mês que vem. Virou o plano da semana que vem”, diz o presidente Frederico Trajano em entrevista à EXAME em abril.

O Magalu não é o único varejista de olho do segmento de mercados e o Mercado Livre, plataforma de marketplace, também acelerou as vendas em alimentos e itens de saúde. Uma das forças desse segmento é aumentar a frequência de compra e de interação dos usuários – afinal, consumidores compram eletrônicos poucas vezes por ano, mas vão diversas vezes por semana ao mercado.

O problema é que essa categoria, por enquanto, não é rentável. “Essa categoria tem função estratégica importante, de frequência de compra. Temos outras categorias que nos dão rentabilidade”, diz Trajano, na conferência de resultados de hoje. Os produtos, por enquanto, saem dos centros de distribuição, uma operação cara. Para melhorar a rentabilidade e chegar à estabilidade no curto prazo, a empresa irá adaptar as suas lojas físicas.

Novas lojas físicas

O Magalu está investindo nas chamadas dark stores, áreas dentro das lojas físicas com estoque invisível para os consumidores, mas voltado para as entregas do comércio eletrônico. Cerca de 600 lojas, que atendem 90% das cidades onde o Magalu está presente, já têm esses espaços.

Enquanto isso, a empresa estuda a reabertura gradual de suas lojas físicas, que deve ser vista caso a caso, cidade a cidade. O Magalu estuda mais de 60 indicadores, como níveis de transmissão do coronavírus e capacidade de leitos hospitalares, para definir se irá abrir uma loja ou não.

Cerca de 40% de suas unidades já foram reabertas nas últimas semanas. As lojas contam com totens de distribuição de álcool em gel, medição de temperatura, placas de acrílico nos caixas e marcação para distanciamento nas filas.

Crescer sozinha ou ajudar outros CNPJs

Com expansão das lojas físicas e do comércio eletrônico, a empresa tem um novo alvo: todo o varejo brasileiro. Para se tornar uma plataforma para todo o varejo brasileiro, busca atrair milhares de vendedores e oferecer serviços, como logística, gestão e serviços financeiros, principalmente com a plataforma Magalu Pagamentos, lançada no ano passado.

Para o presidente, essa já era a estratégia da empresa desde que a transformação digital interna foi completada. Agora, esse pilar se fortaleceu rapidamente com a pandemia. “Foram 50 semanas em cinco”, afirma. “No ciclo anterior, a companhia cresceu sozinha. Nesse novo ciclo, queremos crescer com a ajuda e ajudando outros CNPJs”, diz Trajano.

O marketplace, com vendas de 1,2 bilhão, cresceu 185%, representando 30,1% do ecommerce total. Fazem parte da plataforma de marketplace 26.000 sellers ativos, que oferecem cerca de 16 milhões de itens aos mais de 26 milhões de clientes.

Perspectivas positivas, poucos ganhadores

A companhia teve prejuízo ajustado de 8 milhões de reais no primeiro trimestre, ante lucro de 125,6 milhões de reais em igual etapa de 2019, refletindo sobretudo o fechamento total de suas lojas físicas.

O Magalu não apenas divulgou os dados do trimestre mas também revelou as tendências para o próximo: as vendas do comércio eletrônico cresceram 138% em abril e 203% em maio. Esse crescimento é maior do que o de seus concorrentes. O Bradesco estima que os concorrentes B2W e Mercado Livre tiveram crescimento de 70% e 30% em abril, respectivamente.

Para o banco Morgan Stanley, o crescimento do comércio eletrônico mais do que compensou as perdas do fechamento de lojas, não apenas no primeiro trimestre do ano mas no restante da quarentena. Em abril, as vendas totais cresceram 7% e, em maio, 46%.

O crescimento intenso do Magalu pode ter riscos. “No nosso ponto de vista, a valorização da companhia a coloca em um cenário de expectativas extremamente altas, sem muito espaço para decepções”, escreve o Credit Suisse em relatório. Para o BTG Pactual, o comércio eletrônico continuará crescendo a uma taxa acelerada, e deve pelo menos triplicar até 2025. Em relação à concorrência, o Magalu deve ficar mais forte. “Como em mercados mais maduros, há uma tendência de consolidação à nossa frente, com apenas alguns vencedores”, diz o banco.

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Dia dos Namorados: 67,2% do público pretende celebrar data com presentes https://newtrade.com.br/varejo/dia-dos-namorados-672-do-publico-pretende-celebrar-data-com-presentes/ https://newtrade.com.br/varejo/dia-dos-namorados-672-do-publico-pretende-celebrar-data-com-presentes/#respond Fri, 29 May 2020 10:31:21 +0000 https://newtrade.com.br/?p=1025847

Entre os que vão comemorar, 67,2% pretendem comprar presentes, sendo 31,8% em lojas virtuais.

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O Dia dos Namorados não passará em branco para 57,8% dos brasileiros ouvidos na recente pesquisa da Social Miner, que já estão decididos a comemorar, e outros 18,9% ainda estão indecisos. Entre os que vão comemorar, 67,2% pretendem comprar presentes, sendo 31,8% em lojas virtuais.

Entre aqueles que pretende celebrar e comprar um presentinho, mais da metade deve investir entre R$ 51 e R$200, sendo que 42,8% deve manter o ticket da compra em até R$100. De acordo com o levantamento, enquanto em 2019 poucos optaram por investimentos entre R$ 101 à R$ 500, em 2020, esse número cresceu exponencialmente, passando de 24,3% para 47,2%.

Esse número pode significar que, com o momento que estamos vivendo, o público tenha se permitido investir mais na celebração e nas relações, satisfazendo suas necessidades emocionais e por entretenimento. Ainda falando do perfil dos respondentes, a maioria são casados (45%), e os mais engajados em celebrar a data são aqueles com faixa etária entre 30 e 49 anos.

Para aqueles que ainda não se decidiram, os bons preços ou promoções são os principais fatores que fariam com que mudassem de ideia. Em relação a gênero, entre aqueles que querem celebrar a data, 71,8% dos homens, estão propensos a comprar presentes. E quanto ao que vão comprar, a pesquisa mostrou que praticamente todas as categorias apresentaram um crescimento na intenção de compra em relação às edições anteriores da data.

Setor de eletrônicos cresceu

O segmento de eletrônicos e informática cresceu de 20,9% para 29,6% entre o foco dos interessados de 2019 para 2020 e destacam-se também moda e acessórios, beleza e cosméticos, além de vale-presentes — uma alternativa mais cautelosa para quem está inseguro na hora de escolher um produto online e que, por isso mesmo, pode ter crescido junto ao público que está experimentando o varejo online pela primeira vez.

A pesquisa tem um grau de confiança de 95%, com margem de erro de 3 pontos percentuais. Para isso, foram ouvidos 1037 brasileiros — homens e mulheres acima de 16 anos, de todas as regiões e classes sociais — entre os dias 14 e 22 de maio de 2020.

 

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Rede Bom Lugar lança aplicativo de delivery https://newtrade.com.br/varejo/rede-bom-lugar-lanca-aplicativo-de-delivery/ https://newtrade.com.br/varejo/rede-bom-lugar-lanca-aplicativo-de-delivery/#respond Fri, 29 May 2020 10:29:21 +0000 https://newtrade.com.br/?p=1025844

O projeto inicial conta com a participação de 11 das 41 lojas da Rede, mas segundo o diretor, a perspectiva futura é que todas passem a operar pelo sistema, inclusive após o período de crise. "

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Com avanço da pandemia no Brasil e no mundo, o comércio sentiu os efeitos das medidas de isolamento social, fazendo com que o delivery se tornasse uma forma segura e eficiente de venda. De acordo com a Associação Paulista de Supermercados (APAS), as entregas a domicilio aumentaram em torno de 74% na Região Metropolitana de Sorocaba.

Em tempos de crise, se reinventar e encontrar novas maneiras de oferecer serviços se tornaram alguns dos diferenciais dos empreendedores. Por isso, muitos supermercados também aderiram as entregas e aos aplicativos de delivery. A Rede Bom Lugar foi uma das que implementaram essa modalidade em suas unidades, recebendo demanda de entregar por meio de um aplicativo de delivery, cerca de 200 a 300 pedidos por dia.

Por conta da grande procura pelo sistema, a Rede sentiu a necessidade de implementar uma nova e mais eficiente forma de prestação de serviço, anunciando, na tarde da última sexta-feira, dia 22 de maio, sua loja virtual. “O setor supermercadista vem se reinventando nos últimos anos e nós não poderíamos ficar de fora do chamado e-commerce, sendo mais um tipo de serviço que estamos oferecendo aos nossos clientes. Essa ideia surgiu devido ao desenvolvimento dessa tecnologia e o aumento da procura por pedidos online”, comenta o diretor comercial da Rede Bom Lugar e associado, João Paulo Marchetti.

O projeto inicial conta com a participação de 11 das 41 lojas da Rede, mas segundo o diretor, a perspectiva futura é que todas passem a operar pelo sistema, inclusive após o período de crise. “A pandemia trouxe uma necessidade por esse serviço e acreditamos que ela será perpetuada após passarmos essa fase difícil”, comenta.

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Marca própria cresce mais de 20% na Raia Drogasil https://newtrade.com.br/varejo/marca-propria-cresce-mais-de-20-na-raia-drogasil/ https://newtrade.com.br/varejo/marca-propria-cresce-mais-de-20-na-raia-drogasil/#respond Fri, 29 May 2020 10:24:52 +0000 https://newtrade.com.br/?p=1025842 Raia

O crescimento da Raia Drogasil acompanhou a evolução de 20,9% do segmento de marcas próprias em todo o canal farma, de acordo com relatório da consultoria Nielsen.

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Raia

Com aumento de mais de 20% nas vendas em abril na comparação com o mesmo mês do ano passado, o segmento de marca própria ganhou evidência na Raia Drogasil. A relevância dessa categoria foi destacada pela empresa durante live promovida pela Associação Brasileira de Marcas Próprias e Terceirização (ABMAPRO) nesta terça-feira, dia 26.

O crescimento da Raia Drogasil acompanhou a evolução de 20,9% do segmento de marcas próprias em todo o canal farma, de acordo com relatório da consultoria Nielsen. O percentual foi superior ao avanço de 15,4% nas vendas totais.

“O comportamento de nossa marca no e-commerce ganhou muitos pontos no share. A pandemia nos forçou a observar as necessidades imediatas do consumidor e a focar em lançamentos que atendam a esses objetivos, tais como sabonetes líquidos e máscaras de tecido, que conseguimos colocar no mercado em apenas 20 dias”, afirma Luciana Tortorelli Mioto, diretora de marcas exclusivas da Raia Drogasil.

Segundo a executiva, o feito somente foi possível por conta do fortalecimento da relação com os fornecedores, que garantiram uma entrega rápida, com qualidade, compreendendo a importância da situação em evitar rupturas de produtos essenciais no combate à Covid-19. “Está na hora de ajudar a economia brasileira, desenvolvendo os fornecedores locais, que crescem junto com a gente. Trata-se do momento ideal para a marca própria se relacionar com o cliente, entender o que ele precisa e mostrar os diferenciais da linha.” ressalta.

A rede iniciou a venda de marcas próprias em 2011 e, em 2018, ampliou o seu portfólio com a linha vegana Needs. Mantém ainda as linhas Nutrigood, de alimentos saudáveis; Triss, de acessórios para cabelo e maquiagem; e Caretech, de equipamentos para saúde. Hoje, essa categoria reúne mais de 400 produtos e representa em torno de 4% do faturamento bruto da rede.

Produtos sustentáveis

Pensando na pós-pandemia, Luciana acredita que a marca própria ganhará ainda mais importância aliada a princípios de sustentabilidade. “Muitas das tendências que observamos em 2019 e que continuarão fortes esse ano são as embalagens provenientes de fontes renováveis derivadas da cana-de-açúcar, aliadas à economia circular, na qual devolvemos parte das vendas aos produtores de matéria-prima ribeirinha”, explica a diretora.

Outro ponto que precisa ser estudado é o comportamento do consumidor na loja quando o isolamento social acabar. Será que ele vai continuar mexendo nos produtos na gôndola? Ou será preciso mudar a embalagem e muni-lo de informações para que ele bata o olho e saiba que é aquele produto que ele precisa? “Seria uma forma de curadoria para nortear a compra e mostrar ao cliente o quanto custa a marca própria, o value for money”, questiona Luciana.

“Definitivamente, teremos que ser mais ágeis para poder sustentar esse crescimento e aumentar a participação do segmento no país, que sempre fica na casa dos 5%”, finaliza.

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E-commerce brasileiro quase dobra vendas em abril, aponta MCC-ENET https://newtrade.com.br/varejo/e-commerce-brasileiro-quase-dobra-vendas-em-abril-aponta-mcc-enet/ https://newtrade.com.br/varejo/e-commerce-brasileiro-quase-dobra-vendas-em-abril-aponta-mcc-enet/#respond Fri, 29 May 2020 10:19:35 +0000 https://newtrade.com.br/?p=1025836

Outro dado positivo que evidencia essa mudança foi a alta de 81,64% no faturamento do setor, referente a esse mesmo período.

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As vendas realizadas pelo e-commerce praticamente dobraram, com expansão de 98,74% em abril, em relação ao mesmo mês do ano anterior. O isolamento social, em função da pandemia do novo coronavírus, refletiu na forma de comprar do brasileiro. Os dados são do índice MCC-ENET, desenvolvido pelo Comitê de Métricas da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net) em parceria com o Movimento Compre & Confie.

Outro dado positivo que evidencia essa mudança foi a alta de 81,64% no faturamento do setor, referente a esse mesmo período.

“O e-commerce tornou-se no mês de Abril/20 o principal (ou único) canal de vendas para muitos varejistas. Dentro das mudanças que tem ocorrido em nossa sociedade após início da pandemia de Covid-19, o comércio eletrônico certamente é um dos setores da economia que mais cresceu. No comparativo diário das vendas dentro do período, foram registrados picos acima de 100% — um marco para história do e-commerce após mais de 20 anos no país”, afirma André Dias, coordenador do Comitê de Métricasda camara-e.net e diretor executivo do Compre & Confie.

Sudeste e Nordeste lideram nas vendas online

Ao avaliar o desempenho das vendas no comércio varejista, de abril em relação a março de 2020, observou-se uma alta de 37,14%. No acumulado do ano, a variação continua positiva: 43,34%.

Na composição regional, pelo segundo mês consecutivo, o Sudeste se destaca. Ao comparar as vendas de abril de 2020 com o mesmo período do ano anterior, a região dobrou, com alta de 104,97%. Em segundo lugar, o Nordeste com 96,36%, seguido por Centro-Oeste (94,80%); Sul (79,71%); e Norte (66,68%).

No acumulado do ano, a composição muda. Em primeiro, ficou o Nordeste (51,87%), seguido por Centro-Oeste (50,74%); Norte (41,97%); Sudeste (41,84%); e Sul (41,04%).

Faturamento no e-commerce

O índice de faturamento do setor acompanhou as boas movimentações das vendas. Em abril, ante o mês de março de 2020, a ascensão foi de 28,86%. No acumulado do ano, a variação positiva foi de 36,07%.

A comparação do faturamento, de abril de 2020 em relação ao mesmo mês do ano passado, ficou da seguinte forma por região: Sudeste (85,87%); Centro-Oeste (82,40%); Nordeste (81,34%); Sul (69,12%); e Norte (57,12%).

No acumulado do ano, a configuração mudou: Nordeste (47,51%); Centro-Oeste (36,82%); Sudeste (34,55%); Sul (33,15%); e Norte (28,67%).

Participação do e-commerce no comércio varejista

No mês de março, o comércio eletrônico representou 7,2% do comércio varejista restrito (exceto veículos, peças e materiais de construção).

No acumulado dos últimos 12 meses, nota-se que a participação do e-commerce no comércio varejista corresponde a 6,1%.Vale destacar que esse indicador foi feito a partir da última Pesquisa Mensal do Comércio do IBGE, divulgado no dia 13 de maio.

Categorias das vendas online

A composição de compras realizadas pela internet, por segmentos,em março, ficou da seguinte forma: equipamentos e materiais para escritório, informática e comunicação (40,1%); móveis e eletrodomésticos (24,5%); e tecidos, vestuário e calçados (12,4%).

Na sequência, outros artigos de usos pessoal e doméstico (10%); artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (8,3%); hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (2,8%); e, por último, livros, jornais, revistas e papelaria (1,9%).

Consumidores online

O MCC-ENET revela também que, no primeiro trimestre do ano de 2020, 12,3% dos internautas brasileiros realizaram ao menos uma compra online. Observa-se uma queda de 1,4 p.p. em relação ao trimestre anterior (13,7%). Já na comparação com o mesmo período em 2019 (10,1%), houve crescimento de 2,1 p.p.

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Tribanco, do grupo Martins, vai lançar dois “super apps” https://newtrade.com.br/varejo/tribanco-do-grupo-martins-vai-lancar-dois-super-apps/ https://newtrade.com.br/varejo/tribanco-do-grupo-martins-vai-lancar-dois-super-apps/#respond Thu, 28 May 2020 11:34:25 +0000 https://newtrade.com.br/?p=1025817

O banco entra no segmento de marketplace, reformula seu portfólio e investe em “super apps” que integram os negócios da holding e as ofertas de parceiros em segmentos como saúde, entretenimento e softwares de gestão.

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No fim de 2018, Ricardo Batista tirou um ano sabático com a promessa de voltar, 12 meses depois, ao posto de diretor da Tricard, operações de cartões do grupo Martins. O retorno ao batente foi, porém, antecipado. Em agosto de 2019, ele foi nomeado CEO do Tribanco, braço financeiro da holding mineira.

A decisão unia dois roteiros e um objetivo. Batista cumpria uma agenda de viagens para ver de perto serviços como os chineses WeChat e Alipay, além de empresas como a indiana Paytm. Já o Tribanco buscava nesses formatos uma inspiração para renovar seu modelo de negócios.

Quase um ano depois, a conexão entre Ásia e Uberlândia (MG) começa a gerar seus primeiros resultados. Com R$ 3 bilhões em ativos, o Tribanco prepara o lançamento de dois “super apps”, apoiados por contas digitais e voltados aos segmentos de pessoa física e de pessoa jurídica.

“Essas empresas asiáticas estão promovendo a inclusão financeira e social de milhões de pessoas por meio da tecnologia”, diz Batista, em entrevista ao NeoFeed. “Queremos levar esse conceito para as classes C, D e E, e para o pequeno e médio varejo.”

Assim como os modelos que inspiraram essa guinada, o plano do Tribanco é oferecer um ecossistema que centralize serviços financeiros e ofertas em outros segmentos. E o ponto de partida envolve a integração com os demais negócios do grupo Martins, uma vertente, até então, pouco explorada.

O pacote inclui frentes como a Unica, empresa de adquirência; a Smart, rede de supermercados; e a eFácil, bandeira de e-commerce e marketplace. A maior oportunidade, no entanto, está no segmento de distribuição e atacado, por meio da companhia que leva o nome da holding.

Dono de uma receita de R$ 5,1 bilhões em 2019, o grupo Martins tem uma base ativa de 120 mil varejistas distribuídos em todo o Brasil, em sua maioria, comércios de pequeno e médio portes. E também está fortalecendo sua agenda digital, por meio de um marketplace B2B, lançado no fim de 2019, com 350 mil compradores, 500 fornecedores e mais de 25 mil produtos.

“Essa conexão com o pequeno e médio varejo e a indústria é um ativo que muitas fintechs, bancos e outros players desejariam ter”, diz Batista. Ele cita as vantagens, por exemplo, na concessão de crédito. “Conheço o quanto esse cliente fatura, sua margem, seu comportamento de compra.”

Banho de loja

Com essa inspiração, na prática, a empresa está dando um banho de loja nas ofertas digitais direcionadas a consumidores e varejistas. Até então, esse portfólio estava mais restrito a produtos e serviços como débito, pagamentos e concessão de crédito.

A primeira versão da nova plataforma para pessoa física vem sendo testada por mil funcionários do grupo. Em junho, o aplicativo será estendido a outros mil profissionais e, em agosto, à base de cerca de um milhão de clientes ativos do banco no segmento.

A primeira versão da nova plataforma para pessoa física vem sendo testada por mil funcionários do grupo

Além do portfólio financeiro, o cliente terá acesso, por exemplo, ao eFácil, à Smart e, no caso dos profissionais autônomos, ao marketplace do Martins e às maquininhas da Unica. Os pedidos e os pagamentos poderão ser feitos e parcelados com poucos cliques.

O Tribanco começa a buscar parceiros para encorpar o aplicativo. O radar inclui segmentos como telecomunicações, telemedicina, consórcios, investimentos, planos de saúde e odontológicos e entretenimento. E passa também pela conexão com plataformas de empregos e de geração de renda. A estratégia se assemelha a do Banco Inter, que lançou um SuperApp no fim do ano passado e já conta com uma movimentação de R$ 100 milhões até abril.

Esse conceito de marketplace também se aplica à plataforma PJ, que está sendo testada por 5 mil clientes do Tribanco e tem previsão de lançamento no segundo semestre, com foco inicial na base de 32 mil varejistas atendidos pelo banco. O portfólio próprio será complementado com ofertas como o marketplace do Martins e os serviços de consultoria e treinamentos da Universidade Martins do Varejo.

Fora do ecossistema do grupo, o Tribanco busca outros produtos e serviços voltados ao pequeno e médio varejo para adicionar ao aplicativo. O escopo inclui, por exemplo, softwares de gestão e de controles de estoque específicos para esse segmento.

O primeiro acordo foi firmado com a Mercafácil, startup de Curitiba (PR), que desenvolveu um sistema de captura de dados no ponto de venda. Com as informações estruturadas, o pequeno varejista consegue criar programas de fidelidade e ofertas mais adequadas ao perfil dos seus clientes.

“No curto prazo, além da nossa base, temos 120 mil empresas que compram regularmente no Martins para acessar”, diz Batista. “E, em uma segunda etapa, a carteira total dessa operação, de mais de 200 mil varejistas.”

Esse universo também será usado para impulsionar o segmento de pessoa física. O Tribanco já oferece cartões cobranded aos clientes de varejistas. E agora, esse cartão dará direito a uma conta digital a esses consumidores.

“No curto prazo, além da nossa base, temos 120 mil empresas que compram regularmente no Martins para acessar”, Ricardo Batista, CEO do Tribanco

O banco tem, no entanto, alguns desafios para impulsionar essas duas frentes. Especialmente na baixa renda. “A combinação entre ofertas financeiras e não financeiras é o próximo estágio desse mercado”, diz Bruno Diniz, fundador da Spiralem, consultoria especializada em inovação para o mercado financeiro.

Ele ressalta, porém, que esse segmento vem atraindo grandes competidores, com marcas fortes e um estreito vínculo com a base da pirâmide. Entre eles, a Via Varejo, com o BanQi, e o Magazine Luiza, que lançou sua carteira digital no início do ano.

“Já em PJ, as perspectivas são mais positivas, pois ainda não é possível enxergar um vencedor nessa arena”, afirma. “E o Tribanco já atua nesse mercado, tem capilaridade e uma base de clientes que possibilita uma largada interessante.”

Covid-19

Antes de entrar, de fato, nessa competição, o Tribanco tem dedicado parte de seu tempo às ações de apoio aos varejistas na Covid-19. Em uma dessas iniciativas, o banco está destinando mais de R$ 100 milhões mensais para a antecipação de recebíveis, por meio da Unica.

O banco não vem tendo grandes alterações no volume de empréstimos, na casa dos R$ 200 milhões mensais. Batista diz que isso se explica pelo fato de que 85% dos clientes são mercados e farmácias, segmentos do varejo menos afetados pela crise.

O banco está destinando mais de R$ 100 milhões mensais para a antecipação de recebíveis para apoiar os varejistas na Covid-19

Segundo dados do Martins, o varejo alimentar e as farmácias registraram, em abril, saltos de 22% e de 23%, nas vendas, respectivamente. Já categorias como materiais de construção e eletroeletrônicos seguem sendo as mais impactadas.

“Estamos sendo um pouco mais conservadores nesses segmentos”, diz o executivo. “Mas nós analisamos caso a caso, pois sabemos o que está acontecendo em cada cidade e temos o histórico desses varejistas.”

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Magazine Luiza acelera vendas online desde abril após impacto da Covid-19 https://newtrade.com.br/varejo/magazine-luiza-acelera-vendas-online-desde-abril-apos-impacto-da-covid-19/ https://newtrade.com.br/varejo/magazine-luiza-acelera-vendas-online-desde-abril-apos-impacto-da-covid-19/#respond Thu, 28 May 2020 11:14:33 +0000 https://newtrade.com.br/?p=1025808

De todo modo, a receita líquida total do Magazine Luiza evoluiu 20,9% no primeiro trimestre, no comparativo anual, para R$ 5,2 bilhões.

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A varejista Magazine Luiza teve forte aceleração das vendas desde abril, com seu braço de comércio eletrônico crescendo fortemente e compensando com sobras o fechamento de lojas físicas devido às medidas de isolamento social para conter a pandemia do novo coronavírus.

O grupo especializado na venda de eletrodomésticos, móveis e eletrônicos informou na segunda-feira (25) que, após um impacto negativo em meados de março, quando as medidas de isolamento começaram, suas vendas totais em abril subiram 7% no comparativo anual, acelerando que acelerou para 46% em maio até dia 20.

“Os efeitos dessa nova realidade já se mostraram no resultado final do primeiro trimestre. E devem ter impacto ainda maior no segundo”, afirmou a companhia no relatório.

A companhia teve prejuízo ajustado de R$ 8 milhões no primeiro trimestre, ante lucro de R$ 125,6 milhões em igual etapa de 2019, refletindo sobretudo o fechamento total de suas lojas físicas, que deixaram de vender o equivalente a 500 milhões de reais na segunda metade de março, estimou a empresa.

Evolução no primeiro trimestre

De todo modo, a receita líquida total do Magazine Luiza evoluiu 20,9% no primeiro trimestre, no comparativo anual, para R$ 5,2 bilhões.

E o resultado operacional medido pelo lucro antes de juros, impostos, amortização e depreciação (Ebitda, na sigla em inglês) ajustado somou 273,9 milhões de reais, queda de 29%. A margem Ebitda caiu 3,7 pontos percentuais, para 5,2%.

Em termos líquidos, incluindo efeitos não recorrentes, a empresa teve lucro de R$ 30,8 milhões, queda de 76,7%, enquanto o Ebitda declinou 15,9%, a R$ 332,6 milhões.

A varejista agregou ter tomado medidas para fortalecer sua posição de liquidez diante dos efeitos da pandemia e fechou março com caixa líquido R$ 3,8 bilhões, ante R$ 1,4 bilhão 12 meses antes.

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Mesmo com Dia das Mães, retração no varejo deve ser de 22% em maio https://newtrade.com.br/varejo/mesmo-com-dia-das-maes-retracao-no-varejo-deve-ser-de-22-em-maio/ https://newtrade.com.br/varejo/mesmo-com-dia-das-maes-retracao-no-varejo-deve-ser-de-22-em-maio/#respond Thu, 28 May 2020 11:09:27 +0000 https://newtrade.com.br/?p=1025800

Pesquisa do IBEVAR aponta queda de até 67% nas vendas por categorias

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Considerado um dos meses mais importantes para o varejo devido ao Dia das Mães, maio deve apresentar uma queda de 22,11% nas vendas, em comparação ao mesmo período do ano anterior, segundo o Instituto Brasileiro de Executivos de Varejo e Mercado de Consumo (IBEVAR). Nesta data, o consumo costuma registrar, dependendo das categorias, um aumento de 40% da média anual.

De acordo com o estudo, apenas duas categorias indicam crescimento, farmácias, com 9,59 p.p., e super/hipermercados, com 22,93 p.p.. Para o economista e presidente do IBEVAR, Claudio Felisoni de Angelo, os dados refletem o avanço da pandemia no Brasil e a baixa confiança do consumidor para gastar com bens duráveis. “A pandemia desestabilizou o mercado e o brasileiro, que se vê em um momento de incerteza. O crescimento destes dois segmentos reforça a preocupação em gastar apenas com produtos essenciais para não comprometer o orçamento familiar”, avalia.

Já as categorias que devem apresentar recuo nas vendas são “tecidos, vestuário e calçados” (-67,43 p.p.), “livros, jornais, revistas e papelaria” (-63,15 p.p.), “veículos, motos, partes e peças” (-61,42 p.p.), “móveis e eletrodomésticos” (-39,60 p.p.) e “materiais de construção” (-28,91 p.p.).

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