Economia – Newtrade https://newtrade.com.br Tue, 17 Jul 2018 16:09:28 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=4.9.7 https://newtrade.com.br/wp-content/uploads/2017/03/favicon-newtrade.png Economia – Newtrade https://newtrade.com.br 32 32 Varejo paulistano tem alta de 2,8% das vendas na 1ª quinzena de julho, diz ACSP https://newtrade.com.br/economia/varejo-paulistano-tem-alta-de-28-das-vendas-na-1a-quinzena-de-julho-diz-acsp/ https://newtrade.com.br/economia/varejo-paulistano-tem-alta-de-28-das-vendas-na-1a-quinzena-de-julho-diz-acsp/#respond Tue, 17 Jul 2018 15:54:11 +0000 https://newtrade.com.br/?p=68647 varejo

Para entidade, economia está se recuperando "lentamente" após greve de caminhoneiros em maio

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varejo

As vendas do varejo na capital paulista registraram alta de 2,8% na primeira quinzena de julho em comparação a igual período do ano anterior, revelam dados da Associação Comercial de São Paulo (ACSP). Nesta base de comparação, as vendas a prazo puxaram o movimento, com expansão de 7,1%, enquanto os negócios à vista sofreram queda de 1,6%.

Para a entidade, o ritmo de expansão maior do que o registrado em junho (2,2%) demonstra que a economia está se recuperando “lentamente” após a paralisação dos caminhoneiros ocorrida no fim de maio.O resultado das vendas a prazo, tradicionalmente relacionadas a produtos de maior valor, teria sido melhor, tivesse a seleção brasileira permanecido na Copa do Mundo por mais tempo, aponta a ACSP em nota. “Embora tenham registrado um bom crescimento, os bens duráveis, comprados principalmente a crédito, foram prejudicados pela saída prematura do Brasil da Copa do Mundo, o que pode ter enfraquecido a venda de TVs, eletroportáteis e outros produtos que as pessoas compram para receber os amigos e ver os jogos”, avalia o presidente da ACSP, Alencar Burti.

Ainda assim, Burti afirma que o estoque de televisores no mercado pode representar uma boa oportunidade para lojistas e consumidores nos próximos meses. “Tem TV sobrando no comércio, mas tem também Dia dos Pais, Dia das Crianças, Black Friday e Natal. Então é possível vender bem esses produtos com promoções e condições adequadas, tanto de preço quanto de prazos”, avalia.Já nos negócios à vista, que abrangem bens não duráveis, as condições climáticas menos intensas no início do inverno pesaram sobre o apetite dos consumidores. “As vendas de roupas e calçados da moda Outono-Inverno tiveram um suspiro com a frente fria que chegou à capital e com a antecipação das liquidações de inverno”, explica Burti. “Mesmo assim, as vendas continuaram no vermelho nesses primeiros 15 dias de julho porque em 2017 o frio foi mais intenso e prolongado do que está sendo neste ano até agora”, comenta.

Em comparação aos primeiros quinze dias de junho, por outro lado, foi verificado um recuo de 12% dos negócios. “O sistema a prazo recuou 11,2% e as vendas à vista sofreram retração de 12,7%”, afirma a ACSP.O movimento, entretanto, é influenciado por questões sazonais e está próximo à média dos últimos três anos, que aponta recuo de 11,1% nesta base de comparação. “Essa perda é normal, pois tem a ver com o Dia dos Namorados, que sempre cria uma base forte de comparação na primeira metade de junho”, esclarece Burti.

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Segmentos básicos impulsionam o mercado de biscoitos https://newtrade.com.br/economia/segmentos-basicos-impulsionam-o-mercado-de-biscoitos/ https://newtrade.com.br/economia/segmentos-basicos-impulsionam-o-mercado-de-biscoitos/#respond Tue, 17 Jul 2018 15:50:15 +0000 https://newtrade.com.br/?p=68645 biscoito

Pesquisa realizada pela Kantar mostra que as diversas regiões do país apresentam diferentes preferências

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biscoito

Pelo segundo ano consecutivo, a ABIMAPI (Associação Brasileira das Indústrias de Biscoitos, Massas Alimentícias e Pães & Bolos Industrializados) encomendou para a Kantar WorldPanel uma pesquisa sobre as diferenças entre as preferências e os perfis dos consumidores de biscoito no país. Presente em 99,7% dos lares, a popularidade deste alimento fez com que ele ganhasse uma data no calendário especialmente em sua homenagem: 20 de julho é o Dia do Biscoito.

Assim como na primeira edição da pesquisa, o novo estudo analisou durante o ano de 2017 uma mostra de 11.300 lares que representam um universo de 53 milhões de famílias espalhadas por sete regiões segmentadas em Norte e Nordeste, Centro-Oeste, Leste (Minas Gerais e Espírito Santo) e interior do Rio de Janeiro, Grande Rio de Janeiro, Grande São Paulo, interior de São Paulo e Sul.
Claudio Zanão, presidente da ABIMAPI, explica que os segmentos básicos continuam impulsionando o consumo: no último ano os biscoitos do tipo seco/doces, como Maria, maisena e rosquinhas, representaram 37,6% do mercado e os salgados, como cream cracker e água e sal, 33,81%. “Além disso, a Kantar nos mostrou que as embalagens de 300g a 400g, conhecidos como ‘pacotões’, foram os que mais contribuíram para o aumento do volume de vendas”, completa o executivo.

Os biscoitos recheados continuam como terceiro segmento mais consumido, entretanto em 2017 a consultoria revelou uma leve desaceleração na frequência de compra deste produto, com aumento no volume médio levado para as casas. Ainda assim, esta categoria representa 20,5% do share. Em contrapartida, os cookies ganharam novos compradores e maior frequência de compra, alcançando mais de 24 milhões de lares brasileiros.

Repetindo o ranking de 2016, Norte e Nordeste formam a macrorregião que apresentou maior índice de compra, responsáveis por 39,1% do consumo. Em seguida aparecem Leste e interior do Rio de Janeiro (13,9%), Sul (11,4%), Grande São Paulo (10,1%), Interior de São Paulo (9,6%), Centro-Oeste (8,7%) e, por fim, Grande Rio de Janeiro (7,2%).

Ainda de acordo com a atualização da pesquisa, o perfil dos maiores compradores de biscoito continua formado por mulheres, de 30 a 39 anos, pertencentes às classes socioeconômicas D/E, residentes nas regiões Norte e Nordeste com companheiro e crianças pequenas em lares de cinco pessoas ou mais. Separados por categorias, o estudo encontrou as seguintes representações:

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Programas de recompensas: pontos que nunca expiram são desejos do consumidor https://newtrade.com.br/economia/programas-de-recompensas-pontos-que-nunca-expiram-sao-desejos-do-consumidor/ https://newtrade.com.br/economia/programas-de-recompensas-pontos-que-nunca-expiram-sao-desejos-do-consumidor/#respond Tue, 17 Jul 2018 10:35:52 +0000 https://newtrade.com.br/?p=68629 rotativo

De acordo com uma Pesquisa realizada pela Livelo, 61% das pessoas dizem que “acumular pontos que não expiram nunca” é a coisa mais importante que um programa pode oferecer de vantagem

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O crescimento no engajamento de brasileiros em programas de recompensas aponta uma maior atenção aos pontos e milhas acumulados por meio de compras em lojas parceiras, gastos em cartões de crédito ou voando por companhias aéreas. E para que os participantes desses programas estejam satisfeitos com as recompensas, além de engajados, é importante compreender o que eles entendem como real benefício. Nesse contexto, pontos que nunca expiram e poder trocar pontos por passagens em qualquer companhia aérea são características que se destacam.

De acordo com uma Pesquisa realizada pela Livelo, uma das principais empresas de recompensas do Brasil, 61% das pessoas dizem que “acumular pontos que não expiram nunca” é a coisa mais importante que um programa pode oferecer de vantagem. Sendo que, do total de entrevistados, 76% considera que “ter pontos que não expiram nunca” é sinônimo de Liberdade. Sobre Liberdade, inclusive, a pesquisa também apontou que para 66% dos entrevistados, Liberdade é “poder trocar meus pontos por passagens na companhia aérea que eu quiser”.

Ou seja, o participante desses programas busca acumular pontos e não quer ser pressionado para resgatar suas recompensas apenas por questão de expiração e também preza em poder escolher seu destino e companhia aérea favoritos, sem ter que ficar preso por uma ou um grupo de cias aéreas. A Pesquisa realizada pela Livelo ouviu, entre setembro e novembro de 2017, cerca de 800 pessoas que já tiveram contato com o programa de fidelidade no eixo Rio-São Paulo.

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Preços em supermercados sobem 3,55% em junho ante maio, maior alta mensal da história https://newtrade.com.br/economia/precos-em-supermercados-sobem-355-em-junho-ante-maio-maior-alta-mensal-da-historia/ https://newtrade.com.br/economia/precos-em-supermercados-sobem-355-em-junho-ante-maio-maior-alta-mensal-da-historia/#respond Tue, 17 Jul 2018 10:27:02 +0000 https://newtrade.com.br/?p=68625 Supermercados

No acumulado do ano, preços nos supermercados tiveram inflação de 3,25%, segundo a Apas

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Supermercados

Os preços em supermercados de São Paulo subiram 3,55% em junho ante maio, segundo mês seguido de alta e maior aumento da história para um mês, conforme a Associação Paulista de Supermercados (Apas). A pesquisa começou a ser realizada em 1994. O Índice de Preços dos Supermercados (IPS), calculado pela APAS/FIPE refletiu a greve dos caminhoneiros.

Com este resultado, o acumulado que apresentava deflação de 0,29%, em 2018, agora apresenta inflação de 3,25%, destaca a entidade em nota. Em junho 25 das subcategorias que compõem o IPS registraram aumento de preço. Em maio apenas oito apresentaram aumento. “A Apas observou os preços no atacado durante os momentos mais graves da crise de abastecimento e percebeu uma variação significativa, principalmente, no preço por quilo do frango congelado, que do final de abril a meados de junho aumentou 69%. Este movimento de alta dos preços também ocorreu para boa parte dos hortifrutigranjeiros, outras proteínas, alguns industrializados, assim como dois itens mais querido dos brasileiros: arroz e feijão”, explica o economista da Apas, Thiago Berka.

Leite e aves. Leite e aves foram os grandes vilões do mês de junho, segundo a Apas. O primeiro manteve a rota de intensa alta subindo 19% no mês e alcançando 36% no acumulado de 2018. Já as aves subiram 21% e devolveram toda a queda de preço de 2018, uma vez que estava em 14% de deflação devido o embargo às exportações. Com isso chega a uma alta de 4% no ano. “Quando juntamos aos aumentos do mês os ovos, que subiram 9%, carnes bovinas e suínas, que tiveram – cada uma – alta de mais de 7%, o arroz, elevação de 4% e o feijão, aumento de 3,4%, percebemos um cenário bastante complicado para o consumidor que fez compras em junho”, avaliou o economista da APAS.

A associação reiterou a estimativa de que a inflação dos supermercados deve encerrar 2018 com alta de até 4%. “Para que isso aconteça, confiamos que a tabela de fretes não será aprovada e que a safra brasileira será a segunda melhor da história”, comentou Thiago Berka, que mostrou sinais de otimismo para inflação mais controlada em julho. “Nas primeiras semanas do mês de julho os preços no atacado começaram a melhorar, principalmente o frango e o leite. Os dois vilões de junho devem apresentar diminuição no ritmo de aumento de preços o que fará que o IPS não apresente uma inflação tão forte de novamente”, afirma.

Hortifrutigranjeiros. Produtos in natura (hortifrutigranjeiros) voltaram a subir em junho, com 3,92% de aumento. A batata liderou com mais de 13% de alta. Para a Apas, como o efeito de subida de preços foi praticamente observado em todas as categorias, desde frutas, legumes, verduras e até ovos, fica evidente que a correlação de elevação de preços e a greve. “As dificuldades logísticas naturais dos hortifrutigranjeiros foram evidenciadas na greve de maio, entretanto, fica difícil apurar os efeitos do transporte bloqueado das rodovias com entressafras e quebras de safra”, explicou Berka.

A cebola continua como líder de aumento de preços devido as quebras fortes de safra e dólar alto. Porém, o cenário pode começar a mudar no segundo semestre já que em junho foi observada queda de 7% nos preços do produto, observa a associação.

Bebidas. Os preços das bebidas alcoólicas foram uma das duas categorias que apresentaram deflação em junho, com redução de 1,63%. Quem ajudou a manter esse índice para baixo foi a cerveja, que no acumulado do ano já caiu 2,38%. “Por ser um chamariz de vendas e a estrela em mês de copa do mundo e festas juninas, as bebidas alcoólicas são uma categoria com muitas promoções para atrair fluxo de pessoas. Isso explica um pouco a deflação neste segmento”, avaliou o economista da APAS.

Nas bebidas não alcoólicas houve aumento de 0,59%, mas, no acumulado do ano permanece em deflação de 0,47%. O refrigerante, outro produto que cresce bem em vendas em copa do mundo e festas juninas, está com pequeno aumento de 0,34% em 2018.

Limpeza, Higiene e Beleza. Os artigos de limpeza subiram menos que os alimentos, com leve alta de 0,37%, em junho, chegando a 0,89% no acumulado de 2018. Nos artigos de higiene e beleza os preços tiveram alta de 0,60%, porém, se mantiveram em deflação no ano, com redução de 0,92%. “Mesmo com dólar alto e um junho complicado esta categoria demonstra uma estabilidade de preços surpreendente, criando expectativas positiva para preços estáveis no segundo semestre”, conclui Berka.

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Economia brasileira encolhe 3,34% em maio após greve dos caminhoneiros, mostra BC https://newtrade.com.br/economia/economia-brasileira-encolhe-334-em-maio-apos-greve-dos-caminhoneiros-mostra-bc/ https://newtrade.com.br/economia/economia-brasileira-encolhe-334-em-maio-apos-greve-dos-caminhoneiros-mostra-bc/#respond Mon, 16 Jul 2018 15:44:11 +0000 https://newtrade.com.br/?p=68606 projetos corporativos

Resultado do IBC-Br apagou alta de 0,50% registrada em abril, em dado revisado pelo BC

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A economia brasileira voltou a encolher em maio, sentindo os fortes efeitos da greve dos caminhoneiros que prejudicou diretamente a atividade e abalou ainda mais a confiança de empresariado e consumidores.O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), espécie de sinalizador do Produto Interno Bruto (PIB), recuou 3,34 por cento em maio sobre o mês anterior, mostrou dado dessazonalizado divulgado pelo BC nesta segunda-feira.

O resultado apagou a alta de 0,50 por cento registrada pelo índice em abril, em dado revisado pelo BC depois de divulgar avanço de 0,46 por cento anteriormente.A expectativa em pesquisa da Reuters era de queda de 3,45 por cento, na mediana das projeções de especialistas consultados.Na comparação com maio de 2017, o IBC-Br recuou 2,90 por cento, e no acumulado em 12 meses registrou alta de 1,13 por cento, de acordo com o BC, nos dois casos em dados observados.

Os impactos da greve dos caminhoneiros já foram sentidos em diversos setores da atividade e ajudaram a derrubar ainda mais as previsões de crescimento do PIB neste ano, inclusive dentro do governo.Em maio, a produção industrial despencou 10,9 por cento, ritmo mais forte de contração em quase uma década e desde a crise financeira mundial, enquanto que as vendas no varejo tiveram a primeira contração no ano e o volume de serviços a maior queda em sete anos.

Pesquisa Focus do BC divulgada nesta manhã mostrou que a projeção de crescimento do PIB em 2018 agora é de 1,5 por cento, metade dos 3 por cento indicados há alguns meses.

O Ministério da Fazenda, que também chegou a falar em crescimento de 3 por cento neste ano, agora calcula expansão de 1,6 por cento, mesmo cenário do Banco Central. O IBC-Br incorpora projeções para a produção nos setores de serviços, indústria e agropecuária, bem como o impacto dos impostos sobre os produtos.Leia também: Mercado vê PIB crescendo menos neste ano, a 1,5%

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Inadimplência de idosos foi a que mais cresceu em dois anos https://newtrade.com.br/economia/inadimplencia-de-idosos-foi-a-que-mais-cresceu-em-dois-anos/ https://newtrade.com.br/economia/inadimplencia-de-idosos-foi-a-que-mais-cresceu-em-dois-anos/#respond Mon, 16 Jul 2018 10:50:30 +0000 https://newtrade.com.br/?p=68592

Em maio deste ano, 34,5% dos brasileiros com mais de 61 anos eram devedores; em 2016, índice foi de 32,1%

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A inadimplência dos idosos, a faixa etária que provavelmente reúne o maior número de aposentados, não é a mais elevada do País, mas foi a que mais cresceu nos últimos dois anos. Em maio deste ano, 34,5% dos brasileiros com mais de 61 anos de idade estavam com contas atrasadas, segundo levantamento nacional da Serasa Experian. É um resultado menor do que a média da população brasileira, de 39,9%, porém maior do que o registrado para essa faixa etária dois anos atrás. “O idoso não é mais inadimplente do que adulto maduro”, diz o economista da Serasa Experian, Luiz Rabi. Entre os que têm entre 26 e 30 anos de idade, por exemplo, 45,3% estavam inadimplentes em maio deste ano.

No entanto, Rabi observa que nos dois últimos anos houve uma inversão no comportamento da inadimplência desses dois grupos. A fatia de adultos maduros inadimplentes caiu e a de idosos subiu. O calote dos idosos, que era 32,1% em maio de 2016, atingiu 34,5% no mesmo mês deste ano, uma alta de 2,4 pontos porcentuais. Já o calote dos adultos maduros entre 26 e 30 anos saiu de 47,5% em maio de 2016 para 45,3% em maio deste ano, um recuo de 2,2 pontos porcentuais.

Segundo Rabi, o número de idosos inadimplentes aumentou nesse período por causa da crise. “Muitos deles tomaram crédito para socorrer as famílias em dificuldades”, explica o economista.

O primeiro passo dos idosos aposentados é buscar o crédito consignado, aquele financiamento que tem juro menor do que a média de mercado, cujo desconto é feito diretamente do benefício da aposentadoria.

“Mas como a recessão está demorando a passar, os idosos continuam sendo pressionados pelos familiares a buscarem mais crédito”, diz Rabi. Ocorre que, pelas regras do crédito consignado o aposentado ou pensionista da Previdência pode comprometer, no máximo, 35% do seu benefício líquido, isto é, após o desconto de impostos, com a prestação.

Muitos, diz Rabi, tomam créditos consignados até o limite possível e, com isso, a renda encurta muito. A saída é buscar dinheiro para fechar as contas do mês nas linhas de crédito tradicionais em bancos e financeiras, onde as taxas de juros são de mercado. O resultado é que muitos acabam ficando inadimplentes.

O aposentado Gustavo Baade, de 82 anos, fez um empréstimo consignado para pagar dívidas. Mensalmente é descontado do seu benefício bruto de R$ 1.200 mais de R$ 100. “Com o desconto da prestação do consignado, a minha aposentadoria não chega a R$ 1 mil”, diz. Ele está pagando o empréstimo e diz não estar inadimplente. A idade, segundo ele, dificulta a aprovação de outros financiamentos. / M.C.

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Diretor-presidente da Cielo renuncia após um ano e meio no cargo https://newtrade.com.br/economia/diretor-presidente-da-cielo-renuncia-apos-um-ano-e-meio-no-cargo/ https://newtrade.com.br/economia/diretor-presidente-da-cielo-renuncia-apos-um-ano-e-meio-no-cargo/#respond Fri, 13 Jul 2018 19:41:17 +0000 https://newtrade.com.br/?p=68580

Em carta, Eduardo Campozana Gouveia alegou motivos pessoais e familiares

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O diretor-presidente da Cielo, Eduardo Campozana Gouveia, pediu demissão do cargo nesta sexta-feira. Em carta de renúncia, ele alegou questões pessoais e familiares – o pedido foi aceito pelo Conselho de Administração da companhia. O fato relevante foi divulgado pela Cielo.

Gouveia permaneceu no cargo por um ano e meio. “Minha passagem pela Cielo foi, certamente, uma das mais ricas de minha vida, no aspecto tanto profissional quanto pessoal. Sair foi a decisão mais difícil que já tomei. Demandou muito tempo e muita reflexão”, afirma em sua carta.

O atual vice-presidente executivo de Finanças e Diretor de Relações com Investidores, Clovis Poggetti Junior, será o responsável por ocupar o cargo de Gouveia. A decisão foi tomada pelo Conselho de Administração da companhia – a determinação vigora até que um novo nome seja apresentado. O processo de transição será finalizado em agosto de 2018.

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Pesquisa Food Service ABF indica avanço da integração da tecnologia nas franquias de alimentação https://newtrade.com.br/economia/pesquisa-food-service-abf-indica-avanco-da-integracao-da-tecnologia-nas-franquias-de-alimentacao/ https://newtrade.com.br/economia/pesquisa-food-service-abf-indica-avanco-da-integracao-da-tecnologia-nas-franquias-de-alimentacao/#respond Fri, 13 Jul 2018 15:34:50 +0000 https://newtrade.com.br/?p=68571

Investimentos em tecnologias para atendimento a clientes “à frente do balcão” devem mais que duplicar, aumentando de 24% para 48,5%

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O segmento de Alimentação, um dos mais tradicionais e consolidados do franchising brasileiro, definitivamente incorporou a transformação digital em sua agenda. Em um ambiente de demanda desaquecida e mudança dos hábitos do consumidor, provocada pela digitalização do dia a dia das pessoas, as redes desse segmento passaram a adotar tecnologias inovadoras em seus processos de atendimento, relacionamento com o cliente, fechamento de compra, administrativos e de produção de alimentos, dentre outros. Esta é a principal conclusão da 12ª Pesquisa Setorial ABF Food Service realizada pela Associação Brasileira de Franchising. Encomendado pela entidade à ECD Food Service, consultoria especializada no setor, o levantamento foi divulgado no Seminário Setorial de Food Service ABF e Pós-NRA Show 2018, que abre a ABF Franchising Week.

Alimentação é, individualmente, o segmento de maior peso do setor de franquias brasileiro. De acordo com o balanço do desempenho do franchising em 2017, do faturamento total de R$ 163,319 bilhões do setor, as redes de alimentação abocanharam uma fatia de R$ 42,816 bilhões. Do universo de 146.134 unidades de franquias, 31.710 são de alimentação e dentre as 2.845 redes, 742 integram o segmento.

Os investimentos em tecnologias de atendimento ao cliente “à frente do balcão” (ou “front of the house”), por exemplo, devem mais que duplicar em 2018. No ano passado, 24% das redes de alimentação pesquisadas haviam investido em equipamentos de tecnologia como iPads para menu. Já este ano, 48,5% afirmam que pretendem fazer esse investimento. A instalação de quiosques e terminais eletrônicos de atendimento tende a triplicar, saltando de 14% no ano passado para 42,4% no mesmo período.

“Cada vez mais a experiência do consumidor e a tecnologia estão passando a ser questões preponderantes para o bom desempenho e o sucesso dos negócios e as redes de alimentação, de acordo com a pesquisa, estão avançando nesse sentido”, afirma Altino Cristofoletti Junior, presidente da ABF.

O estudo revela ainda que “reinvenção” pode ser considerada a palavra de ordem para o segmento de Alimentação na atualidade. Lançar mão de novos formatos e investir em tecnologia de informação são dois fatores relevantes para as redes apontados no estudo. Entre os tipos de negócios considerados mais interessantes para se investir, Quiosques foi a opção de 50% dos respondentes, Lojas de menu reduzido ficou com 47,3% e Restaurantes virtuais (que atuam exclusivamente com delivery) com 28,4% das preferências. Já em relação às ferramentas de comunicação que as redes pretendem investir este ano, Quiosques e terminais eletrônicos para pagamento em praças de alimentação e Menus eletrônicos em restaurantes de serviço completo foram os itens com intenção de investimento ma is expressiva.

De acordo com João Baptista Junior, coordenador do Comitê de Food Service da ABF, “todos os modelos de negócios estão tendo que se reinventar para acompanhar as mudanças que estão ocorrendo, seja no comportamento do consumidor, seja no campo tecnológico. As redes que mantêm o modelo de negócio tradicional tendem a perder competitividade”, sentencia.
Dentre as estratégias de marketing, 100% das redes pesquisadas afirmam que pretendem investir em mídias sociais agora em 2018 e a maioria dos respondentes adotou o lançamento de novos produtos. No ano passado, 44,6% deles lançaram mais de sete novos itens, 17,6% de cinco a seis e 20,3%, de três a quatro.

Desafios

O aumento do faturamento da rede era o principal desafio para 44,3% das marcas pesquisadas em 2017, índice que subiu para 51,5% entre 2018 e 2019. “Driblar a crise econômica” foi a segunda maior preocupação, apontada por 33,3% dos respondentes, seguida pelo clima, com 28,6%. Já neste e no próximo ano, os desafios climáticos ficaram em segundo lugar (33,3%), superando a importância dada à crise econômica (26,8%).

Para Enzo Donna, diretor geral da ECD Food Service, “a pesquisa comprova que as redes de alimentação estão superando os desafios impostos pelo período de crise que o Brasil enfrentou e cujos reflexos ainda são sentidos pelas empresas. O estudo mostra, ainda, que as franquias de food service estão cada vez mais preparadas para os novos tempos”.

Tendências

Entre as principais tendências, a alimentação saudável se destaca. De acordo com a pesquisa, 63,9% das redes monitoram as tendências de menu e ingredientes relacionados à saudabilidade. Outras 45,8% estão atentas à customização do menu pelo cliente e 38,9% acompanham as tendências vegetarianas e veganas.

A intensificação do uso de tecnologias de interação com o consumidor, nas quais estão os aplicativos, também pode ser observada na pesquisa. Nesse aspecto, os investimentos em sistemas de delivery devem subir de 72,7% no ano passado para 75% neste ano e em pedidos online poderão saltar de 50% para 70,6%.

O coordenador do Comitê de Food Service da ABF defende que as redes de alimentação mantenham seus investimentos em tecnologia e inovação para otimizar seus resultados. “Temos que ser mais eficientes, mais assertivos nas vendas para melhorarmos nossa performance. Vejo que as redes de food service estão avançando nesse sentido, tendo clareza de que o modelo de negócio tem que mostrar esses resultados na ponta”, afirma.

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A Copa dos Consumidores https://newtrade.com.br/economia/a-copa-dos-consumidores/ https://newtrade.com.br/economia/a-copa-dos-consumidores/#respond Fri, 13 Jul 2018 15:30:13 +0000 https://newtrade.com.br/?p=68569 Consumidor

Bem como os torcedores, os clientes também esperam que suas marcas favoritas entreguem aquilo que eles mais desejam: experiências memoráveis na hora da compra.

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Consumidor

A Copa do Mundo de 2018 vai chegando ao fim e, enquanto contabilizamos a nossa performance no bolão da firma, temos que lidar com as empolgações e frustações associadas às nossas expectativas (“ah, se aquela bola tivesse entrado!”). Bem como os torcedores, os clientes também esperam que suas marcas favoritas entreguem aquilo que eles mais desejam: experiências memoráveis na hora da compra.

“Fãs de futebol esperam ver jogos lindos, mas também querem se reunir com familiares e amigos para assistir às partidas com churrasco, cerveja, bandeira e diversão. Ou seja, a experiência de assistir o jogo é tão importante quanto a partida em si”, comenta Daniel Hoe, diretor de Marketing da Salesforce. E com as empresas, acontece exatamente o mesmo, como mostra uma pesquisa da Salesforce realizada com 6.700 consumidores de 15 países, incluindo o Brasil. De acordo com o levantamento, uma boa experiência oferecida pela empresa é tão essencial quanto o próprio produto ou serviço para 89% dos brasileiros, e mais da metade deles (54%) estão dispostos a migrar para a concorrência se ela oferecer uma interação melhor.

No esporte, a cada partida vencida, aumentamos a confiança em nosso time. Com os consumidores não é diferente: 95% deles dizem que a fidelidade a uma marca é definida pela confiança que depositam nela.

Para enterrar 1998

Não se engane. Os franceses podem ter vencido o Brasil há 20 anos, mas em relação às expectativas dos consumidores, o brasileiro está na frente. “A pesquisa mostra que 16% dos franceses não se importam em ser tratados como números, ao contrário de quase todos os brasileiros (94%), que exigem uma experiência mais personalizada”, diz Hoe.

Revanche do 7×1

Sabe quantos consumidores alemães aceitariam pagar mais por uma experiência melhor? 62%! Enquanto isso, 76% dos brasileiros estariam dispostos a gastar mais para ter um atendimento de qualidade. Sim, somos mais exigentes!

Ai, ai, ai, ai…tá chegando a hora…

Eliminados pelo Brasil nas oitavas de final, será que os mexicanos acreditam na Quarta Revolução Industrial tanto quanto nós? 68% dos consumidores brasileiros – finais ou corporativos – confirmam que a Inteligência Artificial já vem transformando ativamente suas expectativas com as marcas, enquanto que na terra de Chicharito e Ochoa o índice é de 69%. “Então, quando for torcer para o seu time do coração ou comprar da sua marca preferida, tenha certeza que está escolhendo a melhor equipe. Aquela que pode te entregar uma boa experiência e, claro, que irá trazer a taça de volta para casa”, finaliza Hoe.

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Sial Paris 2018 trará debates e palestras de alimentação alternativa https://newtrade.com.br/economia/sial-paris-2018-trara-debates-e-palestras-de-alimentacao-alternativa/ https://newtrade.com.br/economia/sial-paris-2018-trara-debates-e-palestras-de-alimentacao-alternativa/#respond Fri, 13 Jul 2018 10:53:11 +0000 https://newtrade.com.br/?p=68559

Durante os 5 dias da exposição os visitantes poderão trocar informações e descobrir tudo o que a Alternative Food tem a oferecer

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A edição de 2018 do SIAL – que acontece de 21 a 25 de outubro em Paris-Nord Villepinte – terá em seu programa um espaço dedicado a a Alternative Food, que já conta com mais de 300 expositores inscritos. “É uma mistura única de experiência que estaremos propondo pela primeira vez em 2018” , declara Nicolas Trentesaux, diretor da SIAL Network, acrescentando: “A SIAL sempre esteve na vanguarda em questões de alimentação, e este ano desejamos ir ainda mais longe com este setor de Alimentos Alternativos, organizado contra o pano de fundo da SIAL”, enfatizou. Como destaque do evento, o setor vai receber muitos expositores do mundo de Alimentos Alternativos, além de renomados especialistas em alimentação saudável.

Fórum programado

Durante os 5 dias da exposição, através de conferências e mesas-redondas, os profissionais de varejo e foodservice, juntamente com os fabricantes, poderão trocar informações e descobrir tudo o que a Alternative Food tem a oferecer, tanto em termos de inovações quanto de oportunidades.

O Alter’Native Food Forum também está planejado para incluir visitas guiadas ao setor a partir de duas perspectivas: ingredientes alternativos (conduzidos por especialistas da NutriMarketing) e saúde (realizados por especialistas da Atlantic Santé).

Agenda de palestras

Domingo, 21 de outubro: “Mudando as expectativas dos consumidores para o orgânico” , conferência da Ein Herz für Bio

Ao longo dos anos, o canal da agricultura orgânica ganhou espaço e agora é possível encontrar muitos produtos orgânicos em diferentes redes de distribuição: varejo massificado, especialista lojas, produtores locais, etc. Quais são os benefícios (meio ambiente, saúde, bem-estar animal, etc.) de uma agricultura e dieta orgânica? Como lidamos com a crescente demanda por produtos orgânicos? Quais são os objetivos das novas especificações estritas estabelecidas no âmbito da regulamentação europeia?

Segunda-feira, 22 de outubro: “Regulamentos: Transparência, Blockchain e Quality Labels” por Emmanuel Audoin, Bureau Veritas

Os consumidores esperam maior transparência dos fabricantes. Eles querem saber a origem dos produtos e dos ingredientes que entram neles, mas também querem saber como, sob quais condições e por quem o produto foi fabricado. Para tranquilizar os consumidores, os fabricantes recorrem a rótulos de qualidade e implantam blockchains para garantir a rastreabilidade de seus produtos.

Terça-feira, 23 de outubro: “Alimentação para Idosos: Comendo bem para envelhecer bem” com a Dra. Nicole Vidal, a Silver Fourchette Tour e a Virginie Van Wymelbeke, Hospital Dijon CHU

Nos últimos 60 anos, homens e mulheres ganharam 14 anos de expectativa em média . Este aumento da longevidade nem sempre é sinônimo de um bom estado de saúde. No entanto, a qualidade de nossas dietas, ao longo de nossas vidas, tem uma grande influência tanto na prevenção de doenças para idosos mais jovens quanto no atendimento das necessidades específicas dos idosos, bem como na prevenção do freqüente fenômeno da desnutrição. Como adotamos uma dieta que combina prazer e um papel nutricional para idosos e idosos? Como comemos para envelhecer bem?

Quarta-feira 24 de outubro: “Novas experiências sensoriais” com a participação do Instituto Paul Bocuse.

Impulsionado pela curiosidade, 45% dos consumidores do mundo gostam de experimentar novos sabores. A tendência é, portanto, para novas experiências sensoriais, com a mistura de sabores, sabores, cores e texturas. É hora de se inspirar em outros países, outros mercados, outras culturas: todos os gostos são permitidos!

Quinta-feira 25 de outubro: “Transformação dos canais de distribuição” com a participação de Gilles Raison, JustEat

Com expectativas cada vez mais exigentes dos consumidores em termos de ganhos de tempo e eficiência, os canais de distribuição precisam se adaptar. Drive-ins, assinaturas de entrega de caixa, comida para viagem e entregas ao domicílio: quais são os novos modos de distribuição de produtos?

O programa completo de conferências, mesas-redondas e visitas guiadas estará disponível no site sialparis.com.

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