Economia – Newtrade https://newtrade.com.br Fri, 21 Feb 2020 14:19:12 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=5.3.2 https://newtrade.com.br/wp-content/uploads/2017/03/favicon-newtrade.png Economia – Newtrade https://newtrade.com.br 32 32 IRRF 2020: menos lotes e restituição antecipada em um mês https://newtrade.com.br/economia/irrf-2020-menos-lotes-e-restituicao-antecipada-em-um-mes/ https://newtrade.com.br/economia/irrf-2020-menos-lotes-e-restituicao-antecipada-em-um-mes/#respond Fri, 21 Feb 2020 10:49:09 +0000 https://newtrade.com.br/?p=1023684 restituição do imposto

Receita lança novas regras da declaração e download do programa foi disponibilizado na quinta-feira (20/02). Prazo de entrega começa em 2 de março a vai até 30 de abril

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restituição do imposto

A Receita Federal anunciou na quarta-feira (19/02) as regras e o calendário do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) 2020. A partir deste ano, a Receita antecipará o pagamento dos lotes: tradicionalmente paga em sete lotes, de junho a dezembro, a restituição será paga em cinco lotes, do fim de maio ao fim de setembro.

Pelo cronograma atual, o primeiro lote será pago em 29 de maio. Os lotes seguintes serão pagos em 30 de junho, 31 de julho, 31 de agosto e 30 de setembro.

Também a partir deste ano o próprio programa gerador da declaração do Imposto de Renda fornecerá a declaração pré-preenchida para os contribuintes com certificação digital. As informações da base de dados da Receita vão diretamente para o programa gerador, cabendo ao contribuinte apenas validar os dados e transmitir a declaração.

Em vigor desde 2014, a declaração pré-preenchida estava disponível no Centro de Atendimento Virtual (e-CAC) da Receita, e o contribuinte com certificação digital precisava gerar um arquivo, salvá-lo no computador e somente então o importar para o programa gerador.

O download do programa foi disponibilizado na quinta-feira (20/02). Prazo de entrega começa em 2 de março a vai até 30 de abril

Obrigatoriedade

O prazo de entrega da declaração começará às 8h de 2 de março e irá até as 23h59min59s de 30 de abril.

A Receita Federal espera receber 32 milhões de declarações do Imposto de Renda. O programa gerador poderá ser baixado na página da Receita na internet a partir das 8h desta quinta-feira (20/2).

Deve entregar a declaração 2020 (ano-base 2019) o contribuinte que recebeu rendimentos tributáveis superiores a R$ 28.559,70 no ano passado, o equivalente a R$ 2.196,90 por mês, incluído o décimo terceiro.

Também deve apresentar o documento quem teve receita bruta de atividade rural superior a R$ 142.798,50; contribuintes com rendimentos isentos, não-tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte de mais de R$ 40 mil, e contribuintes com patrimônio de mais de R$ 300 mil em 31 de dezembro.

Também deve entregar a declaração quem obteve, em qualquer mês, ganho de capital na alienação de bens ou direitos ou fez operações na bolsa de valores; quem passou à condição de residentes no Brasil em qualquer mês no ano passado e quem optou pela isenção de Imposto de Renda incidente sobre o ganho de capital na venda de imóveis residenciais e comprou outro imóvel até 180 dias depois da venda.

Doações e INSS de trabalhador doméstico

Outra novidade é a realização de doações de até 3% do imposto devido a fundos controlados pelos conselhos municipais, estaduais e nacionais do idoso diretamente na declaração anual. Instituída pela Lei 13.797/2019, a novidade vale para declarações a partir de 2020. Até agora, as doações poderiam ser feitas no ano corrente, mas não diretamente na declaração, como ocorre com os fundos para os direitos da criança e do adolescente.

Por causa da perda de validade da lei que regulamentava o benefício, as contribuições dos patrões para a Previdência Social de empregados domésticos não poderão ser mais deduzidas. De 2006 até o ano passado, o contribuinte poderia abater R$ 1.251,07, correspondente à contribuição para o Instituto Nacional do Seguro Social dos trabalhadores domésticos correspondente ao salário mínimo.

A Receita também ampliou o prazo para o contribuinte agendar o débito automático da primeira cota ou cota única do imposto. Até agora, quem entregava a declaração até o fim de março tinha direito ao agendamento. A partir deste ano, a funcionalidade estará disponível para quem transmitir o documento até 10 de abril.

Deduções

Exceto no caso das contribuições de empregadas domésticas e de fundos para direitos de idosos, os valores de deduções não mudaram em relação a 2019. O limite de abatimentos na declaração simplificada continuará em R$ 16.754,30. As deduções por dependente, em R$ 2,275,08. As deduções de gastos com educação, em R$ 3.561,30. As contribuições para a previdência complementar poderão totalizar até 12% do rendimento tributável.

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E-commerce brasileiro fatura R$ 61,9 bilhões em 2019 https://newtrade.com.br/economia/e-commerce-brasileiro-fatura-r-619-bilhoes-em-2019/ https://newtrade.com.br/economia/e-commerce-brasileiro-fatura-r-619-bilhoes-em-2019/#respond Fri, 21 Feb 2020 10:32:43 +0000 https://newtrade.com.br/?p=1023674

O resultado final superou a estimativa da maior parte do segmento, que previa previa um faturamento de R$ 59,8 bilhões para o período

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O ano de 2019 foi particularmente bom para o comércio eletrônico eletrônico brasileiro. No ano passado, o setor apresentou um faturamento de R$ 61,9 bilhões, um resultado 16,3% maior do que o números registrados no período anterior de 2018.

Os dados fazem parte de um levantamento realizado pela Ebit | Nielsen, empresa global de mensuração e análise de dados.

O resultado final de 2019 superou a projeção do 40º Relatório Webshoppers, estudo sobre o comércio eletrônico brasileiro e considerado referência para os profissionais do segmento. A estimativa do estudo previa um faturamento de R$ 59,8 bilhões para o período.

Ainda de acordo com os dados da Nielsen, o número de pedidos no ano passado também foi maior que em 2018, totalizando 148,4 milhões de compras em 2019 frente a 122,7 milhões.

Porém, nem todos os números apresentaram crescimento. O valor médio do tíquete do varejo digital, métrica que apresenta o quanto cada cliente gasta em compras online, em 2019 ficou em R$ 417, um resultado que representa uma queda de 3,9% em relação aos números de 2018, quando o valor médio de compras era de R$ 434.

Para a Ebit | Nielsen, essa varação entre o valor médio do tíquete pôde ser verificado nos dias do evento da última edição da Black Friday, quando as vendas aumentaram, porém o valor médio desembolsado pelos compradores foi menor na comparação com 2018.

“Na análise dos últimos relatórios da Ebit | Nielsen, percebemos uma tendência de aumento do volume de compras via internet, com vendas cada vez maiores pelo canal mobile, como aconteceu na Black Friday – momento em que 55% dos pedidos foram feitos por meio de celulares e tablets”, explica Roberto Butragueño, Diretor de Atendimento ao Varejo e E-commerce, Nielsen Brasil.

“Isso, consequentemente, leva a um tíquete médio menor. Ou seja, temos um crescimento na frequência de compras, impulsionado por categorias de consumo mais dinâmicas”, completa Butragueño.

Expectativas para 2020

A estimativa da Ebit | Nielsen para o ano de 2020 é que o crescimento do e-commerce brasileiro deve se manter, puxado pela entrada de novos players, principalmente do setor de Alimentos e Bebidas, categorias que, de acordo com a consultoria, têm garantido a participação e fidelização de um consumidor mais frequente nas compras online.

Para esse ano, a companhia estima que o comércio brasileiro chegue em um faturamento de R$ 74 bilhões, o que configuraria um aumento de 19,5% em relação ao ano passado.

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BC lança sistema de pagamento instantâneo Pix; bancos devem se adequar até novembro https://newtrade.com.br/economia/bc-lanca-sistema-de-pagamento-instantaneo-pix-bancos-devem-se-adequar-ate-novembro/ https://newtrade.com.br/economia/bc-lanca-sistema-de-pagamento-instantaneo-pix-bancos-devem-se-adequar-ate-novembro/#respond Thu, 20 Feb 2020 10:55:14 +0000 https://newtrade.com.br/?p=1023642

Além da velocidade, o sistema permitirá que sejam realizadas transações financeiras 24h por dia, sete dias por semana, inclusive em feriados

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O Banco Central (BC) lançou na quarta-feira (19) o sistema de pagamento eletrônico Pix, que permitirá transações como transferências e pagamentos, incluindo de contas, em até dez segundos. Os bancos e instituições financeiras com mais de 500 mil clientes deverão se adequar à tecnologia até 16 de novembro, quando o sistema começa a funcionar efetivamente.

Além da velocidade, o sistema permitirá que sejam realizadas transações financeiras 24h por dia, sete dias por semana, inclusive em feriados. Atualmente, transações do tipo DOC e TED têm restrições.

Como ocorre nas modalidades normais de transferência, as empresas terão liberdade de definir tarifas aos clientes, mas Roberto Campos Neto, presidente do Banco Central, disse que o Pix irá baratear os custos dessas operações e permitir a entrada de novos players no mercado.

A maior diferença do Pix para as outras plataformas de pagamento via nuvem, como e-wallets, é a integração, já que todos os agentes do mercado poderão fazer parte.

Como funciona

Transferências entre pessoas, pagamento de contas e boletos, recolhimento de impostos e de taxas de serviços (como emissão de passaportes, por exemplo), estão entre as operações possibilitadas pelo sistema instantâneo do BC.

A efetivação pode ser realizada via QR Code, uso de chave de endereçamento (senha) ou tecnologias de aproximação, por exemplo. O BC acredita que os aplicativos de bancos serão os principais meios de uso do Pix.

Um exemplo é o uso para transferência a partir de um ícone do Pix no app. A pessoa que vai transferir poderá inserir apenas o número de celular do destinatário do montante e o sistema carregará automaticamente os outros dados necessários (como número da conta bancária). Bastará, então, inserir o valor a ser transferido e efetuar a transação, que será realizada em até dez segundos.

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Sial Paris 2020 vai debater a virada da indústria de alimentos e bebidas https://newtrade.com.br/economia/sial-paris-2020-vai-debater-a-virada-da-industria-de-alimentos-e-bebidas/ https://newtrade.com.br/economia/sial-paris-2020-vai-debater-a-virada-da-industria-de-alimentos-e-bebidas/#respond Wed, 19 Feb 2020 11:23:58 +0000 https://newtrade.com.br/?p=1023626

Uma das novidades serão as reuniões com potenciais parceiros de negócios que serão simplificadas graças ao SIAL App e ferramentas de criação de partidas

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Por Claudia Rivoiro

Uma nova edição da SIAL Paris, de 18 a 22 de outubro, no Paris Nord Villepint, na capital francesa, promete trazer um concentrado de tendências, inovações e novos negócios. Por mais de 50 anos, é recebido uma comunidade global de profissionais de alimentos em Paris. “Hoje, graças à paixão e comprometimento de nossas equipes, parceiros, expositores e visitantes, a SIAL Paris é a maior feira de alimentos do mundo, gerando mais de € 2,48 bilhões em comércio”, informa a diretora do Sial Paris Adeline Vancauwelaert.

Adeline Vancauwelaert. diretora do Sial Paris

Segundo a executiva, selecionar os ingredientes para cada nova edição é sempre um privilégio.” 2020 não é uma exceção. Promete ser um ponto de virada, tanto para a SIAL quanto para a indústria como um todo. Tudo será focado na construção de sua empresa com serviços personalizados, ofertas personalizadas e novos eventos exclusivos, baseados, pela primeira vez na história, em torno de um tema central. À medida que nossa indústria se reinventa para enfrentar as enormes mudanças na sociedade, a SIAL Paris trará os desafios e oportunidades para o centro das atenções”, destaca.

Uma das novidades serão as reuniões com potenciais parceiros de negócios que serão simplificadas graças ao SIAL App e ferramentas de criação de partidas.

As iniciativas ousadas serão apresentadas mais uma vez no SIAL Innovation and Future Lab, além de um programa completo de conferências e debates com os procurados palestrantes da SIAL Talks. “Em cinco dias, você descobrirá os resultados dos estudos mais recentes, terá a oportunidade de compartilhar suas opiniões e abrir novas portas nos próximos anos”, finaliza Adeline.

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Faturamento da indústria de alimentos cresceu 6,7% em 2019 https://newtrade.com.br/economia/faturamento-da-industria-de-alimentos-cresceu-67-em-2019/ https://newtrade.com.br/economia/faturamento-da-industria-de-alimentos-cresceu-67-em-2019/#respond Wed, 19 Feb 2020 11:09:59 +0000 https://newtrade.com.br/?p=1023620

Vendas cresceram no mercado interno, mas exportações tiveram queda na comparação com o ano anterior, segundo a Abia.

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O faturamento da indústria brasileira de alimentos cresceu 6,7% em 2019, segundo dados divulgado na terça-feira (18) pela associação do setor. Com a alta, o faturamento dessa indústria alcançou R$ 699,9 bilhões, ante os R$ 656 bilhões do ano anterior. A estimativa da Associação Brasileira da Indústria de Alimentos (Abia) é que o setor represente cerca de 9,7% do Produto Interno Bruto (PIB) do país.

Os dados incluem as exportações e as vendas para o mercado interno. Aqui dentro, as vendas cresceram 6,2% em relação a 2018, com destaque para a alimentação fora do lar (alta de 6,9%). Já o mercado varejista cresceu 5,9%.

Vendas reais

Em vendas reais, a indústria de alimentos registrou alta de 2,3% na passagem de 2018 para 2019. “Foi a melhor taxa de crescimento desde 2013, quando o setor cresceu 4,2%”, aponta a Abia em nota.

Por setores, as carnes tiveram o melhor desempenho no ano, com alta de 11,1% nas vendas. Também tiveram crescimento derivados de cereais, chá e café (5,6%), desidratados e supergelados (4,9%) e diversos (3,4%), que inclui temperos, molhos, condimentos, sorvetes e salgadinhos.

Na outra ponta, as maiores quedas vieram de açúcar (-10,8%), óleos e gorduras (-4,7%) e derivados de frutas e vegetais (-4,1%).

Exportações caíram

As vendas para o exterior representaram 19,2% do total no ano passado. Ao todo, somaram US$ 34,1 bilhões – uma queda de 2,3% frente a 2018. Ainda assim, o país segue como segundo maior exportador de alimentos industrializados do mundo.

Segundo a Abia, a redução dos embarques de açúcar foram o maior fator para este resultado. “O Brasil é o maior exportador da commodity no mundo, mas há dois anos vem sofrendo com o excesso do produto no mercado internacional, o que derrubou as exportações desde então”, diz a associação.

Os produtos tiveram como destino mais de 180 países, com destaque para a China, que comprou US$ 5,36 bilhões em alimentos industrializados brasileiros.

Principais compradores

China: US$ 5,3 bilhões
Holanda: US$ 1,9 bilhão
Hong Kong: US$ 1,6 bilhão
Estados Unidos: US$ 1,5 bilhão
Arábia Saudita: US$ 1,4 bilhão

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Intenção de Consumo em fevereiro sobe a maior nível desde abril de 2015, diz CNC https://newtrade.com.br/economia/intencao-de-consumo-em-fevereiro-sobe-a-maior-nivel-desde-abril-de-2015-diz-cnc/ https://newtrade.com.br/economia/intencao-de-consumo-em-fevereiro-sobe-a-maior-nivel-desde-abril-de-2015-diz-cnc/#respond Tue, 18 Feb 2020 10:48:59 +0000 https://newtrade.com.br/?p=1023579

Apesar da melhora, o indicador permanece abaixo do patamar de satisfação

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Os brasileiros ficaram mais propensos às compras em fevereiro, segundo a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). A Intenção de Consumo das Famílias (ICF) subiu 1,2% em relação a janeiro, após duas quedas consecutivas, alcançando 99,3 pontos, maior patamar desde abril de 2015.

Na comparação com fevereiro de 2019, o ICF cresceu 0,8% em fevereiro deste ano. Apesar da melhora, o indicador permanece abaixo do patamar de satisfação, a zona acima de 100 pontos.

O desempenho mais recente do índice sinaliza uma recuperação gradual do consumo, baseada em fatores como a redução da taxa de desemprego e a inflação ainda comportada, avaliou a CNC.

Na passagem de janeiro para fevereiro, houve melhora nos componentes referentes a emprego e renda. O item que avalia o emprego atual teve uma elevação de 0,8% em fevereiro ante janeiro, para 119,9 pontos, enquanto o componente perspectiva profissional subiu 0,3%, para 108,7 pontos.

A avaliação sobre a renda atual teve um avanço de 1,6%, a 114,6 pontos, e o acesso ao crédito cresceu 4,3%, para 95,4 pontos. O componente que estima o nível de consumo atual subiu 4,1%, para 76,6 pontos, enquanto a perspectiva de consumo avançou 3,1%, a 100,3 pontos.

Já o item que avalia o momento para aquisição de bens de consumo duráveis teve uma queda de 5,4% em fevereiro, para 79,3 pontos.

“A percepção de consumo dos brasileiros superou, pela primeira vez desde março de 2019, o nível de 100 pontos, evidenciando satisfação com as expectativas de consumir”, opinou a economista da CNC Catarina Carneiro da Silva, em nota oficial.

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Consumo de novas tecnologias ajuda a manter inflação baixa https://newtrade.com.br/economia/consumo-de-novas-tecnologias-ajuda-a-manter-inflacao-baixa/ https://newtrade.com.br/economia/consumo-de-novas-tecnologias-ajuda-a-manter-inflacao-baixa/#respond Mon, 17 Feb 2020 11:03:59 +0000 https://newtrade.com.br/?p=1023558

As principais consequências da incorporação dos aplicativos no consumo diário são o aumento da concorrência em vários setores e a possibilidade de comparar valores, o que leva a uma tendência de queda dos preços.

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A mudança no hábito do consumo das famílias provocada pela popularização dos aplicativos de transporte e compras em geral está contribuindo para um comportamento mais favorável dos preços dos serviços no país e ajudando a manter a inflação mais baixa.

As principais consequências da incorporação dos aplicativos no consumo diário são o aumento da concorrência em vários setores e a possibilidade de comparar valores, o que leva a uma tendência de queda dos preços.

Os benefícios dessa onda tecnológica ficam evidentes na inflação de serviços: em 2019, ela marcou 3,5%, abaixo da inflação geral, que ficou em 4,31%. No acumulado dos últimos 12 meses encerrados em janeiro, o IPCA ficou em 4,19%, enquanto a inflação de serviços atingiu 3,3%.

Até o fim de 2020, mesmo com a expectativa de aceleração da atividade econômica, a inflação de serviços deve seguir comportada: entre 3,5% e 4,6%, segundo analistas consultados pelo G1.

“Essa discussão tem sido muito forte, de quanto a tecnologia pode ajudar a reduzir os preços na economia, de como esses ganhos tecnológicos ajudaram as empresas a reduzir custo e aumentar a produtividade”, diz economista-chefe da Claritas, Marcela Rocha.

A inflação de serviços sempre foi um entrave para a economia brasileira porque, historicamente, rodou acima do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), considerado a inflação oficial do Brasil. No cálculo de serviços entram, por exemplo, gastos com cuidados pessoais, como manicure, despesas com hotéis, transporte e alimentação fora de casa, entre outros.

Nas economias mais avançadas, o impacto da tecnologia na inflação tem sido chamado de “efeito Amazon”. A gigante de tecnologia se tornou símbolo desse movimento porque criou um modelo de distribuição de produtos que reduziu os custos de operação e, consequentemente, os preços – e que passou a ser copiado mundo afora.

“Essas novidades tecnológicas produzem 2 efeitos relevantes. O primeiro é a comparação de preços: Amazon, Buscapé, Rappi e outras empresas, colocam todas as lojas disponíveis em uma mesma plataforma e [o consumidor] consegue comparar. Isso traz um grau de competitividade maior e faz com que haja um reajuste de preços de forma mais coordenada”, diz Júlia Passabom, economista do Itaú-Unibanco.

“O segundo é a própria competição. Novos competidores às vezes chegam com políticas de preços mais agressivas”, completa.

Os efeitos do impacto da tecnologia da inflação devem começar a ficar mais evidentes nas próximas divulgações do IPCA. Com as mudanças de comportamento do consumidor apontadas na Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF) 2017-2018, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) alterou a lista de itens que serão apurados para calcular a inflação.

Saem da conta itens que caíram em desuso e cujo peso ficou menor no orçamento das famílias, como aparelhos de DVD, máquinas fotográficas, microondas e liquidificadores; e entram serviços e produtos que ganharam importância na última década, como transporte por aplicativos e serviços de streaming, por exemplo.

“O que os modelos mostram é que a inflação de serviços deve seguir muito baixa em 2020, também em 3,5%. O PIB está acelerando, tem alguma retomada da atividade, mas a inflação segue num ritmo comportado e, talvez, isso não seja só pelo nível do emprego”, diz Marcela.

Levantamento realizado pelo Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação (Cetic.br) revela bem como a tecnologia mudou o hábito de consumo do brasileiro.

Em 2018, de acordo com o Cetic.br, 70% dos brasileiros (126,9 milhões de pessoas) utilizavam a internet. Desses, 60% realizaram algum tipo de pesquisa de preço, 34% compraram ou encomendaram produtos ou serviços, e 19% divulgaram ou venderam produtos ou serviços.

O estudo também mostrou que 32% dos usuários de internet pediram táxis ou motoristas por aplicativos. Além dos aplicativos de transporte, outros serviços foram realizados online:

  • 28% pagaram por serviços de filme ou série pela internet;
  • 12% fizeram pedidos refeições em sites ou aplicativos;
  • 8% pagaram por serviços de música pela internet
  • 5% fizeram reservas quartos ou acomodações pela internet em site e aplicativos

“O mercado de compras via internet é um mercado que está crescendo”, afirma o analista de pesquisas do Cetic.br, Winston Oyadomari. “Quem oferece algum serviço pela internet está lidando com um mercado consumidor em expansão.”

Depois que a estação Moema, do MetrÒ, foi inaugurada, o designer Celso Soares, de 30 anos, decidiu vender o carro em 2018. Para se locomover em São Paulo, começou a utilizar um aplicativo que mostra as rotas de transporte público.

“Sou de Brasília e lá a maioria das pessoas utiliza carro. Antes, até a inauguração da estação do MetrÒ do lado da minha casa, não tinha o costume de usar transporte público”, afirma.

Celso ainda não fez as contas de quanto economizou com a troca do carro pelo transporte público, mas lembra que passou a não ter gastos com estacionamento e gasolina.

A mudança tecnológica ajuda a explicar apenas uma parte da fraqueza da inflação de serviços no IPCA. Os analistas também ponderam que a lenta retomada da atividade econÒmica tem sido responsável pelo comportamento desse grupo de preços.

“A inflação de serviços fica mais baixa porque o produto [economia] não está crescendo perto de seu potencial”, diz Júlia Passabom, do Itaú.

A inflação de serviços costuma responder ao desempenho da economia. Se a atividade acelera e a taxa de desemprego cai, os preços de serviços costumam subir. O oposto também ocorre: se há aumento do desemprego, os custos dos serviços tendem a desacelerar, já que há menos gente disposta a consumir. No trimestre encerrado em fevereiro, o desemprego seguia elevado.

Essa dinâmica se dá porque, quando a economia está aquecida, há mais margem para o repasse de preços. “Não vemos pressão na inflação vindo da atividade econÒmica”, afirma Lais Carvalho, economista do banco Santander. “A recuperação da economia já era gradual, e ela tende a ser ainda mais”, afirmou.

Por anos, a economia brasileira lidou com uma inflação de serviços bastante elevada. Em 2011, por exemplo, subiu 9,6%. Naquele momento, a economia brasileira ainda mantinha um certo ritmo de crescimento e o país tinha pleno emprego. Ao longo dos últimos anos, a inflação de serviços só cedeu em 2017, quando o encerrou o ano em 4,5%.

“A redução da inflação dos últimos anos não teria acontecido se a inflação de serviços não tivesse caído também”, afirma Marcel Balassiano, pesquisador do Instituto Brasileiro de Economia, da Fundação Getúlio Vargas (Ibre/FGV).

Em 2019, o IPCA subiu 4,31% e ficou acima do centro da meta, influenciado pelo alta do preço das carnes. Neste ano, a projeção do relatório do Focus, do Banco Central, indica que a inflação deve terminar o ano em 3,25%.

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São Paulo recebe a primeira feira de café voltada para o consumidor da América Latina https://newtrade.com.br/economia/sao-paulo-recebe-a-primeira-feira-de-cafe-voltada-para-o-consumidor-da-america-latina/ https://newtrade.com.br/economia/sao-paulo-recebe-a-primeira-feira-de-cafe-voltada-para-o-consumidor-da-america-latina/#respond Mon, 17 Feb 2020 10:57:11 +0000 https://newtrade.com.br/?p=1023556 Coca-cola

Criada para entrar no calendário da cidade como uma grande feira de negócios e experiências, o público poderá conhecer e interagir com toda a cadeia do café, desde os produtores, torrefadores e fabricantes, até cafeterias, lojas e manifestações culturais e gastronômicas

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Coca-cola

O Brasil é o maior produtor e exportador de café do mundo e o segundo maior consumidor. Para ampliar o conhecimento e mergulhar no universo de uma das bebidas mais apreciadas no planeta, a Bienal de São Paulo sediará a feira SP Café, porque café é conexão nos dias 15, 16, e 17 de maio.

“O café nacional é reconhecido mundialmente pela sua qualidade e sustentabilidade. Por isso, criamos um espaço para que os brasileiros possam se orgulhar ainda mais, mergulhando no universo do grão e descobrindo porque o café é conexão. A SP Café será uma oportunidade especial para o consumidor conhecer e interagir com toda a cadeia do café”, declara Nelson Carvalhaes, empresário do setor e sócio da SP Café.

Em sua primeira edição, a iniciativa já conta com importantes apoiadores como a ABIC (Associação Brasileira da Indústria do Café), ABICS (Associação Brasileira da Indústria de Café Solúvel), Sindicafé (Sindicato da Indústria do Café do Estado de São Paulo) e Secretaria da Agricultura do Estado de São Paulo. O investimento para sua realização é de 2 milhões de reais e a expectativa dos organizadores é atrair 15 mil pessoas por dia.

“O objetivo da feira é apresentar ao consumidor final da cadeia do agronegócio café. Do fruto à xícara, uma feira de muitas experiências e negócios. Teremos conteúdo para todas as idades”, afirma Maria Fernanda Monteiro de Barros, curadora de conteúdo e sócia do SP Café.

A feira entra para o calendário da cidade de São Paulo ocupando dois andares do prédio da Bienal, que está no coração verde da metrópole e conta com a assinatura de Oscar Niemeyer em ponto privilegiado e de fácil acesso, o Parque do Ibirapuera.

A sustentabilidade será outro aspecto importante da feira. Toda a borra produzida durante os três dias, será coletada e enviada como adubo para o Viveiro Manequinho Lopes, localizado dentro do Parque, e responsável por grande parte das mudas plantadas pela capital.

“Café é conexão e, por isso, esses três dias serão uma experiência inesquecível para todos os públicos, inclusive para as crianças. Será uma grande confraternização de profissionais, famílias, produtores, especialistas e apaixonados em torno do café”, conta o sócio Ricardo Fleury Silveira, sócio da Multicase, agência responsável pela realização do evento.

Serviço:

Feira: SP Café, porque café é conexão
Ingressos: R$ 20,00.
Data: 15, 16 e 17 de maio de 2020
Local: Bienal de São Paulo (Av. Pedro Álvares Cabral, s/n – Vila Mariana, São Paulo)
Horário: 10h às 19h
Site: www.souspcafe.com.br

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Moradores de favelas brasileiras movimentam R$ 119,8 bilhões anuais https://newtrade.com.br/economia/moradores-de-favelas-brasileiras-movimentam-r-1198-bilhoes-anuais/ https://newtrade.com.br/economia/moradores-de-favelas-brasileiras-movimentam-r-1198-bilhoes-anuais/#respond Fri, 14 Feb 2020 11:18:08 +0000 https://newtrade.com.br/?p=1023526

Ao todo, 13,6 milhões de brasileiros vivem em favelas; dados são da pesquisa ‘Economia das Favelas’

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De acordo com dados da pesquisa ‘Economia das Favelas – Renda e Consumo nas Favelas Brasileiras’, os 13,6 milhões de pessoas que vivem em favelas pelo país movimentam R$ 119,8 bilhões anualmente.

O valor é maior do que o gerado por 20 das 27 unidades da federação. A pesquisa foi realizada pelo Instituto Data Favela em parceria com o Instituto Locomotiva, sob encomendada da Comunidade Door.

O levantamento aponta que 89% dos residentes de favelas estão em capitais e regiões metropolitanas. O único estado da Região Sudeste que possui mais de 10% da população em favelas é o Rio de Janeiro.

As regiões Norte e Nordeste apresentaram o maior porcentual – entre 5% e 10% – de pessoas que moram em favelas. Entre os estados com índices que passam dos 10% estão o Amazonas, Pará, Maranhão e Pernambuco.

Em relação às expectativas desta população para o ano de 2020, 80% estão otimistas com a vida financeira e com a área da saúde, 84% com a vida familiar, 76% com a vida profissional, 72% com a vida amorosa e 71% com a forma física.

Eles assumem uma visão pessimista quando se trata da dimensão pública. Segundo a pesquisa, 43% consideram que o governo brasileiro vai piorar, 39% acham isso da segurança pública e 38% da saúde pública.

O otimismo presente nas perspectivas de futuro dos moradores de favelas pode ser resultado do discurso de ’empreendedor de si’, e de assumirem como unicamente suas a responsabilidade por mudar de vida.

Entre os entrevistados, 64% responderam que dependia de si fazer a vida melhorar, enquanto 13% atribuíam essa responsabilidade a Deus, fé ou à igreja. Outros 10% colocam a família como principal motivador, e apenas 1% o prefeito da cidade.

O estudo ainda traça um perfil típico dos residentes de favelas pelo país: 67% dos moradores são negros, e 49% das casas são chefiadas por mulheres.

Além disso, 87% dos adultos conseguem acessar a internet ao menos uma vez por semana, e mais de 97% dos jovens possuem acesso regular à internet.

Um aspecto importante do perfil dos moradores de favelas é que 31% não possuem conta em banco. Ao todo, 69% possuem, sendo que 67% mantêm contas em bancos tradicionais.

Sobre o consumo, o levantamento revela que apenas 39% dos moradores de favelas compram pela internet. A qualidade, o preço e a marca influenciam na hora da compra para 77%, 74% e 51%, respectivamente.

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CNC projeta crescimento de 5,3% para o varejo em 2020 https://newtrade.com.br/economia/cnc-projeta-crescimento-de-53-para-o-varejo-em-2020/ https://newtrade.com.br/economia/cnc-projeta-crescimento-de-53-para-o-varejo-em-2020/#respond Fri, 14 Feb 2020 11:15:08 +0000 https://newtrade.com.br/?p=1023524

No varejo restrito, que exclui os ramos automotivo e de materiais construção, o indicativo é de alta de 3,5%.

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A Confederação Nacional do Comércio de Bens Serviços e Turismo (CNC) estimou na quarta-feira (12) crescimento de 5,3% das vendas no varejo ampliado, em 2020. No varejo restrito, que exclui os ramos automotivo e de materiais construção, o indicativo é de alta de 3,5%.

As projeções da CNC tiveram como base os dados da Pesquisa Mensal de Comércio (PMC) de dezembro, divulgada hoje (12) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). De acordo com a pesquisa, o comércio varejista brasileiro fechou 2019 com um crescimento de 1,8% no volume de vendas.

Para o economista responsável pela análise, Fabio Bentes, as vendas neste ano deverão manter a atual tendência de alta com a perspectiva de crescimento da economia e dos indicadores que medem o consumo das famílias. “Fatores como a permanência da inflação baixa e a expectativa de que a taxa básica de juros seja mantida no piso histórico fazem com que esperemos um maior ritmo de atividade econômica em 2020”, afirmou, em nota.

Segundo o economista, a evolução real das vendas confirmou o processo de recuperação do varejo em 2019, tendência reforçada pela retomada do emprego formal no setor, no ano passado. No entanto, Bentes chama a atenção para o fato de que, mesmo com a reação do consumo nos últimos anos, o atual volume de vendas do varejo ainda se encontra 6,5% abaixo daquele registrado às vésperas da recessão em novembro de 2014. “O setor deverá superar plenamente a crise somente no início de 2021”, avaliou

 

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