Tecnologia – Newtrade https://newtrade.com.br Tue, 17 Mar 2020 13:17:11 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=5.3.2 https://newtrade.com.br/wp-content/uploads/2017/03/favicon-newtrade.png Tecnologia – Newtrade https://newtrade.com.br 32 32 10 aplicativos para lidar com a pandemia de coronavírus https://newtrade.com.br/tecnologia/10-aplicativos-para-lidar-com-a-pandemia-de-coronavirus/ https://newtrade.com.br/tecnologia/10-aplicativos-para-lidar-com-a-pandemia-de-coronavirus/#respond Tue, 17 Mar 2020 11:26:11 +0000 https://newtrade.com.br/?p=1024213 pequenos e médios empreendedores

Confira os apps que você pode baixar no smartphone Android ou no iPhone para enfrentar a crise do Covid-19

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pequenos e médios empreendedores

O novo coronavírus (Covid-19) é uma pandemia, ou seja, uma doença contagiosa que se espalha por diversos país, incluindo o Brasil. Diante desse contexto, empresas estão liberando funcionários para trabalhar de casa e há pessoas em quarentena que não devem sair de casa para evitar a contaminação de mais indivíduos. Confira, a seguir, alguns aplicativos importantes para ter no celular durante a crise do coronavírus no Brasil.

Coronavírus – SUS

Grátis, em português, para Android e iPhone

O aplicativo Coronavírus – SUS foi lançado no começo do mês pelo Ministério da Saúde. Gratuito, ele traz informações sobre a doença, ajuda a combater a disseminação de notícias falsas e oferece dicas de prevenção e identificação de sintomas. O app conta ainda com mapas de unidades de saúde para que as pessoas que tenham tido contato com indivíduos infectados com o Covid-19 saibam aonde ir.

Symptomate

Grátis, em inglês, para Android e iPhone

O Symptomate é um aplicativo que ajuda a analisar seus sintomas para saber qual doença você tem. Após uma espécie de entrevista feita por meio de questões de múltipla escolha, ele determina se você deve ou não procurar atenção médica e, ainda, sugere alguns dos diagnósticos mais prováveis. Em tempos de Covid-19, o aplicativo pode ser útil para verificar em uma plataforma digital validada por médicos os sintomas que um indivíduo apresenta.

Rappi

Grátis (compras pagas), em português, para Android e iPhone

O Rappi é um aplicativo de entregas. Ele permite fazer compras via app em supermercados próximos, farmácias ou mesmo lojas de artigos para pets. Ele permite, ainda, entregas de qualquer coisas, como um carteira que você esqueceu na casa do namorado (a), por exemplo. O app cobra pelas entregas e pelo serviço, então, é importante ficar de olho no extrato antes de autorizar a compra, que pode ser paga via cartão de crédito ou cartões de benefícios.

Udemy

Grátis (com cursos pagos), em português, para Android e iPhone

Para estudar sem sair de casa, os cursos online são a opção. O aplicativo Udemy oferece cursos de todos os temas, desde Excel básico, marketing ou até mesmo programação em Python. Os preços variam em períodos promocionais, chegando a 20 reais por curso. O usuário recebe um certificado de conclusão via e-mail ao fim de cada curso online realizado no Udemy.

Zoom Video Communications

Gratuito para testar, em português, para Android e iPhone

O Zoom Video Communications é um serviço de videoconferência para fazer reuniões corporativas via internet. A empresa disparou na bolsa americana desde o começo do ano e suas ações chegaram a subir 60%. A empresa americana responsável pelo app tem planos para pequenas, médias e grandes empresas que custam a partir de 20 dólares.

Microsoft Teams

Feito para empresas, em português, para Android e iPhone

O Microsoft Teams é um programa de bate-papo e colaboração online que faz parte do pacote Office 365. Ele permite que funcionários de uma mesma empresa se comuniquem em tempo real. Além de versão online, ele tem também aplicativo para smartphones. O Teams viabiliza a troca de arquivos e ligações entre membros de uma mesma empresa, além de ter integração com o calendário do Office para facilitar o agendamento de compromissos.

Google Drive

Grátis (com versão paga), em português, para Android e iPhone

O Google Drive é o serviço de computação em nuvem do Google. Disponível tanto para pessoas físicas quanto para empresas, o site e o aplicativo do serviço permitem a troca de arquivos de todos os tamanhos, mas é especialmente útil para aqueles que têm mais de 100 megabytes. Com o envio de um link, o destinatário pode baixar o arquivo em seu computador ou celular.

TeamViewer

Grátis (com versão paga), em português, para Android e iPhone

O Team Viewer é um aplicativo de acesso remoto. Se você, por exemplo, deixou algum arquivo importante em outro computador que já tem o seu app instalado, você pode controla-lo via PC ou smartphone. É possível não apenas usar a máquina à distância, como também compartilhar arquivos com você mesmo.

Tide

Grátis, em inglês, para Android e iPhone

A técnica pomodoro de produtividade é uma das mais comuns no mercado de trabalho. Ela propõe concentração máxima durante 25 minutos, seguida por 5 minutos de descanso. O aplicativo de bem-estar Tide funciona como um cronômetro para a sua produtividade, o que pode ser especialmente importante para quem não consegue se concentrar ao trabalhar de casa. Ele também tem sons relaxantes para ajudar a manter o foco no trabalho. Em outros modos de uso disponíveis no app, é possível monitorar a movimentação durante o sono ou mesmo tirar alguns minutos para meditar.

Trello

Grátis, em português, para Android e iPhone

O Trello é um aplicativo que se baseia em metodologias ágeis. Ele tem um sistema de cartões que podem ser motivos para diferentes colunas. A ideia é que você preencha os cartões com tarefas e os mova para outras colunas quando estiverem em produção, em aprovação ou concluídas. Esse método de trabalho é comum em equipes de TI, que, muitas vezes, usam posts-its colados em lousas. O Trello pode ser usado tanto para gerenciar a produtividade de uma equipe de funcionários quanto do próprio trabalho.

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A fintech de Carlos Wizard dobra de tamanho e parte para o exterior https://newtrade.com.br/tecnologia/a-fintech-de-carlos-wizard-dobra-de-tamanho-e-parte-para-o-exterior/ https://newtrade.com.br/tecnologia/a-fintech-de-carlos-wizard-dobra-de-tamanho-e-parte-para-o-exterior/#respond Thu, 12 Mar 2020 14:46:41 +0000 https://newtrade.com.br/?p=1024125

Em maio, a Hub Fintech lança o serviço de saques no varejo em 1,6 mil lojas, de 400 cidades do País.

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Filho de um caixeiro-viajante, Carlos Wizard Martins percorreu uma trajetória singular no mercado empresarial brasileiro. Depois de um início de carreira como professor de inglês, ele decidiu empreender e construiu um patrimônio estimado em R$ 4 bilhões.

Boa parte de sua fama e fortuna veio de negócios que lidam diretamente com o público. Da primeira companhia, a rede de escolas de idiomas Wizard, às operações locais de fast food das bandeiras KFC, Pizza Hut e Taco Bell, entre outras frentes que compõem o portfólio atual de sua holding Sforza.

Uma das marcas desse guarda-chuva é, porém, praticamente desconhecida pelos consumidores. Criada em 2012, a Hub Fintech é responsável pela infraestrutura e a gestão de produtos e serviços financeiros white label, que são ofertados por fintechs e empresas de outros segmentos. De varejistas como o Magazine Luiza a aplicativos como 99 e Rappi.

Com atuação restrita aos bastidores, a Hub Fintech está, no entanto, cada vez mais sob os holofotes na Sforza. Em 2019, a empresa registrou, pelo sexto ano consecutivo, um salto de 100%, ao processar R$ 6 bilhões em transações, por meio de 4 milhões de contas digitais ativas. Os dados foram revelados com exclusividade ao NeoFeed.

“A projeção é dobrar novamente a operação em 2020”, diz Alexandre Brito, CEO da Hub Fintech, em entrevista ao NeoFeed. “Nossa expectativa é alcançar um volume processado de R$ 12 bilhões e uma base de 6 milhões de contas ativas.”

Por trás desse cenário, está um mercado cada vez mais aquecido. De um lado, a demanda vem de fintechs que, em muitos casos, preferem concentrar seus recursos e esforços na aquisição de usuários para seus serviços.

Em outra frente, estão companhias dos mais variados setores, como varejistas e empresas de telecomunicações, que enxergam nos produtos financeiros digitais uma oportunidade adicional para reter seus consumidores e consolidar uma nova e importante fonte de receita.

“Nos dois casos, ter um parceiro que já tenha todo o aparato tecnológico e regulatório corta tempo e agiliza a entrega dos produtos”, afirma Bruno Diniz, fundador da Spiralem, consultoria especializada em inovação para o mercado financeiro. “Isso criou um mercado à parte. Silencioso, mas com um potencial gigante. Na guerra das fintechs ou dos bancos digitais, quem vende a arma sempre está ganhando.”

O “arsenal” da Hub Fintech envolve desde a fabricação, a impressão e a personalização de cartões até o processamento e autorização das transações, além do atendimento aos usuários.

O pacote inclui ainda toda a infraestrutura e gestão por trás de ofertas como contas digitais, empréstimos, benefícios, gestão de despesas e recebíveis, bem como serviços de análise antifraude.

Brito destaca que, desde o início, a Hub Fintech decidiu não atuar no “mar aberto” do mercado B2C. “Nós nos especializamos na tecnologia e no regulatório. Somos bons em fazer a roda e o motor”, afirma o executivo. “Quem faz bem o trabalho na ponta coloca o chassi e se preocupa em ter os demais acessórios.”

Nessa corrida, a Hub Fintech não está sozinha. Entre os concorrentes, há ao menos duas brasileiras ganhando corpo. Uma delas é Conductor, que recebeu um aporte de valor não revelado da Visa, no fim de 2018, e tem entre seus clientes empresas como GetNet, Pernambucanas e Ebanx. A segunda é a Matera, que captou, em fevereiro, R$ 100 milhões junto à gestora de private equity Kinea.

No páreo

Em meio ao avanço do mercado e da competição, a Hub Fintech também está se capitalizando. “Estamos na reta final de um processo de funding, que devemos concluir ainda neste mês, com a entrada de novos sócios”, afirma Brito, sem revelar mais detalhes sobre a operação.

O CEO também não comentou sobre a participação de Wizard nessa nova composição. Desde o início da operação, o empresário injetou cerca de R$ 150 milhões na empresa. E, em entrevista concedida ao NeoFeed em julho do ano passado, afirmou que a companhia “já valia mais de R$ 2 bilhões”

Com a nova rodada, a Hub Fintech planeja acelerar uma série de estratégias com o objetivo de ampliar seu leque de ofertas, a partir da base de contas que gerencia para terceiros. A mais recente delas é o lançamento de um serviço que permite aos usuários dos cartões realizarem saques diretamente no caixa de varejistas parceiros.

Para os varejistas, a ideia é oferecer uma alternativa que reduza os custos na comparação com o processo tradicional dos chamados caixas eletrônicos, que envolve questões como aluguel de carros fortes e transporte de valores. Ao mesmo tempo, essa abordagem amplia potencialmente o movimento de consumidores nas lojas e permite reduzir as tarifas cobradas nos saques.

Em maio, a Hub Fintech lança o serviço de saques no varejo em 1,6 mil lojas, de 400 cidades do País

Com início dos testes previstos para maio, o serviço estará disponível na largada em 1,6 mil lojas, de 400 cidades do País. O mapa de expansão vai priorizar postos de gasolina, farmácias e supermercados. E o plano é cobrir todos os municípios brasileiros em um prazo de 18 meses.

Lançada no fim de 2019 e fruto de um investimento de R$ 20 milhões, a operação de cartões de benefícios, de alimentação e refeição, é outra frente prioritária. Para escalar a oferta em restaurantes, a empresa fechou uma parceria de distribuição com a Rede. Até o momento, os vouchers já são aceitos em bandeiras da Sforza, como KFC, Pizza Hut, Taco Bell e a rede de produtos naturais Mundo Verde.

Uma segunda etapa passa por crescer a rede de aceitação em supermercados. Os cartões já são aceitos no Carrefour. Outras três grandes redes estão em fase de integração. “O plano é fechar com uma quinta e última grande rede com cobertura nacional”, diz Brito. “E ir a mercado buscar outros parceiros.”

Em termos de portfólio, a Hub Fintech trabalha, no momento, em ofertas para a entrada em segmentos como saúde e seguros. Ao mesmo tempo, parte dos investimentos será destinada à entrada, de fato, da empresa no mercado internacional. Hoje, a companhia já conta com uma empresa aberta na Argentina, sem, no entanto, explorar o mercado do país.

Nesse mapa de internacionalização, Colômbia, Chile e Peru são os pontos escolhidos para receber operações da Hub Fintech nos próximos 12 meses. Concluídas essas iniciativas, a Argentina será o próximo passo.

“São mercados onde vemos combinação de ambientes regulatórios propícios, economias saudáveis e demanda de nossos clientes que já atuam nesses países”, diz Brito, que avalia investir em aquisições para acelerar a entrada nessas novas geografias.

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Chatbots: varejo deve gastar US$ 142 bilhões em 2024 https://newtrade.com.br/tecnologia/chatbots-varejo-deve-gastar-us-142-bilhoes-em-2024/ https://newtrade.com.br/tecnologia/chatbots-varejo-deve-gastar-us-142-bilhoes-em-2024/#respond Wed, 11 Mar 2020 14:54:19 +0000 https://newtrade.com.br/?p=1024091

A pesquisa prevê que o controle sobre o desenvolvimento e a capacidade de reter a marca da empresa levem os chatbots discretos a se tornarem os meios de chatbot mais populares no varejo.

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Um novo relatório da Juniper Research constatou que os gastos de varejo do consumidor em chatbots atingirão US$ 142 bilhões em 2024 contra US$ 2,8 bilhões em 2019. Isso representa um crescimento médio anual de 400% nos próximos quatro anos.

A pesquisa identificou o setor de varejo como um dos principais beneficiários dos avanços nas tecnologias NLU (Natural Language Understanding). Ele previa que a NLU seria essencial para fornecer uma experiência de varejo perfeita para os usuários e estabelecer os chatbots como um canal de varejo confiável, pois permite que os chatbots processem com eficiência insumos humanos e produzam respostas automatizadas mais precisas aos usuários.

A nova pesquisa, “Chatbots: Oportunidades de Fornecedores e Previsões de Mercado 2020-2024” , prevê que os avanços nos recursos da NLU impulsionarão a eficácia dos chatbots. Ela prevê que mais de 50% das interações do chatbot no varejo serão concluídas com sucesso até 2024, sem a necessidade de intervenção humana.

Como resultado, a pesquisa pede aos varejistas que implementem chatbots como parte de uma estratégia omnichannel de varejo mais ampla, a fim de maximizar sua presença em vários canais importantes de varejo.

Além disso, a pesquisa constatou que 80% dos gastos globais do consumidor em chatbots serão atribuídos a chatbots discretos até 2024. Eles são incorporados diretamente no aplicativo móvel do varejista, em vez de acessados por um navegador ou aplicativo de mensagens.

A pesquisa prevê que o controle sobre o desenvolvimento e a capacidade de reter a marca da empresa levem os chatbots discretos a se tornarem os meios de chatbot mais populares no varejo.

O relatório também prevê que 70% do número global de chatbots acessados até 2024 sejam atribuíveis ao Extremo Oriente e à China. Além disso, mais de US$ 80 bilhões serão gastos via chatbots na China em 2024; representando mais de 55% dos gastos globais com chatbot nesse ano.

No entanto, a pesquisa destacou que isso ainda representará apenas cerca de 4% do total de gastos móveis e on-line em bens digitais e físicos na região.

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Omnichannel: projeto Scan&Receive promete inovação para o varejo https://newtrade.com.br/tecnologia/omnichannel-projeto-scanreceive-promete-inovacao-para-o-varejo/ https://newtrade.com.br/tecnologia/omnichannel-projeto-scanreceive-promete-inovacao-para-o-varejo/#respond Mon, 09 Mar 2020 11:17:06 +0000 https://newtrade.com.br/?p=1024008

Utilizando-se da ferramenta da Rappi, o Scan&Receive permite à pessoa que não encontrou o produto na loja realizar a compra por meio de um QR Code

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Uma das maiores frustrações dos consumidores é chegar ao ponto de venda e não encontrar o que procurava. Pensando nisso, a Bistrô Estratégia desenvolveu o Scan&Receive, solução focada em eliminar este problema. O projeto omnichannel inclui as empresas Rappi, P&G e Carrefour.

Utilizando-se da ferramenta da Rappi, o Scan&Receive permite à pessoa que não encontrou o produto na loja realizar a compra por meio de um QR Code — disponibilizado no local. Este, direciona para uma página da Rappi, onde a pessoa solicita o produto, paga por ele e o recebe em casa em até uma hora.

“Um produto em falta gera frustração e impacto negativo para a imagem da marca. O Scan&Receive supre essa lacuna e melhora a experiência de compra, em uma jornada verdadeiramente omnichannel”, explica Viviani Tacila, uma das fundadoras da Bistrô Estratégia.

Solução escalável

A percepção é complementada por Stephanie Lamenza que, a partir de Nova Iorque, encabeça o projeto com Viviani. Ela defende que a inovação da solução está na possibilidade de atender a múltiplas necessidades do(a) cliente, sem interferir em sua jornada de compra. “A ferramenta é escalável, o que permite beneficiar cada vez o público, sem limitação de produto. É uma forma de trazer inovação para o varejo e ajudar às empresas a estarem mais presentes na jornada de compra do consumidor”, conta.

A ação está em funcionamento em lojas do Carrefour e tem a Rappi como desenvolvedora da tecnologia, assim como parceira de entrega, mesmo que o cliente não tenha o aplicativo instalado.

“Esse é o primeiro projeto da Rappi nesse estilo. Nosso objetivo é oferecer conveniência e praticidade para as pessoas. Com essa parceria estratégica, vamos facilitar mais um aspecto da vida dos consumidores entregando produtos que estão em ruptura no varejo físico”, comenta Raphael Daolio, diretor de Parcerias Estratégicas da Rappi no Brasil.

Consumidor do futuro

O projeto está ativo desde novembro para oferecer mais facilidade e comodidade aos consumidores da P&G, detentora da marca Gillette. “Buscamos sempre novas formas de oferecer uma experiência superior no ponto de venda. Isso significa melhorar a execução hoje e liderar a mudança para atender às novas expectativas do consumidor no futuro. Uma experiência de compra omnichannel é parte disso”, diz Juliana Karazawa, gerente regional da área de inovação para o ponto de venda na América Latina da P&G.

“Mais do que proporcionar uma nova experiência de compra, mantivemos nosso foco no consumidor e trabalhamos para não criar esforços adicionais a ele. Por isso desenvolvemos uma integração fluida do físico para o online”, completa Leonardo Macriani, líder do projeto e integrante do time de inovação para o ponto de venda na América Latina da P&G.

Segundo métricas obtidas, com os resultados conquistados pelo Scan&Receive em tão pouco tempo é possível que a solução esteja presente breve em um novo projeto.

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Hiperideal otimiza processos operacionais com a implantação de etiquetas eletrônicas https://newtrade.com.br/varejo/hiperideal-otimiza-processos-operacionais-com-a-implantacao-de-etiquetas-eletronicas/ https://newtrade.com.br/varejo/hiperideal-otimiza-processos-operacionais-com-a-implantacao-de-etiquetas-eletronicas/#respond Fri, 06 Mar 2020 14:11:34 +0000 https://newtrade.com.br/?p=1023972

O processo de precificação foi todo automatizado pela rede supermercadista, ficando livre de falhas humanas, proporcionando maior confiabilidade ao cliente e órgãos fiscalizadores

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A automação comercial no varejo é fundamental para melhorar os processos administrativos e operacionais, sendo considerada uma questão de sobrevivência do negócio. Entretanto, ainda é comum que alguns supermercadistas tenham certa resistência quando o assunto é tecnologia.

Diferentemente desse conceito, o Hiperideal, uma das maiores redes de supermercados da Bahia, sempre buscou inovar. “Muitas vezes, quando se pensa em otimização de processos no varejo existem dúvidas de como conduzir uma loja nos dias de hoje. Mas, a tecnologia veio para contribuir; exemplo disso, foi a implantação com sucesso das etiquetas eletrônicas da Pricer, comercializadas e instaladas pela Toledo do Brasil, em nossa rede de lojas”, afirma Renata Pisani, gerente de TI do Hiperideal.

Segundo Renata, desde o início da parceria com a Toledo do Brasil, a rede Hiperideal conseguiu aprimorar suas operações, por se tratar de uma solução robusta, fácil de implementar, de baixa manutenção, e que traz ganho de produtividade.

Anteriormente, o Hiperideal usava etiquetas em papel que implicava em um processo com várias etapas, muito trabalho manual e maior tempo gasto. “Com a substituição pelas etiquetas eletrônicas, o processo de precificação foi todo automatizado, ficando livre de falhas humanas, o resultado foi maior confiabilidade para o cliente e até para os próprios órgãos fiscalizadores, como o Procon, porque sabem que dificilmente vão encontrar erros ou falhas nas operações das lojas. Isso, resolveu um problema que existia no passado com a fiscalização, referente a divergência de informação de preço entre a gôndola e o checkout. Hoje, como o processo adotado é sistêmico, as atualizações dos preços nas gôndolas acontecem ao mesmo tempo que na frente da loja, ou seja, a informação é precisa”, explica a gerente de TI.

De acordo com a rede supermercadista da Bahia, há ainda outros ganhos operacionais, além da precificação, uma vez que a etiqueta eletrônica registra também o estoque dentro do depósito, a validade da mercadoria, facilitando o trabalho dos repositores, encarregados e dos gerentes das lojas, que antes precisavam fazer diversos relatórios dessas operações. “Com a etiqueta eletrônica tudo ficou muito mais ágil e houve um grande ganho de produtividade, porque é possível fazer a atualização dos preços em poucos minutos”, ressalta Renata.

A gerente de TI reforça ainda que o investimento com etiqueta eletrônica é algo que faz parte do negócio e já está dentro do projeto do Hiperideal, antes mesmo de inaugurar uma nova loja. Recentemente, foi implantado o serviço de geolocalização em uma das lojas da rede, que vem integrado à tecnologia da etiqueta eletrônica, uma vez que utiliza os mesmos recursos e sistema. “O cliente chega no totem que existe na loja e digita o nome do produto que busca. Em segundos, o sistema faz a localização do produto desejado, indicando o lugar onde se encontra no mapa da loja, ou seja, ganha-se tempo”, sintetiza Renata.

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Mastigar água? Startup cria saquinho comestível para acabar com as garrafinhas https://newtrade.com.br/tecnologia/mastigar-agua-startup-cria-saquinho-comestivel-para-acabar-com-as-garrafinhas/ https://newtrade.com.br/tecnologia/mastigar-agua-startup-cria-saquinho-comestivel-para-acabar-com-as-garrafinhas/#respond Fri, 06 Mar 2020 11:28:23 +0000 https://newtrade.com.br/?p=1023960

Feito com algas-marinhas, sachê pode ser ingerido junto com a água ou ser reciclado

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A meia-maratona de Londres, que será disputada no 29 de março, não terá as tradicionais mesas com copos d’água para hidratar os corredores. Em vez disso, os organizadores se juntaram a Notpla, startup de tecnologia que trabalha com embalagens.

A embalagem alternativa — batizada de Ooho — é um sachê transparente e comestível, feito com algas marinhas. Com eles, os corredores poderão simplesmente morder a ponta e beber a água. Se quiserem, podem até comê-lo “como um tomate-cereja”, nas palavras do co-fundador da empresa, Pierre-Yves Paslier.

“Você coloca dentro da sua bochecha e morde. Ela explode, então é bem surpreendente,” disse Paslier a Fast Company. O sachê não tem sabor.

Segundo Paslier, que já trabalhou como engenheiro de embalagens da L’Oreal, a ideia é garantir que não haja impacto ambiental no descarte do sachê.

“Queremos ter uma solução a prova de balas, que não importa onde terminar, nossas embalagens não vão causar consequências negativas,” disse Paslier. “Se a natureza consegue lidar com isso caso acabem indo para o lugar errado, é o maior tipo de proteção.”

A embalagem comestível é criada utilizando conceitos de gastronomia molecular. Segundo a Notpla, um cubo de gelo é colocado em uma solução de cloreto de cálcio e extrato de alga marinha. A mistura se junta a redor do cubo, criando uma camada que, após o gelo derreter, retém a água.

Além de eventos esportivos, a Notpla já se juntou com uma marca de whisky, Glenlivet, para criar “coquetéis sem copos.” A empresa também pretende investir no mercado de embalagens de molhos como ketchup e mostarda.

“Nós acreditamos que vai funcionar junto com pessoas utilizando mais garrafas reutilizáveis e esquemas de devolução de embalagens, e muitas outras coisas que, juntas, vão criar uma sociedade livre do plástico,” disse Paslier.

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O que aguarda o comércio eletrônico em 2020? Veja cinco tendências https://newtrade.com.br/tecnologia/o-que-aguarda-o-comercio-eletronico-em-2020-veja-cinco-tendencias/ https://newtrade.com.br/tecnologia/o-que-aguarda-o-comercio-eletronico-em-2020-veja-cinco-tendencias/#respond Wed, 05 Feb 2020 11:13:50 +0000 https://newtrade.com.br/?p=1023279

O setor acompanhou a evolução tecnológica ao longo dos anos e deve seguir em constante transformação em 2020.

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Por Iago Rodrigues, Product Owner | Motorola & Corebiz

A época em que o e-commerce era visto com receio e preocupação pelos consumidores definitivamente ficou para trás. Essa modalidade de varejo já é uma realidade para a grande maioria dos brasileiros, com expectativa de faturar R$ 61,2 bilhões em 2019, crescimento de 15% em relação a 2018, e cerca de 137 milhões de pedidos. O setor acompanhou a evolução tecnológica ao longo dos anos e deve seguir em constante transformação em 2020. Confira as cinco tendências mais aguardadas pelos lojistas virtuais para 2020:

1 — Consolidação do omnichannel

O conceito é debatido há algum tempo, mas em 2020 não se pode ignorar e tentar fugir do omnichannel. A integração entre os canais de comunicação e vendas é realidade nos principais e-commerces do país, e a tendência é aprofundar essa relação. É necessário ter uma visão completa da jornada de compra do consumidor e saber em qual canal e momento impactá-lo para, assim, concretizar a venda.

2 — Otimização da logística

Fazer o produto sair do estoque da loja virtual e chegar perfeitamente conservado, em tempo recorde e com pouco custo é o grande desafio do empreendedor digital. Soluções e aplicativos que otimizam a entrega cresceram neste ano, mas devem se consolidar a partir de 2020, garantindo o deslocamento dos produtos de forma rápida e com custo reduzido. Além disso, a omnicanalidade leva a uma estratégia interessante: comprar on-line e retirar no ponto de venda físico.

3 — Robôs e assistentes virtuais no atendimento

Quando o consumidor entra em contato com algum e-commerce, ele espera que o atendimento seja rápido e eficiente, bem como que tire todas as suas dúvidas — inclusive, ele evita o contato humano justamente para reduzir ao máximo possíveis atritos. Os chatbots, robôs que oferecem respostas automatizadas, foram a grande tendência neste ano, mas em 2020 se espera a consolidação dos assistentes virtuais, que agilizam o relacionamento entre consumidor e loja.

4 — Pagamentos (cada vez mais) digitais

A consolidação do e-commerce (compras feitas por meio de dispositivos móveis) promoveu uma forte transformação na forma como as pessoas pagam por suas compras no comércio eletrônico. As contas digitais como PayPal, Apple Pay e Samsung Pay trouxeram agilidade e segurança às transações on-line, reduzindo os riscos de fraudes e permitindo que os pedidos sejam feitos diretamente no smartphone, onde a pessoa estiver e quando ela quiser.

5 — Dados, dados e mais dados: preveja tendências

A utilização de informações para definir as melhores estratégias de ação não chega a ser novidade nessa área. Contudo, ela avançou de forma significativa nos últimos anos. Em 2020, mais do que extrair inteligência a partir de dados dos seus processos, o e-commerce deve antecipar demandas e fazer análises preditivas para alavancar as vendas. Investir em data science é fundamental para conseguir prever estoques e até períodos de maior movimentação de pedidos.

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Eduardo Ragasol é o novo COO da Neogrid https://newtrade.com.br/tecnologia/eduardo-ragasol-e-o-novo-coo-da-neogrid/ https://newtrade.com.br/tecnologia/eduardo-ragasol-e-o-novo-coo-da-neogrid/#respond Tue, 04 Feb 2020 12:33:36 +0000 https://newtrade.com.br/?p=1023250

Além da chegada do executivo, empresa lançará no mercado nova solução que baseia a reposição de estoques na demanda real do consumidor

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Com extenso currículo, Eduardo Ragasol é anunciado como o novo Chief Operating Officer (COO) da Neogrid, empresa especializada na sincronização automática da cadeia de suprimentos.

O mexicano, que já passou por grandes companhias como Mercer Human Resources Consulting/Marsh McLenan Companies e Nielsen (Brasil, México e Latam), chega à empresa com a missão de acelerar a internacionalização e gerar ainda mais valor para os clientes Neogrid através do lançamento, ainda no primeiro semestre, do Demand Driven Replenishment (DDR), nova solução que otimiza a reposição de estoques com base na demanda real do consumidor.

Eduardo Ragasol, COO da Neogrid

De acordo com o executivo, o foco da Neogrid em 2020 será aumentar a velocidade de resposta para os clientes e com isso a eficiência do monitoramento da supply chain, impactando diretamente no caixa do varejista e as vendas da indústria. “Nossa meta é fazer com que fabricantes e varejistas tenham ainda maior eficiência do controle de estoque e, de uma maneira mais inteligente, alcancem maior lucratividade utilizando tecnologia de ponta”, comenta.

Para isso, a nova solução trabalhará com algoritmo baseado em IA que leve em consideração a real demanda do consumidor e que informe ao varejista o custo da ruptura e o custo de se ter excesso de estoque. “Nosso monitoramento de mercado é diário, são terabytes de dados processados e a ideia é usar toda essa informação para ajudar nosso cliente a avaliar com eficiência o que acontece na empresa dele. Por sua vez, com esse controle maior, ele irá entregar para o consumidor o que ele precisa a tempo, sem faltas e sem excessos”, explica Ragasol.

Já sobre a internacionalização dos negócios da Neogrid, a meta para este ano é aumentar a presença da empresa no México, Estados Unidos e alguns países chaves na Europa. “Já estamos trabalhando com sucesso alguns clientes no México, os quais conquistamos durante 2019, e vamos ampliar esse cenário”, anuncia.

Quando o assunto é a economia brasileira, o executivo se mostra confiante no futuro. Ragasol acredita que 2020 será um ano melhor, de retomada, uma vez que as medidas econômicas devem começar a surtir o resultado esperado. “Dessa forma, é ainda mais importante para nós aumentarmos o apoio e eficiência ao nosso cliente, pois só assim ele estará preparado para oferecer o melhor para o consumidor que voltará às compras”, comenta o executivo.

Dentro do organograma, Ragasol se torna o segundo executivo mais importante da empresa, abaixo apenas do fundador e CEO Miguel Abuhab.

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Tecnologia para a humanização é tendência no varejo em 2020 https://newtrade.com.br/tecnologia/tecnologia-para-a-humanizacao-e-tendencia-no-varejo-em-2020/ https://newtrade.com.br/tecnologia/tecnologia-para-a-humanizacao-e-tendencia-no-varejo-em-2020/#respond Tue, 04 Feb 2020 11:09:31 +0000 https://newtrade.com.br/?p=1023242

A utilização de dados para fidelizar clientes e o uso de tecnologias como inteligência artificial e reconhecimento facial são temas presentes. Mas, é necessário que as marcas humanizem seus serviços.

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“Lojas e marcas devem utilizar dados e tecnologias para buscar a humanização”. Esse foi o principal tema abordado no evento “Tendências para o varejo 2020 pós-NRF”, promovido pelo Sebrae/PR. Segundo o coordenador de Comércio e Mercado do Sebrae/PR, Lucas Hahn, a utilização de dados para fidelizar clientes e o uso de tecnologias como inteligência artificial e reconhecimento facial são temas presentes. Mas, é necessário que as marcas humanizem seus serviços.

“Não queremos nos relacionar apenas com máquinas. A humanização voltou a ser um forte referencial porque se constatou que as empresas que contam com relações mais humanas faturam acima da média. A tecnologia tem que estar presente para auxiliar nesse processo sem nunca perder de vista a humanização”.

O modo de operação da marca Starbucks foi uma das referências no evento. Segundo Hahn, o novo CEO da empresa, Kevin Johnson, voltou a investir nos últimos anos em atendimentos humanos. Isso porque a marca envolve justamente momentos de descontração, satisfação e interação. Nesse caso, a humanização agrega valor ao produto e é percebida como diferencial pelo cliente. “A diversidade, a inclusão e a sustentabilidade tanto em relação às questões sociais quanto ambientais valorizam uma marca e fortalecem o engajamento dos funcionários”, explicou Hahn.

Outros temas também devem estar no radar dos varejistas, como a fidelização de clientes, formatos de comércio eletrônico, utilização de canais omnichannel, qualificação e conhecimento de vendas — além da estratégia de compra pela internet e retirada em loja física.

De olho nas tendências

Gigantes da tecnologia também trouxeram insights para o setor. A Microsoft, por exemplo, buscou empoderar seus funcionários e reimaginar a cadeia de compras ao oferecer informações mais completas sobre os perfis de clientes e oportunidades de fidelização. Já a Amazon, responsável por 75% de todas as compras online dos Estados Unidos, oferece novas regras para o mercado.

De acordo com Hahn, “a Amazon vende para todas as gerações porque se comunica de diferentes maneiras com cada tipo de público”. Vale lembrar que a empresa oferece parcerias a diferentes marcas para que elas disponibilizem seus produtos em sua plataforma, enquanto cuida da distribuição e todo o processo logístico.

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APAS e GS1 Brasil oficializam lançamento da Vércer https://newtrade.com.br/tecnologia/apas-e-gs1-brasil-oficializam-lancamento-da-vercer/ https://newtrade.com.br/tecnologia/apas-e-gs1-brasil-oficializam-lancamento-da-vercer/#respond Fri, 31 Jan 2020 11:09:14 +0000 https://newtrade.com.br/?p=1023180

A nova empresa ajudará a indústria e supermercadista no cadastro correto de produtos

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A APAS (Associação Paulista de Supermercados) e a GS1 Brasil – Associação Brasileira de Automação apresentaram na última quarta-feira (29) a Vércer, joint-venture que oferece serviço de qualificação de dados de produtos a partir de uma base cadastral centralizada. A nova empresa atenderá a uma carência do mercado em trabalhar com dados precisos, otimizando processos na cadeia de suprimentos. Como vantagens dessa operação, mais visibilidade, agilidade e melhor precisão no cadastramento de produtos.

Agora, o empresário poderá integrar os dados verificados e certificados pela Vércer em seu sistema de gestão e assim, acabar com dúvidas quanto classificação tributária, peso, medida, tabela nutricional e outros detalhes. “A Vércer é uma solução para demanda antiga do setor supermercadista. Toda cadeia de varejo precisa dessas informações certificadas para operar”, explica Farias Souza, diretor geral da Vércer. Ele ainda destacou que o sistema contemplará um catálogo com até 430 informações por produto, além de um banco de imagens em alta resolução.

Segundo estudos da área de Pesquisa & Desenvolvimento da Associação Brasileira de Automação – GS1 Brasil, 94% das indústrias do país já enfrentaram algum tipo de problema causado por erros no cadastro de produtos. “Nossa iniciativa com a Vércer é integrar tecnologia e mercado; unimos a força tecnológica da GS1 Brasil, com a força mercadológica da APAS para oferecer o melhor serviço de qualificação de dados”, afirma João Carlos de Oliveira, presidente da entidade. A cadeia de abastecimento conta hoje com cadastro centralizado de informações qualificadas de mais de 45 milhões de produtos.

Para o presidente da APAS, Ronaldo dos Santos, a criação da Vércer é um importante passo na profissionalização do setor e na busca de uma melhor produtividade. “A atual conjuntura nos fez perceber que, levantar dados qualificados de produtos e compartilhá-los, é uma necessidade urgente dos vários atores que compõem a cadeia do abastecimento. A Vércer nasce para suprir esse segmento ainda carente, que é aumentar a qualidade cadastral nos sistemas”, detalhou o presidente da APAS.

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