Paleteria mexicana passa por teste de sobrevivência

Clique no vídeo acima e saiba qual é o investimento mínimo para abrir uma paleteria.

Depois de as paleterias mexicanas terem virado febre, em 2014, há quem aposte que a moda dos picolés de 120 gramas vai começar a derreter no inverno deste ano.

O consultor Marcus Rizzo, especializado no setor de franquias, é um dos que veem esse fim próximo.

Outros especialistas são menos pessimistas quanto ao futuro das paletas, mas concordam que o setor passará por uma filtragem em que restarão somente as melhores empresas.

Para Paulo Ancona Lopez, diretor da consultoria Vecchi Ancona, toda novidade passa por uma baixa. A questão é saber se o tempo da febre será suficiente para que o investidor no setor tenha lucro.

Gean Chu, 25, dono da Los Paleteros, abriu a primeira unidade em Balneário Camburiú (SC) no fim de 2013. Hoje a rede tem 75 lojas.

Ele diz ter conversado com franqueados sobre as chances de o movimento diminuir assim que o produto não fosse mais novidade. Mas não foi o que aconteceu.

A venda média por unidade cresceu 4,9% se comparados o verão de 2014 e o atual.

A rede faturou R$ 70 milhãões em 2014 e investiu seu lucro na operação, segundo Chu. Ele prevê dobrar o número de unidades em 2015.

Outras paleterias de crescimento acelerado foram a Helado Monterrey e a Palecolé, com 55 e 32 unidades vendidas, respectivamente.

Também há quem esteja começando a buscar franqueados, como Audrey Galeti, 32, que abriu a Los Ticos há um ano em São Paulo.

Uma das estratégias da empresa é manter a produção dos sorvetes artesanal, reduzindo custos com transporte e facilitando a logística e abastecimento das lojas.  Fonte: Folha

 

 

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Comentários (1)
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  • Eud de Moraes

    A questão não é dizer se vai dar certo ou não, se durará ou não o próximo inverno. Isto é presunção. A questão é torcer para dar certo e se puder dê uma ajuda a esse pessoal esforçado como dicas, sugestões, opiniões positivas, para que o negócio progrida e gere riqueza para o nosso país. Precisamos ter um mercado mais ativo, gerador de riquezas para todos. Torço para que dê certo e dou a sugestão a essa dupla e para tantos outros também que inovem, inovem e inovem, gerenciando eficientemente os custos, sem esquecer de diminuir o preço final, porque preço x qualidade é tudo. Assim poderão ter sucesso duradouro e mesmo que a paleta não venha a dar certo, dessa experiência, poderá surgir algo de novo e bom para o desenvolvimento do nosso mercado nacional. Porém, fico triste ao ver que o brasileiro precisou pegar essa ideia de picolé grande lá no México, algo tão fácil de ser criado e sem complexidade alguma. Realmente, o brasileiro precisa polir mais a sua inteligência criadora. Se este picolé grande não fosse de outro país e tivesse a mesma combinação, mesmo assim faria sucesso. O detalhe do momento é a sensação de estar comendo algo de outro país.