CEO do Atacadão fala sobre expansão de lojas em 2019

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Por Adriana Bruno

Um  verdadeiro gigante do setor atacadista. Assim pode ser definido o Atacadão, único do segmento presente em 100% do território nacional e que atualmente conta com 167 unidades de autosserviço, além de 27 atacados de entrega. Em ritmo acelerado de expansão, o Atacadão prevê inaugurar mais 19 lojas de autosserviço até o fim do ano. Recentemente a empresa abriu uma nova loja em Maringá, no Paraná. “2018 foi um ano extremamente bom para o Atacadão. Tivemos o desafio de crescer e inauguramos 20 lojas. Agora, em 2019 faremos novas inaugurações. Já temos 11 lojas em construção e  um parque de inaugurações bem interessante”, conta Roberto Müssnich, CEO do Atacadão. Müssnich conta que a empresa está otimista com o Brasil e que vê esse mesmo otimismo voltando a fazer parte da rotina do consumidor do país. “Somos otimistas por natureza. Temos investido no Brasil e em 2019 não será diferente. Vamos investir R$ 1.8 bilhões em expansão. O que se vê hoje é um sentimento de maior confiança, de mais otimismo”, comenta.

Diferencial

A capilaridade do Atacadão é por si só, uma grande vantagem competitiva sobre a concorrência. Mas para Müssnich essa não é a única. “O Atacadão é uma empresa única. Trabalhamos com o modelo preço baixo todo dia e isso nos tornou um referencial de preço. Hoje quase 50 mil pessoas fazem o Atacadão acontecer com o propósito de ultrapassar fronteiras e levar produtos de qualidade de preço justo para todo o país”, comenta. Para o CEO também é preciso investir em inovação e tecnologia. “A tecnologia traz vantagens competitivas e um grande desafio nas empresas do setor atacadista é tornar a operação mais barata sem perder a eficiência. Hoje em dia com o volume de informações geradas é possível pensar em inovação no setor e também fazer uso desses dados para aumentar a eficiência do canal”, afirma Müssnich.

Consumidor

A crise econômica fez com que muitos consumidores centralizassem suas compras mensais, de maior volume, no cash & carry. Algo que começou como uma alterativa para buscar economia mas que deve se firmar como uma tendência de consumo no país. De acordo com Müssnich mesmo com a melhora da economia e aumento do poder de compra, quem experimentou o canal não deve abandoná-lo. “O consumidor final experimentou a sensação boa da economia conseguida em relação ao custo desse tipo de compra no fim do mês. E mesmo com a melhora do poder de compra isso não deve mudar. Até porque, ele entendeu perfeitamente a proposta do nosso segmento. Não temos como oferecer o mesmo que um hiper. O Carrefour trabalha com 50 mil SKU’s, enquanto que o Atacadão trabalha com entre 7 e 10 mil SKU’s. Mas vemos que o consumidor final entende qual é o nosso foco e vai concentrar em outro canal, as compras de conveniência e as pequenas indulgências”, finaliza.

 

 

 

 

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1 comentário
  1. Claudio Roberto diz

    Bom dia! Gostaria de saber como faço pra enviar meu currículo para fazer parte da empresa

Responder a Claudio Roberto
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