Tecnologia – Newtrade https://newtrade.com.br Fri, 23 Oct 2020 20:55:45 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=5.5.1 https://newtrade.com.br/wp-content/uploads/2017/03/favicon-newtrade.png Tecnologia – Newtrade https://newtrade.com.br 32 32 Newbasca realiza live de negócios e convenção online em Brasília https://newtrade.com.br/publieditorial/newbasca-realiza-live-de-negocios-e-convencao-online-em-brasilia/ https://newtrade.com.br/publieditorial/newbasca-realiza-live-de-negocios-e-convencao-online-em-brasilia/#respond Fri, 23 Oct 2020 20:53:58 +0000 https://newtrade.com.br/?p=1029910

A Agência Newbasca realizou no último dia 21 mais um evento de sucesso: agora para o Atacado Estrela, localizado na cidade de Ceilândia, no DF

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A Agência Newbasca realizou no último dia 21 mais um evento de sucesso: agora para o Atacado Estrela, localizado na cidade de Ceilândia, no DF. 

O desafio do Atacado era a realização de um encontro comercial tanto com seus clientes quanto com sua equipe de vendas de forma online. 

Para isso, a Agência planejou um evento híbrido que iniciou como uma Live de Negócios e encerrou com uma grande Convenção de Vendas online.

 

A Convenção de Vendas online teve como slogan “Somos Mais” e também marcou o aniversário de 10 anos da Distribuidora. 

Além de contar com todos os representantes e clientes em sua região de atuação, houve ainda a participação da professora Tania Miné, especialista em trade marketing que preparou um material personalizado para o varejo de vizinhança. Tudo aconteceu de forma interativa e online com a diretoria do Atacado Estrela. 

Todo o conceito criativo, plano de comunicação, equipe operacional de áudio e vídeo, transmissão e conexão foi gerenciada pela Agência Newbasca, tanto em São Paulo quanto no Distrito Federal. 

Para conhecer mais sobre o evento, acesse o link no youtube : https://www.youtube.com/watch?v=lQmzBSFRc2c

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O que os super aplicativos têm a oferecer e podem ensinar aos supermercados? https://newtrade.com.br/tecnologia/o-que-os-super-aplicativos-tem-a-oferecer-e-podem-ensinar-aos-supermercados/ https://newtrade.com.br/tecnologia/o-que-os-super-aplicativos-tem-a-oferecer-e-podem-ensinar-aos-supermercados/#respond Fri, 23 Oct 2020 11:16:34 +0000 https://newtrade.com.br/?p=1029896

Daniel Nepomuceno, diretor de e-commerce do Tenda Atacado, afirma que os super apps tem um papel relevante diante das pelas novas exigências dos consumidores. Atualmente, as entregas em menor tempo e em novas categorias têm favorecido empresas que conseguem oferecer agilidade.

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Seria essa a hora e a vez dos super aplicativos? Para Daniel Nepomuceno, palestrante e apresentador do Congresso Grocery&Drinks, realizado nesta quinta-feira, 22, pelo E-Commerce Brasil, o momento favorece o potencial deles. Daniel Nepomuceno é diretor de e-commerce do Tenda Atacado.

“O que estamos vivendo é uma fase e nós devemos atravessá-la”, ele explica sobre a pandemia do coronavírus. Neste ano, o comércio eletrônico superou as previsões de crescimento devido ao isolamento social. Além disso, já cresceu 4 vezes mais a média do ano passado, segundo a Ebit/Nielsen. E o ano nem acabou ainda.

Para Nepomuceno, os super apps tem um papel relevante neste cenário, principalmente pelas novas exigências dos consumidores. Atualmente, as entregas em menor tempo e em novas categorias têm favorecido empresas que conseguem oferecer agilidade.

Mesmo os aplicativos de entrega estando entre os principais usados para fazer compra, a partir de abril de 2020 podemos ver que os aplicativos das lojas próprias começaram a competir com mais veemência. Isso porque neste período muitas marcas perceberam a importância da entrega no mesmo dia. Ainda ficam para trás, porém, aplicativos de supermercado e farmácias. Por que?

De acordo com executivo, tem tudo a ver com a entrega.

vendas por aplicativo em 2020
Fonte: Ebit/Nielsen – 41º Webshoppers

Mas o fato de estarem aos poucos migrando para os aplicativos das marcas acendeu uma luz de alerta para o varejo. Se o consumidor está mais disposto a comprar direto da marca, os lojistas precisam estar atentos para aproveitarem as vendas.

Neste período de pandemia, os aplicativos de supermercado tiveram um aumento significativo de procura, porém pelo menos 63% dos consumidores ainda não os utiliza para fazer compras. Para Nepomuceno, esta é uma grande oportunidade para o lojista do ramo de alimentos.

O que o consumidor quer?

Para aproveitar o momento de crescimento e usar a oportunidade a seu favor, é preciso saber o que o consumidor quer e o que deve ser oferecido pelo supermercado.

Neste momento, os super apps fazem sucesso justamente pela entrega no mesmo dia, realizada em algumas horas.

Essa mesma vantagem está possibilitando o crescimento das vendas para quem atua em marketplaces, que muitas vezes assumem a responsabilidade pelo frete.

Por que usar super aplicativos?

De acordo com Nepomuceno, existem vantagens e desvantagens em vender nos super apps que devem ser consideradas. “O timing é muito importante e a principal proposta de valor dos super apps é a entrega rápida, o que é um diferencial que as grandes varejistas sentem dificuldade em executar”.

Confira as demais vantagens:
  • O lojista pega carona no aumento de vendas do aplicativo;
  • Mais exibição e divulgação da sua marca;
  • Aumento de conhecimento de mercado por atuar de maneira maior;
  • Ajuda a criar na empresa a cultura do nicho online;
  • Dilui o risco de investimento em mídia, já que as vendas são realizadas pelo app;
  • Eficiência logística do app aproveitada.
Desvantagens de vender pelos super aplicativos

Segundo o executivo, algumas categorias de vendas acabam não tendo alternativa senão aderir aos super aplicativos. Mesmo assim, existem desvantagens que devem ser consideradas:

  • Cria-se o risco de perda de contato com o cliente final;
  • Cria-se a dependência e perda do share das vendas(exemplo booking, alguns setores de comércio na china, que só atuam hoje por terceiros).
Mas vale a pena?

Tudo depende da estratégia de vendas e do setor da empresa. Para auxiliar nas contas, o executivo montou a tabela acima. De maneira comparativa, é possível perceber quais margens fazem sentido e quais serão os benefícios de usar os super apps, sobretudo ao analisarmos chargeback, análise de risco, custo com a plataforma, custo do frete e taxa de cartão, que são zerados.

O que o super app precisa para ser competitivo?
  • Capilaridade (pontos físicos que consigam atender às lojas e à alta demanda);
  • Estoque das lojas físicas;
  • Para produtos perecíveis não pode ter CD geral centralizado;
  • Mix regional;
  • Entrega no mesmo dia.

Uma das dicas de Nepomuceno para conseguir vender pelo super app é digitalizar o estoque e a loja, com informações em tempo real para conseguir alimentar mais rapidamente o app.

Sobretudo para os supermercados, mesmo que não se opte por usar o super app, o executivo recomenda aprender com eles para vender online: “o modelo tradicional de transportadora não atende ao supermercado online”.

Dessa forma, a principal lição é usar o mesmo modelo de entrega das novas soluções: roteirização diferente, veículos específicos e melhores, além de entregas direcionadas para aumentar a eficiência.

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WhatsApp passará a cobrar empresas por alguns serviços na versão Business https://newtrade.com.br/tecnologia/whatsapp-passara-a-cobrar-empresas-por-alguns-servicos-na-versao-business/ https://newtrade.com.br/tecnologia/whatsapp-passara-a-cobrar-empresas-por-alguns-servicos-na-versao-business/#respond Fri, 23 Oct 2020 10:35:56 +0000 https://newtrade.com.br/?p=1029875 WhatsApp business

Empresa também atualizou o botão de compras e promete facilitar a visualização e contato entre clientes e vendedores

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WhatsApp business

O WhatsApp anunciou que vai atualizar sua plataforma de negócios, o WhatsApp Business, com novas soluções — e passará a cobrar por parte dos serviços.

“Para que o WhatsApp também continue a crescer como empresa, passaremos a cobrar por alguns dos serviços que oferecemos a nossos clientes comerciais. No entanto, continuaremos a oferecer e a ampliar nossos serviços gratuitos de mensagens e ligações de voz e de vídeo, que são protegidos com a criptografia de ponta a ponta, para mais de 2 bilhões de pessoas”, afirmou a empresa em comunicado.

No entanto, não há informações sobre quais serviços serão cobrados, quanto vai custar, quando as soluções passarão a ser cobradas ou quais serão as novas soluções prometidas.

Hoje, a empresa que pertence ao grupo do Facebook tem duas soluções focadas em empresas: o WhatsApp Business e a API do WhatsApp Business. A primeira é para pequenas empresas e é uma ferramenta mais simples, que permite apenas automatização das mensagens e a criação de um perfil comercial. Esse modelo é totalmente gratuito.

Já a segunda é uma solução mais robusta, focada em média e grandes empresas. Ela oferece, além dos recursos mencionados, número verificado, chatbots e gestão e análise de dados. Nesse caso, as empresas precisam desembolsar uma quantia mensal para manter o serviço. A empresa não divulgou os preços que cobra atualmente.

Compras

Outra novidade é a área de compras no aplicativo do WhatsApp, que vai ser atualizada para um novo modelo. O formato é muito similar ao que se encontra hoje no Instagram, que também pertence ao Facebook.

“Vamos expandir as maneiras como as pessoas podem conferir os produtos disponíveis e finalizar compras diretamente nas conversas. Também queremos facilitar a integração desses recursos às soluções de venda e de atendimento ao cliente que as empresas já utilizam. Essa ação ajudará as pequenas empresas que foram mais afetadas neste momento”, disse a empresa também em comunicado.

A nova opção vai permitir também que as empresas forneçam assistência personalizada para os clientes. “O novo botão de mensagens torna mais fácil para as pessoas enviarem mensagens para empresas através WhatsApp. Os clientes podem visualizar os produtos diretamente no chat, tornando mais fácil compartilhar produtos com amigos e familiares para obter feedback antes de fazer uma compra”, complementa.

Na prática, o cliente vai encontrar este novo formato na hora de comprar produtos:

O vendedor poderá apresentar seus produtos da nova maneira por meio do app. Se o cliente encontrar o produto no Instagram ou no Facebook, poderá contatar o vendedor por meio do WhatsApp clicando no botão azul, como aparece na foto acima. No Instagram, por exemplo, a única opção que aparece atualmente é um botão que direciona o usuário ao site da empresa. Não há mais detalhes do recurso, por enquanto.

Já em relação ao ato da compra, a empresa também não explicou como a transação vai funcionar dentro do aplicativo de conversas. Em tese, a solução seria a implementação do WhatsApp Pay, que permitiria que o cliente concluísse a compra dentro da conversa com o vendedor. No entanto, o serviço de pagamentos está suspenso pelo Banco Central desde junho e não há previsão de liberação do novo meio de pagamentos por ora.

Segundo a empresa, hoje as transações financeiras no WhatsApp Business acontecem por meio de plataformas de pagamento, como PicPay ou Mercado Pago. Até mesmo boletos são uma opção. O vendedor envia o valor a ser pago e o cliente, por sua vez, finaliza o pagamento por meio de outra ferramenta.

Serviços de hospedagem

Por fim, o WhatsApp informou também o lançamento de um novo serviço de hospedagem em nuvem do Facebook para empresas, que vai permitir que pequenas e médias empresas armazenem e façam a gestão dos dados de seus negócios.

“Forneceremos uma nova opção para que as empresas possam gerenciar as mensagens no WhatsApp por meio de serviços de hospedagem, que serão oferecidos pelo Facebook. Com essas opções, pequenas e médias empresas poderão iniciar seus negócios, vender produtos, gerenciar estoques e responder rapidamente às mensagens recebidas onde quer que seus funcionários estejam”, afirmou a empresa no comunicado.

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Produtos processados por alta pressão (HPP): seguros, sem conservantes e com maior prazo de validade https://newtrade.com.br/publieditorial/produtos-processados-por-alta-pressao-hpp-seguros-sem-conservantes-e-com-maior-prazo-de-validade/ https://newtrade.com.br/publieditorial/produtos-processados-por-alta-pressao-hpp-seguros-sem-conservantes-e-com-maior-prazo-de-validade/#respond Sat, 17 Oct 2020 20:36:32 +0000 https://newtrade.com.br/?p=1029736

Descubra através da Hiperbaric, fornecedor líder mundial da tecnologia HPP, e dos seus clientes de renome, BRF e GL, o que o processamento por alta pressão pode contribuir para o seu negócio

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Descubra através da Hiperbaric, fornecedor líder mundial da tecnologia HPP, e dos seus clientes de renome, BRF e GL, o que o processamento por alta pressão pode contribuir para o seu negócio.

  • Introdução ao processamento por alta pressão (HPP), equipamentos industriais e mercado de produtos HPP no Brasil e Portugal.
  • Aplicações da tecnologia de processamento por alta pressão: inativação de microrganismos e extensão do prazo de validade.
  • Caso de sucesso da BRF com HPP, empresa brasileira da indústria cárnica e uma das maiores empresas alimentares do mundo.
  • Caso de sucesso da GL com a marca de sumos Sonatural, produtor de sumos e bebidas português.

Inscreva-se agora

A quem se destina?

A empresários, start-ups e empresas de alimentos e bebidas interessadas em satisfazer a crescente demanda por alimentos seguros, minimamente processados, nutritivos e sustentáveis, sem aditivos químicos.

Por que é do seu interesse?

A HPP é uma tecnologia não térmica (5 – 20 °C) de conservação de alimentos e bebidas, caracterizada pela aplicação uniforme e instantânea de níveis de pressão hidrostática de até 6.000 bar, o que proporciona interessantes vantagens comerciais, de produção e estratégicas para as empresas:

  • SEGURANÇA ALIMENTAR. Inativa microrganismos, prevenindo a deterioração de alimentos e doenças transmitidas por alimentos. Quando aplicado sobre o produto final já embalado, evita qualquer tipo de recontaminação.
  • MAIOR PRAZO DE VALIDADE. Prolonga o prazo de validade dos produtos, até 5 vezes, em condições de refrigeração e sem adição de conservantes.
  • QUALIDADE PREMIUM. Mantém os componentes nutricionais e bioativos dos alimentos frescos e mantém suas propriedades organoléticas (sabor, aroma, textura, etc.) inalteradas.
  • GRANDE VERSATILIDADE. Aplica-se a uma ampla gama de produtos, desde sumos e todo o tipo de bebidas, até guacamole, molhos e cremes para barrar, passando por produtos cárnicos e derivados, peixe e marisco, pratos preparados ou alimentação infantil.

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Totvs cria série online com dicas para a Black Friday https://newtrade.com.br/tecnologia/totvs-cria-serie-online-com-dicas-para-a-black-friday/ https://newtrade.com.br/tecnologia/totvs-cria-serie-online-com-dicas-para-a-black-friday/#respond Tue, 13 Oct 2020 10:49:59 +0000 https://newtrade.com.br/?p=1029616

A ideia é discutir com os varejistas a melhor forma de operar na data

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A Totvs criou uma série online gratuita para dar dicas sobre a Black Friday, que irá acontecer nos dias 13 e 21 de outubro.

O evento, que será totalmente digital, contará também com dois webinars voltado para os varejistas. Os cursos serão ministrados por especialistas de mercado e irão abordas temas como Do backoffice ao cliente: A operação nas lojas físicas e online” e “Descomplicando o e-commerce e a omnicanalidade”.

De acordo com a empresa, a ideia é discutir sobre a estrutura para a operação da Black Friday, organização do estoque tanto do ponto de venda como da loja online, além de trazer conceitos de tendências para o varejo nos próximos anos, ajudando a identificar o que mais se encaixa em cada empresa e formas de aplicá-los.

Para participar, basta acessar o link

Veja a agenda:

• Descomplicando o e-commerce e a omnicanalidade

Data: 13/10 às 15h

• Aumente suas vendas pós Black Friday: Potencialize a gestão de clientes

Data: 21/10 às 15h

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Comprar ou alugar tecnologia para o varejo https://newtrade.com.br/tecnologia/comprar-ou-alugar-tecnologia-para-o-varejo/ https://newtrade.com.br/tecnologia/comprar-ou-alugar-tecnologia-para-o-varejo/#respond Mon, 05 Oct 2020 14:05:03 +0000 https://newtrade.com.br/?p=1029453

A competição intensa leva as empresas a buscarem continuamente a inovação em seus produtos e processos, que por sua vez demandam investimentos contínuos nas tecnologias mais recentes. Saiba mais, neste artigo exclusivo para o Portal NEWTRADE

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Por Gustavo Carrer*

Nos últimos anos a economia do compartilhamento vem ganhando força no mundo todo e devido a esse movimento, cada vez mais nos questionamos se vale mesmo a pena investir para ter a posse definitiva de algo, principalmente quando se trata de tecnologia. A competição intensa leva as empresas a buscarem continuamente a inovação em seus produtos e processos, que por sua vez demandam investimentos contínuos nas tecnologias mais recentes.

Nesse cenário, com recursos financeiros escassos ou não, nunca foi tão importante estabelecer critérios objetivos para escolher entre comprar ou alugar equipamentos, evitando qualquer tipo de radicalismo tanto para o lado patrimonialista, optando por realizar todo investimento em ativos fixos – Capex quanto no sentido oposto, transformando tudo em despesas operacionais – Opex.

Em linhas gerais, a aquisição definitiva ou Capex se justifica quando:
  • A posse desse ativo proporciona vantagem competitiva permanente pela exclusividade ou unicidade do bem;
  • O ativo possui propriedade intelectual a ser protegida, o que impede a locação por terceiros. Exemplo: plantas industriais de alta tecnologia;
  • Os agentes financeiros não operam com esse tipo de ativo ou o valor da locação é muito elevado, tonando a compra mais vantajosa, independentemente do prazo;
  • Finalmente, se existe um mercado secundário em que o bem usado/depreciado possa ser revendido com facilidade, condição cada dia mais difícil de ser encontrada.

    Gustavo Carrer é gerente de desenvolvimento de Negócios da Gunnebo
Transformar investimentos em despesas operacionais ou Opex é recomendado quando:
  • Apenas a disponibilidade do bem é suficiente, ou seja, a posse não constitui diferencial competitivo relevante;
  • A tecnologia intrínseca se torna obsoleta rapidamente;
  • Os ativos exigem disponibilidade permanente e manutenção contínua;
  • Existe boa oferta de locação ou leasing operacional dos itens desejados;
  • O valor de revenda após a depreciação é muito baixo ou inexistente.

Em geral, nos momentos de crise econômica, é preferível ter o dinheiro em caixa do que imobilizado em ativos, assim o Opex tende a ser mais atraente. A liquidez proporciona maior segurança e, portanto, negociações melhores, o que é uma importante vantagem competitiva.

Por outro lado, quando o mercado permanece estável e previsível, com baixa percepção de risco, o custo do capital tende a cair bastante, tornado o crédito para aquisição mais acessível, portanto o Capex tende a ser mais interessante.

Embora alguns tipos de investimento tenham se consolidado no modelo Opex, como o SAS (Software as a Service), não existe uma regra universal que funcione para todos os tipos de ativos, para todas as empresas e mercados, em todos os momentos. A decisão entre comprar ou alugar deve estar alinhada com a estratégia de longo prazo do negócio e realizada sempre avaliando e comparando as opções de Capex e Opex.

 

*É gerente de Desenvolvimento de Negócios da Gunnebo, palestrante, consultor da série Mãe S/A do Fantástico da Globo e do Mundo S/A da Globo News e colunista do NEWTRADE 

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Amazon lança sistema de pagamento que usa reconhecimento das mãos https://newtrade.com.br/tecnologia/amazon-lanca-sistema-de-pagamento-que-usa-reconhecimento-das-maos/ https://newtrade.com.br/tecnologia/amazon-lanca-sistema-de-pagamento-que-usa-reconhecimento-das-maos/#respond Thu, 01 Oct 2020 10:30:48 +0000 https://newtrade.com.br/?p=1029359

A tecnologia será disponibilizada inicialmente nas lojas Amazon Go

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A Amazon anunciou na terça-feira (29) um sistema que permite o pagamento em lojas a partir do reconhecimento das mãos dos clientes. A tecnologia Amazon One usa os detalhes da palma da mão para identificar o usuário, com o objetivo é facilitar o pagamento, substituindo o cartão de crédito.

A tecnologia será disponibilizada inicialmente nas lojas Amazon Go, que são os estabelecimentos que não têm caixa nem atendentes. A primeira cidade a receber o sistema será Seattle, nos Estados Unidos. A empresa afirma que lançará a tecnologia em outras lojas nos próximos meses.

Segundo reportagem do Estadão, porém, a ideia não é restringir o uso do sistema aos estabelecimentos da varejista.

“Acreditamos que o Amazon One tem ampla aplicabilidade além de nossas lojas de varejo, por isso também planejamos oferecer o serviço a terceiros, como outras varejistas, estádios e prédios de escritórios, para que mais pessoas possam se beneficiar desta facilidade e conveniência em mais lugares”, disse Dilip Kumar, vice-presidente de negócios de varejo físico da Amazon, em postagem no blog da empresa.

Na visão da empresa, a tecnologia de reconhecimento da mãos é uma opção melhor que a de reconhecimento facial, por questões de privacidade, já que não é possível determinar a identidade de uma pessoa a partir de uma imagem da palma da sua mão.

 

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Brasil tem mais de 600 startups de varejo https://newtrade.com.br/tecnologia/brasil-tem-mais-de-600-startups-de-varejo/ https://newtrade.com.br/tecnologia/brasil-tem-mais-de-600-startups-de-varejo/#respond Wed, 23 Sep 2020 10:43:16 +0000 https://newtrade.com.br/?p=1029150

Pesquisa mapeou retailtechs em vertentes como ambientes virtuais, e-commerce, engajamento do consumidor, inteligência artificial, internet das coisas, logística, operações, pagamentos e sustentabilidade.

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O varejo ampliado brasileiro, que inclui automóveis e materiais de construção, foi estimado em R$ 1,91 trilhão em 2019. Esses números certamente foram abalados pela pandemia do novo coronavírus.

Por outro lado, tanto os consumidores quanto o próprio varejo se tornaram mais digitais – e 644 startups brasileiras estão ajudando a revolucionar a forma como compramos.

É o que analisa o Distrito Retailtech Report. A pesquisa mapeou retailtechs em vertentes como ambientes virtuais, e-commerce, engajamento do consumidor, inteligência artificial, internet das coisas, logística, operações, pagamentos e sustentabilidade.

Perfil das retailtechs

As regiões Sudeste e Sul concentram nove em cada dez soluções. O principal polo é o Estado de São Paulo, com 45,8% das retailtechs.

As startups de varejo mais comuns são as de operações (29,2%): elas melhoram a gestão de estoques, de lojas, de vendedores e de todo o processo comercial. Em seguida, aparecem as retailtechs de engajamento do consumidor (18,1%) e as voltadas a lojas virtuais (18%).

As retailtechs têm, em média, seis anos de vida. Segundo o levantamento, 45% abriram as portas apenas nos últimos cinco anos e outras 39,4% foram criadas entre 2011 e 2015, totalizando 94,4% de startups de varejo com até uma década de vida.

Segundo o Distrito, a porcentagem reflete os últimos anos de transformação digital intensa no Brasil. Ao todo, esses empreendimentos empregam 36 mil pessoas.

Startups e investidores de destaque

O Distrito também selecionou as dez retailtechs que mais se destacam entre as 644 listadas, com base em critérios como número de funcionários, crescimento em 2019, faturamento previsto via análise de CNPJ, investimento captado, acessos no site e métricas de redes sociais. São elas: Amaro, Dafiti, Ebanx, Hotmart, Loggi, Madeira Madeira, Peixe Urbano, Pic Pay, Stone e VTEX.

Loggi, Madeira Madeira e VTEX receberam aportes que ajudaram 2019 a se tornar o ano com maior volume de capital para retailtechs (US$ 520 milhões).

Desde 2011, as startups de varejo captaram US$ 1,1 bilhão. Em volume, as rodadas se concentraram na série D (US$ 286 milhões). Já em número de rodadas, o estágio mais frequente é o semente. Foram 92 rodadas seed desde 2011. Os fundos mais ativos em retailtech são Bossa Nova Investimentos, ACE, KPTL, Darwin Startups e Wow! Aceleradora.

 

 

 

 

 

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Newbasca realiza update no marketplace da Menu https://newtrade.com.br/publieditorial/newbasca-realiza-update-no-marketplace-da-menu/ https://newtrade.com.br/publieditorial/newbasca-realiza-update-no-marketplace-da-menu/#respond Tue, 22 Sep 2020 18:45:09 +0000 https://newtrade.com.br/?p=1029257

A Menu, uma das maiores plataformas de E-commerce B2B do Estado de São Paulo firmou parceria com a Agência Newbasca para o update e padronização da sua base de cadastro de produtos.

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A Menu, uma das maiores plataformas de E-commerce B2B do Estado de São Paulo firmou parceria com a Agência Newbasca para o update e padronização da sua base de cadastro de produtos.

O objetivo da parceria é manter a loja com maior facilidade na localização dos produtos nos filtros de busca, através da correta descrição de cada SKU. Outro ponto é a digitalização das imagens dos produtos da plataforma, mantendo qualidade das imagens e a resolução adequada. “O cliente encontra produtos de maneira mais eficaz com a descrição perfeita e realiza a compra de forma mais rápida, gerando uma boa experiência de compra e maior satisfação com a plataforma” comenta Leandro Freire, Head de Business Development da Menu.

Esta atualização é de extrema importância, já que as vendas online através de marketplaces chegaram a mais de 80% comparado com outros canais. Além disso, mais de 6 milhões de novos consumidores foram inseridos nos canais online, conforme consta nas pesquisas recentes  da GfK. 

 “Chegamos a digitalização de mais de 100.000 imagens em nosso banco de dados, todas vindas diretamente dos fornecedores e fotografadas em nossos estúdios, e todas com descrição completa e perfeita. Apoiamos marketplaces e e-commerces nesta atualização, que com certeza gera mais vendas para nossos clientes”, comenta José Roberto, CEO da agência.  

Para conhecer sobre a padronização dos dados através da atualização das imagens de produtos e da descrição perfeita, acesse o site da agência Newbasca.

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Conselheiros independentes da Linx rejeitam firmar protocolo da Totvs e acordo não avança https://newtrade.com.br/tecnologia/conselheiros-independentes-da-linx-rejeitam-firmar-protocolo-da-totvs-e-acordo-nao-avanca/ https://newtrade.com.br/tecnologia/conselheiros-independentes-da-linx-rejeitam-firmar-protocolo-da-totvs-e-acordo-nao-avanca/#respond Tue, 22 Sep 2020 10:33:15 +0000 https://newtrade.com.br/?p=1029105 TOTVS

Segundo o comunicado, enviado pela Totvs, os conselheiros argumentaram que a assinatura feriria o acordo de associação celebrado entre a Linx e a Stone (STNE).

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TOTVS

Os conselheiros independentes da Linx (LINX3) rejeitaram firmar o protocolo e justificação de incorporação enviada pela Totvs (TOTS3), mostra documento enviado ao mercado na segunda-feira (21).

Segundo o comunicado, enviado pela Totvs, os conselheiros argumentaram que a assinatura feriria o acordo de associação celebrado entre a Linx e a Stone (STNE).

Ainda de acordo com a companhia, não houve evolução relevante da análise pelo comitê especial independente constituído pelo conselho de administração da Linx.

“Até esse momento, a percepção é de que, independentemente dos motivos, esse comitê tem demonstrado somente disposição para retardar, ou mesmo impedir, a apreciação da proposta da Totvs pela assembleia de acionistas da Linx de forma equânime, como forma de forçar esses acionistas a deliberar sobre uma única proposta, a da Stone”, afirma a Totvs.

A proposta foi entregue aos conselheiros independentes no dia 4 de setembro.

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