Economia – Newtrade https://newtrade.com.br Thu, 12 Dec 2019 14:44:46 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=5.3.1 https://newtrade.com.br/wp-content/uploads/2017/03/favicon-newtrade.png Economia – Newtrade https://newtrade.com.br 32 32 Valor médio dos gastos de fim de ano deve ser maior em 2019 https://newtrade.com.br/economia/valor-medio-dos-gastos-de-fim-de-ano-deve-ser-maior-em-2019/ https://newtrade.com.br/economia/valor-medio-dos-gastos-de-fim-de-ano-deve-ser-maior-em-2019/#respond Thu, 12 Dec 2019 12:13:32 +0000 https://newtrade.com.br/?p=1022004

A ceia deste Natal promete ter o mesmo tamanho do ano passado. 54% dos pesquisados informaram que a ceia de Natal deste ano terá a mesma fartura que a do ano anterior, em 2018 eram 50%.

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Os brasileiros pretendem gastar, em média, R$ 564,95 nas festas do fim deste ano. Este valor inclui despesas com viagens e alimentação e é maior do que a média de 2018, quando o total ficou em R$ 482,54. O levantamento é parte de pesquisa realizada pela Boa Vista com 1.300 consumidores de todo o Brasil, que contatou também que 61% dos consumidores não devem comprometer mais que 25% da renda familiar com despesas das festas.

Ainda de acordo com o estudo, 83% dos consumidores irão presentear alguém no Natal, sendo que 70% pretendem presentear três ou mais pessoas. 67% pretendem gastar menos dinheiro em relação ao ano anterior, o que representa uma queda pois em 2018 o percentual era de 72%. Em relação ao número de presentes, 63% pretendem comprar menos presentes este ano em relação a 2018, uma queda de 5 p.p em relação ao ano passado.

Entre os 17% que não irão comprar presentes, 26% apontaram o endividamento como principal causa, contra 32% em 2018. Para 25% o motivo será o desemprego, contra 21% no ano passado. 15% apontaram contenção de despesas como justificativa, 15% informaram não comemorar a data, 10% priorizam outras contas, 6% acreditam que os preços aumentaram e 3% disseram que sofreram uma redução da renda.

51% dos consumidores não querem gastar mais do que R$ 500 considerando todas as compras que precisam fazer para Natal e Final de Ano. Destes, 27% pretendem gastar até R$ 300 e outros 24% entre R$ 301 e R$ 500.

Entre os brasileiros que farão compras de Natal, 37% irão a lojas de shoppings, 34% irão se dividir entre as lojas de departamentos e centros comerciais e 29% escolherão as lojas de rua.

Em relação ao pagamento, 63% dos consumidores irão pagar à vista as compras de Natal e Final de Ano, em 2018 eram 67%. O principal meio de pagamento será o cartão de débito com 38% das menções, contra 36% no ano passado e 34% usarão dinheiro em espécie, contra 45% em 2018.

Os outros 37% dos consumidores pagarão a maior parte de suas compras de forma parcelada. Em 2018, eram 33%. Para esta divisão das compras, o cartão de crédito será o meio de pagamento utilizado por 94% deles.

O ticket médio por pessoa (ou presente) não deverá ultrapassar o valor de R$ 59,76, um crescimento de 12% em relação a 2018. No ano passado, o aumento do valor médio foi de apenas 1% em comparação com 2017, quando o valor foi de R$ 53,37.

A ceia deste Natal promete ter o mesmo tamanho do ano passado. 54% dos pesquisados informaram que a ceia de Natal deste ano terá a mesma fartura que a do ano anterior, em 2018 eram 50%. Porém, para outros 27%, ela será menos farta, contra 33% em 2018. Os que disseram que a ceia estará mais farta representam 19%, frente aos 17% dos respondentes do ano passado.

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Kantar: mais de 500 mil lares deixaram a classe AB nos últimos anos https://newtrade.com.br/economia/kantar-mais-de-500-mil-lares-deixaram-a-classe-ab-nos-ultimos-anos/ https://newtrade.com.br/economia/kantar-mais-de-500-mil-lares-deixaram-a-classe-ab-nos-ultimos-anos/#respond Wed, 11 Dec 2019 12:04:56 +0000 https://newtrade.com.br/?p=1021968

A renda mensal de todas as classes sociais caiu ao menos 16% entre 2014 e 2019

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A população brasileira como um todo tem feito malabarismos diante da crise financeira e instabilidade política nos últimos anos. Neste contexto, as classes sociais se comportam de maneiras diferentes na tentativa diária de manter o padrão de consumo ao mesmo tempo em que buscam equilibrar o orçamento doméstico cada vez mais apertado. De acordo com o levantamento Consumer Insights da Kantar, líder global em dados, insights e consultoria, a classe AB1, que fica no topo da pirâmide, foi a que mais perdeu poder real de compra entre 2014 e setembro de 2019. A renda média domiciliar deste grupo caiu 31%, com reduções substanciais também nos rendimentos das famílias de todas as outras classes: B2 (-16%), C1 (-20%), C2 (-16%) e DE (-20%). Por conta disso, mais de 500 mil lares saíram da classe AB1 neste período. Atualmente, 27% dos domicílios brasileiros se encaixam na classe AB, 49% na C e 24% na DE.

Com saldo bancário inferior e despesas que só crescem, as classes que enfrentaram maior redução de renda são também aquelas que mais se endividaram entre 2014 e 2018. Nesse período, em que o desemprego cresceu, o peso do salário para as despesas domésticas perdeu força, enquanto a ajuda governamental e a renda informal ganharam espaço como alternativas financeiras. No ano de 2018, 51% das famílias DE gastaram mais do que ganharam, assim como 48% das casas AB1. A classe C1 foi a que mais desequilibrou as contas neste intervalo e, em 49% dos seus domicílios, os gastos não fecharam no fim do mês. Por outro lado, as classes B2 e C2, mesmo também tendo a renda diminuída, conseguiram encolher os índices de endividamento.

No cenário de ganhos menores, o brasileiro precisa driblar o orçamento e fazer escolhas o tempo todo sobre o que vale ou não ser incluído em seu carrinho. Entre as escolhas estão os bens de consumo massivo (FMCG), que têm pesado cada vez mais no bolso. Por isso, na busca por manter o padrão social, o comportamento de consumo dos brasileiros, independente da classe, tem como prioridade três características na hora decidir o que comprar: qualidade dos produtos, além da praticidade e indulgência que eles proporcionam. “Para manter estas preferências nem sempre o produto mais barato é escolhido, o que mostra cada vez mais a racionalização na hora da compra”, analisa Giovanna Fischer, Diretora de Marketing e Insights da Kantar.

A classe AB é a que mais prioriza produtos indulgentes, ao mesmo tempo em que tem as famílias que menos se preocupam com preço baixo na hora de adquirir aquilo que desejam. Na sequência, a classe C mantém um equilíbrio maior entre busca por qualidade e preço. Por fim, a classe DE também está muito atenta à qualidade, no entanto, elege em primeiro lugar preços baixos e produtos em promoção com mais frequência na hora de comprar do que os outros grupos.

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Número de solteiros cresce no país e estimula mercado de produtos single https://newtrade.com.br/economia/numero-de-solteiros-cresce-no-pais-e-estimula-mercado-de-produtos-single/ https://newtrade.com.br/economia/numero-de-solteiros-cresce-no-pais-e-estimula-mercado-de-produtos-single/#respond Tue, 10 Dec 2019 14:42:17 +0000 https://newtrade.com.br/?p=1021938

O mercado de produtos para solteiros, ou pessoas moram sozinhas, têm despertado a atenção da indústria que aumenta cada vez mais a gama de itens em porções reduzidas para atender a esse público exigente.

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Por Adriana Bruno

Em 2010, de acordo com o Censo Demográfico do IBGE, o Brasil tinha mais de 89 milhões de pessoas solteiras entre a sua população. Já em 2017, uma pesquisa da Ipsos apontou que 54% da população do país se declara solteira, sendo as cidades de maior concentração deste público: Salvador (60%); Belo Horizonte e Brasília, ambas com 56%. O estudo também apontou que 68% dos solteiros procuram manter alimentação saudável.

A gestora de marca da GSA, Ilana Ferreira confirma essa tendência. “O número de pessoas que vive sozinho – divorciados, viúvos com filhos adultos e solteiros – está cada vez maior no Brasil e no mundo. Segundo a pesquisa “10 Principais Tendências Globais de Consumo” realizada pela Euromonitor Internacional, o número de residências com um único morador deve crescer a uma taxa média anual (CAGR) de 1,9% na próxima década”, diz. Ela ainda revela que segundo o mesmo estudo, até 2030, a estimativa é que haja um aumento de 120 milhões de residências de uma única pessoa, o que corresponde a um aumento de 30% em relação a 2018. “No Brasil, a tendência também é confirmada. Segundo o IBGE, em 10 anos, o número de pessoas que vivem sozinhas cresceu de 10,4% para 14,6%. E quando questionados os motivos da decisão para a mudança foram: se sentirem mais independentes (25%), livres (23%), e com maior privacidade (50%). Com as mudanças do comportamento e do tamanho da família, surge um novo cenário de consumo: o consumo para um”, informa Ilana.

São dados que demonstram o potencial de um mercado cheio de oportunidades para indústria, atacado e varejo. A ABIA – Associação Brasileira da Indústria de Alimentos informou, por meio de nota, à reportagem da Revista Distribuição, que “a opção por morar sozinho é uma realidade cada vez maior no Brasil. Segundo a ABIA, para acompanhar essa tendência, notada em todo o mundo, a indústria brasileira de alimentos tem trabalhado com embalagens menores e porções individuais. De acordo com o estudo Brasil Pack Trends 2020, desenvolvido pelo Instituto de Tecnologia de Alimentos (Ital), instituição de pesquisa ligada ao governo do Estado de São Paulo, o aumento da quantidade de residências com apenas uma pessoa e a vida urbana cada vez mais atribulada têm criado uma demanda por alimentos em porções menores ou individuais. Esse tipo de embalagem permite também diferentes opções de consumo no caso de lares com mais de uma pessoa, ou seja, cada pessoa na residência pode escolher o que consumir.

O que o consumidor espera?

Exigente e a procura de produtos e maneiras que simplificar a sua vida. Esse é, segundo Ilana Ferreira, uma das características do perfil do consumidor single no Brasil. Segundo ela, esse shopper não é fiel a marcas, busca qualidade e sempre está atento à relação custo X benefício. “A GSA já está ciente das mudanças do comportamento do consumidor, por isso tem trabalhado com produtos com custo x benefícios bem definidos e também com variações nas gramaturas, já que esse conceito propõe a oferta de produtos em pequenas quantidades e em porções individuais de fácil preparo ou para consumo imediato. Os nossos produtos de porção individual fazem muito sucesso com esse público, como por exemplo, macarrão instantâneo, sopão de 90 gramas, pipoca de micro-ondas, salgadinhos e batata”, conta Ilana Ferreira.

Outra característica pertinente a esse público é a busca por informações sobre saúde, o que os leva a procurar no ponto de venda produtos que tenham o apelo de saudabilidade. “A Vapza sempre foi pioneira em alimentação prática. Nossos produtos são vendidos em duas porções de 250g (porção individual). Hoje contamos com a linha SINGLE, já pensada e destinada a esse consumidor que não abre mão de se alimentar bem e tem uma consciência maior, inclusive em relação ao desperdício. Nossos alimentos são embalados a vácuo (dispensando refrigeração) e cozidos dentro da própria embalagem, dispensando o uso de aditivos e conservantes”, conta Rafael Hortz, gestor de Marketing da Vapza. Ele destaca que com o avanço da velocidade da informação e a mudança na rotina de uma forma geral, é muito comum ver cada vez mais casamentos após os 30 anos, coisa que nos anos 80/90 eram até motivos de preocupação. “As prioridades mudaram, foco nos estudos, na carreira e a busca por uma rotina flexível, porém com metas, fazem com que naturalmente haja uma busca maior pela individualidade”, diz.

Fatores que interferem na decisão de compra

Segundo uma pesquisa da EuroMonitor Internacional os fatores que interferem na decisão de compra são do consumidor single são: a) gosto por experimentar novos produtos e serviços; b) marcas que já confiam e conhecem; c) qualidade e d) compra de locais que tenha selo fidelidade e produtos ecológicos. Ou seja, uma lição de casa que precisa ser feita tanto pelo atacado distribuidor como pelo varejo é investir no sortimento de marcas e produtos e, claro, cuidar muito bem do abastecimento tanto dos pontos de venda como das gôndolas propriamente ditas, evitando ruptura. “O controle de estoque é fundamental para uma venda constante. Como se trata de itens com um giro agressivo é preciso um abastecimento regrado para evitar rupturas. A execução na ponta de gôndola nos varejos também é um dos fatores essenciais para uma boa performance no ponto de venda. A GSA atua com vários skus dentro da linha de Macarrão Instantâneo, Sopão e Refresco em Pó. A atenção no mix dos produtos para a venda faz a diferença no resultado final”, comenta Ilana.

Como o consumidor está buscando produtos cada vez menos processados e mais naturais, Rafael Hortz orienta o setor atacadista a investir em bons produtos em porções menores. “Quem não se adaptar está fora do target dos singles, que economizam em tudo, menos na saúde e no prazer em comer bem. Experiências são o foco desse tipo de consumidor”, finaliza.

Fatores que estimulam a busca por porções individuais
  • Busca por uma dieta mais equilibrada;
  • Conveniência e praticidade, a exemplo do que ocorre nas categorias de pratos prontos e semiprontos congelados;
  • Maior consciência de consumo, buscando a redução do desperdício;
  • Busca pela otimização do sabor e do frescor dos alimentos, a exemplo dos biscoitos em embalagens menores.

Fonte: ABIA – Associação Brasileira da Indústria de Alimentos

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Koelnmesse lança 2ª edição ANUFOOD Brazil https://newtrade.com.br/economia/koelnmesse-lanca-2a-edicao-anufood-brazil/ https://newtrade.com.br/economia/koelnmesse-lanca-2a-edicao-anufood-brazil/#respond Tue, 10 Dec 2019 11:48:58 +0000 https://newtrade.com.br/?p=1021918

Evento que acontecerá em março do próximo ano em São Paulo deverá ter crescimento de 60% e um público qualificado de 10 mil visitantes

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Com a presença de importantes players do mercado de alimentos e bebidas e das entidades que representam esses dois setores da economia, a ANUFOOD Brazil — Feira Internacional Exclusiva para Alimentos e Bebidas, única plataforma de negócios exclusiva para esses setores na América do Sul, realizou um Encontro de Líderes para apresentar a evolução da feira, que acontece entre 9 e 11 de março do próximo ano no São Paulo Expo. O evento também foi palco para anunciar o acordo de cooperação com a Apex-Brasil.

Durante o evento, Cassiano Facchinetti, diretor geral da Koelnmesse Brasil, organizadora da feira, afirmou que a adesão das empresas está sendo muito grande para a segunda edição da ANUFOOD Brazil e que a expectativa é fechar 2019 com 80% dos espaços comercializados.

A primeira edição da feira, realizada este ano, foi um sucesso ao reunir 7.395 visitantes qualificados, de 39 países, além de todos os estados brasileiros. Para 2020, as projeções são de mais de 10 mil visitantes. “Em um levantamento feito durante o evento deste ano, concluímos que entre os participantes, 53% eram do segmento de Food Service, 17% de importadores, 8% de supermercadistas, 3% de importadores e 19% outros setores”, afirma Facchinetti. “Dentre eles 83% tem poder nas tomadas de decisão, 95% estão satisfeitos e recomendariam o evento, 94% afirmam que retornarão em 2020. Estes indicadores confirmam que estamos no caminho certo”.

A ANUFOOD Brazil é versão brasileira da Anuga, maior evento mundial do setor, que completou 100 anos em outubro, durante sua 35ª edição em Colônia, na Alemanha. Uma experiência reproduzida na primeira edição da ANUFOOD Brazil e que, segundo Facchinetti, será superada em 2020. “Hoje já temos 150 empresas confirmadas para a feira e o pré-credenciamento de visitantes está 56% maior que o registrado no mesmo período de 2018”.

Serviço:
ANUFOOD Brazil
Data: 9 a 11 de março de 2020
Feira: 10h às 19h | Congresso: dia 9, das 11h às 17h30
Local: São Paulo Expo
Enderço: Rodovia dos Imigrantes Km 1,5 – Vila Água Funda, São Paulo — SP

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Brasileiro volta a consumir além do básico https://newtrade.com.br/economia/brasileiro-volta-a-consumir-alem-do-basico/ https://newtrade.com.br/economia/brasileiro-volta-a-consumir-alem-do-basico/#respond Mon, 09 Dec 2019 11:52:17 +0000 https://newtrade.com.br/?p=1021884

Estudo da Nielsen revela que, com a sensação de estabilidade econômica, aos poucos, o consumidor têm experimentado novos segmentos de produtos dentro daquelas categorias que já tinham conhecimento

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Pela primeira vez desde 2015, o consumidor brasileiro conseguiu adquirir novas categorias de produtos além do básico, segundo dados apresentados pela Nielsen. Esse incremento de seguimentos dentro das categorias se deve graças ao crescimento do número de pessoas que busca na informalidade uma alternativa de renda.

De acordo com Patrícia Coelho Almeida, especialista em entendimento do Consumidor da Nielsen Brasil, essa busca por novos ganhos seve para que eles representem tanto a fonte principal de rendimentos, quanto uma complementação.

As informações foram dadas tento como base a divulgação da pesquisa sobre o Consumidor 360, que perguntou questões relacionadas à crise, mercado de trabalho e bolso do consumidor. A ideia foi tentar descobrir qual potencial de gasto do brasileiro.

“Neste ano, a gente identificou uma tendencia diferente. Desde de 2014 e 2015, a gente falava de um consumidor que estava dando vários passos para traz, para conter despesas e sobreviver à crise. Neste ano, existe um movimento novo. A gente conseguiu perceber novos hábitos de consumo e a volta de hábitos. Porém, uma volta com gastos que não são tão básicos assim”, explicou Patrícia.

Melhoria atrasada

O brasileiro começou o ano de 2019 com a expectativa de que a economia iria acelerar. Porém, essa melhora se mostrou muito tímida. De acordo com Patrícia, o estudo revelou as consequências do retardo dessa melhora econômica no país, como mostra o gráfico abaixo.

O principal resultado tem sido o aumento da desigualdade entre os grupos. Os grupos representados pelas cores verde e amarela transitaram entre melhoras e pioras econômicas.

E o que se mostra na pesquisa é que parte do grupo amarelo, que já estava em crise, mergulhou ainda mais na situação econômica ruim. Ou seja, o grupo vermelho aumentou de 24% para 34%.

Já o grupo verde, que tinha saído da crise, teve uma ascensão ainda maior. Ou seja, o grupo azul subiu de 26% para 31%.

Informalidade

O que chama a atenção neste ano, segundo a Nielsen, é o pico da informalidade, com um patamar recorde ainda no segundo trimestre. “O problema de ter um número tão grande de pessoas informais no mercado é que esse grupo (que estava desempregado, em sua maioria) volta para o mercado de trabalho com poder de compra menor”, alertou Patrícia.

Preocupações

De acordo com os dados da Nielsen, as três principais preocupações dos brasileiros ao longo dos anos revelam o cenário do país. Até 2014, a principal preocupação era com o setor de saúde. De 2015 até agora, a preocupação tem sido com a economia.

Em 2016, 2017 e 2018, a Estabilidade Política passou a ser citada pelos brasileiros na pesquisa. Este ano, com a percepção de uma economia mais estável, e um menor poder de compra, o brasileiro passou a se sentir mais sobrecarregado e a Saúde voltou a ganhar destaque. E um novo quesito apareceu entre os top 3, o Aumento das Contas do Lar.

Brasileiro mais endividado

Os gastos primários, aqueles fundamentais para o cidadão (aluguel, saúde, educação, por exemplo) aumentaram em comparação com 2018.

“Temos um brasileiro que está mais endividado, com contas que não temos como escapar. Ou seja, o brasileiro está com poucas flexibilidade no bolso. E a renda informal passou a ser única alternativa para 16 milhões de lares“, comenta Patrícia.

O estudo da Nielsen revelou, no entanto, que, com a sensação de estabilidade econômica, o Brasileiro aos poucos, de maneira bem lenta, está retomando os hábitos de consumo. E alguns têm experimentado novos segmentos de produtos dentro daquelas categorias que já tinham conhecimento.

O preço dos produtos continua sendo o principal item para determinar uma compra. Porém, os consumidores estão experimentando novidades. E se aquele produto que estavam acostumados a comprar encareceu, o brasileiro não faz cerimônia para mudar a marca de um produto.

Vale lembrar, segundo a Nielsen, que experimentar novidades, não significa escolher apenas pelo preço. O consumidor está escolhendo outros produtos que fazem sentido e que valham a pena desembolsar um valor maior, se for o caso.

Patrícia comentou o incremento de novos produtos, seguimentos e categorias. “não é uma retomada de consumo, mas é uma racionalização, para gastar com coisas que façam mais sentido para o consumidor”, explicou.

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Natal: cresce o número de brasileiros que devem se auto presentear https://newtrade.com.br/economia/natal-cresce-o-numero-de-brasileiros-que-devem-se-auto-presentear/ https://newtrade.com.br/economia/natal-cresce-o-numero-de-brasileiros-que-devem-se-auto-presentear/#respond Mon, 09 Dec 2019 11:45:33 +0000 https://newtrade.com.br/?p=1021882

A expectativa é que 101,6 milhões de pessoas adquiram presentes para si mesmas neste Natal, movimentando cerca de R$ 36,7 bilhões na economia.

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Além de presentear família e amigos, vem crescendo entre os consumidores o hábito de se auto presentearem no Natal. De acordo com pesquisa realizada pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), 65% dos consumidores devem comprar presentes para si mesmos neste final de ano. Isto representa um crescimento de 11% em relação ao ano passado.

A expectativa é que 101,6 milhões de pessoas adquiram presentes para si mesmas neste Natal, movimentando cerca de R$ 36,7 bilhões na economia. A pesquisa foi realizada nas 27 capitais brasileiras com 686 pessoas.

O estudo aponta que o principal motivo para o auto presente é o aspecto emocional de suprir uma necessidade, aliada à ideia do “eu mereço”. De acordo com o levantamento, entre os que estão dispostos a comprar presentes para si mesmos, 51% afirmam que o fazem por precisar de algum produto e, por essa razão, aproveitam esta época. Outros 30% justificam ser uma recompensa por terem trabalhado muito em 2019, enquanto 17% admitem que o Natal é somente um pretexto para comprar.

O gasto médio do presente será de R$ 170, sendo que 42% têm intenção de gastar até R$ 150. Em média, a pesquisa mostra que os consumidores planejam comprar dois presentes para si próprios. Os itens mais desejados são roupas, com 55%, seguidos por calçados com 31%, perfumes e cosméticos com 27%, celulares ou smartphones tem 17% da preferência, acessórios com 14% e livros somam 11% da escolha.

Para a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti, é importante o consumidor ficar atento às suas finanças para evitar endividamentos. “Nesta época há muitos custos que vão muito além dos presentes de Natal. O ideal é planejar as despesas de acordo com o orçamento pessoal e familiar, sabendo com antecedência quanto será possível gastar”, disse Marcela.

As crianças e adolescentes também são muito presenteados. O estudo concluiu que 47% dos consumidores com filhos garantem comprar sozinhos os presentes das crianças, enquanto 50% admitem que os filhos são os verdadeiros influenciadores na hora da escolha, pois 43% escolhem conjuntamente com os pais e 7% permitem que os filhos tenham a palavra final sobre o presente.

Quase 11% dos entrevistados admitem que vão deixar de pagar alguma conta para atender às vontades de seus filhos, especialmente o cartão de crédito, com 4% e os impostos de início de ano com 3%. Em contrapartida, 77% não pretendem deixar de pagar contas com esse objetivo e 11% ainda não decidiram o que farão.

“Os pais têm todo o direito de agradar aos filhos, desde que priorizem o pagamento das despesas básicas e demais necessidades familiares”, disse José Vignoli, educador financeiro do SPC Brasil.

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Os nomes mais influentes no mundo dos negócios em 2019; da Rihanna ao sanduíche do Popeye’s https://newtrade.com.br/economia/os-nomes-mais-influentes-no-mundo-dos-negocios-em-2019-da-rihanna-ao-sanduiche-do-popeyes/ https://newtrade.com.br/economia/os-nomes-mais-influentes-no-mundo-dos-negocios-em-2019-da-rihanna-ao-sanduiche-do-popeyes/#respond Fri, 06 Dec 2019 14:44:29 +0000 https://newtrade.com.br/?p=1021863

Publicação da Bloomberg é anual e seleciona quem fez a diferença em seu segmento de atuação

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O que a Rihanna, um sanduíche de frango frito do Popeye’s e David Marcus, criador da criptomoeda Libra do Facebook, têm em comum?

Eles estão na lista de nomes de maior relevância em 2019, segundo uma lista elaborada pela Bloomberg, chamada “The Bloomberg 50″, e divulgada na última quarta-feira (4).

A publicação traz pessoas ou grupo de pessoas (com exceção do sanduíche) que impactaram de forma positiva alguns setores como a política, ciência e tecnologia, entretenimento, finanças e negócios neste ano.

O InfoMoney separou as listas referentes ao mundo das finanças e negócios. A publicação não especifica quais os critérios de divisão entre as categorias filtradas. Confira:

Negócios
Rihanna

Rihanna já tem um carreira consolidada no mundo do entretenimento, mas agora também despontou como uma empreendedora de sucesso. Em maio deste ano, a cantora, em parceria com a LVMH, dona da Louis Vuitton, lançou sua própria grife de luxo: a Fenty.

Assim, devido ao acordo entre a cantora e o conglomerado de luxo, a Bloomberg acredita que a ela é um dos principais nomes do mundo dos negócios deste ano.

Embora parcerias entre a indústria de luxo e personalidades não seja algo inédito, a nova grife é emblemática para o segmento de alto padrão.

E para LVMH também: com a parceria, a Rihanna passa a ser a primeira mulher a criar uma marca original para a holding e a primeira negra entre os líderes de marcas do grupo.

Sanduíche de frango frito do Popeye’s

O item mais curioso da lista produzida pela Bloomberg é o sanduíche de frango frito da rede Popeye’s – batizado de “The Sandwich”. O “nome” entrou para o seleto grupo por conta do sucesso que fez neste ano.

O Popeye’s é uma rede de fast-food de 47 anos, que tem como principal produto o frango frito. Durante toda sua história nunca havia oferecido sanduíches em seu cardápio. Por isso, o lançamento do “The Sandwich” causou um alvoroço.

No fim do primeiro semestre, a rede anunciou em seu Twitter que venderia o sanduíche US$ 3,99 (cerca de R$ 16,7). O post viralizou rapidamente na rede social e o estoque do “The Sandwich”, que deveria suprir uma demanda de três meses, acabou em 14 dias.

O sanduíche foi um sucesso por todas as 2.400 lanchonetes espalhadas pelos Estados Unidos, e por isso, a novidade deve chegar na América Latina até o fim do ano, segundo a Popeye’s.

Rietesh Agarwal

Rietesh Agarwal é um empresário indiano, fundador e CEO da cadeia de hotéis Oyo Rooms.

Fundada em 2013, a rede é a segunda maior companhia do setor no mundo e ficou conhecida pelo seu crescimento disruptivo nesse último ano, com foco em hotéis econômicos.

De acordo com a Bloomberg, a rede de Agarwal deve ultrapassar a Marriott International Inc., a maior rede hoteleira do mundo, já no ano que vem.

Shari Redstone

Shari Redstone se tornou a presidente do novo grupo formado da fusão entre CBS, maior rede de TV aberta dos EUA, e Viacom, empresa dona de marcas como a Paramount, Comedy Central e MTV.

Segundo a Bloomberg, essa fusão era um desejo de Shari. Ainda, sua família é dona da National Amusements Inc., conglomerado de mídia e entretenimento, que possui participação significativa tanto na CBS, quanto na Viacom.

Kylie Jenner

A socialite, atriz e empreendedora Kylie Jenner se tornou a pessoa mais jovem do mundo a alcançar o primeiro bilhão com 21 anos. O feito chamou atenção da Bloomberg, já que ela superou Mark Zuckerberg, fundador e CEO do Facebook, que acumulou seu primeiro bilhão aos 23 anos – o mais novo a atingir a marca até então.

De acordo com a Bloomberg, a sua influência nas redes sociais – Kylie possui 152 milhões de seguidores no Instagram – somada ao valor de mercado da Kylie Cosmetics, empresa do setor de beleza, que ultrapassa US$ 1 bilhão, faz dela umas personalidades mais relevantes do ano no mundo dos negócios.

Ela, que é meia-irmã por parte de mãe das irmãs Kardashian, fundou sua empresa em 2016 aos 18 anos.

Doug McMillon

Após dois tiroteios em duas lojas do Walmart vitimarem 24 pessoas neste ano, Doug McMillon, CEO do grupo, veio a público anunciar mudanças drásticas na política de vendas de armas da varejista.

Ele afirmou que a rede deixará de vender diversos tipos de munição em suas lojas nos EUA.

Para a Bloomberg, a atitude do executivo foi muito importante para o debate sobre o controle de armas nos EUA, ainda que as medidas possivelmente tenham um efeito negativo no faturamento da varejista.

As medidas reduzirão a participação do Walmart no mercado de armas americano para algo entre 6% e 9%, antes os atuais 20%.

Emma Walmsley

Emma é CEO da GSK, companhia especializada em cuidados com a saúde, e se tornou uma figura relevante no mercado de medicamentos após adquirir por US$ 5,1 bilhões a Tesaro Inc., farmacêutica especializada em quimioterapia e desenvolvimento de medicamentos contra o câncer.

A Bloomberg afirma que a Emma é uma empreendedora de sucesso, que consegue lucrar vendendo remédios contra o câncer e ao mesmo tempo investir em pesquisas sobre a doença.

Ann Sarnoff

Desde que se formou na universidade nos anos 80, Ann sempre trabalhou na mídia americana e em grandes canais de televisão. Ela chegou a ser produtora de séries como Doctor Who e Top Gear.

Ela assumiu o posto de CEO da Warner Bros, produtora americana de filmes, neste ano, o que ljhe rendeu u a vaga entre este seleto grupo.

Essa é a primeira vez que o estúdio criado em 1923 pelos irmãos Warner tem uma mulher como diretora executiva.

Zhang Yong e Shu Ping

Zhang Yong, co-fundador e presidente da HaiDiLao International, uma rede chinesa de comida, e Shu Ping, co-fundadora da empresa e esposa de Yong, tiveram o melhor ano para seus negócios, segundo a publicação.

Em 2019, o casal viu a expansão da sua rede de restaurantes gerar números impressionantes. Entre março e setembro deste ano, a empresa abriu 130 novos pontos e fez com que o patrimônio do casal crescesse 74% durante o período.

Para a Bloomberg, até o fim de 2019, o casal deve dobrar o patrimônio.

Vicki Hollub

Vicki Hollub é engenheira e CEO da Occidental Petroleum, empresa internacional de extração e exploração comercial de petróleo e gás. Foi a primeira mulher a chefiar uma empresa americana desse segmento na história.

Ela ganhou destaque neste ano por conta de seu papel fundamental na aquisição da Anadarko Petroleum, empresa envolvida na exploração de hidrocarbonetos, pela Occidental Petroleum por US$ 55 bilhões no segundo semestre.

Kevin Mayer

Kevin Mayer, executivo responsável por presidir a equipe de contato com o consumidor e a divisão internacional da Disney, teve um papel decisivo na estreia do serviço de streaming do conglomerado, o Disney+, segundo a avaliação da Bloomberg.

Mayer se formou em Harvard e foi trabalhar na área de planejamento estratégico da Disney ainda nos anos 1990. O executivo foi um dos principais articuladores da compra da Pixar, da Marvel e da Lucasfilm – grandes aquisições da Disney nos últimos anos.

Boris Jordan

Boris Jordan é CEO da CuraLeaf, a maior produtora e distribuidora de cannabis dos Estados Unidos em participação de mercado.

A empresa possui mais de 40 centros de distribuição e operação de maconha medicinal em 12 estados americanos, além de diversas lojas focadas no uso recreativo da droga.

Segundo a Forbes, a Cureleaf é a sexta empresa mais valiosa do mundo do segmento, com um valor de mercado aproximado em US$ 2,5 bilhões.

Segundo a Bloomberg, Jordan é um dos principais nomes do mundo dos negócios por conta do caráter inovador do empresário, apostando em um mercado inusitado e incerto. Além disso, Jordan tronou-se o primeiro bilionário da indústria da cannabis, com uma fortuna estimada em US$ 1,1 bilhão.

Ethan Brown

Ethan Brown é CEO da Beyond Meat, produtora de substitutos de carne à base de plantas, com sede em Los Angeles, e um dos “empresários do futuro”, segundo a Bloomberg.

Desde o IPO da companhia em abril deste ano, as ações valorizaram cerca de 200%. Segundo a publicação, o valor de mercado da Beyond Meat é de cerca de US$ 4,5 bilhões.

Alex Blumberg e Matt Lieber

A dupla Alex Blumberg e Matt Lieber ficaram milionários após a Gilmet Media, empresa de mídia digital e podcasts, ser comprada pelo Spotify por US$ 230 milhões.

A dupla foi eleita como relevante para o mundo dos negócios porque a aquisição foi a maior da história no segmento de podcasts.

Além da Gilmet, o serviço de streaming também adquiriu o aplicativo Anchor e deseja expandir ainda mais sua linha de podcasts.

Brian Niccol

Brian Niccol é CEO da Chipotle Mexican Grill, companhia de restaurantes americana especializada na culinária mexicana. Neste ano, as ações do restaurante chegaram a subir cerca de 75%.

Desde que assumiu o cargo em 2018, Niccol expandiu a rede, abriu mais de 60 novos restaurantes e implementou mudanças significativas no modelo de comércio online da companhia.

Ramon Ang

Ramon Ang é um empresário filipino dono da San Miguel Corp., uma das maiores construtoras das Filipinas. Em maio deste ano, a companhia adquiriu a Holcim Philippines, a maior produtora de cimento do país.

Ang afirmou que a aquisição fazia parte de seu plano: construir um aeroporto internacional no país. Será a maior obra de infraestrutura da história das Filipinas e seu custo está avaliado em US$ 14,4 bilhões.

Finanças
Robert Smith

Robert Smith é presidente e CEO da Vista Equity Partners, empresa de private equity e capital de risco. Ele se formou na Morehouse College, faculdade americana particular masculina e historicamente conhecida por ter a maioria de seus alunos negros.

Quando foi escolhido para ser paraninfo de uma das turmas da faculdade, Smith decidiu pagar todos os empréstimos estudantis dos universitários que estavam se formando. A ação custou cerca de US$ 34 milhões e ajudou mais de 400 alunos a quitarem suas dívidas com a instituição.

Stephanie Kelton

Stephanie Kelton é uma economista e professora universitária americana. Foi consultora econômica de Bernie Sanders, candidato à presidência em 2016.

Kelton é uma das vozes que defende a polêmica “Teoria Monetária Moderna” (MMT, na sigla em inglês).

Segundo a teoria, um país com a sua própria moeda, como os Estados Unidos, não precisa se preocupar em acumular dívidas, porque pode imprimir dinheiro quando quiser para lidar com os prazos e nunca suspender pagamentos.

A teoria, que divide economistas do mundo tudo, foi difundida pelo economista pós-keynesiano Randall Wray e propõe uma alternativa à política econômica atual.

Jon McAuliffe e Michael Kharitonov

Jon McAuliffe e Michael Kharitonov são os co-fundadores da Voleon Group, um dos maiores fundo hedge do mercado a operar exclusivamente com aprendizado de máquina (machine learning) para fazer análises quantitativas complexas. O fundo possui hoje mais de US$ 6 bilhões em ativos.

Gita Gopinath

Gita Gopinath é uma economista indiana-americana formada pela Universidade de Delhi que se mudou para os Estados Unidos em 1994 para concluir um mestrado na Universidade de Washington.

Ela foi professora do departamento de Economia e Relações Internacionais da Universidade de Harvard.

Em outubro de 2018, Gita foi indicada para o cargo de economista-chefe do Fundo Monetário Internacional (FMI). Começou no cargo em maio de 2019, e se tornou a primeira mulher na história da organização a assumir o posto.

Mortimer “Tim” Buckley

Mortimes Buckley, conhecido como Tim, é presidente e CEO da Vanguard Group, uma gestora de ativos americana. Em 2019, ele conseguiu trazer para sua empresa mais de US$ 214 bilhões em investimentos.

Sob o comando dele, a Vanguard Group tornou-se a segunda maior gestora de ativos do mundo, com cerca de US$ 5,6 trilhões sob custódia. O grupo fica atrás apenas da BlackRock, outra gestora, que possui US$ 6,96 trilhões em ativos administrados.

James Mwangi

James Mwangi é um empresário e banqueiro queniano. Ele também é o atual CEO do Equity Group Holdings, uma empresa de serviços financeiros sediada em Nairóbi, no Quênia.

O grupo é uma das maiores instituições financeiras do continente africano e possui mais de US$ 5,24 bilhões sob custódia.

A Bloomberg acredita que Mwangi é um dos grandes nomes do mercado financeiro de 2019 por conta do seu papel na expansão do grupo. Só em 2019, a empresa adicionou mais de 2 milhões de pessoas em sua carteira de clientes.

David Marcus

David Marcus é o o criador e diretor do projeto Libra, a criptomoeda do Facebook. Ainda que a moeda esteja sendo avaliada pelo Senado americano, o projeto é um acontecimento significativo e mostra o poder da rede social de Zuckerberg e seus planos para o mercado financeiro mundial.

A Libra possui mais de 21 empresas apoiando seu desenvolvimento, como as operadoras de cartão Visa e Mastercard, além de companhias como PayPal e Uber.

Há também um time de mais de 100 funcionários – liderados por Marcus – para tornar a ideia em realidade.

Bruce Flatt

Bruce Flatt é CEO da Brookfield Asset Management, um fundo de investimentos canadense, que opera em diversos segmentos, desde infraestrutura e energia renovável até private equity e negócios imobiliários.

Depois que Flatt adquiriu uma participação majoritária na Oaktree Capital Management LP, empresa especialista em auxiliar instituições em dificuldades financeiras, em março, a Brookfield chegou a US$ 500 bilhões sob custódia no seu portfólio, segundo informações da Bloomberg.

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Levantamento mostra que 87% dos brasileiros preferem receber benefícios de Natal em cartão https://newtrade.com.br/economia/levantamento-mostra-que-87-dos-brasileiros-preferem-receber-beneficios-de-natal-em-cartao/ https://newtrade.com.br/economia/levantamento-mostra-que-87-dos-brasileiros-preferem-receber-beneficios-de-natal-em-cartao/#respond Fri, 06 Dec 2019 12:22:13 +0000 https://newtrade.com.br/?p=1021852

Pesquisa com quase 70 mil pessoas revela as preferências e os comportamentos do brasileiro com relação à cesta de Natal

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A Ticket realizou neste mês um amplo levantamento sobre as preferências e o comportamento do brasileiro com relação aos benefícios de fim de ano, especificamente à cesta de Natal. A marca recebeu mais de 68,7 mil respostas sobre o tema.

De acordo com a pesquisa, entre os mais de 25 mil trabalhadores que declararam receber benefícios de Natal, apenas 12,7% informaram a preferência pela cesta física, mas essa é a aposta das empresas em que 24% dos respondentes trabalham.

Em contrapartida, mais de 87% consideram ser melhor receber o auxílio em um cartão carregado com o valor definido pela empresa. Entre os que recebem a cesta física, quase 36% disseram que não utilizam todos os produtos que a compõem, e que é necessário complementá-la para a elaboração da ceia. Para quase metade desse público (46%), há algum desconforto no transporte do benefício: 33% levam a cesta para casa em transporte público; 8% pedem carona para levar os produtos para sua residência; e 4% carregam os itens aos poucos, pois não têm como realizar o transporte de uma única vez.

A pesquisa da Ticket também revelou que, em geral, os produtos para a ceia são adquiridos nos dias que antecedem as festas por 66% dos trabalhadores. As compras são realizadas com dois ou três dias de antecedência por 31,5% dos entrevistados; e por 35% uma semana antes das festas.

Os trabalhadores também estão de olho nos preços dos ingredientes. Quase 65% relataram ter percebido um aumento considerável no valor nos ingredientes da ceia em 2018, no comparativo com o ano anterior. Em geral, as compras são feitas em supermercados: apenas 2,3% disseram optar por minimercados; e 2,5% preferem açougues ou hortifrútis.

Com relação ao cardápio, 40% indicam que tentam variar o menu com novas receitas. Mas a grande maioria não abre mão de preparações com algum tipo de carne: 37,2% preferem aves, como peru e chester; 25,4% optam por carne bovina; 11,8% consideram essencial contar com carne suína; e apenas 5,6% relatam preferência por peixes. Somente 2,63% dos entrevistados ressaltaram que ter opções de saladas no cardápio é fundamental. No tocante às bebidas, as alcoólicas (31,5%) e os refrigerantes (40,2%) são considerados indispensáveis na mesa dos brasileiros durante as festas.

Apenas 36,8% dos respondentes afirmaram receber algum benefício de alimentação diferenciado para as festas de fim de ano.

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Tributos deixam ceia de Natal mais pesada, alerta ACSP https://newtrade.com.br/economia/tributos-deixam-ceia-de-natal-mais-pesada-alerta-acsp/ https://newtrade.com.br/economia/tributos-deixam-ceia-de-natal-mais-pesada-alerta-acsp/#respond Fri, 06 Dec 2019 12:00:22 +0000 https://newtrade.com.br/?p=1021845

Carga tributária de produtos típicos para a ceia quase batem em 70%, de acordo com levantamento da ACSP

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Falta pouco para o Natal, e o consumidor já começa a organizar os preparativos para a ceia. Mas, assim como a data comemorativa mais importante do ano, os impostos que incidem sobre os produtos típicos também não passam em branco – e continuam a pesar no bolso.

Para se ter uma ideia, 69,73% do preço de um vinho importado para fazer um brinde natalino corresponde aos impostos, assim como o espumante (59,49%), a cerveja (55,60%) e o vinho nacional (54,73%), de acordo com levantamento da Associação Comercial de São Paulo (ACSP).

Os enfeites para a casa também não ficam atrás: no caso das luzinhas, a carga de impostos é de 44,54%. Já a árvore em si e os cartões de Natal são tributados em 39,23% e 37,48%. Até quem vai se vestir de Papai Noel não escapa já que, sobre o preço da roupa, incidem 34,67% de tributos.

Dos principais produtos para a data, a menor carga de impostos é a que está embutida sobre as guloseimas tradicionais da ceia, como panetone (34,63%), peru e tender (ambos com 29,32%). “O consumidor paga mais de imposto sobre os produtos de Natal do que o valor real que eles custam”, diz Emílio Alfieri, economista da ACSP. “Porém, vale lembrar que o ponto positivo é que o governo está interessado em reformas para diminuir gastos públicos e adequá-los à arrecadação.”

Mas o ideal para o consumidor na ponta, segundo o economista, seria uma simplificação no sistema tributário, que tem mais de 60 impostos, taxas e contribuições, de acordo com o Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário (IBPT).  “Por enquanto, assim como não dá para escapar da festa, o consumidor acaba gastando mais por conta das taxações pesadas da data – inclusive sobre alimentos, os produtos mais consumidos.”

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Economia brasileira deve se recuperar lentamente em 2020 https://newtrade.com.br/economia/economia-brasileira-deve-se-recuperar-lentamente-em-2020/ https://newtrade.com.br/economia/economia-brasileira-deve-se-recuperar-lentamente-em-2020/#respond Wed, 04 Dec 2019 14:36:16 +0000 https://newtrade.com.br/?p=1021797

A previsão é que o 4º trimestre apresente bons resultados, mas de forma lenta.

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O consumo no Brasil vem se recuperando lentamente. De acordo com estudo da XP Investimentos, não houve uma recuperação significativa nos últimos dois anos, já que as vendas ficaram estáveis. As vendas de bens duráveis e vestuário, por exemplo, vêm caindo uma média de 1% ao ano desde 2010.

Por outro lado, uma esperança é a evolução do crédito ao consumidor, que aumentou 15% em três meses. O crescimento foi de 12% em relação ao primeiro trimestre de 2019 e 8% na comparação com o terceiro trimestre de 2018. A XP prevê que esta melhora no acesso ao crédito ajude a aumentar as vendas.

A previsão é que o 4º trimestre apresente bons resultados, mas de forma lenta. De acordo com a XP, esta lentidão na recuperação econômica acontece devido à dependência do setor privado. Com as reformas propostas pelo governo, os investimentos realizados por empresa no Brasil devem crescer, ajudando a acelerar a economia.

Os economistas da XP preveem um crescimento de 1,6% do PIB no quarto trimestre deste ano, graças ao aumento do consumo no final do ano.

Já as expectativas para 2020 incluem uma lenta queda do desemprego e inflação baixa, contribuindo para a valorização dos salários e melhora da economia. O poder de compra do brasileiro deve crescer, aumentando a confiança e ajudando na recuperação do varejo.

Os canais online devem continuar crescendo, com previsão de que o e-commerce dobre de tamanho nos próximos quatro anos no Brasil. As vendas digitais devem chegar a R$ 180 bilhões em 2023, com crescimento de 10% no varejo como um todo, contra os 7% atuais. O crescimento médio anual do e-commerce previsto para o período de 2019 a 2023 é de 19%.

O varejo digital ainda tem um grande potencial para crescer no Brasil. As vendas online de vestuário no Brasil são de apenas 5%, enquanto nos Estados Unidos o percentual é de mais de 20%. Deve acontecer uma consolidação do e-commerce no Brasil. Os quatro maiores operadores de varejo online no Brasil (Mercado Livre, B2W, Magazine Luiza e Via Varejo) têm 77% de participação de mercado. Há apenas dois anos, elas controlavam 60% do mercado.

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