Exclusivo: Troca de CEOs é maior no Brasil

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Um levantamento realizado junto às 2.500 maiores companhias de capital aberto do mundo mostra que as empresas brasileiras mantêm uma taxa de rotatividade de CEOs acima da média global. Embora, no cenário nacional, a troca de comando tenha alcançado o patamar de 22,9% em 2013 e de 19,8% em 2012, houve um recuo do percentual apurado no exterior, de 15% para a 14,4%, ocorrido no mesmo intervalo de tempo, como revela a 14a edição da pesquisa “Chief Executive Study”, realizada pela Strategy &.

Porém, o mesmo estudo também deixa claro que as empresas instaladas no Brasil seguem a tendência internacional, considerando que a maioria dos casos de troca de comando foi planejada, com 67% correspondendo a sucessões, 26% ocorrendo por causa de mudanças consideradas forçadas (em razão de mudanças repentinas de gestão) e 7% decorrentes de fusão ou aquisição. A taxa mundial de turnover planejado alcança 70%.

Paolo Pigorini, managing director da Strategy& para o Brasil e o Cone Sul, explica que o alto patamar de sucessões planejadas está indicando que as companhias permanecem atentas ao plano de renovação das lideranças. O estudo também mostra que a idade média dos CEOs ao assumir o posto no Brasil é de 52 anos – a média internacional é de 53 – e que 70% das empresas preferiram escolher o novo executivo dentro do seu próprio quadro de funcionários.

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