Tecnologia – Newtrade https://newtrade.com.br Fri, 24 Jan 2020 15:37:03 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=5.3.2 https://newtrade.com.br/wp-content/uploads/2017/03/favicon-newtrade.png Tecnologia – Newtrade https://newtrade.com.br 32 32 Google pode comprar Salesforce por US$ 250 bilhões para combater Amazon https://newtrade.com.br/tecnologia/google-pode-comprar-salesforce-por-us-250-bilhoes-para-combater-amazon/ https://newtrade.com.br/tecnologia/google-pode-comprar-salesforce-por-us-250-bilhoes-para-combater-amazon/#respond Fri, 24 Jan 2020 11:03:35 +0000 https://newtrade.com.br/?p=1023007

O Google poderia adquirir o Salesforce para alcançar seu objetivo de se tornar o segundo maior na nuvem até 2023, preveem analistas

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Analistas do RBC Capital Markets, um banco global de investimentos, fizeram uma previsão de como será a resposta do Google para acompanhar o rápido desenvolvimento dos serviços de armazenamento de dados em nuvem das suas rivais do setor de tecnologia, a Amazon e a Microsoft. E essa resposta deve custar caro.

Em seu relatório de perspectivas para 2020, o banco disse que espera que o Google possa adquirir a Salesforce, empresa americana de software on demand, em um acordo que pode chegar em US$ 250 bilhões.

Nesse mesmo relatório, o banco afirma que o Google também pode comprar a Nutanix, empresa de software, para alavancar seus planos de melhorar seus serviços de armazenamento em nuvem.

As duas previsões do RBC sobre o investimento em companhias que podem melhorar a tecnologia do sistema do Google vêm em um momento delicado para o futuro do Google Cloud Platform.

O Goldman Sachs relatou, com bases em relatórios de mais de 100 executivos de tecnologia de empresas do Global 2000, uma pequena diminuição no uso do Google Cloud.

A Google Cloud Platform é o terceiro serviço de nuvem pública, significativamente atrás da AWS [Amazon Web Services] e da Azure [sistema da Microsoft], em participação de mercado por receita.

“O Google tem feito esforços agressivos em relação a aquisição de talentos, parcerias tecnológicos e M&As [fusões e aquisições] para moldar sua proposta estratégica de valor empresarial”, dizem os analistas do Goldman Sachs em relatório.

A aquisição

O Google poderia adquirir a Salesforce para alcançar seu objetivo de se tornar a segunda maior nuvem de armazenamento, preveem os analistas RBC.

Segundo informações do Business Insider, Thomas Kurian, CEO do Google Cloud, disse aos funcionários que o serviço tem uma meta de cinco anos para se tornar “pelo menos a nuvem número dois no mercado”.

“Não vemos uma maneira orgânica viável do Google Cloud chegar lá”, disse a nota da RBC, em resposta ao comentário de Kurian.

O banco defende que a aquisição da Salesforce permitiria ao Google “saltar instantaneamente” para o segundo lugar atrás da Amazon, deixando a Azure para trás.

Observadores especulam, desde que assumiu o cargo, que Kurian poderia estar procurando fazer mega acordos para ajudar o Google a se aproximar da supremacia da nuvem.

No começo de janeiro, Dan Ives, analista da Wedbush Securities, disse ao Business Insider que espera que Kurian leve o Google a grandes aquisições, incluindo acordos potenciais para comprar diversas empresas de capital aberto ligadas à tecnologia de armazenamento em nuvem e análise de dados.

Desenvolvendo o Google Cloud Platform

Além das possíveis aquisições, o RBC acredita que o Google possa criar uma divisão totalmente independente para os serviços de nuvem. De acordo com analistas do RBC, essa poderia ser uma companhia com um valor de mercado superior a US$ 220 bilhões.

Para o RBC, esse descolamento entre as marcas pode acontecer por dois principais motivos.

O primeiro é porque o Google contratou Kurian e agora “o Google Cloud Platforms tem um líder reconhecido e um executivo sênior comprovado com muita familiaridade com Wall Street”, em referência ao mandato de 20 anos como presidente de produtos na Oracle antes de aceitar a proposta do Google.

O segundo motivo para a companhia considerar uma possível separação entre as marcas é devido ao crescente escrutínio das políticas antitruste que o Google vem sofrendo e à recente mudança na governança da Alphabet, holding que controla a companhia.

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Netflix, Nubank e Mercado Livre: os apps que foram tendência no Brasil em 2019 https://newtrade.com.br/tecnologia/netflix-nubank-e-mercado-livre-os-apps-que-foram-tendencia-no-brasil-em-2019/ https://newtrade.com.br/tecnologia/netflix-nubank-e-mercado-livre-os-apps-que-foram-tendencia-no-brasil-em-2019/#respond Wed, 22 Jan 2020 13:21:52 +0000 https://newtrade.com.br/?p=1022941

Estudo revela quais aplicativos mais cresceram em número de downloads no ano passado

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O Brasil é o quarto país do mundo que mais tem alavancado a economia digital em aplicativos desde 2016. Os downloads em lojas de apps para dispositivos Android (Google) e iOS (Apple) cresceram 40% no país nos últimos três anos – número que fica atrás apenas das potências asiáticas Índia (190%), China (80%) e Indonésia (70%).

O estudo State of Mobile 2020 identificou os aplicativos que foram tendência no Brasil em 2019 em cinco setores. São eles: games, finanças, varejo, streaming e social. Entre os destaques, estão Netflix, Nubank e Mercado Livre – apps que tiveram o maior aumento de downloads em 2019, comparados ao ano anterior, dentro de seus respectivos mercados.
No total, foram baixados 204 bilhões de apps no mundo todo no ano passado. Os valores gastos pelos usuários nesses aplicativos – seja por planos de assinatura ou compras diretas – foi de US$ 120 bilhões. O estudo ainda constata que se gasta globalmente, em média, 3h40min por dia em smartphones.

Finanças: Nubank

Globalmente, a base de usuários de apps de fintechs cresceu mais em 2019 do que a de aplicativos de bancos tradicionais: 20% diante de 15%. Este dado, revelado pela pesquisa, mostra que, no ambiente digital, as startups se sobressaem às grandes empresas no setor financeiro.

No Brasil, os aplicativos que foram tendência em 2019 – mais cresceram em downloads em comparação ao ano anterior – foram Nubank, FGTS, PicPay, Caixa e MercadoPago. Vale ressaltar que foi neste período que foram autorizados saques do Fundo de Garantia (FGTS) para todos os trabalhadores, o que explica a popularidade do app dedicado a este fim.

Varejo: MercadoLivre

O estudo State of Mobile 2020 constata que, no mundo, os downloads de apps de compras cresceram 20% entre 2018 e 2019, atingindo 5,4 bilhões no ano passado. Ademais, o tempo médio de uso destes aplicativos cresceu 70% ano a ano.

No Brasil, estes foram, respectivamente, os aplicativos que tiveram maior crescimento em downloads nas lojas de apps em 2019: Mercado Livre, Americanas, Magazine Luiza, Aliexpress e Wish.

Streaming: Netflix

O mercado de streaming de vídeos está cada vez mais aquecido, com a entrada de gigantes em 2019, como o Disney +. No Brasil, a chegada da assinatura do Amazon Prime Video foi a notícia que mais impactou o setor neste ano.

Os apps que foram tendência no país, com maior aumento da quantidade de downloads nas lojas Google Play e App Store, foram: Netflix, YouTube Go, Amazon Prime Video, Globo Play e Viki.

Social: WhatsApp Business

Metade do tempo que as pessoas passam em seus dispositivos móveis são em redes sociais e apps de mensagem. Este é o mercado mais maduro dentro do universo dos aplicativos e mantém tendências de alguns anos atrás, como serviços corporativos, conteúdos efêmeros e vídeos de curta duração.

Os apps deste segmento no Brasil que tiveram maior crescimento entre 2018 e 2019 foram: WhatsApp Business, Status Server, Snapchat, Telegram e Hago.

Games: Run Race 3D

Jogos para dispositivos móveis são mais rentáveis e tomam maior tempo do usuário do que games para PC ou Console. De acordo com o State of Mobile 2020, a expectativa para o ano que vem é que os gastos nestes aplicativos superem a marca dos US$ 100 bilhões globalmente.

No Brasil, os jogos que mais aumentaram seus downloads em 2019 (comparado ao ano anterior) foram, nesta ordem: Run Race 3D, Call of Duty: Mobile, Color Bump 3D, Stack Ball e Fun Race 3D.

Em rentabilidade, aqueles que mais aumentaram receita no ano passado foram: Free Fire, Brawl Stars, Ragnarok M, Saint Seiya: Awakening e PUBG Mobile.

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Rakuten vende operação de tecnologia para e-commerce no Brasil https://newtrade.com.br/tecnologia/rakuten-vende-operacao-de-tecnologia-para-e-commerce-no-brasil/ https://newtrade.com.br/tecnologia/rakuten-vende-operacao-de-tecnologia-para-e-commerce-no-brasil/#respond Mon, 20 Jan 2020 10:52:44 +0000 https://newtrade.com.br/?p=1022865

Procurada, a GenComm informou que fará uma comunicação oficial sobre a mudança ainda durante o mês de janeiro.

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A japonesa Rakuten vendeu sua operação de tecnologia para comércio eletrônico no Brasil para o fundo americano Ten Oaks Group. Com a venda, que aconteceu de forma silenciosa no segundo semestre de 2019, a operação no país passou a se chamar GenComm.

Com a venda, que aconteceu de forma silenciosa no segundo semestre de 2019, a operação no país passou a se chamar GenComm. A Rakuten Marketing, outro braço de atuação do grupo no Brasil, que trabalha com publicidade na internet, continua operando normalmente sob o seu guarda-chuva.

Pouco conhecido, o Ten Oaks Group diz em seu site ser o “family office” de “um consórcio de investidores de private equity” que coloca dinheiro em companhias de pequeno porte (menos de US$ 25 milhões de Ebitda) que precisam passar por um processo de reorganização.

“Rakuten Brasil agora é GenComm. Fundo de investimentos norte-americano anunciou a aquisição da Rakuten Brasil, uma das maiores operações de e-commerce da América Latina. A empresa vai operar de forma independente e passa a usar o nome GenComm”, diz uma postagem feita no perfil da GenComm no LinkedIn. A operação tem atualmente cerca de 100 pessoas – 50 a menos que em outubro, segundo dados do LinkedIn.

Procurada, a GenComm informou que fará uma comunicação oficial sobre a mudança ainda durante o mês de janeiro.

A Rakuten chegou ao Brasil em 2011 com a compra da Ikeda, que prestava serviços de tecnologia para varejistas — modelo semelhante ao da Vtex, que recebeu um aporte de US$ 140 milhões da SoftBank em novembro. No ano seguinte, lançou seu shopping virtual (marketplace). Com o acirramento da competição no segmento, a companhia foi perdendo participação de mercado e, em 2016, passou a se focar apenas nos serviços de tecnologia.

Nessa época, a companhia nomeou René Abe, um executivo com passagens pelo PayPal e pelo Buscapé, que estava na empresa desde 2014, para comandar as operações. Em seu perfil no LinkedIn, Abe informa ter deixado a companhia em outubro.

 

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RP INFO e o Grupo Superpão levam inovação brasileira para a NRF Big Show https://newtrade.com.br/tecnologia/rp-info-e-o-grupo-superpao-levam-inovacao-brasileira-para-a-nrf-big-show/ https://newtrade.com.br/tecnologia/rp-info-e-o-grupo-superpao-levam-inovacao-brasileira-para-a-nrf-big-show/#respond Wed, 15 Jan 2020 12:55:26 +0000 https://newtrade.com.br/?p=1022773

A inovação é um Self Checkout inteligente com solução Glory que além de aceitar pagamentos nos cartões de crédito e débito, também aceita dinheiro.

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Uma tecnologia brasileira da RP INFO e o Grupo Superpão foi apresentada como um case de sucesso na NRF Big Show, maior feira de tecnologia para o varejo do mundo, que aconteceu até o dia 14 de janeiro em Nova York. A inovação é um Self Checkout inteligente com solução Glory que além de aceitar pagamentos nos cartões de crédito e débito, também aceita dinheiro.

Uma das vantagens é a segurança do equipamento, que gerencia as sobras e as faltas de caixa. Além disso, o problema da falta de troco também é solucionado, já que incentiva o consumidor a levar moedas para a loja. Outro diferencial do equipamento que proporciona um serviço a mais para os clientes é a possibilidade de realizar pagamentos de boletos em dinheiro.

“O consumidor moderno necessita de um varejo que facilite a sua vida e o faça economizar tempo. Por isso, o Glory foi idealizado para ser uma máquina que amplia o leque de serviços, funcionalidades e que consegue solucionar tanto os problemas dos clientes quanto dos varejistas”, destaca o Diretor Comercial Interino da RP INFO, Tiago Nascimento.

 

 

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Automação inteligente do varejo gera, simultaneamente, benefícios e ameaças https://newtrade.com.br/tecnologia/automacao-inteligente-do-varejo-gera-simultaneamente-beneficios-e-ameacas/ https://newtrade.com.br/tecnologia/automacao-inteligente-do-varejo-gera-simultaneamente-beneficios-e-ameacas/#respond Mon, 13 Jan 2020 12:26:27 +0000 https://newtrade.com.br/?p=1022711

Como conciliar as vantagens e as desvantagens das novas tecnologias

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Por Dora Kaufman, pós-Doutora COPPE-UFRJ (2017) e TIDD PUC-SP (2019), Doutora ECA-USP com período na Université Paris – Sorbonne IV.

A varejista chinesa Alibaba, desde 2016 investe pesado no conceito de “New Retail”, termo cunhado pelo seu fundador Jack Ma para definir um ecossistema que combina os canais on-line e offline; no supermercado futurista do grupo, Hema Xiansheng, inaugurado em 2015, o pagamento é automático e processado por reconhecimento facial (tecnologia de inteligência artificial/IA).

Seu competidor americano, a Amazon, em 2018 inaugurou a mercearia Amazon Go, em Seattle, onde o cliente transita pela loja, põe os produtos em sua sacola e vai embora; um aplicativo baixado previamente no celular registra as compras e os pagamentos sem qualquer interferência humana. O foco de ambos é a conveniência do consumidor (sem caixas, sem filas, mais facilidade e mais agilidade).

As tecnologias digitais estão invadindo o varejo mundo afora, extrapolando as funções de meios de pagamento. A North Face – principal fornecedora mundial de vestuário, equipamento e calçados -, oferece um sistema de compras online interativo: o cliente, por meio do processamento de linguagem natural (IA), enquanto faz compras recebe recomendações personalizadas em conversa com o “vendedor”.

Desenvolvido em parceria com a provedora de serviços Fluid e o Watson IBM, as conversas geram dados que são transformados em insights para melhorar a experiência de consumo (IA). O intuito é replicar nas plataformas eletrônicas a função do balconista de loja.

No Brasil, essas tecnologias estão sendo incorporadas no e-commerce e nas lojas físicas. Os mais visíveis são os totens de autoatendimento; o grupo GPA, por exemplo, já instalou 180 “Self Checkouts” em 23 lojas das bandeiras Pão de Açúcar e Extra (20% do faturamento total dessas lojas). O Magazine Luiza, outro exemplo, inspirado nas lojas da Apple, transformou seus vendedores em caixa, sistema implantado em 100% das lojas Magalu. Segundo especialistas, essas facilidades tendem a reduzir em 30% o tempo gasto nas lojas. A automação do varejo, aparentemente, é uma tendência inexorável porque facilita a vida do consumidor, que festeja as novidades!

Como nas demais implementações (saúde, educação, redes sociais, pesquisa, produção), as tecnologias inteligentes aportam inestimáveis benefícios e grandes desafios. No caso do varejo, o efeito negativo imediato é a eliminação de funções até então exercidas por trabalhadores humanos. Dos 16 milhões de postos de trabalho criados no Brasil entre 2003-2016, cerca de 9,2 milhões (70%) estão em risco segundo estudo do Laboratório do Futuro da Coppe – UFRJ; independente dos números estimados, que variam conforme a metodologia da pesquisa, o consenso é de que as funções de baixa qualificação são as primeiras a serem substituídas pela automação inteligente (em geral, não por coincidência, são as mais numerosas e, o que tem impacto direto nos jovens, associadas ao “primeiro emprego”).

Relatório do Fórum Econômico Mundial sobre o futuro do trabalho (setembro/2018) estima que até 2022, a mudança na divisão do trabalho entre humanos e máquinas/algoritmos afetará 75 milhões de cargos. Atualmente, em média 71% do total de horas de tarefas nos setores cobertos pelo estudo do relatório é realizada por humanos, em comparação com 29% por máquinas/algoritmos; em 2022, essa média deve mudar para 58% de horas de tarefas executadas por seres humanos e 42% por máquinas/algoritmos.

As ameaças, contudo, não estão restritas ao potencial desemprego e ao aumento da desigualdade (as tão propagadas novas funções demandam certo nível de especialização/formação que a maior parte dos trabalhadores não possui, aumentando a competição pelas funções menos qualificadas, o que implica em redução salarial/renda).

Dados

A automação do varejo gera dados que são utilizados para estruturar os modelos de previsão (treinar e aperfeiçoar os algoritmos de IA); os dados contém informações valiosas sobre o comportamento do consumidor, essencial em todas as etapas da cadeia de produção (desenvolvimento de produtos/serviços, marketing/vendas, comunicação/propaganda).

A base do funcionamento da economia do século XXI está nos dados (e não nos modelos/algoritmos de IA), responsáveis pelo atual poder e concentração de mercado das Big Techs (as gigantes de tecnologia) e, gradativamente, extensivo à todas as organizações, públicas e privadas, com capacidade de gerar, armazenar e minerar grandes quantidades de dados para extrair informações valiosas sobre quase tudo. Do uso dos dados derivam questões como proteção à privacidade dos usuários, sofisticação dos mecanismos de persuasão (comunicação hiper segmentada e assertiva), controle excessivo por corporações e governos.

A complexidade corrente não recomenda análises e soluções simplistas baseadas em poucas variáveis e/ou em raciocínio dualista (bem e mal). Os modelos de inteligência artificial, que estão permeando as atividades socioeconômicas, aportam benefícios extraordinários e, simultaneamente, sérias ameaças. O desafio posto à sociedade é como conciliar ambos os efeitos!

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Consumidores gastam mais usando assistentes de voz https://newtrade.com.br/tecnologia/consumidores-gastam-mais-usando-assistentes-de-voz/ https://newtrade.com.br/tecnologia/consumidores-gastam-mais-usando-assistentes-de-voz/#respond Mon, 13 Jan 2020 12:11:08 +0000 https://newtrade.com.br/?p=1022702

Um estudo recente se preocupou em entender como o emprego dessas soluções mexe com o comportamento dos consumidores.

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O uso de assistentes de voz como Google Assistente, Alexa ou Tmall Genie vem caindo no gosto das pessoas para executar uma série de tarefas, como fazer compras. Um estudo recente se preocupou em entender como o emprego dessas soluções mexe com o comportamento dos consumidores. Para isso, o trabalho utilizou um experimento natural e um novo algoritmo na plataforma de comércio eletrônico do Alibaba para estimar o efeito heterogêneo do tratamento das compras por voz.

“Os resultados indicam que o uso de compras ativadas por voz leva os consumidores a adquirirem mais quantidades e gastar mais. Existe uma heterogeneidade substancial nos efeitos do tratamento”, aponta os pesquisadores que colaboraram com o Alibaba.

O estudo apontou ainda que o impacto positivo na quantidade de compras é maior entre os consumidores de alta renda, mais jovens e mais ativos, enquanto o aumento no valor dos gastos é mais acentuado para consumidores de baixa renda, mais jovens e menos ativos.

Uma das conclusões do estudo é que as compras por ferramentas de inteligência artificial não canibalizam outros canais; ao contrário, aumentam as compras por meio de PC e canais móveis. Além disso, a adoção de compras ativadas por voz leva a mais pesquisas em termos de amplitude e profundidade sobre o produto.

“O aumento da pesquisa está positivamente correlacionado com gastos anteriores, renda, atividade, idade e ser mulher. Exploramos ainda mais os mecanismos que explicam as mudanças. As descobertas fornecem implicações úteis para empresas de comércio eletrônico e negócios que utilizam as compras ativadas por voz”, explicam os autores no estudo.

O estudo constatou ainda que o emprego da IA ​​de voz faz com que consumidores femininos e idosos procurem mais. “Nossas descobertas podem fornecer aos profissionais uma melhor compreensão sobre se a compra por voz facilita ou inibi a pesquisa e a compra, orientando-os para melhorar a experiência geral do consumidor”, avaliam os pesquisadores.

De acordo com eles, a pesquisa tem implicações gerenciais para empresas de comércio eletrônico. Para os pesquisadores, a única vantagem que diferencia as compras por voz das empresas de comércio eletrônico são suas informações sobre o histórico de compras dos clientes e sua capacidade de usar esse tipo de canal.

“Este estudo aproveita tal vantagem informacional e fornece evidências sobre o impacto heterogêneo da IA ​​de voz, sugerindo uma estratégia personalizada de promoção e produto para determinados grupos de consumidores”, explica o estudo.

Segundo os autores, a pesquisa pode fornecer orientação para outras empresas que também fundem a IA de voz com seus principais serviços ou produtos, incluindo indústrias tradicionais, como hotéis e automóveis.

 

 

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Walmart lança plataforma self-service de anúncios https://newtrade.com.br/tecnologia/walmart-lanca-plataforma-self-service-de-anuncios/ https://newtrade.com.br/tecnologia/walmart-lanca-plataforma-self-service-de-anuncios/#respond Mon, 13 Jan 2020 12:09:03 +0000 https://newtrade.com.br/?p=1022700 Walmart

Com o novo produto, a empresa espera aumentar o uso de seus serviços por empresas, já que a contratação de anúncios ficou mais rápida e independente.

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Walmart

O Walmart Media Group, braço de publicidade da varejista, anunciou o lançamento de uma nova plataforma de anúncios que permitirá aos anunciantes comprar diretamente do seu site palavras-chave e produtos patrocinados dentro do walmart.com. Além da nova plataforma, a empresa também lançou uma API para tornar seu inventário disponível em parceiros.

Com o novo produto, a empresa espera aumentar o uso de seus serviços por empresas, já que a contratação de anúncios ficou mais rápida e independente. Antes, só era possível comprar publicidade dentro do site via representantes humanos.

A companhia de Arkansas vem se preparando para entrar nesse mercado nos últimos anos, com o objetivo de fazer frente a Amazon dentro desse novo (e promissor) setor.

Primeiros passos em um novo mercado

Um dos méritos da Amazon enquanto companhia foi mostrar como o mercado de anúncios poderia ser vantajoso para marketplaces, por receberem uma quantidade significativa de visitas por dia e poderem oferecer às empresas audiências mais segmentadas.

De acordo com um relatório produzido pela equipe de análise de Business Insider, só em 2018 a empresa de Jeff Bezos captou mais de US$ 10 bilhões em receita vinda de anúncios, crescendo cerca de 117% ano a ano. Para 2023, o documento estima que a empresa tenha 14% das vendas de anúncios digitais, tomando espaço de empresas como Google e Facebook.

Vendo os bons resultados da rival, a Walmart se preparou nos últimos anos para entrar de forma mais agressiva nesse setor, desenvolvendo soluções internas e adquirindo startups de análise. Sua grande vantagem reside na possibilidade de, em uma versão mais avançada da plataforma, oferecer a capacidade de combinar o perfil de um usuário tanto em compras virtuais como as realizadas em unidades físicas.

Mas a empresa ainda tem um longo caminho a percorrer para oferecer um bom serviço de análise: de acordo com profissionais que estiveram na fase inicial de testes informaram que os insights proporcionados pela marca ainda são poucos, como desempenho do anúncio por tipo de dispositivo e frequência de pesquisas das palavras-chave adquiridas.

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Polishop da vida a garota virtual “Poliana” https://newtrade.com.br/varejo/polishop-da-vida-a-garota-virtual-poliana/ https://newtrade.com.br/varejo/polishop-da-vida-a-garota-virtual-poliana/#respond Wed, 08 Jan 2020 12:43:33 +0000 https://newtrade.com.br/?p=1022586

A plataforma está integrada ao IBM Watson.

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A Polishop acaba de lançar a sua assistente virtual batizada de Poliana. A plataforma foi desenvolvida pela Flex Interativa e é a combinação entre Realidade Aumentada, Inteligência Artificial, Amazing Content e dados analíticos. Tem a capacidade de fazer a sua marca conversar com o cliente final, seja através de um produto ou tirando dúvidas sobre serviços. A plataforma está integrada ao IBM Watson.

Dessa maneira, será possível fazer várias perguntas sobre o produto e a Poliana vai tirar as dúvidas sobre o modo de utilizar o produto, especificações técnicas, etc. No caso, se a Poliana não souber responder, a pergunta fica armazenada no painel de controle e poderá ser respondida em tempo real pelo gestor da campanha. “A ideia é aplicar esta tecnologia em vários produtos da Polishop”, conta João Appolinário, fundador e CEO da empresa. “A Flex Interativa trouxe para a Polishop uma tecnologia inovadora, que ao mesmo tempo ensina as pessoas a utilizarem os nossos produtos como também poderá desafogar o nosso call center”, finaliza Appolinário.

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5 tendências da tecnologia em 2020 https://newtrade.com.br/tecnologia/5-tendencias-da-tecnologia-em-2020/ https://newtrade.com.br/tecnologia/5-tendencias-da-tecnologia-em-2020/#respond Mon, 06 Jan 2020 14:03:22 +0000 https://newtrade.com.br/?p=1022476

A internet 5G e os veículos autônomos chegam ao grande público. Internet das coisas, computação em nuvem, blockchain e inteligência artificial tornam-se mais populares

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Bill Gates liderava a Microsoft – e a Microsoft liderava o mundo – quando publicou, em dezembro de 1995, seu livro de tendências “A Estrada do Futuro”. Onze meses depois, viu-se obrigado a lançar uma edição “completamente revisada e atualizada” com tudo aquilo que ele havia ignorado ou subestimado. Como a internet, por exemplo.

Essa introdução serve para lembrar que a única previsão certeira sobre 2020é a de que as previsões nunca dão 100% certo. Este jornalista não é nenhum Bill Gates e o horizonte parece mais turvo do que em 1995. (O próprio fundador da Microsoft agora se limita a recomendar livros que já leu e eleger as melhores invenções do ano que já passou). O modelo vigente de produção de inovação (com startups e fundos de venture capital) sofreu um abalo, em 2019, com IPOs abaixo da expectativa das startups Lyft e Uber, além do cancelamento da abertura de capital do WeWork. Uma eventual desconfiança em empresas de muito volume de receita mas pouco lucro pode mudar os rumos da tecnologia em 2020. Além dessa incerteza importante, será o primeiro ano de uso comercial da rede 5G – que em 2019 estreou timidamente em países como Estados Unidos e Coreia do Sul. Quase um wifi a céu aberto, a nova rede abre um vasto potencial para soluções e empresas desconhecidas. Feitas as ressalvas, essas são nossas apostas para o ano que vem:

1. Multiexperiência

“O computador deixa de ser um ponto de interação e acaba se espalhando, com múltiplos pontos de acionamento e detecção”, diz a lista de apostas da consultoria Gartner. Cada vez mais o mundo se torna, ele mesmo, smart.

Em 2020 devemos ver a afirmação de smart home, como Google Home e Amazon Alexa – que ganharam versões em português no fim de 2019 – e o avanço de wearables, como pulseiras e tênis inteligentes. A chegada das redes 5G (lá fora) dá meios para novas aplicações e dispositivos de realidade virtual e realidade aumentada.

reconhecimento facial deve avançar no Ocidente – na China, já é onipresente –, afirma Vanessa Pegueros, chefe de segurança da OneLogin (uma empresa de gestão de acessos do Vale do Silício). “O iPhone popularizou essa tecnologia de tal maneira que o público espera a mesma praticidade em outras soluções”, disse à revista especializada Software Developer Times. “Apesar de ter falhas, os ganhos de praticidade superam as preocupações dos usuários”.

2. Inteligência artificial

Crescimento exponencial e atendimento personalizado, dois sonhos de qualquer empresa, são aparentemente opostos – mas podem acontecer ao mesmo tempo graças à inteligência artificial (IA). Companhias como a gigante do fast food McDonald’s e o unicórnio brasileiro de planos de academia Gympass compraram, em 2019, empresas de inteligência artificial. Para valer a pena, investimentos como esses terão de trazer resultados visíveis no ano que vem.

Essas empresas levaram o desenvolvimento de inteligência artificial para dentro de casa por dois motivos. Primeiro, porque a tecnologia se tornou fundamental. “A análise baseada em IA se tornará cada vez mais uma extensão natural da automação, permitindo que as empresas obtenham maiores insights de rede, beneficiando a segurança, disponibilidade e agilidade geral dos negócios”, afirma Keerti Melkote, da área de Intelligent Edge da Hewlett Packard Enterprise e fundador da Aruba Networks. Segundo, porque a tecnologia está se democratizando. A computação em nuvem (outra tendência para 2020) e as APIs (interfaces de programação de aplicativos) dão acesso a ferramentas de IA e machine learning para empresas relativamente menores.

“Em 2020, companhias voltadas a produtos com IA vão incorporar elementos de reforço de aprendizado e compartilhamento de dados em larga escala, para se manter competitivas”, disse Tatianna Flores, chefe do laboratório de inteligência artificial da empresa de TI Atos. “Em 2019, aplicações de AI para questões específicas da indústria se tornaram commodities”. A vantagem competitiva deixa de estar na mera presença da tecnologia, e se desloca para a criatividade de uso e em sua integração. “Hoje, todos estão em processos para se tornarem digitais, fazendo mais ou menos as mesmas coisas, acessando mais ou menos os mesmos recursos e as mesmas informações”, diz Cesar Gon, CEO da CI&T. “O que vai nos diferenciar é a ousadia de tentar desbravar, criar novos caminhos”.

3. Veículos autônomos

Ainda distantes de tomar conta do trânsito, os veículos autônomos vão ganhar aplicações reais em 2020. Nas Olimpíadas de Tóquio, em julho, cem micro-ônibus sem motorista farão o transporte de atletas e espectadores de um estádio para outro e deles para a vila olímpica, enquanto uma frota de carros inteligentes dará apoio à maratona de revezamento da tocha. “Já existentes em ambientes controlados, como áreas de mineração e centros de logística, as ‘coisas autônomas’ vão avançar para espaços abertos ao público”, diz o relatório do Gartner. “Também deixam de ser máquinas solitárias para trabalhar em equipe, como o enxame de drones apresentado nos Jogos de Inverno de 2018”.

No segundo semestre, o iFood planeja lançar comercialmente robôs de entrega. Carrinhos elétricos, capazes de carregar até 30 quilos, vão transportar comida dentro de shopping centers e condomínios fechados – a “última milha”, fonte de prejuízo para empresas de logística. No exterior, Amazon, Uber e Wing (da Alphabet, holding do Google) vão decolar seus drones para entregar pacotes em até 30 minutos. Diante da complexa regulação dos Estados Unidos, os entregadores robóticos devem decolar primeiro em Israel, no Reino Unido e na China.

4. Computação em nuvem

A CI&T, multinacional brasileira parceira na transformação digital de Coca-Cola, Itaú, Embraco e Vivo, ouviu mais de 500 executivos de grandes empresas sobre a tendências para 2020. De acordo com a pesquisa, 57% afirmam que a computação em nuvem será essencial ao crescimento, seguida por internet das coisas (49%) e inteligência artificial (48%).

A computação em nuvem ganha apelo conforme tecnologias como IA se tornam estratégicas para qualquer tipo de negócio. “Empresas tradicionais, como fazendas, estão levantando e analisando dados em tempo real para ter mais inteligência, para sobrevier e crescer”, diz Roberto Prado, CTO da Microsoft Brasil. “Mas não adianta tentar fazer isso comprando computadores, você vai levar um ano e meio para processar uma informação de mercado que é importante para o mesmo dia”.

Para Matthew Halliday, ex-vice-presidente da Oracle e co-fundador da Incorta – startup americana de processamento e análise de dados –, em 2020 a nuvem abrirá as portas do mercado para a computação quântica. “Apesar de estamos a anos de distância da popularização, o número de aplicações iniciais vai disparar em 2020, conforme empresas como Google e IBM se unirem a empresas menores para comercializar suas habilidades quânticas”, afirma. “Como resultado, o ano terá investimentos pesados de fundos de venture capital”.

5. Blockchain

As correntes de informação eram tecnologia de ponta em 2018, quando publicamos um especial sobre o tema. Em 2019, entrou no cotidiano de bancos e empresas intensivas em documentação e logística. Em 2020, aposta a consultoria Gartner, deve ganhar aplicações mais mundanas – até se tornar completamente escalável por volta de 2023. “Códigos de uso privado (em vez de bases públicas, como Bitcoin e Ethereum) estão ganhando uma abordagem descomplicada, ao implementar apenas alguns elementos de uma cadeia completa”, diz o relatório. “Blockchain é uma tendência que será ainda mais explorada”, diz Adriano Filadoro, diretor-presidente da Online Data Cloud, empresa de computação em nuvem. “É uma solução que pode ser implantada por uma equipe de TI ou contratada como serviço”.

Um incentivo à tecnologia virá de governos. “A China, por exemplo, divulgou que deve aumentar os investimentos na área para acelerar o desenvolvimento do blockchain, além de lançar um criptoativo próprio”, lembra Guilherme Canavese, diretor de operação da Golchain, plataforma de blockchain.

 

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As ações da TOTVS, líder brasileira no desenvolvimento de software de gestão, passam a integrar a carteira do Índice Bovespa (Ibovespa), considerado o mais importante indicador de desempenho das ações negociadas na bolsa brasileira, a B3 (Brasil, Bolsa, Balcão), e reúne as empresas mais importantes do mercado de capitais brasileiro. Fazer parte do índice reflete […]

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As ações da TOTVS, líder brasileira no desenvolvimento de software de gestão, passam a integrar a carteira do Índice Bovespa (Ibovespa), considerado o mais importante indicador de desempenho das ações negociadas na bolsa brasileira, a B3 (Brasil, Bolsa, Balcão), e reúne as empresas mais importantes do mercado de capitais brasileiro. Fazer parte do índice reflete o resultado da estratégia de negócios da companhia, intensificada desde o final de 2018, período em que os papéis da TOTVS registraram um crescimento de 125%: saíram de R$28,65, em janeiro de 2019, para R$64,55, em 30 de dezembro do mesmo ano.

Com o anúncio, a TOTVS passa a ser a primeira empresa de tecnologia a integrar o Ibovespa. Em 2006, na ocasião da realização do IPO, a TOTVS também conquistou o título de primeira empresa de tecnologia da América Latina a abrir capital no Novo Mercado da B3. De acordo com dados divulgados hoje pela B3, o peso da TOTVS na nova composição do Índice Bovespa é de 0,4253%, representando a 57ª posição. A nova carteira é composta por 73 ativos de 70 empresas.

“Integrar o seleto grupo da B3 faz com que as ações da TOTVS ganhem maior liquidez na bolsa, além de ser um indicador do excelente desempenho da empresa ao longo do último ciclo”, avalia Dennis Herszkowicz, presidente da TOTVS. “Isso reforça, mais uma vez, que estamos no caminho certo ao focar nossos esforços em um modelo de negócios poderoso, que passa pelo foco no core business da companhia e pela expansão para novos mercados”, complementa.

Em 2019, a TOTVS captou R$ 1,06 bilhão durante um follow-on (oferta subsequente), sendo 20 milhões de ações na oferta base e mais 7 milhões no chamado “hot issue”, realizado no mês de maio.

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