Economia – Newtrade https://newtrade.com.br Fri, 17 Jan 2020 14:41:27 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=5.3.2 https://newtrade.com.br/wp-content/uploads/2017/03/favicon-newtrade.png Economia – Newtrade https://newtrade.com.br 32 32 Consumo compartilhado ganha espaço no Brasil https://newtrade.com.br/economia/consumo-compartilhado-ganha-espaco-no-brasil/ https://newtrade.com.br/economia/consumo-compartilhado-ganha-espaco-no-brasil/#respond Fri, 17 Jan 2020 11:17:49 +0000 https://newtrade.com.br/?p=1022840

O tema vem ganhando espaço: há cinco anos eram 20% os que já tinham lido ou ouvido falar sobre o assunto e 8% os que adotavam a prática, segundo pesquisa da Market Analysis.

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Quase metade dos brasileiros (47%) estão familiarizados com o conceito de consumo compartilhado, mas a parcela dos que o praticam efetivamente — com troca ou compra de roupas usadas, hospedagem compartilhada e caronas, por exemplo — é mais modesta, de 16%. O tema vem ganhando espaço: há cinco anos eram 20% os que já tinham lido ou ouvido falar sobre o assunto e 8% os que adotavam a prática, segundo pesquisa da Market Analysis.

“A chave é que não se trata mais de posse nem de compra de um bem e sim de acesso às utilidades que do uso dele derivam; não se trata mais de focar no produto ou bem e sim no resultado de acessar o bem ou objetivo de uso do bem”, afirma Fabián Echegaray, diretor-geral da consultoria responsável pelo “Radar de Consumo Colaborativo”, que chega à terceira edição.

Entre 2015 e 2019 houve uma popularização do conhecimento sobre essas práticas que cresceu em todos os segmentos sociais, mas com maior força nas classes C, D e E — com evolução de 18% para 49%. Carros e caronas compartilhadas são a primeira menção dos entrevistados. A empresa mais lembrada é o Uber, sem “nenhuma surpresa”, segundo Echegaray.

A mais citada no segmento de moda compartilhada — que ocupa o segundo lugar em associação espontânea — a plataforma Enjoei, que comercializa vestuário de segunda mão, tem boas perspectivas para a evolução dos negócios. “Nossa expectativa é movimentar de 4 a 5 milhões de peças em 2020 e registrar um crescimento superior a 100% em relação a 2019. E entendemos que isso ainda é o começo”, diz Tiê Lima, cofundador do Enjoei.

Além do espaço que existe no mercado para crescer — a pesquisa da Market Analysis indica que 56% dos consumidores colaborativos têm alta intenção de comprar moda compartilhada — o Enjoei aposta na recorrência. “Quem começa a comprar moda de ‘secondhand’ não para mais. Quase 40% das transações mensais são de pessoas que compram mais de cinco vezes no mesmo mês”, afirma Lima.

Apesar da forte tendência em associar o consumo colaborativo quase exclusivamente a soluções de mobilidade e moda sustentável, o futuro parece promissor para diferentes nichos, como o de trocas de instrumentos de lazer cultural ou entretenimento e o de espaços de coworking, afirma Echegaray.

Metade dos entrevistados

Foram ouvidos 560 maiores de 18 anos de todas as grandes regiões do país, abrangendo as 26 capitais, de 14 a 22 de novembro — revelam interesse em fazer uso compartilhado de locais de trabalho, hospedagem, brinquedos. Atualmente, apenas entre 2% e 12% do total de usuários de fato se engajam nessas práticas. Essa diferença revela as oportunidades de crescimento que existem para esses segmentos, explica Echegaray.

O avanço, porém, apresenta desafios. Segundo o diretor da Market Analysis existe uma barreira pelo lado da oferta que transparece em plataformas que não funcionam 100%, ambiguidades quanto ao amparo jurídico ou legal de certas atividades, economia de escala para atividades de troca de serviços, dificuldades para um contato seguro com fornecedor.

Mas também existem barreiras pelo lado da demanda. Algumas com claro viés de classe, diz Echegaray. “A ideia de que o importante é preencher uma necessidade utilizando e não possuindo um bem ainda colide com a associação entre posse de um bem e sinalização de status e afirmação identitária perante os outros. Essa crença é ainda muito forte nas classes médias emergentes e consolidadas.”

Existe também no Brasil uma gigantesca desconfiança interpessoal como um obstáculo de proporção inédita no mundo, afirma o consultor. E os sistemas de reputação, contato e informação não conseguem superar essa barreira na medida necessária, explica ele.

Apesar de manter uma aura positiva para uma grande maioria, a pesquisa mostra que arrefeceu um pouco a expectativa que o consumo colaborativo contribua a poupar recursos naturais (-4%), encarne uma forma sustentável de consumir (-6%), democratize o acesso a bens para quem não pode comprá-los (-7%), ou conteste o atual viés de acumulação e posse de bens em vez de focar no acesso (-7%).

A agressiva incorporação de certas propostas de consumo colaborativo em iniciativas empresariais, como no setor de mobilidade urbana, e a transformação em commodity de outras práticas que inicialmente demonstravam ter um espírito mais social ou de recriação de um laço comunitário deixaram mais clara a natureza comercial ou pro-lucro de muitas iniciativas. O desencantamento ainda é moderado, diz Echegaray.

As empresas, no entanto, têm de forma crescente um papel importante. Aumentou a percepção de vulnerabilidade para quem usa as plataformas de economia compartilhada: 75% pensam que podem ser roubados ou enganados (61% na pesquisa anterior). Uma maioria (58%, antes 40%) concorda com a frase “Eu não confio em outros consumidores para dividir o uso de um produto com eles, para pegar carona ou para fazer algum serviço na minha casa ou eu ir à casa deles”.

Uma decorrência natural é que aumentou o número de consumidores que se engajariam em práticas colaborativas desde que uma empresa faça a intermediação do processo (de 68% em 2015 para 71% hoje). Com isso, diz Echgaray, o próprio consumidor contribui para a “colonização capitalista” que corrói o idealismo originalmente associado à ideia de consumo colaborativo.

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Fatia do e-commerce no varejo brasileiro pode triplicar nos próximos cinco anos https://newtrade.com.br/economia/fatia-do-e-commerce-no-varejo-brasileiro-pode-triplicar-nos-proximos-cinco-anos/ https://newtrade.com.br/economia/fatia-do-e-commerce-no-varejo-brasileiro-pode-triplicar-nos-proximos-cinco-anos/#respond Fri, 17 Jan 2020 11:04:45 +0000 https://newtrade.com.br/?p=1022832 preço

Hoje, responde por algo entre 4% e 5% das vendas do varejo, enquanto na China essa fatia é de 30%, no Reino Unido de 18% e nos EUA é de 11%.

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A fatia do comércio eletrônico no varejo brasileiro poderá até triplicar nos próximos cinco anos. Esse movimento deve ser impulsionado pelo aumento da participação de segmentos de consumo mais frequente, como supermercados, farmácias e revendas de materiais de construção no varejo online e também pelo avanço da utilização de aplicativos de compras.

A participação do e-commerce no comércio brasileiro é muito pequena comparada a outros países. Hoje, responde por algo entre 4% e 5% das vendas do varejo, enquanto na China essa fatia é de 30%, no Reino Unido de 18% e nos EUA é de 11%. “Nos últimos quatro anos, a fatia do comércio online no varejo mais que dobrou e, olhando para o passado, seguramente podemos projetar que vai triplicar em quatro ou cinco anos”, diz sócio da consultoria e auditoria PwC Brasil, Carlos Coutinho.

Mais cauteloso, o presidente da Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo, Eduardo Terra, acredita que a participação do comércio online dobre em quatro anos. Segundo ele, segmentos como supermercados, drogarias e material de construção estão atrasados no varejo online e quando grandes empresas desses setores entrarem mais forte nas vendas online, a participação do e-commerce no varejo saltará rapidamente, prevê.

O aumento do uso de aplicativos de compras, como iFood, Uber Eats e Rappi, é outra alavanca para o crescimento do e-commerce. Nesta semana, a empresa de comércio eletrônico B2W adquiriu o Supermercado Now, uma plataforma de e-commerce.

Recentemente, o iFood, aplicativo de entrega de refeições, revelou que quer, ao final do primeiro semestre deste ano, ampliar para mil o número de supermercados para os quais faz entregas. Hoje, o aplicativo é parceiro de 200 supermercados.

Apesar dos prognósticos positivos para o varejo online nos próximos anos, o setor tem desafios a serem superados no País, na logística e na segurança das entregas. O presidente da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico, Leonardo Palhares, diz que há um crescimento constante na economia digital, mas nada pode ser comparado a um boom. “Não temos um ritmo frenético de investimento.” Para que ocorra um boom no e-commerce, a economia precisa existir movimento forte de retomada, conclui.

 

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Vendas online de produtos de consumo massivo crescem sete vezes mais rápido do que outros canais https://newtrade.com.br/economia/vendas-online-de-produtos-de-consumo-massivo-crescem-sete-vezes-mais-rapido-do-que-outros-canais/ https://newtrade.com.br/economia/vendas-online-de-produtos-de-consumo-massivo-crescem-sete-vezes-mais-rapido-do-que-outros-canais/#respond Thu, 16 Jan 2020 10:31:33 +0000 https://newtrade.com.br/?p=1022795 e-varejistas

Apesar de ainda ter participação tímida no mercado brasileiro, as compras de produtos de consumo massivo via e-commerce cresceram 30,9% no País

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As vendas de produtos de consumo massivo *(FMCG) via comércio eletrônico cresceram sete vezes mais rápido do que o mercado total entre julho de 2018 e junho de 2019. De acordo com estudo global da Kantar, o Brasil registrou 30,9% de aumento nas vendas online neste período, enquanto o mercado total de FMCG no País teve alta de apenas 5,6%.

Entre os países analisados – China continental, Brasil, México, Reino Unido, Taiwan, Coreia do Sul, Espanha, França, Tailândia, Colômbia e Malásia -, a China continental continua sendo o primeiro em que este tipo de comércio eletrônico mais cresce: o aumento foi 36,1%. E a tendência não para. Nos últimos seis meses, a modalidade ganhou 10 pontos de penetração, atingindo 73% da população, ou seja, três em cada quatro famílias chinesas compram mantimentos pela Internet. Estes índices colocam o país e a Coreia do Sul como os mais avançados do mundo quando o assunto é compras online de FMCG.

Apesar de o Brasil ainda não estar neste patamar, os números mostram que o comportamento do brasileiro está mudando gradativamente. Isto porque é o quinto com maior crescimento nas vendas, apesar de ser onde as compras dessas categorias via e-commerce têm a menor participação de mercado (0,1%).

O levantamento apontou ainda que as economias asiáticas continuam a ser líderes neste segmento. A Coreia do Sul está no topom com participação de mercado de 20,3%, seguida pela China continental (15,2%) e Taiwan (8,7%). Na Europa Ocidental, o Reino Unido lidera com 7,6%, seguido pela França, 6,2%. Na América Latina, o cenário mais tímido é parecido, tendo Colômbia (0,3%) e México (0,2%) à frente do Brasil.

“Esperamos que até 2025 as compras de supermercado online dobrem, o que significa que 10% das vendas globais de bens de consumo serão feitas em comércio eletrônico. No Brasil, esta estimativa é de 3%”, analisa Giovanna Fischer, Diretora de Marketing e Insights da Kantar.

Na Ásia, o online deverá ser o principal canal até 2025. As vendas deverão representar quase um terço da aquisição de produtos de consumo em massa na China continental no intervalo de cinco anos e um quarto na Coréia do Sul. Na França e no Reino Unido, o comércio eletrônico deve representar pouco menos de 10% dessas transações.

* O FMCG é considerado produtos de consumo em massa embalados com alimentos, bebidas, laticínios, cuidados pessoais, cuidados domiciliares e outros como alimentos para animais de estimação.

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Consumidores pagarão em média 35% a mais por produtos sustentáveis e de procedência transparente em 2020 https://newtrade.com.br/economia/consumidores-pagarao-em-media-35-a-mais-por-produtos-sustentaveis-e-de-procedencia-transparente-em-2020/ https://newtrade.com.br/economia/consumidores-pagarao-em-media-35-a-mais-por-produtos-sustentaveis-e-de-procedencia-transparente-em-2020/#respond Mon, 13 Jan 2020 11:57:47 +0000 https://newtrade.com.br/?p=1022695

Pesquisa feita em parceria com NRF revela que propósito e procedência vão gerar maiores lucros para bens de consumo este ano

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A IBM divulgou um novo estudo sobre tendências globais de consumo que revela que o propósito da marca supera o custo e a conveniência para os compradores de hoje. A pesquisa, desenvolvida em parceria com a National Retail Federation (NRF), entrevistou cerca de 19 mil consumidores de 28 países (incluindo o Brasil) em todos os grupos demográficos e gerações, com idades entre 18 e 73 anos, para entender melhor como as decisões de compra individuais estão evoluindo e ajudar as empresas de bens de consumo embalados (CPG, na sigla em inglês) a navegar em um cenário competitivo e de mudança no comércio.

Hoje, um terço de todos os consumidores deixará de comprar seus produtos preferidos se perderem a confiança e um terço já parou de comprar suas marcas favoritas de longa data em 2019. Os pesquisados estão priorizando empresas que são sustentáveis, transparentes e alinhadas com seus principais valores ao tomar decisões de compra. Eles estão dispostos a pagar mais e até mudar seus hábitos de consumo, pelas marcas que acertam nisso.

Ao mesmo tempo, os comportamentos mudaram drasticamente e os consumidores agora compram quando e onde for mais conveniente – geralmente enquanto fazem outra coisa. 7 em cada 10 pessoas compram em “micro-momentos” ou ao mesmo tempo que realizam suas tarefas diárias. Enquanto a compra por impulso eventualmente acontecia em um passado recente, agora é a norma atual, incluindo compras feitas em um dispositivo móvel enquanto está em uma loja física.

Com a proliferação de marcas e produtos à disposição dos compradores em qualquer lugar e a qualquer momento, os valores corporativos superam os custos e a conveniência dos produtos. Consumidores de todas as idades e rendas estão dispostos a pagar preços mais altos por produtos alinhados com seus valores pessoais.

• Em média, 70% desses compradores que valorizam o propósito pagam um valor adicional de 35% do custo inicial para compras sustentáveis, como produtos reciclados ou ecológicos.

• 57% deles estão dispostos a mudar seus hábitos de compra para ajudar a reduzir o impacto ambiental negativo.

• Além disso, hoje, 79% de todos os consumidores afirmam ser importante que as marcas forneçam autenticidade garantida, como certificações, ao comprar produtos. Dentro deste grupo, 71% estão dispostos a pagar um valor adicional – 37% a mais em média – para empresas que ofereçam total transparência ao produto.

“A transparência é prova de que uma organização e suas ofertas são o que a empresa afirma ser. As marcas podem alavancar dados e integrar tecnologia blockchain como diferenciais de marca que efetivamente fornecem transparência e rastreabilidade – o que também aumentará os lucros, pois o estudo mostra que os compradores pagam mais se um varejista puder demonstrar sua procedência ”, disse Luq Niazi, diretor global da IBM Consumer Industries.

O mercado moderno criou uma nova geração de clientes que trazem maiores demandas e desafios que os varejistas devem enfrentar em 2020. Os resultados do estudo revelam grandes mudanças nos comportamentos de compra dos consumidores, que exigem uma mudança fundamental na forma como os varejistas e as marcas de produtos de consumo criam afinidade com a marca.

Como custo e conveniência não são mais a principal força motriz dos varejistas, a IBM recomenda os seguintes métodos para recuperar a participação de mercado de maneiras novas e competitivas:

Ganhar a confiança dos consumidores por meio da transparência e rastreabilidade: com os “micro-momentos” em ascensão, as empresas precisam ir além da simples oferta de serviços convenientes ou mais rápidos para ganhar a confiança dos clientes. As marcas voltadas aos consumidores agora precisam se diferenciar, oferecendo acesso a informações detalhadas que anteriormente eram desnecessárias, como a forma como seus produtos são fabricados, a qualidade dos ingredientes, se eles são sustentáveis ou de origem ética, e em que condições.

Avaliar a sustentabilidade por meio do impacto econômico: a redução do impacto ambiental agora vai além da embalagem reciclável ou da pegada de carbono. As marcas que atuam com um propósito também devem ajudar a construir uma economia circular e sustentável para as gerações futuras. Para preservar recursos e eliminar o desperdício no cenário atual do comércio, a sustentabilidade deve ser integrada e medida de ponta a ponta e em toda a cadeia de suprimentos para os fabricantes de bens de consumo embalados.

Agregar mais flexibilidade, e não mais produtos: à medida que as interações digitais continuam a influenciar a maneira como os consumidores compram, os varejistas precisam inovar na loja física para fornecer uma experiência consistente da marca em todos os canais. No entanto, o desafio para muitos varejistas é a capacidade de implementar e integrar rapidamente novos recursos com seus ambientes de tecnologias de lojas existentes para permitir que eles atendam continuamente às expectativas dos consumidores.

“Os compradores são cada vez menos incentivados por serviços como entrega no mesmo dia ou coleta gratuita na loja – ou influenciados por promoções e benefícios direcionados -, mas pagam preços mais alto por produtos alinhados com seus valores. Os resultados do estudo mostram que a disposição de pagar esse diferencial por marcas confiáveis é mais alta para os compradores da Geração Z. Portanto, os varejistas precisam ser proativos na avaliação e compreensão do que impulsiona os principais compradores atuais e futuros, além de aumentar as margens de seus negócios ”, disse Mark Mathews, vice-presidente de desenvolvimento de pesquisa e análise da indústria da NRF.

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Vinícola Garibaldi deve receber 25 milhões de quilos de uva na safra 2019/2020 https://newtrade.com.br/economia/vinicola-garibaldi-deve-receber-25-milhoes-de-quilos-de-uva-na-safra-2019-2020/ https://newtrade.com.br/economia/vinicola-garibaldi-deve-receber-25-milhoes-de-quilos-de-uva-na-safra-2019-2020/#respond Fri, 10 Jan 2020 14:33:56 +0000 https://newtrade.com.br/?p=1022678

Entrega da fruta iniciou dia 08 de janeiro e segue até meados de março

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Já é tempo de vindima na Cooperativa Vinícola Garibaldi, que começou a receber na quarta-feira (08) as uvas da safra 2019/2020, entregues pelos associados. A movimentação dos caminhões que transportam as cargas da fruta deve seguir até a metade de março. A estimativa é de que mais de 25 milhões de quilos sejam descarregados ao longo dos próximos dois meses, superando em pelo menos um milhão o montante registrado no ano passado.

O acréscimo se dá, especialmente, nas variedades brancas finas, destinadas à produção de espumantes — Chardonnay, Pinot Noir, Riesling, Prosecco, Trebbiano e Moscatos. Juntas, elas representam 26% do total.

Já na primeira recepção às uvas da safra, o otimismo quanto à qualidade dos cachos tem prevalecido. “Tivemos uma ausência de chuvas nos últimos dias, o que acabou favorecendo e até antecipando a maturação de uvas precoces, como a Chardonnay e a Pinot Noir. O mesmo aconteceu com a Bordô, que é de mesa. No geral, as uvas estão com uma sanidade muito boa”, explica Ricardo Morari, enólogo da Cooperativa.

O maior volume de uvas recebidas é das variedades que darão origem aos sucos e aos vinhos de mesa, que somam 70% do total: Bordô, Isabel e Concord (tintas); e Niágara, Moscato Embrapa e BRS Lorena (brancas). Os 4% restantes — divididos em Cabernet Sauvignon, Merlot, Tannat e Cabernet Franc — serão utilizados na fabricação de vinhos finos. No caso das uvas que serão usadas na produção de espumantes, bebida que, em 2019, mais uma vez consagrou a Garibaldi como a melhor fornecedora gaúcha, o principal cuidado neste momento é para evitar a degradação dos ácidos. “Estamos antecipando a colheita em alguns vinhedos, porque, para os espumantes, é importante que se tenha uma acidez mais elevada”, complementa Morari.

FEIRA
Envase Brasil 2020

A edição 2020 da Envase Brasil irá movimentar ainda mais este mercado já tão aquecido e levar novos negócios para Bento. A expectativa dos organizadores é a de que o evento movimente mais de R$ 130 milhões e receba um público especializado de mais de 10 mil visitantes.

Ao longo desses anos, a Envase Brasil tornou-se um dos eventos referência no setor de vinhos, espumantes, cervejas, lácteos, alimentos, azeites, bem como serviços, tecnologia e equipamentos específicos para cada segmento.

A Envase Brasil 2020 vai acontecer entre os dias 31 de março e 03 de abril e em sua programação, haverá encontros setoriais, realizados em conjunto com as principais entidades representativas, além de conteúdos técnicos e mercadológicos.

Outros destaques do evento serão a 4ª Conferência de Segurança de Bebidas e Alimentos, a Envase Experience e Beverage Day e as Rodadas de Negócios do Sebrae.

Anote na agenda:
Envase Brasil 2020
De 31 de março a 03 de abril de 2020
Em Bento Gonçalves – RS
Informações:
WathsApp Envase Brasil: (54) 99157 3863

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Proposta adia para 2022 a vigência da Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais https://newtrade.com.br/economia/proposta-adia-para-2022-a-vigencia-da-lei-geral-de-protecao-de-dados-pessoais/ https://newtrade.com.br/economia/proposta-adia-para-2022-a-vigencia-da-lei-geral-de-protecao-de-dados-pessoais/#respond Thu, 09 Jan 2020 12:53:09 +0000 https://newtrade.com.br/?p=1022633

A LGPD cria um marco legal para a proteção de informações pessoais — como nome, endereço, idade, estado civil, e-mail e patrimônio — e visa garantir transparência na coleta, processamento e compartilhamento desses dados.

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Projeto de Lei 5762/19 prorroga por dois anos, de agosto de 2020 para agosto de 2022, a vigência da maior parte da Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD). Os itens entrariam em vigor em janeiro, mas esse prazo já havia sido adiado pela Lei 13.853/19, oriunda da Medida Provisória 869/18.
A proposta está em tramitação na Câmara dos Deputados. “Hoje, a poucos meses da entrada em vigor da LGPD, apenas uma pequena parcela das empresas brasileiras iniciou o processo de adaptação ao novo cenário jurídico”, disse o autor da proposta, deputado Carlos Bezerra (MDB-MT), ao defender o adiamento.
“Soma-se a isso a morosidade na instalação da Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD), instituição que será responsável por editar os regulamentos e procedimentos sobre proteção de dados pessoais e privacidade, que servirão de norte para balizar as ações das empresas de adequação à LGPD”, continuou.
Segundo o parlamentar, ainda que a ANPD seja instalada com a maior brevidade possível, não haverá tempo hábil até agosto de 2020 para que todas as propostas de regulamentação sejam discutidas pela sociedade e aprovadas pelo órgão.
Marco legal da LGPD
A LGPD cria um marco legal para a proteção de informações pessoais — como nome, endereço, idade, estado civil, e-mail e patrimônio — e visa garantir transparência na coleta, processamento e compartilhamento desses dados. O objetivo é dar ao cidadão maior controle sobre o uso das informações pessoais.
Tramitação
O projeto será analisado pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. Depois, seguirá para o Plenário.

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Cinco dicas para administrar uma empresa familiar https://newtrade.com.br/economia/cinco-dicas-para-administrar-uma-empresa-familiar/ https://newtrade.com.br/economia/cinco-dicas-para-administrar-uma-empresa-familiar/#respond Wed, 08 Jan 2020 14:40:53 +0000 https://newtrade.com.br/?p=1022594

O Sebrae reuniu algumas orientações para manter a harmonia e o bom andamento dos negócios envolvendo parentes, sejam sócios ou empregados

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A maior parte dos pequenos negócios no país é constituída por parentes. São as chamadas empresas familiares, que podem ter entre seus sócios pais, filhos, tios, avós, primos, entre outros graus de parentesco. Por isso, manter a empresa em equilíbrio exige muito cuidado, principalmente pelo nível de afetividade e proximidade que envolve as pessoas da equipe. Uma pesquisa feita pelo Sebrae no final de 2017 mostrou que entre os seis mil donos de negócios entrevistados, quase 24% tinham em seu quadro societário um parente, e pouco mais de 22% havia empregado um familiar. Os especialistas em gestão advertem que alguns fatores podem influenciar negativamente no dia a dia do empreendimento, como a sucessão, a gestão dos recursos e as próprias relações interpessoais.

Uma das dificuldades que a empresa familiar pode enfrentar é separar a parte emocional e intuitiva das questões que exigem a tomada de decisões que podem contrariar interesses individuais em favor do bem do negócio. Mas também há muitos pontos favoráveis às empresas familiares, como o comando único da firma, a estrutura administrativa diminuta, uma equipe determinada e dedicada, as relações com a comunidade, entre outros fatores. 

No Brasil, não só as micro e pequenas empresas são formadas por familiares. Há também grandes corporações que passam de pai para filho. Em muitos casos, a escolha dos sócios é pela profissionalização da administração do negócio, com a contratação de gestores profissionais especializados. Essa é uma das dicas do analista Hugo Roth Cardoso, da Unidade de Capitalização e Serviços Financeiros do Sebrae Nacional. Ele recomenda, ainda, que haja muita conversa e alinhamento entre os integrantes da empresa em prol da estabilidade e crescimento do negócio e da harmonia da família.

O Sebrae reuniu cinco dicas sobre a formação e os cuidados para manter uma empresa familiar. Confira algumas sugestões abaixo e veja também a pesquisa do Sebrae sobre empresas familiares.

   1 – Papeis definidos

É importante que os papeis e atribuições de cada pessoa na empresa estejam bem definidos de modo a evitar possíveis conflitos de competência em atividades como compras, vendas, comunicação, gestão de mídias sociais, relações com funcionários, entre outras.

2 – Muita conversa e alinhamento

Dentro da empresa, estando os papéis muito bem definidos, não pode ocorrer de alguém por ser pai, tio, ou irmão mais velho ter maior poder ou decidir assuntos que sejam da competência de outro. Por isso, é necessário que haja muito diálogo entre os integrantes do grupo para que não haja desavenças que acabem causando prejuízos para os negócios e na harmonia familiar. 

3 – Remuneração combinada

É preciso que se tenha uma definição prévia da remuneração de sócios investidores e sócios comprometidos com o dia a dia da empresa. Isso fará com que não haja problemas relacionados à divisão dos lucros da empresa familiar, ou que a remuneração de quem está dedicando maior tempo seja prejudicada.

4 – Contrate profissionais

Nem sempre é bom a empresa familiar atuar só com seus membros, por isso é bom contratar também profissionais de mercado para integrar também a firma e trazer um olhar de fora, inovações e propostas de fora do círculo de influência familiar. Tem um profissional contratado ajuda a observar a empresa também com maior profissionalismo.

5 – Sucessão

Treine sua equipe, elenque as competências necessárias para cada função dentro da empresa, e jamais considere um funcionário ou sócio como eterno. Forme as “novas gerações” da família para encarar desafios e manter a empresa funcionando. O processo sucessório em um empreendimento familiar é complexo, mas um desafio que precisa ser encarado a quanto antes.

 

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Koelnmesse lança 2ª edição ANUFOOD Brazil https://newtrade.com.br/economia/koelnmesse-lanca-2a-edicao-anufood-brazil-2/ https://newtrade.com.br/economia/koelnmesse-lanca-2a-edicao-anufood-brazil-2/#respond Wed, 08 Jan 2020 12:48:22 +0000 https://newtrade.com.br/?p=1022589

Evento que acontecerá em março do próximo ano em São Paulo deverá ter crescimento de 60% e um público qualificado de 10 mil visitantes

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Com a presença de importantes players do mercado de alimentos e bebidas e das entidades que representam esses dois setores da economia, a ANUFOOD Brazil – Feira Internacional Exclusiva para Alimentos e Bebidas, realizou um Encontro de Líderes para apresentar a evolução da feira, que acontece entre 9 e 11 de março do próximo ano no São Paulo Expo. O evento também foi palco para anunciar o acordo de cooperação com a Apex-Brasil.

Durante o evento, Cassiano Facchinetti, diretor geral da Koelnmesse Brasil, organizadora da feira, afirmou que a adesão das empresas está sendo muito grande para a segunda edição da ANUFOOD Brazil e que a expectativa é fechar 2019 com 80% dos espaços comercializados.

A primeira edição da feira, realizada este ano, foi um sucesso ao reunir 7.395 visitantes qualificados, de 39 países, além de todos os estados brasileiros. Para 2020, as projeções são de mais de 10 mil visitantes. “Em um levantamento feito durante o evento deste ano, concluímos que entre os participantes, 53% eram do segmento de Food Service, 17% de importadores, 8% de supermercadistas, 3% de importadores e 19% outros setores”, afirma Facchinetti. “Dentre eles 83% tem poder nas tomadas de decisão, 95% estão satisfeitos e recomendariam o evento, 94% afirmam que retornarão em 2020. Estes indicadores confirmam que estamos no caminho certo”.

A ANUFOOD Brazil é versão brasileira da Anuga, maior evento mundial do setor, que completou 100 anos em outubro, durante sua 35ª edição em Colônia, na Alemanha. Uma experiência reproduzida na primeira edição da ANUFOOD Brazil e que, segundo Facchinetti, será superada em 2020. “Hoje já temos 150 empresas confirmadas para a feira e o pré-credenciamento de visitantes está 56% maior que o registrado no mesmo período de 2018”.

Também serão realizados, durante a feira, o II Congresso ANUFOOD Brazil, com curadoria da GV Agro, e o Congresso ABIR, que completará 70 anos em 2020. A próxima edição contará ainda com o II Encontro Abrasel, a Oficina ConPizza e a Confeitaria & Panificação Show, atividades que promovem a experiência do visitante.

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Cadastro positivo libera consultas nesta semana. Saiba ver sua nota https://newtrade.com.br/economia/cadastro-positivo-libera-consultas-nesta-semana-saiba-ver-sua-nota/ https://newtrade.com.br/economia/cadastro-positivo-libera-consultas-nesta-semana-saiba-ver-sua-nota/#respond Wed, 08 Jan 2020 12:12:25 +0000 https://newtrade.com.br/?p=1022577

O cadastro estima democratizar o mercado de acesso ao crédito no Brasil; consumidor pode ter até quatro notas diferentes

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Entra em vigor neste sábado (11), a consulta de informações no cadastro positivo – banco de dados com histórico de consumo de operações financeiras e hábitos de pagamentos de pessoas físicas e jurídicas.

O sistema, criado pela lei 12.414/2011, passou por uma modificação, em 2019, que tornou automática a inclusão de todas as pessoas que possuem empréstimos, compras a prazo, financiamento e contas de consumo de serviços continuados.

Por conta da alteração, o governo determinou um prazo para que as quatro empresas de serviços de proteção ao crédito (birôs) autorizadas a operar no cadastro, Boa Vista, Quod, Serasa e SPC Brasil, disponibilizassem tais informações.

Como ver sua nota

No primeiro momento, estarão disponíveis para consulta apenas os dados e as notas de quem foi contatado pelos birôs sobre a abertura do seu cadastro. Há alguns meses, as empresas vêm contatando alguns consumidores via mensagem para isto.

O consumidor pode ter notas diferentes em cada uma das empresas. Portanto, para consultar o score em todas, terá de acessar e criar uma conta em cada plataforma individualmente. Os quatro birôs possuem sites próprios e três deles (Boa Vista, Serasa Consumidor e SPC Brasil) têm aplicativos de celular.

De acordo com Elias Sfeir, presidente da Associação Nacional dos Bureaus de Crédito (ANBC), a mudança tem como objetivo modernizar o sistema financeiro e democratizar o mercado de crédito no país, possibilitando a inclusão financeira dos 45 milhões de brasileiros desbancarizados, segundo o Instituto Locomotiva.

“O cadastro positivo deve contribuir, já no médio prazo, para um cenário de juros menores nos empréstimos e financiamentos. Convergindo com outras ações, como a Empresa Simples de Crédito, se cria um ambiente mais favorável para atingir um maior número de pessoas físicas e jurídicas no mercado. Somente com o amplo acesso ao crédito, teremos uma economia plenamente desenvolvida e sustentável”, explica Sfeir.

Como funciona o cadastro positivo

O Cadastro Positivo reúne todo o histórico de crédito do consumidor, como financiamentos, cartões de crédito, empréstimos com bancos, com o comércio e contas mensais (água, luz, gás e telefone). Com a sua ativação, tanto o governo quanto as empresas esperam que sejam feitas análises mais aprofundadas para concessão de crédito.

Segundo a ANBC, o cadastro pode ser considerado uma segunda camada de acesso às informações do consumidor disponibilizadas para instituições financeiras, o comércio e prestadores de serviços que pretendam avaliar risco de crédito.

No sistema, só será visível para o mercado a pontuação de crédito (score), que será utilizada para avaliação. O histórico detalhado será disponibilizado apenas se o consumidor autorizar tornar seus dados de consumo público.

O usuário também será capaz de consultar suas informações de forma gratuita, a qualquer momento, podendo solicitar revisão dos dados caso encontre algum erro. Para ter acesso ao seu cadastro, é necessário informar dados pessoais (nome, CPF, telefone e e-mail) e seguir os protocolos de segurança que variam entre os quatro birôs que administram o sistema.

Para o cadastro entrar em funcionamento foi preciso alterar a Lei de Sigilo Bancário, tornando claro que o fornecimento de dados financeiros e de pagamentos relativos a operações de crédito a gestores de banco de dados – para formação do histórico de crédito – não configura violação do sigilo.

Informações salariais e de aposentadoria, saldo bancário, limite de cartões de crédito e detalhes de despesas pessoais do cartão não fazem parte dos dados que compõem o cadastro positivo.

Score

O cadastro positivo participa do processo de atribuição de uma nota de crédito, geralmente de zero a mil, resultado da análise da rotina de pagamentos relacionamento financeiro com empresas e dados cadastrais atualizados.

O peso de cada variável do score é definida com base em estudo do comportamento histórico de grupos de indivíduos não identificados, mas com características financeiras parecidas. Quanto maior a pontuação, maior a probabilidade que aquele grupo de consumidores honre seus compromissos.

Estima-se que com a adição de informações positivas, o credor possa entender se a inadimplência é pontual no histórico de crédito do consumidor, dando menos peso a essa informação na análise de risco.

Dados da International Finance Corporation (IFC) revelam que a países que aderiram ao cadastro positivo e conseguiram reduzir em até 45% o número de pessoas inadimplentes.

Com a popularização do cadastro, os birôs preveem uma maior transparência nas relações entre credor e consumidor, além de maiores chances de taxas de juros equilibradas e empoderamento do consumidor das classes de renda mais baixa, que sofrem com uma nota negativa, principalmente, pela falta de informações sobre seus hábitos.

Como sair

O consumidor que desejar não participar pode solicitar o cancelamento do seu cadastro nos canais de atendimento dos birôs participantes a qualquer momento. O serviço acontece de forma gratuita em até dois dias e atende aos requisitos do Código de Defesa do Consumidor.

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Consumidor prioriza preço na hora de comprar medicamentos, aponta pesquisa  https://newtrade.com.br/economia/consumidor-prioriza-preco-na-hora-de-comprar-medicamentos-aponta-pesquisa-2/ https://newtrade.com.br/economia/consumidor-prioriza-preco-na-hora-de-comprar-medicamentos-aponta-pesquisa-2/#respond Tue, 07 Jan 2020 11:49:07 +0000 https://newtrade.com.br/?p=1022524

Dos entrevistados: 64,95% afirmaram acreditar que as farmácias onde efetuaram suas compras praticam preços mais baixos que os concorrentes e 24,50% apontaram a localização como fator importante para a escolha. 

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A importância do preço na hora da aquisição de produtos pelos consumidores foi um dos pontos abordados pela Pesquisa de Comportamento do Cliente na Farmácia 2019 realizada pelo Instituto Febrafar de Pesquisa e Educação Continuada (IFEPEC) em parceria com o NEIT – Núcleo de Economia Industrial e da Tecnologia, do Instituto de Economia da Unicamp, que entrevistou 4 mil clientes em todo país.
Segundo os resultados, ao serem questionados sobre quais os critérios de escolha de uma farmácia, ficou bem claro que os clientes priorizam o bolso e a comodidade. Dos entrevistados: 64,95% afirmaram acreditar que as farmácias onde efetuaram suas compras praticam preços mais baixos que os concorrentes e 24,50% apontaram a localização como fator importante para a escolha.
Além desses fatores, foram considerados também: o estoque (6,25%), a facilidade de estacionar (1,58%), possuir atendimento da Farmácia Popular (1,35%) e o bom atendimento (0,88%).
“Por meio desse questionamento observamos que o brasileiro está muito mais preocupando com o bolso, mesmo em produtos básicos como medicamentos. Contudo, não é o dinheiro que fará com que ele deixe de consumir”, analisa Edison Tamascia, presidente da Febrafar, que solicitou a pesquisa.
Falta de pesquisa
Outro dado importante do estudo aponta que a maioria da população não pesquisou preço antes da compra: 88,43% dos entrevistados afirmaram que não pesquisaram preços antes da compra efetuada, 8,70% afirmaram que não pesquisaram preços naquele dia específico, mas que costumam pesquisar, e 2,88% afirmaram que pesquisaram.
“Embora os clientes apontem o preço baixo como principal fator da escolha da farmácia, a pesquisa demonstrou que os mesmos não fazem comparação de preços a cada compra e que comparações realizadas no passado e a percepção é o que o leva o cliente a concluir que uma loja pratica preços competitivos”, aponta Tamascia.
Compra quase certa
A pesquisa também apontou que a maioria das pessoas que entrou nas farmácias, adquiriu aquilo que foi procurar ou pelo menos parcialmente. Apenas 3,13% não comprou o que pretendia, frente a 80,68% que comprou tudo que necessitava e outros 16,20% que fez aquisição parcial.
“Fato interessante é que: quando uma pessoa entra em uma farmácia a compra já é praticamente certa. Quando essa compra não ocorre, geralmente, se dá por problema de falta de estoque da loja”, avalia Tamascia.
Em contrapartida, dentro da farmácia se observa que a troca de produtos (por de outras marcas ou por genéricos) é mais intensa. Isso ocorreu para 28,83% dos clientes e, nesses casos, o principal motivo foi o preço (54,38%), seguido pela falta do medicamento que desejavam (41,95%) e os demais (3,68%) apontaram motivos diversos.
Nesta questão se observa a força que o genérico vem obtendo no mercado: 75,45% dos clientes trocaram um produto de marca por esse tipo de medicamento. Apenas 24,55% trocaram o produto genérico por um de marca.
Também é importante ser considerada a baixa influência do atendente nessa troca: em 84,20% das vezes que isso ocorreu a iniciativa foi do cliente e em apenas 15,80% isso ocorreu por direcionamento do atendente.

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