Refrigerantes, sucos, cervejas, vinhos e bebidas destiladas são produtos que ajudam a alavancar as vendas e a receita do varejo de vizinhança, contanto que sejam oferecidos na dose certa, em ambientes bem organizados e para o público-alvo. Consultores e executivos da indústria de bebidas orientam os varejistas com dicas que lhes ajudam a aumentar a rentabilidade e a intensificar a comercialização. Para isso, aconselham a adoção de medidas simples combinadas com a observação atenta de quem entra na loja e do que procura.

Olegário Araújo, diretor da consultoria Inteligência do Varejo, destaca a necessidade de o dono do estabelecimento, em primeiro lugar, reconhecer claramente que uma loja de vizinhança desempenha “uma missão de compra específica”, a saber, a compra de conveniência. É exatamente isso o que o consumidor faz quando “está perto de sua casa e precisa resolver no próprio local uma necessidade de compra imediata, seja ela de reposição ou imposta por alguma urgência. Creio que isso vale para a maior parte do Brasil, mas principalmente para o caso dos grandes centros”.

Considerando esse cenário, o consultor recomenda que o estabelecimento ofereça produtos a preços justos, mas sem ter a pretensão de competir com o grande varejo ou atacarejo. A conquista do cliente, acrescenta, precisa ocorrer graças ao serviço prestado, mesmo porque esse tipo de loja, na maioria das vezes, não tem condições de comprar nem de armazenar grande volume de bebidas para fazer frente aos maiores, relativamente aos valores praticados.

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